segunda-feira, 20 de julho de 2009

Perdi o Mando de Campo


Sou casado, e muito bem casado. Minha esposa Érika é uma morena mignon , com mistura de portugueses e índios, nariz fininho, cabelos escuros e lisos, pele branquinha e carinha de quero-pegar-no-colo e de cachorrinha. Peitos tipo pêra e bunda grande e durinha, com uma tatuagem perto da cintura que fico olhando quando a como de quatro.

Nosso sexo é muito bom. Mais ou menos uma vez por semana e tentamos sempre inventar coisas sedutoras. Ela investe sempre em roupinhas sexies e eu adoro!
A questão é que meu defeito vem com o tempo. Por algum motivo sempre acabo “enjoando” quando chegamos no limite da criatividade.e isso já estava influenciando em nossa relação.


A verdade é que passei a imaginar alguém a desfrutá-la mas não sabia como. Eis então que chega o Tonhão, Um Sr grande e de certo modo rude, parente distante.
Tonhão queria ganhar alguns trocados e concordei em que ele fizesse alguns serviço em casa como arrumar o muro e pintar a parte externa.
Um dia, ao chegar em casa, noto que Érika estava um pouco estranha e como a conheço percebi que precisava falar alguma coisa, o que só aconteceu na hora em que fomos nos deitar.


Para minha surpresa, Érika me relatou que naquela tarde, ao chegar em casa do trabalho, ela estava comendo uma maça na varanda enquanto o Tonhão emboçava o muro. Ela observou que o Tonhão estava com um short largo e vermelho, do tipo adidas, mas sem cueca. Como ele era muito grande e não se preocupava em vestir-se bem, parece que o saco e pinto ficavam aparecendo quando ele subia na escada. Isso deixou Érika muito encabulada, afinal ela praticamente havia visto poucos pintos na vida e aquele parecia grande.


O pior, segundo ela é que enquanto ela olhava displicentemente, foi flagrada por Tonhão que deu um sorrisinho de canto de boca.
Érika ficou vermelha e entrou em casa. Quando se deu conta o sujeito estava atrás dela, olhando com aquela cara rude e bruta, procurando um copo de água. Érika então deu o copo e ele foi logo dizendo que sabia o que ela tinha visto e que ela era um tesão. Minha esposa ficou transtornada e disse que era pra ele ir embora mas ele falou que me conhecia de longa data e que sabia que no fundo ela não era mulher pra um homem só. Dito isso abaixou o short e mostrou para ela aquele gigante, ainda flácido, com um saco enorme. Completou que se ela quisesse teria que falar comigo. Isso deixou-a confusa mas ele insistiu que ele sabia qual seria minha reação.


Enquanto falávamos isso, minha esposa olhava nos meus olhos e tinha duas dúvidas: Primeiro, apesar de fiel era inegável que aquele sujeito havia mexido com seus desejos mais íntimos e segundo que papo era aquele em que ela deveria falar comigo. Isso a deixava muito brava pois era claro que ela não sabia algo sobre mim e que aquele homem sabia.
Disse que quando jovem, o Tonhão exercia certo poder sobre mim e que já havia comido 2 namoradas minhas, com meu consentimento e até ajuda. De alguma maneira aquele cara exercia uma influencia submissa em mim e que isso tinha sido passado. No entanto parece que voltou para me assombrar e agora lá estava eu tendo que explicar para minha esposa que a situação começava a sair do controle.


Érika queria explicações. Ela percebeu que o Tonhão mandava em mim. Foi quando eu disse que talvez isso apimentasse nossa relação e que eu entenderia se ela quisesse experimentar um novo pinto. No inicio ela ficou muda, saiu do quarto e quando voltou olhou nos meus olhos e disse rindo: Vc é um babaca mesmo. E assim dormimos sem mais uma palavra.
Fui para o trabalho no dia seguinte mas não conseguia pensar em outra coisa. Será que tinha estragado meu casamento?


Cheguei em casa mais cedo e disposto a mandar o Tonhão embora. Não ia arriscar minha família por uma fantasia. Quando entrei no quarto percebi a cama desarrumada o que não era usual. Érika entrou no quarto um pouco desalinhada e com cara de safada, aquela que me deixa louco. Fiquei confuso mas a ficha começou a cair. Perguntei do Tonhão ela disse que ele já havia feito o serviço do dia e ido embora. Eu perguntei o que aconteceu? Ela disse vc é um babaca e um corno, e saiu do quarto...


