segunda-feira, 20 de julho de 2009

Perdi o Mando de Campo


Sou casado, e muito bem casado. Minha esposa Érika é uma morena mignon , com mistura de portugueses e índios, nariz fininho, cabelos escuros e lisos, pele branquinha e carinha de quero-pegar-no-colo e de cachorrinha. Peitos tipo pêra e bunda grande e durinha, com uma tatuagem perto da cintura que fico olhando quando a como de quatro.

Nosso sexo é muito bom. Mais ou menos uma vez por semana e tentamos sempre inventar coisas sedutoras. Ela investe sempre em roupinhas sexies e eu adoro!
A questão é que meu defeito vem com o tempo. Por algum motivo sempre acabo “enjoando” quando chegamos no limite da criatividade.e isso já estava influenciando em nossa relação.


A verdade é que passei a imaginar alguém a desfrutá-la mas não sabia como. Eis então que chega o Tonhão, Um Sr grande e de certo modo rude, parente distante.
Tonhão queria ganhar alguns trocados e concordei em que ele fizesse alguns serviço em casa como arrumar o muro e pintar a parte externa.
Um dia, ao chegar em casa, noto que Érika estava um pouco estranha e como a conheço percebi que precisava falar alguma coisa, o que só aconteceu na hora em que fomos nos deitar.


Para minha surpresa, Érika me relatou que naquela tarde, ao chegar em casa do trabalho, ela estava comendo uma maça na varanda enquanto o Tonhão emboçava o muro. Ela observou que o Tonhão estava com um short largo e vermelho, do tipo adidas, mas sem cueca. Como ele era muito grande e não se preocupava em vestir-se bem, parece que o saco e pinto ficavam aparecendo quando ele subia na escada. Isso deixou Érika muito encabulada, afinal ela praticamente havia visto poucos pintos na vida e aquele parecia grande.


O pior, segundo ela é que enquanto ela olhava displicentemente, foi flagrada por Tonhão que deu um sorrisinho de canto de boca.
Érika ficou vermelha e entrou em casa. Quando se deu conta o sujeito estava atrás dela, olhando com aquela cara rude e bruta, procurando um copo de água. Érika então deu o copo e ele foi logo dizendo que sabia o que ela tinha visto e que ela era um tesão. Minha esposa ficou transtornada e disse que era pra ele ir embora mas ele falou que me conhecia de longa data e que sabia que no fundo ela não era mulher pra um homem só. Dito isso abaixou o short e mostrou para ela aquele gigante, ainda flácido, com um saco enorme. Completou que se ela quisesse teria que falar comigo. Isso deixou-a confusa mas ele insistiu que ele sabia qual seria minha reação.


Enquanto falávamos isso, minha esposa olhava nos meus olhos e tinha duas dúvidas: Primeiro, apesar de fiel era inegável que aquele sujeito havia mexido com seus desejos mais íntimos e segundo que papo era aquele em que ela deveria falar comigo. Isso a deixava muito brava pois era claro que ela não sabia algo sobre mim e que aquele homem sabia.
Disse que quando jovem, o Tonhão exercia certo poder sobre mim e que já havia comido 2 namoradas minhas, com meu consentimento e até ajuda. De alguma maneira aquele cara exercia uma influencia submissa em mim e que isso tinha sido passado. No entanto parece que voltou para me assombrar e agora lá estava eu tendo que explicar para minha esposa que a situação começava a sair do controle.


Érika queria explicações. Ela percebeu que o Tonhão mandava em mim. Foi quando eu disse que talvez isso apimentasse nossa relação e que eu entenderia se ela quisesse experimentar um novo pinto. No inicio ela ficou muda, saiu do quarto e quando voltou olhou nos meus olhos e disse rindo: Vc é um babaca mesmo. E assim dormimos sem mais uma palavra.
Fui para o trabalho no dia seguinte mas não conseguia pensar em outra coisa. Será que tinha estragado meu casamento?


Cheguei em casa mais cedo e disposto a mandar o Tonhão embora. Não ia arriscar minha família por uma fantasia. Quando entrei no quarto percebi a cama desarrumada o que não era usual. Érika entrou no quarto um pouco desalinhada e com cara de safada, aquela que me deixa louco. Fiquei confuso mas a ficha começou a cair. Perguntei do Tonhão ela disse que ele já havia feito o serviço do dia e ido embora. Eu perguntei o que aconteceu? Ela disse vc é um babaca e um corno, e saiu do quarto...


Caramba, e agora? Aquele Tonhão desgraçado. Maldita a hora em que permiti que ele voltasse... Quando entrei no banheiro lá estava a calcinha preta de Érika com manchas brancas e pegajosas. Era fato ele havia comida minha mulher. Aquilo veio como um turbilhão na minha cabeça de corno. Me senti humilhado mas aquilo me dava prazer. Imaginei minha esposinha, só minha até então, agora esporrada pelo Tonhão. Aquele puto. Aquela Puta.... Sai do banheiro pra brigar com ela e perguntar o que ela havia feito.

Érika estava na cozinha e quando eu comecei a falar ela me interrompeu: Cala a boca corno. Eu sei que vc queria isso. Nesse momento eu me entreguei. Assumi que estava com Tesão e queria saber mais. Ela abriu o roupão e me mostrou a xoxota vermelha. Me disse que o Tonhão havia sido muito bruto e macho com uma pegada que eu nunca teria. Uau!! Aquilo doeu. Érika ainda completou: Vc quer ver a próxima foda? Hein??? E agora??? Simmm respondi! Ela então falou que se eu quisesse ela ligava agora pro seu macho dominante... Eu disse: Liga então!

Eu estava ao lado e ela no telefone fazia aquela cara de gatinha com algumas risadinhas... Foi quando ela parou e me disse: O Tonhão disse que ele só vem se vc pedir...
F-d-P.. !!!! Enquanto eu ainda pensava Érika me disse. Anda amor, eu sei que vc quer!
Peguei o telefone e falei: Tonhão, vc pode vir aqui em casa? Ele respondeu com gargalhadas: Corno, é o seguinte: Vc vai ter que implorar: Eu disse: Tonhão, Por Favor vem aqui e come a minha mulher pra mim. Ele então completou: Eu quero que vc deixe ela com um calcinha gostosa e que ela me receba com uma camisa sua. Prepara ela pra mim que o macho está chegando em ½ hora. E desligou...

Quando olhei para Érika ela me olhava com satisfação. Me pediu que a preparasse pois ela iria se realizar na rola do Tonhão e que segundo ele teria que ser na nossa cama.
Fomos ao banheiro e ela depilou a xoxota e se perfumou. A toda hora ela me olhava e dizia: Fica assim não, o que sobrar é seu... Escolheu então uma camisa minha e uma calcinha que eu havia lhe presenteado em nossa lua de mel.


A Campainha tocou e ela foi correndo. O Tonhão a pegou pelos cabelos e rindo me disse: O babaca coloca a puta de quatro no sofá. A Érika até se assustou mas eu cumpri a ordem excitadíssimo. Tirei a sua calcinha e com ela de quatro, apoiada com os pés no chão chupei sua buceta. Recebi um safanão do Tonhão que me disse: Vc agora só vai olhar. Pegou a Érika de novo pelos cabelos e bateu com o pinto enorme e já babado na sua cara. O pinto dele era aproximadamente de 20cm e muito grosso. Ele não era dos mais limpos e tinha um cheiro muito forte. A Érika então botou a língua pra fora e ele ficou enfiando aquela imensa glade na garganta dela. Isso me deixou eufórico e quase gozei.