Caramba, e agora? Aquele Tonhão desgraçado. Maldita a hora em que permiti que ele voltasse... Quando entrei no banheiro lá estava a calcinha preta de Érika com manchas brancas e pegajosas. Era fato ele havia comida minha mulher. Aquilo veio como um turbilhão na minha cabeça de corno. Me senti humilhado mas aquilo me dava prazer. Imaginei minha esposinha, só minha até então, agora esporrada pelo Tonhão. Aquele puto. Aquela Puta.... Sai do banheiro pra brigar com ela e perguntar o que ela havia feito.

Érika estava na cozinha e quando eu comecei a falar ela me interrompeu: Cala a boca corno. Eu sei que vc queria isso. Nesse momento eu me entreguei. Assumi que estava com Tesão e queria saber mais. Ela abriu o roupão e me mostrou a xoxota vermelha. Me disse que o Tonhão havia sido muito bruto e macho com uma pegada que eu nunca teria. Uau!! Aquilo doeu. Érika ainda completou: Vc quer ver a próxima foda? Hein??? E agora??? Simmm respondi! Ela então falou que se eu quisesse ela ligava agora pro seu macho dominante... Eu disse: Liga então!

Eu estava ao lado e ela no telefone fazia aquela cara de gatinha com algumas risadinhas... Foi quando ela parou e me disse: O Tonhão disse que ele só vem se vc pedir...
F-d-P.. !!!! Enquanto eu ainda pensava Érika me disse. Anda amor, eu sei que vc quer!
Peguei o telefone e falei: Tonhão, vc pode vir aqui em casa? Ele respondeu com gargalhadas: Corno, é o seguinte: Vc vai ter que implorar: Eu disse: Tonhão, Por Favor vem aqui e come a minha mulher pra mim. Ele então completou: Eu quero que vc deixe ela com um calcinha gostosa e que ela me receba com uma camisa sua. Prepara ela pra mim que o macho está chegando em ½ hora. E desligou...

Quando olhei para Érika ela me olhava com satisfação. Me pediu que a preparasse pois ela iria se realizar na rola do Tonhão e que segundo ele teria que ser na nossa cama.
Fomos ao banheiro e ela depilou a xoxota e se perfumou. A toda hora ela me olhava e dizia: Fica assim não, o que sobrar é seu... Escolheu então uma camisa minha e uma calcinha que eu havia lhe presenteado em nossa lua de mel.


A Campainha tocou e ela foi correndo. O Tonhão a pegou pelos cabelos e rindo me disse: O babaca coloca a puta de quatro no sofá. A Érika até se assustou mas eu cumpri a ordem excitadíssimo. Tirei a sua calcinha e com ela de quatro, apoiada com os pés no chão chupei sua buceta. Recebi um safanão do Tonhão que me disse: Vc agora só vai olhar. Pegou a Érika de novo pelos cabelos e bateu com o pinto enorme e já babado na sua cara. O pinto dele era aproximadamente de 20cm e muito grosso. Ele não era dos mais limpos e tinha um cheiro muito forte. A Érika então botou a língua pra fora e ele ficou enfiando aquela imensa glade na garganta dela. Isso me deixou eufórico e quase gozei.


Minha mulherzinha toda submissa com uma rola suja na garganta. Ele ficou naquele vai e vem até que falou: O Corno, eu vou foder sua esposa na sua cama e vc fica do lado de fora ouvindo e tocando uma bronha se quiser. Dito e feito.
Quando a porta se fechou, fiquei escutando minha mulher gemer e muito. Um pouco de dor e muito de prazer. Poucas sensações são tão gostosas quanto ficar do lado de fora enquanto um cara fode a sua mulher. Ela gritava que ele era muito macho, que queria dar pra ele, que o maridinho só teria o resto e que era corno.... Aquilo durou 1 hora. Que loucura!!

Foi quando o Tonhão abriu a porta e foi na cozinha pegar uma cerveja. Quando passou por mim, disse rindo muito e coçando o saco: Ô corno aproveita pra ver sua mulher toda gozada. Ela agora é minha e você vai arrumá-la sempre que eu mandar.

Quando eu olhei pela porta, Érika estava em nossa cama com a bunda pra cima. Ela me olhou e pude perceber que seu rosto estava todo gozado. Ela riu e me disse: Meu amor, cheira minha bundinha. O Tonhão me convenceu a dar me cuzinho pra ele. Quando eu disse que você só havia comido minha bunda 1 vez ele fez questão de comê-la e disse que vai comer todo dia! Dito isso eu cheguei perto e pude ver o estrago. O seu rabinho tão lindo estava muito vermelho e ainda tinha porra saindo. A Bucetinha também estava gozada.
Enquanto eu olhava o Tonhão veio apareceu e forçou minha cabeça gritando: Chupa corno. Chupa minha gala que esta dentro de sua esposa.


Eu então chupei e limpei minha esposa. Aquilo era estranho pois não sou veado e nunca serei mas de algum modo aquilo era o prêmio do corno.
Sai do quarto e a foda recomeçou. Varou a madrugada. Eu dormi no chão pois ele se apoderou de minha cama.
Na manhã seguinte, durante o café ele disse que se eu quisesse poderia ver uma foda mas que a mulherzinha era dele.


Eu então entrei no quarto que cheirava a sexo e pude presenciar cenas maravilhosas.
Minha esposa tão linda sendo currada por aquele sujeito tão vulgar e grande. Numa cena ele comia ela de quatro, enfiando toda a rola até quase o útero. Depois ele arrumou uma algema e amarrando a Érika de bruços na cama comia o seu rabo arrancando gemidos de dor e prazer. Nisso ele pedia que eu chegasse bem perto e olhasse o rombo no rabo de minha mulher. Em determinado momento ele arrancou o pau da bunda da Érika que ainda estava algemada e abrindo bem a boca dela começou a gozar aquela porra gosmenta e grossa. A Érika recebia aquela gosma branca na língua que de tanto caldo caia um pouco pelos lados. Ela estava com um sorriso na cara e estava certamente realizada.


Assim foram durante os outros 10 dias que o Tonhão ficou lá em casa. Mesmo depois de ele ter ido embora, eu ainda o sirvo com minha mulherzinha pois ele gosta de levá-la para a casa de uns amigos que aproveitam. Eu fico então em casa e quando ela chega, com os cabelos desgrenhados e maquiagem borrada eu a levo pra minha cama e fico sugando a xoxota suja de porra dos amigos do Tonhão. Ela me conta os detalhes que eu contarei em uma próxima oportunidade.

Me casei com a putona da universidade

Neusa era a putona da universidade. E em universidade mulher quando quer ser puta, é puta mesmo. Neusa é morena, tem 26 anos, seios grandes, bunda empinada, enfim, gostosa. Ela já tinha tentato fazer jornalismo e abandonou, para depois fazer administração (não vou dizer aonde, pois daí muita gente que comeu ela ia descobrir).

Neusa era do tipo que ia a todas as baladas, beijava todo mundo e nem precisava apertar para dar. Eu era muito amigo do pessoal de uma república, que comia ela direto. Meus amigos comentavam depois sobre a foda, como ela era apertada, que chuparam seus seios, que ela fazia uma delícia de chupeta e que deixava gozar na boca. Eu mesmo presenciei ela várias vezes de manhã só de calcinha no meio do pessoal. Até com o bixo (calouro)da república, um nerd gordão ela não deu nem chupou, mas tocou uma bronha para ele até ele gozar. Neste dia eu ví: O pessoal começou a zoar o bixo e pediram para ela dançar eroticamente para ele. Eles puseram uma música erótica e ela começou a dançar ao redor do bixo, que tremia de emoção e medo (ele devia ser virgem) Ela esfregava os seios nas costas dele, passando a mao na sua rola. Logo ela pos o pau dele pra fora, que estava meio mole.


A galera zoava pra caralho! ela então beijando o pescoço do gordão e masturbando ele, deu umas lambidas pra ver se endurecia. Logo o pau do nerd ficou duro e com pouco vai e vem o bixo gozou longe um jato de porra que sujou toda a mão de neusa. Ela não fez por menos: esfregou a cara do bixo com a própria porra, para gargalhada geral da galera!