Minha mulherzinha toda submissa com uma rola suja na garganta. Ele ficou naquele vai e vem até que falou: O Corno, eu vou foder sua esposa na sua cama e vc fica do lado de fora ouvindo e tocando uma bronha se quiser. Dito e feito.
Quando a porta se fechou, fiquei escutando minha mulher gemer e muito. Um pouco de dor e muito de prazer. Poucas sensações são tão gostosas quanto ficar do lado de fora enquanto um cara fode a sua mulher. Ela gritava que ele era muito macho, que queria dar pra ele, que o maridinho só teria o resto e que era corno.... Aquilo durou 1 hora. Que loucura!!

Foi quando o Tonhão abriu a porta e foi na cozinha pegar uma cerveja. Quando passou por mim, disse rindo muito e coçando o saco: Ô corno aproveita pra ver sua mulher toda gozada. Ela agora é minha e você vai arrumá-la sempre que eu mandar.

Quando eu olhei pela porta, Érika estava em nossa cama com a bunda pra cima. Ela me olhou e pude perceber que seu rosto estava todo gozado. Ela riu e me disse: Meu amor, cheira minha bundinha. O Tonhão me convenceu a dar me cuzinho pra ele. Quando eu disse que você só havia comido minha bunda 1 vez ele fez questão de comê-la e disse que vai comer todo dia! Dito isso eu cheguei perto e pude ver o estrago. O seu rabinho tão lindo estava muito vermelho e ainda tinha porra saindo. A Bucetinha também estava gozada.
Enquanto eu olhava o Tonhão veio apareceu e forçou minha cabeça gritando: Chupa corno. Chupa minha gala que esta dentro de sua esposa.


Eu então chupei e limpei minha esposa. Aquilo era estranho pois não sou veado e nunca serei mas de algum modo aquilo era o prêmio do corno.
Sai do quarto e a foda recomeçou. Varou a madrugada. Eu dormi no chão pois ele se apoderou de minha cama.
Na manhã seguinte, durante o café ele disse que se eu quisesse poderia ver uma foda mas que a mulherzinha era dele.


Eu então entrei no quarto que cheirava a sexo e pude presenciar cenas maravilhosas.
Minha esposa tão linda sendo currada por aquele sujeito tão vulgar e grande. Numa cena ele comia ela de quatro, enfiando toda a rola até quase o útero. Depois ele arrumou uma algema e amarrando a Érika de bruços na cama comia o seu rabo arrancando gemidos de dor e prazer. Nisso ele pedia que eu chegasse bem perto e olhasse o rombo no rabo de minha mulher. Em determinado momento ele arrancou o pau da bunda da Érika que ainda estava algemada e abrindo bem a boca dela começou a gozar aquela porra gosmenta e grossa. A Érika recebia aquela gosma branca na língua que de tanto caldo caia um pouco pelos lados. Ela estava com um sorriso na cara e estava certamente realizada.


Assim foram durante os outros 10 dias que o Tonhão ficou lá em casa. Mesmo depois de ele ter ido embora, eu ainda o sirvo com minha mulherzinha pois ele gosta de levá-la para a casa de uns amigos que aproveitam. Eu fico então em casa e quando ela chega, com os cabelos desgrenhados e maquiagem borrada eu a levo pra minha cama e fico sugando a xoxota suja de porra dos amigos do Tonhão. Ela me conta os detalhes que eu contarei em uma próxima oportunidade.

Me casei com a putona da universidade

Neusa era a putona da universidade. E em universidade mulher quando quer ser puta, é puta mesmo. Neusa é morena, tem 26 anos, seios grandes, bunda empinada, enfim, gostosa. Ela já tinha tentato fazer jornalismo e abandonou, para depois fazer administração (não vou dizer aonde, pois daí muita gente que comeu ela ia descobrir).

Neusa era do tipo que ia a todas as baladas, beijava todo mundo e nem precisava apertar para dar. Eu era muito amigo do pessoal de uma república, que comia ela direto. Meus amigos comentavam depois sobre a foda, como ela era apertada, que chuparam seus seios, que ela fazia uma delícia de chupeta e que deixava gozar na boca. Eu mesmo presenciei ela várias vezes de manhã só de calcinha no meio do pessoal. Até com o bixo (calouro)da república, um nerd gordão ela não deu nem chupou, mas tocou uma bronha para ele até ele gozar. Neste dia eu ví: O pessoal começou a zoar o bixo e pediram para ela dançar eroticamente para ele. Eles puseram uma música erótica e ela começou a dançar ao redor do bixo, que tremia de emoção e medo (ele devia ser virgem) Ela esfregava os seios nas costas dele, passando a mao na sua rola. Logo ela pos o pau dele pra fora, que estava meio mole.


A galera zoava pra caralho! ela então beijando o pescoço do gordão e masturbando ele, deu umas lambidas pra ver se endurecia. Logo o pau do nerd ficou duro e com pouco vai e vem o bixo gozou longe um jato de porra que sujou toda a mão de neusa. Ela não fez por menos: esfregou a cara do bixo com a própria porra, para gargalhada geral da galera!

Muito mais coisas aconteceram com neusa depois. Na verdade, ela queria era transar e não estudar, pois era a mais velha da turma. Ela começou a ter um caso com um taxista do ponto em frente a facul, até que apareceu grávida (ela dizia que era desse taxista). Ela sumiu da facul por um semestre até voltar sem filho nenhum. Depois disso, tive a oportunidade de comer neusa umas vezes e posso afirmar: Ela era uma delícia. A mulher puta sabe trepar melhor. Ela adorava chupar uma rola até o leite sair e agora, por certo trauma da gravidez, deixava gozar dentro apenas no sexo anal (mas era uma delícia mesmo assim). Bom, já estavamos terminando o curso e resolvi convidá-la para ir morar comigo.


Uma delícia de trepadora vale a pena investir, nem que seja para ela dar pros outros de vez em quando. Ela pensou um pouco e aceitou. Hoje somos casados a um ano e sei que Neusa se encontra com seus machos ocasionalmente e aceito para ficar com ela

Após minha esposa masturbar o negrão

Após minha esposa e o negro sairem do mar, voltaram para a barraca. Fiquei aonde estava antes, para observá-los e ver como acabava aquilo. Eles conversavam alegremente e se beijavam, como se fossem velhos conhecidos. Logo após mais uma cerveja, minha esposa pagou a conta (com o meu dinheiro) e os dois se levantaram e sairam.

De longe eu os acompanhava. Os dois andavam de mãos dadas, como namorados. Sairam da praia e andaram pelo calçadão. Atravessaram a rua e chegaram até a um passat vermelho, velho e caindo aos pedaços. Como minha esposa poderia fazer aquili comigo? Me trocar por um barrigudo com um carro podre daqueles? Ela entrou dentro do carro e foram embora. Fiquei lá, parado imaginando para onde iriam. Iriam meter, no motel ou no barraco dele. Meu pau estava duro. Só de pensar na volta da minha esposa, com a buceta fodida e cheia de gozo do cara, não aguentei e esporrei sozinho.

Voltei para nosso apartamento e guardei o carro na garagem. Tomei um banho pra esfriar a cabeça e me masturbei, gozando como um louco. Eram por volta de onze e meia.
Esperei ela ansiosamente. Fiquei até com medo, pois será que o cara não era um tarado que poderia fazer mal a ela? Bom, quinze para as duas, pontualmente ela abre a porta e entra em casa.

-Oi querido e o carro tá arrumado?
-Sim, está ótimo, o problema era simples, no cabo de vela. E você como foi na praia?
-Normal, mas estou exausta e grudando, tenho que tomar um banho urgente...

Eu então agarrei ela e tentei beijá-la. Ela não queria. Ao beijar a sua pele, percebí que não estava salgada, ela deveria ter tomado um banho de chuveiro, mas não falei nada. Ela não queria fazer amor comigo, talvez por instinto, pois tinha acabado de trepar com outro. Mas não teve jeito, a empurrei na cama e comecei a beijá-la. Tirei seu biquini e ví umas marcas de chupões em seu pescoço e nos seus volumosos seios. Como ela é muito clara, qualquer mordidinha já fica manchada a sua pele. Coloquei a mão em sua buceta. Estava super melada, não sei se da porra do negrão ou do gozo dela, ou dos dois.
-Para... deixa eu tomar um banho.

Cheguei meu rosto em sua buceta. Seus pelinhos são bem claros, pois ela passa agua oxigenada, além de ser quase raspadinha. Ela então reagiu mais violentamente:
-Nem pense em me chupar antes de eu tomar um banho!

Acho que ela ainda tinha algum cuidado por mim, pois não queria que eu chupasse sua buceta recem usada por outro homem. Eu cheirei sua buceta, que estava com um forte cheiro de sexo, e passei o dedo. Percebí que estava bem melada. Não me atreví a chupá-la. A calcinha de seu biquini também tinha uma mancha estranha no fundo. Como eu não aguentava mais, abri suas pernas e metí meu pau todo dentro.


Ele entrou que nem manteiga. Sua vagina estava quente e supermelada. Diana gemia e apertava a buceta, como que pompoando. Não aguentei mais e ejaculei dentro, enchendo novamente minha esposa infiel de esperma, só que desta vez ao invés de ser o de um negro desconhecido, era o meu. Foi a melhor trepada que tive.
Depois disto ocorreram mais algumas traições de Diana, que posteriormente contarei.

Minha esposa punhetando um negrão no mar


Minha esposa é Diana. Ela tem 28 anos, 1,65 de altura, é loira, muito bonita, com seios bem grandes e mamilos rosados. Sua bunda é deliciosa, com coxas bem torneadas e cintura fina. Sua pele é bem branca e macia. Estamos juntos a 9 anos. Porém eu sempre soube que minha esposa tinha uma atração por homens negros. Seu primeiro namorado foi um negro, que inclusive tirou a sua virgindade. Eu sempre fiquei incomodado com isto, pois quando nos conhecemos ela tinha acabado um outro relacionamento também com um mulato, e eu ficava pensando se ela me comparava com os seus ex.

Nas férias de janeiro deste ano fomos para a praia, em guarujá. Já estávamos a 4 dias e sempre iamos à mesma parte da praia das pitangueiras, próxima da barraca do Pernambucano. Lá comiamos porções e bebidas, sendo muito agradável. Eu percebí que próximo de nós estava um negro forte, de uns 40 anos, meio barrigudo, até feio. Ele discretamente olhava para minha esposa e ela retribuia os olhares. Conhecendo minha esposa, percebí que estava interessada nele, mesmo sendo feio e meio gordo.


No quinto dia, resolví pegá-la em flagrante. Logo cedo, dei a desculpa de que o carro estava com problemas e tinha que levá-lo a concessionária em Vicente de Carvalho (proximo do guaruja). Ela obviamente não iria comigo, e eu a incentivei a ir para a praia sozinha. Disse que só a tarde voltaria, lá pelas duas horas. Ela então, colocou seu biquini preto, vestiu sua canga e começou a arrumar suas coisas. Eu descí, entrei no carro e saí da garagem, me despedindo dela que estava na janela. Mas logo virei a esquina e estacionei o carro. De longe, fiquei aguardando e 15 minutos depois, ela passava pela rua em direção à praia.


De longe eu a acompanhava. Ela é muito bonita e chama bastante a atenção. Como previa, ela foi em direção à barraca que iamos, e sentou só. Fiquei uma meia hora sentado a uns 40 metros dela, a observando. Logo percebí o negrão se aproximar. Ele ficou uns 5 minutos conversando com ela em pé e logo sentou em sua mesa.
Ficaram por uma hora conversando alegremente. Sorriam, tomavam cerveja. Eu não podia escutar o que falavam, mas percebí que os pés de minha esposa se esfregavam na canela dele. Ela também deixava ele tocar sua coxa. Logo se beijaram levemente. Meu coração batia bem forte, e pensei em chegar lá e acabar com aquilo, mas me contive.


Depois disto, os dois se levantaram e foram para o mar. Eu os acompanhava de longe. O mar estava cheio de banhistas. Eles foram para uma parte mais funda, com a agua acima da cintura. Eu me escondí atrás de um grupo de garotos que brincavam com uma bola e pude observálos bem. Eles começaram a se abraçar e beijar freneticamente. Beijavam se muito intensamente. Como a agua estava quase na altura do pescoço, seus braços não eram vistos. Eu precebi então que minha esposa estava fazendo movimentos repetitivos e sorrindo, como se estivesse masturbando o negrão. O rosto dele era de total felicidade e logo ví mudar a sua expressão, para a expressão de gozo, ele havia ejaculado. Minha esposa parou com os movimentos e mecheu na superficie da agua, pegando alguma coisa e rindo. Ela deveria estar pegando a porra do negrão. Depois se beijaram e voltaram para a barraca.


Logo depois eu fui até a lugar que eles estavam e fiquei procurando. Depois de procurar, realmente enconbtrei a prova que queria. Uma massa gosmenta, que parecia catarro, boiava no mar aonde estavam. Pela aparencia o cara deveria ter gozado como um animal.
Sai do mar e voltei para perto da barraca. Os dois continuavam juntos e se beijando. Logo depois sairam e eu os continuei seguindo, mas o que aconteceu posteriormente é uma outra história que eu contarei depois...


Continua...

Como descobrí que era um CORNO!


Olá, meu nome é Jean Williams, e esta é a história de como descobrí que era traido pela minha esposa.
Sou casado com Neusa à 7 anos. Tenho 30 anos e ela 28. Neusa é morena clara, seios bem redondos e firmes (parecem maçãs) e uma bundinha deliciosa. Ela é do tipo mignon, bem gostosinha.

Nunca tive motivos para desconfiar de Neusa, mas como toda mulher tem uma tendência natural à lascivia e a promiscuidade, mantinha meus olhos bem abertos. Ultimamente, percebí que Neusinha resolveu fazer alguns cursos, como pintura em tecidos e em madeira. Com isto, ela sempre saia a tarde, chegando por volta das seis ou sete horas da noite. Logo que ela começou com estes cursos, diminuiu um pouco o interesse sexual por mim. Além disto, começou a receber alguns telefonemas misteriosos em seu celular, mas até aí tudo bem.


Um dia destes, logo que ela chegou do curso, não resistí. Partí para cima dela para transarmos. No inicio ela não queria, mas como eu insistí, ela acabou cedendo. Queria tomar um banho antes, mas devido a minha exitação, comecei imediatamente a despí-la e a chupa-la. Sua buceta estava um pouco melada, e o cheiro estava um pouco acre (fedido), mas como já faziam dois meses que não tránsávamos, encarei numa boa.


Após chupá-la, peguei meu pau e metí na sua buceta. Sua vagina estava quente e supermelada, além de mais larga. Comecei a socar com força. Logo não aguentei e enchí a sua bucetinha com o meu esperma grosso. Quando tirei meu pau da sua buceta, tive uma terrivel surpresa: Colado na cabeça do meu pau, estava um pedaço de borracha estranho. Peguei aquilo com a mão e ao olhar mais de perto, pude ver que se tratava de um pedaço de camisinha! Isso mesmo! Eu que a dois meses não tinha relações com minha esposa, muito menos com preservativo, tirei com o meu pau de dentro dela a ponta de uma camisinha estourada!
Meu pau murchou na hora. Perguntei para ela o que era aquilo. Ela ficou vermelha e começou a gaguejar e soluçar. Não aceitava que aquilo era um pedaço de camisinha que tirei de dentro de sua buceta.


Após uma grande discussão e choro, ela me revelou que tinha transado hoje, somente hoje com um cara que ela tinha conhecido. Mas tinha sido forçada, quase um estupro. O preservativo estourou dentro dela e ela nem imaginou que tinha ficado uma prova.