Muito mais coisas aconteceram com neusa depois. Na verdade, ela queria era transar e não estudar, pois era a mais velha da turma. Ela começou a ter um caso com um taxista do ponto em frente a facul, até que apareceu grávida (ela dizia que era desse taxista). Ela sumiu da facul por um semestre até voltar sem filho nenhum. Depois disso, tive a oportunidade de comer neusa umas vezes e posso afirmar: Ela era uma delícia. A mulher puta sabe trepar melhor. Ela adorava chupar uma rola até o leite sair e agora, por certo trauma da gravidez, deixava gozar dentro apenas no sexo anal (mas era uma delícia mesmo assim). Bom, já estavamos terminando o curso e resolvi convidá-la para ir morar comigo.


Uma delícia de trepadora vale a pena investir, nem que seja para ela dar pros outros de vez em quando. Ela pensou um pouco e aceitou. Hoje somos casados a um ano e sei que Neusa se encontra com seus machos ocasionalmente e aceito para ficar com ela

Após minha esposa masturbar o negrão

Após minha esposa e o negro sairem do mar, voltaram para a barraca. Fiquei aonde estava antes, para observá-los e ver como acabava aquilo. Eles conversavam alegremente e se beijavam, como se fossem velhos conhecidos. Logo após mais uma cerveja, minha esposa pagou a conta (com o meu dinheiro) e os dois se levantaram e sairam.

De longe eu os acompanhava. Os dois andavam de mãos dadas, como namorados. Sairam da praia e andaram pelo calçadão. Atravessaram a rua e chegaram até a um passat vermelho, velho e caindo aos pedaços. Como minha esposa poderia fazer aquili comigo? Me trocar por um barrigudo com um carro podre daqueles? Ela entrou dentro do carro e foram embora. Fiquei lá, parado imaginando para onde iriam. Iriam meter, no motel ou no barraco dele. Meu pau estava duro. Só de pensar na volta da minha esposa, com a buceta fodida e cheia de gozo do cara, não aguentei e esporrei sozinho.

Voltei para nosso apartamento e guardei o carro na garagem. Tomei um banho pra esfriar a cabeça e me masturbei, gozando como um louco. Eram por volta de onze e meia.
Esperei ela ansiosamente. Fiquei até com medo, pois será que o cara não era um tarado que poderia fazer mal a ela? Bom, quinze para as duas, pontualmente ela abre a porta e entra em casa.

-Oi querido e o carro tá arrumado?
-Sim, está ótimo, o problema era simples, no cabo de vela. E você como foi na praia?
-Normal, mas estou exausta e grudando, tenho que tomar um banho urgente...

Eu então agarrei ela e tentei beijá-la. Ela não queria. Ao beijar a sua pele, percebí que não estava salgada, ela deveria ter tomado um banho de chuveiro, mas não falei nada. Ela não queria fazer amor comigo, talvez por instinto, pois tinha acabado de trepar com outro. Mas não teve jeito, a empurrei na cama e comecei a beijá-la. Tirei seu biquini e ví umas marcas de chupões em seu pescoço e nos seus volumosos seios. Como ela é muito clara, qualquer mordidinha já fica manchada a sua pele. Coloquei a mão em sua buceta. Estava super melada, não sei se da porra do negrão ou do gozo dela, ou dos dois.
-Para... deixa eu tomar um banho.

Cheguei meu rosto em sua buceta. Seus pelinhos são bem claros, pois ela passa agua oxigenada, além de ser quase raspadinha. Ela então reagiu mais violentamente:
-Nem pense em me chupar antes de eu tomar um banho!

Acho que ela ainda tinha algum cuidado por mim, pois não queria que eu chupasse sua buceta recem usada por outro homem. Eu cheirei sua buceta, que estava com um forte cheiro de sexo, e passei o dedo. Percebí que estava bem melada. Não me atreví a chupá-la. A calcinha de seu biquini também tinha uma mancha estranha no fundo. Como eu não aguentava mais, abri suas pernas e metí meu pau todo dentro.


Ele entrou que nem manteiga. Sua vagina estava quente e supermelada. Diana gemia e apertava a buceta, como que pompoando. Não aguentei mais e ejaculei dentro, enchendo novamente minha esposa infiel de esperma, só que desta vez ao invés de ser o de um negro desconhecido, era o meu. Foi a melhor trepada que tive.
Depois disto ocorreram mais algumas traições de Diana, que posteriormente contarei.

Minha esposa punhetando um negrão no mar


Minha esposa é Diana. Ela tem 28 anos, 1,65 de altura, é loira, muito bonita, com seios bem grandes e mamilos rosados. Sua bunda é deliciosa, com coxas bem torneadas e cintura fina. Sua pele é bem branca e macia. Estamos juntos a 9 anos. Porém eu sempre soube que minha esposa tinha uma atração por homens negros. Seu primeiro namorado foi um negro, que inclusive tirou a sua virgindade. Eu sempre fiquei incomodado com isto, pois quando nos conhecemos ela tinha acabado um outro relacionamento também com um mulato, e eu ficava pensando se ela me comparava com os seus ex.

Nas férias de janeiro deste ano fomos para a praia, em guarujá. Já estávamos a 4 dias e sempre iamos à mesma parte da praia das pitangueiras, próxima da barraca do Pernambucano. Lá comiamos porções e bebidas, sendo muito agradável. Eu percebí que próximo de nós estava um negro forte, de uns 40 anos, meio barrigudo, até feio. Ele discretamente olhava para minha esposa e ela retribuia os olhares. Conhecendo minha esposa, percebí que estava interessada nele, mesmo sendo feio e meio gordo.


No quinto dia, resolví pegá-la em flagrante. Logo cedo, dei a desculpa de que o carro estava com problemas e tinha que levá-lo a concessionária em Vicente de Carvalho (proximo do guaruja). Ela obviamente não iria comigo, e eu a incentivei a ir para a praia sozinha. Disse que só a tarde voltaria, lá pelas duas horas. Ela então, colocou seu biquini preto, vestiu sua canga e começou a arrumar suas coisas. Eu descí, entrei no carro e saí da garagem, me despedindo dela que estava na janela. Mas logo virei a esquina e estacionei o carro. De longe, fiquei aguardando e 15 minutos depois, ela passava pela rua em direção à praia.


De longe eu a acompanhava. Ela é muito bonita e chama bastante a atenção. Como previa, ela foi em direção à barraca que iamos, e sentou só. Fiquei uma meia hora sentado a uns 40 metros dela, a observando. Logo percebí o negrão se aproximar. Ele ficou uns 5 minutos conversando com ela em pé e logo sentou em sua mesa.
Ficaram por uma hora conversando alegremente. Sorriam, tomavam cerveja. Eu não podia escutar o que falavam, mas percebí que os pés de minha esposa se esfregavam na canela dele. Ela também deixava ele tocar sua coxa. Logo se beijaram levemente. Meu coração batia bem forte, e pensei em chegar lá e acabar com aquilo, mas me contive.


Depois disto, os dois se levantaram e foram para o mar. Eu os acompanhava de longe. O mar estava cheio de banhistas. Eles foram para uma parte mais funda, com a agua acima da cintura. Eu me escondí atrás de um grupo de garotos que brincavam com uma bola e pude observálos bem. Eles começaram a se abraçar e beijar freneticamente. Beijavam se muito intensamente. Como a agua estava quase na altura do pescoço, seus braços não eram vistos. Eu precebi então que minha esposa estava fazendo movimentos repetitivos e sorrindo, como se estivesse masturbando o negrão. O rosto dele era de total felicidade e logo ví mudar a sua expressão, para a expressão de gozo, ele havia ejaculado. Minha esposa parou com os movimentos e mecheu na superficie da agua, pegando alguma coisa e rindo. Ela deveria estar pegando a porra do negrão. Depois se beijaram e voltaram para a barraca.


Logo depois eu fui até a lugar que eles estavam e fiquei procurando. Depois de procurar, realmente enconbtrei a prova que queria. Uma massa gosmenta, que parecia catarro, boiava no mar aonde estavam. Pela aparencia o cara deveria ter gozado como um animal.
Sai do mar e voltei para perto da barraca. Os dois continuavam juntos e se beijando. Logo depois sairam e eu os continuei seguindo, mas o que aconteceu posteriormente é uma outra história que eu contarei depois...