Agora não sei que atitude tomar. Amo minha mulher, temos uma família linda, dois filhos pequenos e sei que ela me ama. Não sei se ela foi forçada ou foi um deslize, mas me sinto humilhado, ainda mais agora, que ela descobriu que está grávida, e há a desconfiança de não ser meu. E o cara da camisinha estourada segundo ela me contou era negro. Nem poderei esconder a traição se este filho não for meu.

sábado, 18 de julho de 2009

O Princípe Virou Monstro


Sou bancária no interior de São Paulo, numa cidade pequena, casada, um filho e 38 anos. Morena clara, baixinha, magra, não tem nada em mim que chame a atenção em especial, embora não seja feia. Levo uma vida totalmente comum.
Fui convocada pelo Recursos Humanos do banco para fazer um curso de 5 dias em São Paulo. Embora contrariada, tinha que ir.


No ônibus e sentei-me ao lado de um homem de terno e óculos escuros, aparentando ter 45 anos, cabelos e barba grisalhos, bonito, alto e magro. Não me olhou quando me sentei ao lado. No início da viagem, que duraria 5 horas, o homem pegou um livro e começou a ler. Adormeci e acordei muitas vezes e o homem continuava lendo em silêncio.
O ônibus parou num posto e ele ficou ao meu lado no balcão. Pedi um refrigerante e ele um café. Sem me olhar, perguntou se eu morava em São Paulo. Disse que não, que não conhecia São Paulo direito e sempre me perdia quando ia lá, tentando ser bem humorada. Ele me disse que me ajudaria a não me perder.


Chegamos em São Paulo e ele, ainda na estação me ofereceu uma carona até onde eu ficaria. Disse que ele não precisava se incomodar, mas... Um homem tão bonito, tão educado, senti-me segura. Falei para ele o nome do hotel para o qual ia e ele disse que me levaria lá.
No estacionamento da rodoviária, dirigiu-se a seu carro, colocou minha mala e a maleta que ele levava no carro e saímos, sem conversas. Tive um pouco de medo, sem saber do quê.


Deixou-me na porta do hotel. Após um banho, me arrumei e pedi um sanduíche no quarto. Pouco depois, o fone tocou. Um funcionário do hotel me disse que o “Senhor Jorge estava ali, querendo falar comigo”. Quem?? Desci para atender. Era o misterioso homem do ônibus. Sorriu pela primeira vez e perguntou se podia me convidar para jantar. Concordei, mas preocupada com qualquer coisa que pudesse acontecer, disse que jantaríamos só se fosse no hotel.
No jantar falei sobre mim e o que estava fazendo ali. Ele falou sobre si próprio. Trabalhava na diretoria de uma corporação, era casado, morava em São Paulo, mas a esposa estava em viagem. Chegou em casa e sentiu-se só, por isto estava ali.


Olhei aquele homem bonito, aparentemente rico, extremamente educado... era um príncipe, mas eu jamais teria algo fora do casamento, cujo principal pilar é a fidelidade, e eu tinha total convicção na minha fidelidade. Algumas horas depois de conversa e alguns drinks esta convicção já estava abalada. Ele me contava de suas viagens ao exterior e ali pensei comigo mesma: “Se ele avançar o sinal, vou encarar!”.
Pouco depois, ele segurou minha mão e me olhou sério. Disse: “Você é uma mulher linda... tão atraente, espontânea...” Eu sorri, agradeci. Ele disse que ia se hospedar num quarto do hotel para ficar próximo de mim. Gelei por dentro.


Eu queria, mas não devia.... mas isto jamais aconteceria de novo. Apesar do medo, eu aceitaria o convite que ele me faria: irmos ao quarto que ele alugou.
Ele percebeu meu medo, me tranqüilizou, pediu que eu ficasse à vontade para parar e ir embora a qualquer momento que quisesse, e acabei me sentindo mesmo à vontade.
Passamos a noite junto, fizemos amor diversas vezes, conversamos por horas, ouvimos músicas... passamos a noite acordados e no dia seguinte eu me sentia feliz como uma adolescente.


Durante dois dias eu ia ao curso, e ele saía para trabalhar. Depois nos encontrávamos, íamos a lugares maravilhosos e depois... para a cama juntos. Eu estava apaixonada e ele dizia que também estava.
O terceiro dia seria igual, só que ele chegou diferente: parecia tenso. Quis ir direto para o quarto.
Deitei na cama dele e ele tomou banho. Voltou, veio para a cama e sem dizer nenhuma palavra amável, como nas noites anteriores, me despiu com rispidez. Começou a me penetrar violentamente, eu estranhava o jeito dele, não era o cavalheiro de antes.


Então ele me virou de bruços e percebi que ele queria me penetrar por trás. Nunca tinha feito sexo anal, mesmo com as insistências de meu marido. Pedi que ele não fizesse isto, ele não respondeu e violentamente penetrou meu ânus. Senti uma dor terrível. O vai-e-vem que ele fazia me lembrava a dor de uma injeção no intestino, a cada vez que ele penetrava era uma injeção. Chorei, a dor era grande, ao mesmo tempo em que sentia vergonha do que estava acontecendo, mas ele não parava, eram dezenas de injeções! Até que finalmente ele ejaculou e parou. Neste instante senti uma vontade incontrolável de evacuar. Levantei-me rapidamente e corri ao WC, com esperma escorrendo pelas pernas. No banheiro, chorando, ouvi o barulho de vidro quebrando. Assim que saí, vi Jorge sentado na cama em prantos. Ele tinha estilhaçado um copo contra a parede. Chorando, se ajoelhou aos meus pés e me pediu perdão, disse que agira como um animal. Perguntou com lágrimas nos olhos se eu o perdoava e eu perdoei. Ele me abraçou com força, disse que me amava como a ninguém antes.


Passamos uma noite silenciosa, dormimos e quando acordei ele não estava a meu lado sorrindo como nas manhãs anteriores. Ele tinha saído enquanto eu dormia. Intrigada, fui para o curso.
Final de jornada e Jorge não chegou. Já de madrugada ele me ligou, estava num barzinho próximo do hotel com uns amigos, e pela voz, estava bêbado. Disse que me amava, mas não dormiria no hotel naquela noite e que talvez nunca mais nos víssemos. Chorei muito. Achei que ele estava com algum problema sério, em apenas alguns dias sentia como se o conhecesse há anos. Tomei uma decisão radical: pedi para chamarem um táxi e fui ao barzinho onde ele disse que estava. O local, um “piano bar”, estava quase vazio. No fundo, numa mesa com cinco homens, reconheci o Jorge. Fui até a mesa.


Cheguei sorrindo, mas ele me recebeu com uma frieza gélida. Não me perguntou nada, parecia que eu era apenas uma conhecida. Olhou para os amigos e disse: “Deixem que lhes apresente a N., uma grande amiga... e uma bela namorada”..e riu. Me senti humilhada e fiquei séria.
Então Jorge afastou sua cadeira da mesa e sem se levantar, disse aos amigos: “Vejam aqui um caso de mesquinharia pequeno burguesa... mesquinha mas gostosa... vocês já viram coxas assim?” e levantou totalmente meu vestido, me expondo aos amigos. Perplexa, pois ele foi rápido, senti que ele me virou de costas para os amigos e disse: “Olhem só esta bunda... escultural, não?” Para piorar minha humilhação, ele deu um puxão para cima em minha calcinha, fazendo que ele entrasse dentro de minhas nádegas. Tentei sair, mas ele me puxou e me fez sentar numa cadeira na mesa.


Os amigos sorriam constrangidos, eu estava apavorada e muito envergonhada. Pelo olhar de um dos garçons, era claro que ele tinha visto, mesmo na penumbra do local.
Então Jorge me disse que o Gil, um dos homens da mesa, era fotógrafo profissional e que ele, Jorge, queria fotos minhas. Eu disse: “Jorge, pára com isto! O que está acontecendo? Me deixa ir embora e não apareça mais!”.
Jorge ignorou totalmente o que falei e disse: “Olha só, Gil, que tal uma foto destes peitinhos?” e num forte puxão, arrebentou os botões de minha blusa e, à força, arrancou meu soutien, me deixando com os seios à mostra - e a esta altura todos os presentes no bar já nos olhavam.


Segurando a blusa sobre os seios me levantei, mas Jorge segurou minha mão e disse: “Pára! Pára, eu te levo!” Sem conseguir me desvencilhar dele e ao mesmo tempo querendo esclarecimentos, deixei que ele se levantasse e me acompanhasse. Já em pé, ele chamou o tal Gil para ir conosco.
Gil levantou-se rapidamente e veio em nossa direção. Achei que ele me defenderia, pois o Jorge estava se mostrando um homem perigoso.


Fomos os três para o hotel e lá para o tal quarto de Jorge. Entrando no quarto, possessa, comecei a socar o Jorge chorando e ele me atirou na cama. Saltou sobre mim e tirou minha roupa à força, com o tal Gil apenas olhando cinicamente. Segurou minhas mãos, eu já estava nua e ele disse: “Pára de resistir!” e me esbofeteou o rosto. Aí ele disse: “Vai, Gil, mete nesta vaca brega!” Ofendida, humilhada, vi o Gil se despir e vir para cima de mim. Jorge saiu da cama e eu tentei resistir, mas o Gil era forte e me violentou, enquanto Jorge assistia em silêncio, sentado numa cadeira do quarto, tomando uma bebida. Quando o Gil terminou o “serviço”, calmamente vestiu-se e chamou Jorge para irem embora. Saíram e fui para meu quarto.


Terminado os dias do curso, voltei para minha cidade. Ouvi falar muito em Jorge, que se tornou político. Gil é fotógrafo considerado um grande fotógrafo artístico. E eu, após muito sofrimento, passei a ver os homens de outra forma.

A humilhação é o preço da traição

O fato que conto a partir de agora aconteceu em Santos, minha cidade natal e onde resido. Tenho um amigo de alguns anos, temos uma amizade forte e nos encontramos com frequencia, principalmente para trocar umas ideias e tomar uma cerveja, habitos que cultivamos desde o início de nossa vida academica e conservamos ainda hoje, depois de já formados bachareis. Esse amigo tem uma namorada não muito simpática, mas que sempre faz questão de acompanha-lo em nossos encontros, mesmo ficando deslocada na maioria das nossas conversas.


Maria é uma morena magra, deve ter 1,65m de altura, seios grandes, bunda pequena, cabelos um pouco abaixo dos ombros e uma particularidade, uma cicatriz na face esquerda, um conjunto até bonito, mas que não chama muita atenção por ser muito comum. Sempre acreditei na fidelidade de Maria, já que não desgrudava do seu namorado até que um dia casualmente lhe dei um flagrante aos beijos e amaços com um outro rapaz, em uma mesa escondida no fundo do bar em que eu estava. Ao perceber a minha presença ela ficou assustada e logo veio conversar comigo.


Falei que ela não deveria esquentar a cabeça, que eu não iria abrir a boca, mas esperava uma ligação sua no dia seguinte para conversarmos sobre o assunto. Ela concordou e eu sai do lugar, para não causar um constrangimento ainda maior. No outro dia quando ela ligou marquei um encontro para a mesma noite, já que ela se encontrava desempregada e o seu namorado trabalhando não haveira maiores problemas. Quando ela entrou no meu carro mau conseguia olhar na minha cara, parei o carro em uma rua mais deserta e expliquei que não gostaria de me meter no seu relacionamento que já durava cinco anos, iria ficar calado mas queria sua cumplicidade para fazer algumas festinhas com ela, a título de preço e castigo pelo meu silêncio e a sua traição.


Ela concordou de imediato e fomos para um drive in começar a sua penitencia. Chegando lá falei que a partir daquele momento quarquer tipo de vergonha deveria ser deixada de lado. A partir de agora, enquanto estivessse comigo ela seria a puta mais suja do mundo e iria aceitar minhas ordens sem questionamentos. Ela vestia uma mini saia jeans, blusinha vermelha, calcinha asa delta preta e sandalias de salto alto, dessas com tiras que se amarram nas pernas, de cor preta. Mandei ela ficar totalmente nua, só de sandalia e desfilar pra mim enquanto continuava sentado no carro. Acabado o desfile mandei que ela ficasse de quatro, o mais aberta possível no capo do carro. Dei algumas lambidas no seu cú e peguei um bom plug anal e Ky que eu tinha levado.


Quando ela viu ficou assustada, percebendo que receberia o consolo no anus, mas não questionou nada. Enfiei lentamente o plug em Maria, que não dizia uma palavra, o silencio tomava conta do ambiente. Já penetrada mandei que fizesse mais um desfile para mim, enquanto pegava algemas e uma sandália havaianas, que eu havia levado com a intenção de castiga-la. Algemei suas mão para tras e mandei se ajoelhar, de pernas bem juntas. Mandei se curvar até sua testa encostar no chão e falei que a partir daquele momento seriam vinte palmadas com o chinelo em sua bunda, ela deveria ficar imóvel e contar os castigos, não queria escutar nenhum tipo de choro ou reclamação. Mais uma vez o silencio dominava a situação. Esperei uns dois minutos antes de começar os castigos para ver se ela falava alguma coisa, mas não se manifestou em nenhum momento.


Talvez o medo e o constrangimento causado pela situação a deixavam estremamente passiva. Comecei as chineladas, sua bunda recheada pelo plug começava a ficar vermelha e a contagem continuava, era o único barulho escutado, o da sua voz contando e a sandalia beijando sua pequena e humilhada bunda. Acabado o castigo mandei levantar a cabeça, pois queria uma boa chupeta. Ela chupou timidamente meu pau, eu por outro lado segurava firme sua cabeça e socava a rola até o fundo de sua garganta, só parava quando ela sentia ansia de vômito. Gozei em sua boca e a fiz engolir todo o esperma, soltei suas algemas e mandei que ela entrasse no carro, ainda nua. Havia levado um velho cobertor, mandei que se cobrisse pois iriamos embora.


Seu único questionamento até aquele momento foi se podia tirar o plug, respondi que não e saimos do drive in, a gata nua, coberta com o cobertor e a bunda arrombada pelo plug. A minha próxima ordem foi que ela deveria ir descoberta enquanto o carro estivesse em movimento e só poderia se cobrir com minha ordem ou quando o carro parasse em algum semaforo. Mais uma vez ela obedeceu, ainda tinha em mente uma última humilhação antes de deixa-la ir, já passava das 1:30hs, as ruas marginais do cais estavam praticamente desertas, passava um caminhão ou outro de vez em quando. Parei o carro, reparei que não havia nenhuma movimentação na avenida portuária e ordenei que ela saisse nua e desse uma volta ao redor do carro.


Para minha surpresa ela não me questionou, saiu e andou ao redor do carro entrando e se cobrindo em seguida. Agora mandei que ela saísse coberta, pois iria faze-la andar um pouco pela madrugada protegida apenas pelo cobertor. Ela saiu do carro e eu andei com ele uns 800 metros, até onde conseguia ve-la pelo retrovisor e esperei calmamente ela se aproximar. Quando ela entrou no carro pediu que eu paraçe, pois estava assustada e com muito medo, pediu ainda para tirar o plug pois estava incomodando muito. Concordei e achei que realmente já estava bom para aquela noite, mas antes peguei as suas roupas e coloquei a uma distancia de mais ou menos 50 metros do carro, se ela quisesse se vestir teria que apanha-las nua.