Continua...

Como descobrí que era um CORNO!


Olá, meu nome é Jean Williams, e esta é a história de como descobrí que era traido pela minha esposa.
Sou casado com Neusa à 7 anos. Tenho 30 anos e ela 28. Neusa é morena clara, seios bem redondos e firmes (parecem maçãs) e uma bundinha deliciosa. Ela é do tipo mignon, bem gostosinha.

Nunca tive motivos para desconfiar de Neusa, mas como toda mulher tem uma tendência natural à lascivia e a promiscuidade, mantinha meus olhos bem abertos. Ultimamente, percebí que Neusinha resolveu fazer alguns cursos, como pintura em tecidos e em madeira. Com isto, ela sempre saia a tarde, chegando por volta das seis ou sete horas da noite. Logo que ela começou com estes cursos, diminuiu um pouco o interesse sexual por mim. Além disto, começou a receber alguns telefonemas misteriosos em seu celular, mas até aí tudo bem.


Um dia destes, logo que ela chegou do curso, não resistí. Partí para cima dela para transarmos. No inicio ela não queria, mas como eu insistí, ela acabou cedendo. Queria tomar um banho antes, mas devido a minha exitação, comecei imediatamente a despí-la e a chupa-la. Sua buceta estava um pouco melada, e o cheiro estava um pouco acre (fedido), mas como já faziam dois meses que não tránsávamos, encarei numa boa.


Após chupá-la, peguei meu pau e metí na sua buceta. Sua vagina estava quente e supermelada, além de mais larga. Comecei a socar com força. Logo não aguentei e enchí a sua bucetinha com o meu esperma grosso. Quando tirei meu pau da sua buceta, tive uma terrivel surpresa: Colado na cabeça do meu pau, estava um pedaço de borracha estranho. Peguei aquilo com a mão e ao olhar mais de perto, pude ver que se tratava de um pedaço de camisinha! Isso mesmo! Eu que a dois meses não tinha relações com minha esposa, muito menos com preservativo, tirei com o meu pau de dentro dela a ponta de uma camisinha estourada!
Meu pau murchou na hora. Perguntei para ela o que era aquilo. Ela ficou vermelha e começou a gaguejar e soluçar. Não aceitava que aquilo era um pedaço de camisinha que tirei de dentro de sua buceta.


Após uma grande discussão e choro, ela me revelou que tinha transado hoje, somente hoje com um cara que ela tinha conhecido. Mas tinha sido forçada, quase um estupro. O preservativo estourou dentro dela e ela nem imaginou que tinha ficado uma prova.


Agora não sei que atitude tomar. Amo minha mulher, temos uma família linda, dois filhos pequenos e sei que ela me ama. Não sei se ela foi forçada ou foi um deslize, mas me sinto humilhado, ainda mais agora, que ela descobriu que está grávida, e há a desconfiança de não ser meu. E o cara da camisinha estourada segundo ela me contou era negro. Nem poderei esconder a traição se este filho não for meu.

sábado, 18 de julho de 2009

O Princípe Virou Monstro

Sou bancária no interior de São Paulo, numa cidade pequena, casada, um filho e 38 anos. Morena clara, baixinha, magra, não tem nada em mim que chame a atenção em especial, embora não seja feia. Levo uma vida totalmente comum.


Fui convocada pelo Recursos Humanos do banco para fazer um curso de 5 dias em São Paulo. Embora contrariada, tinha que ir.


No ônibus e sentei-me ao lado de um homem de terno e óculos escuros, aparentando ter 45 anos, cabelos e barba grisalhos, bonito, alto e magro. Não me olhou quando me sentei ao lado. No início da viagem, que duraria 5 horas, o homem pegou um livro e começou a ler. Adormeci e acordei muitas vezes e o homem continuava lendo em silêncio.

A humilhação é o preço da traição

O fato que conto a partir de agora aconteceu em Santos, minha cidade natal e onde resido. Tenho um amigo de alguns anos, temos uma amizade forte e nos encontramos com frequencia, principalmente para trocar umas ideias e tomar uma cerveja, habitos que cultivamos desde o início de nossa vida academica e conservamos ainda hoje, depois de já formados bachareis. Esse amigo tem uma namorada não muito simpática, mas que sempre faz questão de acompanha-lo em nossos encontros, mesmo ficando deslocada na maioria das nossas conversas.