Ela foi e quando entrou de novo no carro percebi que estava chorando, sem soluços, apenas suas lagrimas rolavam pelo rosto. Mandei ela reclinar o banco e ficar de quatro pois iria tirar o consolo. Puxei com uma certa violencia e pela primeira vez em toda noite ela deu um grito. Deixei que ela se vestisse e a deixei em casa, até onde fomos no silencio absoluto. Chegando lá falei que tinha sido só o começo da sua pena por traição e queria ve-la em breve para mais uma sessão. Ela não falou nada, simplesmente saiu do carro sem olhar para tras, estava assustada e principalmente humilhada, talvez por isso tenha sido tão submissa a noite toda.


Foram ainda mais três encontros regados a muita submissão, que contarei em uma outra oportunidade.

O casal que não queria


Este conto será narrado de uma forma bem diferente. Não sou eu quem o narrará, mas sim a Rosana, com quem esta história aconteceu. Estes fatos estão publicados aqui apenas devido à minha insistência, pois achei tão incrível quando ela me narrou tudo isto que insisti para que ela o escrevesse.
Depois de pronto, fiz uma revisão antes de publicar, não modificando absolutamente nada da história, apenas corrigindo erros gramáticais e tornando algumas frases mais claras.


Além disso incluo aqui uma descrição da Rosana, que ela não faz no texto: Tem 25 anos (na época do conto tinha 23), é casada com o "Beto", de 29. É um pouco baixa, mas magrinha, de seios um tanto fartos, pontudos, e bunda bem formada, nem um pouco exagerada. Seu rosto é arredondado, seus cabelos são naturalmente loiros escuros, lisos, até os ombros, e os olhos são grandes e castanhos.
Apesar de um tanto longo (acreditem, era muito maior antes da minha revisão!), vale a pena ler inteiro. Divirtam-se!


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Desde que namorávamos (uns tres anos atrás) que eu e meu marido sempre adoramos ler contos eróticos antes de transar. Sempre considerei isto uma fantasia "saudável", diferente das próprias que víamos nas revistas, e, mais recentemente, na internet.


Mas, há pouco tempo atrás, tivemos uma briga muito feia quando ele, que vou chamar aqui pelo nome fictício de Beto, revelou que tinha uma queda por orientais, que nunca havia transado com uma, e que seu maior sonho era fazermos um ménage a trois com alguma. Não tive dúvidas que o que o encorajou a revelar tal coisa tão descaradamente foram os contos que líamos regularmente. Disse-lhe depois que nem sonhasse com tal idéia e que o fato de lermos os contos jamais significaria que eu fosse concordar em colocá-los em prática.

Ele, apesar de tudo, não se deu por vencido e muito sem vergonha que sempre foi, passou a insistir. Respondia-lhe que eu não era corna, mas ele não esquecia a idéia. Um dia, chegou a insinuar que, se não realizasse seu sonho comigo, o faria sem a minha presença. Apesar das respostas ameaçadoras que lhe dei, suas insinuações me deixou preocupada, tinha certeza que não poderia impedi-lo. Meu orgulho ficou profundamente abalado e fiquei com muita raiva.


Na próxima vez que ele fez as costumeiras insinuações respondi-lhe que topava, mas que teria que ser um swing e não um ménage a trois, pois se eu seria uma corna, ele também teria que ser um! Ele discutiu, esbravejou, disse que não era justo, pois a dele era uma fantasia antiga, e eu nunca sequer tivera nenhuma fantasia de fazer swing, para agora vir com esta "idéia absurda" e outras coisas mais. Mas sabendo o quanto ele era ciumento, minha idéia era, na verdade, fazê-lo parar de insistir na sua fantasia, e isto consegui.


Por vários dias ele não disse mais nada sobre o assunto, mas eu continuei preocupada, perguntava-me se ele não decidira realizá-la sozinho... Aparentemente não, pois em breve voltou a fazer insinuações, e, por várias vezes, para fazê-lo parar, insisti na idéia que somente se fosse um swing, pois nem que fosse para eu transar e não gostar, eu não iria ser uma corna sozinha. Após mais algum tempo, não apenas eu não conseguia mais fazê-lo esquecer a obsessão por orientais, mas ele chegou a sugerir que colocássemos um anúncio procurando um casal oriental para que acontecesse do "meu jeito".


Fiquei chocada, mas com a certeza de que ele desistiria mais cedo ou mais tarde, concordei, e colocamos um anúncio na internet.
Ele impôs a condição que, após este "chifre" que eu o daria, teríamos de fazer pelo menos duas vezes o tão sonhado ménage a trois, somente eu, ele e uma oriental. E "determinou" ainda que este swing teria que ser com um casal que jamais víssemos novamente, que fosse de outra cidade, e que transaríamos em quartos separados, pois ele não queria ter o prazer dele estragado vendo-me transando com outro, pois ele somente aceitaria esta situação esperando pelos ménage a trois que faríamos depois...


Isto tudo deu-me mais raiva ainda, o que me fez ir em frente decidida a "chifrá-lo" de uma vez, para ensinar-lhe uma lição. Enquanto "escolhíamos" o casal, ele fazia mil piadas rancorosas, dizendo que os japoneses tinham o pau muito pequeno, eram feios, e eu não iria ter o menor prazer, ao contrário dele, que iria se divertir bastante.
Em poucos dias, escolhemos um jovem casal de namorados, iniciantes e que moravam bem longe.
Viajamos de madrugada, para encontrá-los de manhã no apartamento dele, conforme o combinado. Quando chegamos, somente ele se encontrava no apartamento, mas como já havíamos falado ao telefone com ela, entramos e esperamos que ela chegasse. O rapaz, um níssei de mais ou menos vinte anos, e que insistia em que o tratássemos por "Naka", estava visilvemente nervoso e ansioso. Pareceu-me bem claro que realmente eram um casal inexperiente. Inclusive o encontro teve que ser de manhã pois os pais da garota jamais a deixariam passar a noite fora.


O tempo passava e ela não chegava. Naka, que estava sentado ao meu lado no sofa de dois lugares, repetidamente passava a mão em minhas coxas, o que eu deixava, somente de raiva do Beto. Chegou a colocar a mão em minha calcinha sob a saia e apertar meu sexo, enquanto falava amenidades que não tinham nada a ver com a situação. Deixei que ele ficasse bem à vontade, enquanto o Beto olhava para os cd"s na prateleira, evitando ver o que o japonê fazia. Falei então para o Naka, somente para provocar meu marido: "Não aperta, vai devagar". Mas, assim como o Beto, eu também estava decidida a somente ir para o quarto quando, e se, a garota chegasse. Afinal, apesar da raiva, ainda não estava bem certa se queria ir adiante.


Por fim, a garota chegou, trocou rápidos beijinhos com o Naka, que imediatamente se levantou e levou-me para o quarto pelo braço, virando-se e dizendo ao Beto e à Márcia "Divirtam-se!". A adrenalina me subiu a mil enquanto entrávamos no quarto cuidadosamente arrumado e com apenas um pouco de luz entrando pela janela pouco aberta. Não sabia o que sentia na hora, nem sei se estava com tesão, mas estava com uma vontade tremenda de gemer bem alto, de propósito, enquanto transássemos, somente para que o Beto pudesse ouvir claramente, e assim estragar o seu prazer!
Naka tirou a roupa afobadamente, feito um adolescente, sem a menor cerimônia. Imediatamente percebi que seu pau, apesar de não ser grande, tinha um cabeção enorme, como eu nunca vira, nem mesmo em filmes. Ele veio a mim, que estava parada próximo à porta, e me abraçou, levantando minha saia e passando a mão na minha bunda. Como uma puta, eu fingi alguns gemidos de tesão, somente para agradá-lo.


Por vários minutos ele beijou meu pescoço e apertou as polpas da bunda. Magro, super branco, atabalhoado, ele não era nenhum Adonis que me despertasse um tesão incontrolável. E ele parecia não ficar muito à vontade, percebendo que eu mesma não estava.
Então a porta do quarto se abriu atrás de mim e o Beto entrou. Resolvi então pegar o pau cabeçudo e massageá-lo para que meu marido visse o que faríamos. Naka passou a puxar minha calcinha para cima, fazendo fio dental, e apertando as polpas à mostra. O Beto, parado atrás de mim à porta, ficou em silêncio, atônito, por algum tempo e, por fim, disse: "A Márcia não está se sentindo bem... Está com dor de cabeça". Naka respondeu, enfiando sua mão direita sob minhas pernas e massageando minha boceta "Pega aspirina na terceira gaveta aqui atrás".


Quando Beto passou por nós, fingi outro gemido, e o Naka, sem a menor cerimônia, pôs a mão sobre minha cabeça, me forçando para baixo e dizendo "Chupa o meu pau, eu gosto de ser chupado antes de transar". Percebendo que o Beto até se paralizara ao ouvir isto, abaixei-me rapidamente e enfiei o pau dele, que ainda estava semi-flácido, na boca, para ter certeza que o Beto, ao se virar para sair do quarto, me veria chupando com vontade. Naka gemeu "Que gostoso!" e eu senti seu pau crescendo em minha boca. Beto parecia estar tendo dificuldades em encontrar a aspirina na bagunça da gaveta; aproveitei sua presença para dizer "Que cabeção que o seu pau tem, Naka, nunca vi nada igual". Ele respondeu "Espera só até ver esse cabeção dentro da sua boceta". Beto virou-se e se retirou-se rapidamente do quarto, nem sei se com a aspirina... Sentí-me vitoriosa: um a zero para mim.


Quando ia me levantar, Naka sentou-se na cama e segurou minha cabeça, me mantendo ajoelhada: "Não levanta, continua chupando, está muito bom". Continuei chupando enquanto ele tirava minha blusa e sutiã.
Alguns minutos depois, para minha surpresa, o Beto entrou novamente no quarto, sem sequer bater. Com metade do cabeção, agora já no auge do tesão, enfiado em meus lábios, virei o rosto e perguntei para o Beto, com ares de brava, "O que foi agora??"


Beto, que já estava nú, com uma toalha enrolada na cintura, ficou alguns segundos parado, olhando eu, o peito nú, a saia levantada, a calcinha enfiada na bunda, ajoelhada e lambendo um cabeção que, sozinho, deveria ter uns seis centímetros de comprimento. Então disse, pausadamente, como se estivesse tendo dificuldade em encontrar as palavras, enquanto eu, apenas para provocá-lo, lambia e chupava o pau do rapaz sofregamente: "A Márcia... ela... estão pintando a casa dela... e a tinta fez mal pra ela... Ela está enjoada e com muita dor de cabeça..."


Percebi então que a brincadeira estava chegando ao fim, e passei a chupar o pau do japonês com rápidos movimentos de vai-e-vem da cabeça. Olhando o olhar desconcertado do Beto enquanto o japonês dizia "Isso! Mais rápido!", pensei "Dois a zero para mim".
Beto por fim gaguejou em tom sério: "Não vai dar pra continuarmos... Sem a Márcia temos que ir embora... foi o acordo" O japonês, já alucinado de tesão com minha chupada, gemeu: "Ah, não! Deixa eu pelo menos gozar na boca dela!... Está muito bom... Ai, que delícia!..." Beto ainda quis insistir, com um tom mais energético na voz, que parássemos imediatamente, mas antes que ele completasse sua frase, Naka segurou-o pela toalha, dizendo: "Então se junta a gente aqui... Vamos fazer um ménage. Não liga pra Márcia, aquela desmancha-prazeres..." E enquanto dizia isso o japonês puxou a toalha com força, jogando-a sobre a cama. Foi então que tive uma grande surpresa: o pau do Beto estava totalmente ereto, olhando já para o teto, de tão duro!


Parei o movimento com a cabeça, e, com o cabeção quente do pau do japonês ainda dentro da minha boca, fiquei parada, olhando com os olhos arregalados para o Beto, que imediatamente tampou seu pau com as mãos e disse, em tom mais envergonhado que mandão "Vamos embora agora mesmo, Rô!" O japonês entre gemidos e contorcionando o corpo para me fazer voltar a chupar seu pau disse: "Não. Espera um pouco mais. Já vou gozar.... Não vai demorar..."


Aproveitei a deixa e disse ao Beto: "Isso mesmo, não é ménage a trois que você queria fazer? Aproveita que o seu pau está tão duro e vem transar comigo" Enquanto falava, tirei a calcinha rapidamente, e levantei a bunda, ficando de quatro, com os braços apoiados na cama e coxas do japonês. "Vamos, Beto, transa comigo que não vai demorar até ele gozar! Você não quer ir embora logo?"
O Beto, que não tinha como esconder seu pau duro, se aproximou por trás, e não teve nenhuma dificuldade em enfiá-lo na minha boceta por trás, pois eu já estava bastante excitada, e com um delicioso gosto de vitória: Três a um pra mim!!!


Enquanto sentia o pau do Beto, que em silêncio começou a fazer um rápido vai-e-vem, passei a mais lamber que chupar o pau do japonês, alisando seu cabeção macio suavemente com os dedos, observando cada detalhe dele, e observando o quão duro o pau estava: sequer encostava em sua barriga quando o deixava livre, apesar do rapaz estar deitado na cama. O pau já estava tendo contrações sozinho quando eu o largava. O Beto então falou por trás de mim, em tom "mandão": "Só mais cinco minutos, e depois a gente vai embora. É só até ele gozar!" Em seguida aproximou sua boca do meu ouvido e disse em tom de raiva, que era desmentida pelo seu pau que não parava de me estocar: "Você está encharcadíssima, Rô, que tanto tesão é esse??" Virei-me pra ele e respondi também em tom de raiva: "É tesão de ménage a trois, amor! Você não queria? Aliás..."


Enquanto dizia isso, fui repentinamente para a frente, o Beto quase caindo no chão, e subi no japonês que estava deitado na cama, completando a frase, em tom de mais raiva ainda: "Vamos ver até que ponto seu pau fica duro me vendo em um ménage a trois, seu cachorro!!" E enquanto falava fiz um movimento para trás para que o cabeção do japonês entrasse em minha boceta. Sequer foi necessário o auxílio das mãos, pois não apenas seu pau estava no máximo de tesão, como eu também já estava completamente encharcada! E o Beto parado, atrás de mim, com seu pau duro, ainda molhado da minha boceta. "Quatro a zero", foi o que pensei!


Enquanto começava o movimento de vai e vem, com meus seios balançando sobre o peito do japonês, que delirava com os olhos fixos neles, falei para o Beto: "Vem para cá agora mesmo, quero chupar esse pau seu que gosta tanto de me ver transando com um estranho!"
Pobre Beto, eu sei que ele queria protestar, fazer mil reclamações quanto a esta observação, mas ele já sabia que, não importa o que dizesse, seu pau o desmentiria. E de fato, assim que ele encostou seu pau, já pulando de tesão, na minha boca, mal encostei os lábios, e ele não resistiu e começou a cuspir jatos de esperma no meu rosto, praticamente sozinho, enquanto pulava no ar, gozando ora para o alto, ora para a frente, cobrindo todo meu rosto com seu tesão, enquanto eu também comecei a ter orgasmos múltiplos, sentindo meu líquido escorrer, misturado ao esperma do rapaz, que apesar de não estar enfiado tão profundamente em minha boceta (a posição não era muito favorável) gozava e gemia em voz alta sem parar, se contorcendo feito uma cobra embaixo de mim.


"Que mulher gostosa!... Que boceta gostosa!... Rebola!... Goza no meu pau!... Goza, gostosinha!"
Quando finalmente caí, fraca, com os braços moles sobre a cama, olhei o pau do meu marido, ainda ereto, mas não tanto, e disse apenas: "Pronto" O Beto então deitou-se na cama também, e o rapaz, tão sem cerimônia quanto tudo que ele fazia, se levantou com o pau flácido e pingando e disse: "Vou ver a Márcia"
Quando ele saiu, virei-me para o Beto e falei, exausta e suspirando: "Quem diria..." ao que ele respondeu, olhando para mim, com aparência de quem estivesse meio grogue: "Quem diria..."