Maria é uma morena magra, deve ter 1,65m de altura, seios grandes, bunda pequena, cabelos um pouco abaixo dos ombros e uma particularidade, uma cicatriz na face esquerda, um conjunto até bonito, mas que não chama muita atenção por ser muito comum. Sempre acreditei na fidelidade de Maria, já que não desgrudava do seu namorado até que um dia casualmente lhe dei um flagrante aos beijos e amaços com um outro rapaz, em uma mesa escondida no fundo do bar em que eu estava. Ao perceber a minha presença ela ficou assustada e logo veio conversar comigo.


Falei que ela não deveria esquentar a cabeça, que eu não iria abrir a boca, mas esperava uma ligação sua no dia seguinte para conversarmos sobre o assunto. Ela concordou e eu sai do lugar, para não causar um constrangimento ainda maior. No outro dia quando ela ligou marquei um encontro para a mesma noite, já que ela se encontrava desempregada e o seu namorado trabalhando não haveira maiores problemas. Quando ela entrou no meu carro mau conseguia olhar na minha cara, parei o carro em uma rua mais deserta e expliquei que não gostaria de me meter no seu relacionamento que já durava cinco anos, iria ficar calado mas queria sua cumplicidade para fazer algumas festinhas com ela, a título de preço e castigo pelo meu silêncio e a sua traição.


Ela concordou de imediato e fomos para um drive in começar a sua penitencia. Chegando lá falei que a partir daquele momento quarquer tipo de vergonha deveria ser deixada de lado. A partir de agora, enquanto estivessse comigo ela seria a puta mais suja do mundo e iria aceitar minhas ordens sem questionamentos. Ela vestia uma mini saia jeans, blusinha vermelha, calcinha asa delta preta e sandalias de salto alto, dessas com tiras que se amarram nas pernas, de cor preta. Mandei ela ficar totalmente nua, só de sandalia e desfilar pra mim enquanto continuava sentado no carro. Acabado o desfile mandei que ela ficasse de quatro, o mais aberta possível no capo do carro. Dei algumas lambidas no seu cú e peguei um bom plug anal e Ky que eu tinha levado.


Quando ela viu ficou assustada, percebendo que receberia o consolo no anus, mas não questionou nada. Enfiei lentamente o plug em Maria, que não dizia uma palavra, o silencio tomava conta do ambiente. Já penetrada mandei que fizesse mais um desfile para mim, enquanto pegava algemas e uma sandália havaianas, que eu havia levado com a intenção de castiga-la. Algemei suas mão para tras e mandei se ajoelhar, de pernas bem juntas. Mandei se curvar até sua testa encostar no chão e falei que a partir daquele momento seriam vinte palmadas com o chinelo em sua bunda, ela deveria ficar imóvel e contar os castigos, não queria escutar nenhum tipo de choro ou reclamação. Mais uma vez o silencio dominava a situação. Esperei uns dois minutos antes de começar os castigos para ver se ela falava alguma coisa, mas não se manifestou em nenhum momento.


Talvez o medo e o constrangimento causado pela situação a deixavam estremamente passiva. Comecei as chineladas, sua bunda recheada pelo plug começava a ficar vermelha e a contagem continuava, era o único barulho escutado, o da sua voz contando e a sandalia beijando sua pequena e humilhada bunda. Acabado o castigo mandei levantar a cabeça, pois queria uma boa chupeta. Ela chupou timidamente meu pau, eu por outro lado segurava firme sua cabeça e socava a rola até o fundo de sua garganta, só parava quando ela sentia ansia de vômito. Gozei em sua boca e a fiz engolir todo o esperma, soltei suas algemas e mandei que ela entrasse no carro, ainda nua. Havia levado um velho cobertor, mandei que se cobrisse pois iriamos embora.