Mais alguns segundos, tomei coragem e perguntei-lhe decididamente: "Como você antes dizia que, enquanto transasse com a japonesa, não queria me ver transando com outro, para não brochar, e agora ficou com o pau tão durão assim??" Ele respondeu, ofegante: "Não sei... Eu juro que jamais imaginei fazer uma coisa dessas com você... Juro que, com todo o tesão que sentia pela Márcia, estava mais para desistir do que ir em frente, exatamente por não aceitar ver você transando com outro!..."


Pensei então algo interessante comigo mesmo: "Não importa o que os homens digam, você somente deve acreditar no pau deles... Este não sabe mentir nem esconder seu tesão!" E o pau do Beto dizia tudo que eu queria saber naquele momento. Com a toalha, limpei o rosto e subi o corpo para a cabeceira da cama, para beijá-lo, enquanto segurava seu pau. Senti-o crescer rapidamente na minha mão enquanto nos beijávamos, e voltei a ficar muito excitada. "Me come" disse pra ele "Me come TAMBÉM!"


Quando o japonês voltou, após um rápido banho, eu e o Beto estávamos transando, dessa vez eu por baixo. O japonês, com sua tradicional falta de cerimônia, aproximou seu pau flácido da minha boca, seu cabeção quase tão grande quanto as bolas, "Ainda quero gozar na sua boca. Chupa" foi só o que disse. Virei-me para o Beto e perguntei: "Posso chupar mais?" "Ele já te comeu toda!... Que diferença faz se você chupa mais um pouco ou não??" foi a resposta seca. Lembrei-me da conclusão que chegara quanto à sinceridade dos homens, resolvi ignorar esta frase em tom tão irritado, e prestei atenção no que o pau dele diria. Estocando minha boceta com tanta força que quase doía era como se estivesse dizendo: "Vai, não liga para o que ele fala, chupa este cabeção até ele encher sua boca de porra!"

Assim, passei a chupar o pau cabeçudo do japonês com mais vontade que nunca! Parava somente para dar uma boa olhada em como aquele cabeção crescia mais ainda, ou, pouco depois, já em delírio total, para falar frases provocadoras do tipo: "Que pau gostoso de chupar!... Que cabeçudo!... Que gostoso... Mete com vontade, Beto... Mais rápido.... Me come Beto, agora é a sua vez! Aproveita!..." Enquanto isso, chupava o cabeção, lambia o lado do pau, sugava o saco com toda vontade, como se fosse geladinho. Tudo era tão quente, duro e macio ao mesmo tempo, e a presença do Beto, com seu rosto a apenas alguns centímetros do meu, e cheio de tesão, me dava um tesão alucinante.


Por fim, quando o japonês começou a cuspir seu grosso esperma em minha boca, eu, num lance de loucura, puxei o pau dele para o lado e levei minha boca à boca do Beto, e dei-lhe um beijo alucinado. Ele deu um pulo pra trás, surpreso, com os olhos arregalados. Quando vi seu rosto boquiaberto, em outro lance de mais loucura ainda, que jamais sequer sonharia em fazer antes, pus uma mão em sua nuca e com a outra enfiei o pau do japonês, que ainda cuspia esperma em toda direção, dentro da boca do Beto! Eu gozava alucinadamente enquanto fazia isso. Já nem conseguia enxergar direito de tanto tesão! O Beto se debateu para puxar seu rosto para trás (chegando a me machucar o ombro), mas não foi rápido o suficiente.


Quando levantou o tronco, de sua boca, mais aberta de espanto ainda, escorria esperma do japonês. O japonês, louco para encontrar qualquer lugar onde jogar o resto de seu gozo, enfiou o pênis ainda pulsando na minha boca. Engoli com vontade, o cabeção e todo o esperma que dele jorrou, lambendo inclusive o saco, que já estava bem molhado também, enquanto passava minhas mãos sobre a barriga em delírio, e observava que, durante toda a comoção que houve, o pau do Beto escapou de dentro de mim, e soltou uma enorme de quantidade de jatos quentes sobre minha barriga. Olhei para ele (o pau do Beto) e vi que ainda gozava um pouco, sozinho, no ar. Tudo isto aconteceu em pouquíssimos segundos, mas me pareceu uma maravilhosa eternidade! Não queria nunca mais parar de gozar! Consegui tirar o pau do japonês da minha boca por alguns segundos, o suficiente para conseguir falar "Volta, Beto! Enfia de novo! Não para ainda!"

Para meu êxtase, fui prontamente obedecida, e percebi que meu marido ainda tinha carga para mais outro gozo, dessa vez dentro de mim, gemendo bastante, me chamando de "sua maluca", "sua chupadora de pau" e outras coisas do gênero, o que me fez gozar mais ainda!


Quando o japonês finalmente acabou de descarregar toda sua porra na minha boca e tirou todo o pau para fora, fiquei com pena que tudo tivesse acabado. Ele não demorou a sair do quarto, sem a menor cerimônia novamente, enquanto eu e o Beto, exaustos, continuamos imóveis. Tentei beijar sua boca sem nem mesmo limpar todo o gozo da minha, mas dessa vez ele virou o rosto para o lado, não me dando a menor chance.
Como o japonês voltou e disse que iria atrás da Márcia, que acabara de sair, não demoramos muito em nos arrumarmos e irmos embora também.


Mais tarde fiquei sabendo que realmente era a primeira vez deles, que eles eram de família muito tradicionais, e que a Márcia "amarelara" na hora H. A estória da pintura fora tudo invenção, e no mesmo dia ela rompeu definitivamente com o Naka.
Voltamos para casa alegres e descontraídos, como quem vai ao shopping dar um passeio, falando amenidades, como se tívessemos acordado de um sonho muito bom que não conseguíamos entender direito.


Durante todo o caminho eu pensava em qual seria o "score" agora... "Dez a zero!", foi a conclusão que cheguei.
Desde então temos realizado outros ménages masculinos de vez em quando, sempre com o Beto me penetrando e eu chupando o pau de outro (tomei gosto pela coisa). Nunca mais tentei enfiá-lo na boca do Beto. Mas da primeira experiência aprendi uma lição que tem me sido extremamente útil: "Quando se trata de sexo, jamais se deve confiar no que os homens falam, só o que conta é a reação do pau!"


Falando sobre o tema com uma amiga, ela até me deu uma idéia interessante: A esposa, quando quiser saber a VERDADEIRA opinião de um homem sobre algum desejo sexual, deve aproveitar um momento em que ambos estiverem relaxados, tipo vendo televisão, e narrar com detalhes a situação (talvez dizendo que tenha sido um sonho). Após uma boa descrição dos detalhes do seu "sonho", quando o marido menos esperar, ela deve rapidamente pegar o seu pau. Somente assim poderá saber o que ele realmente acha...
Depois, é só chegarem a um acordo.


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Esta foi a história conforme narrada pela Rosana. Eu, que providenciei o "enxugamento" e revisão deste texto, sou o Alex, e tenho participado de vários ménages com o casal da história acima, que me conheceram através de outro anúncio. Inclusive, qualquer casal cuja esposa goste de fazer um ménage a trois chupando um pau grande e bonito como o meu (+- 19 cm) enquanto seu marido a penetra como nunca, pode escrever para mim.


Aceito transas que sejam sem penetração da minha parte. Sei manter um sigilo e peço casais que também o saibam. Garotas que gostem de chupar com prazer também são bem-vindas. Tenho 33 anos, bonito de rosto e corpo, cabelos e olhos castanhos, 1,71 e 67kg. Sou casado, mas minha esposa não participa (infelizmente).
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