Seu único questionamento até aquele momento foi se podia tirar o plug, respondi que não e saimos do drive in, a gata nua, coberta com o cobertor e a bunda arrombada pelo plug. A minha próxima ordem foi que ela deveria ir descoberta enquanto o carro estivesse em movimento e só poderia se cobrir com minha ordem ou quando o carro parasse em algum semaforo. Mais uma vez ela obedeceu, ainda tinha em mente uma última humilhação antes de deixa-la ir, já passava das 1:30hs, as ruas marginais do cais estavam praticamente desertas, passava um caminhão ou outro de vez em quando. Parei o carro, reparei que não havia nenhuma movimentação na avenida portuária e ordenei que ela saisse nua e desse uma volta ao redor do carro.


Para minha surpresa ela não me questionou, saiu e andou ao redor do carro entrando e se cobrindo em seguida. Agora mandei que ela saísse coberta, pois iria faze-la andar um pouco pela madrugada protegida apenas pelo cobertor. Ela saiu do carro e eu andei com ele uns 800 metros, até onde conseguia ve-la pelo retrovisor e esperei calmamente ela se aproximar. Quando ela entrou no carro pediu que eu paraçe, pois estava assustada e com muito medo, pediu ainda para tirar o plug pois estava incomodando muito. Concordei e achei que realmente já estava bom para aquela noite, mas antes peguei as suas roupas e coloquei a uma distancia de mais ou menos 50 metros do carro, se ela quisesse se vestir teria que apanha-las nua.


Ela foi e quando entrou de novo no carro percebi que estava chorando, sem soluços, apenas suas lagrimas rolavam pelo rosto. Mandei ela reclinar o banco e ficar de quatro pois iria tirar o consolo. Puxei com uma certa violencia e pela primeira vez em toda noite ela deu um grito. Deixei que ela se vestisse e a deixei em casa, até onde fomos no silencio absoluto. Chegando lá falei que tinha sido só o começo da sua pena por traição e queria ve-la em breve para mais uma sessão. Ela não falou nada, simplesmente saiu do carro sem olhar para tras, estava assustada e principalmente humilhada, talvez por isso tenha sido tão submissa a noite toda.


Foram ainda mais três encontros regados a muita submissão, que contarei em uma outra oportunidade.

O casal que não queria

Este conto será narrado de uma forma bem diferente. Não sou eu quem o narrará, mas sim a Rosana, com quem esta história aconteceu. Estes fatos estão publicados aqui apenas devido à minha insistência, pois achei tão incrível quando ela me narrou tudo isto que insisti para que ela o escrevesse.


Depois de pronto, fiz uma revisão antes de publicar, não modificando absolutamente nada da história, apenas corrigindo erros gramáticais e tornando algumas frases mais claras.


Além disso incluo aqui uma descrição da Rosana, que ela não faz no texto: Tem 25 anos (na época do conto tinha 23), é casada com o "Beto", de 29. É um pouco baixa, mas magrinha, de seios um tanto fartos, pontudos, e bunda bem formada, nem um pouco exagerada. Seu rosto é arredondado, seus cabelos são naturalmente loiros escuros, lisos, até os ombros, e os olhos são grandes e castanhos.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

eu não queria ser corno, mas quando fui gostei

Meu nome é Flavio tenho 38 anos, 1,75 olhos castanhos, cabelos lisos, corpo malhado. Não sou bonito, mas também não sou feio, sou um cara normal como a maioria dos brasileiros, sou casado com uma mulher de 28 anos que se chama Ana, minha mulher é uma gata, tem olhos azuis, cabelos meio alourados, 1, 70, um corpo lindo, uma bundinha maravilhosa, seios pequenos, mais gostosos, pele branquinha, a mulher é tudo de bom.



Somos casados há oito anos, quando eu a conheci, ela tinha 16 anos é namorava meu melhor amigo, Roberto, ele tinha tirado a virgindade dela, nós saiamos muito pra beber e procurar mulher. Ele era apaixonado por ela, me lembro quando ele tirou a virgindade dela e me contou que foi o momento mais lindo de sua vida, disse que ela era as mulheres mais gostosas do mundo, que tinha uma bucetinha linda e que gemia muito gostoso em cima de uma rola, depois disso ele comia ela toda tarde, ele e ela estudavam de manhã e ficavam a tarde toda metendo no quarto dele. A mãe dele era muito liberal e permitia que ele trouxesse as namoradas pra comer em casa, ela até dava camisinhas pra ele.


Ele me dizia que ela era viciada em sexo, queria todo dia, eles já namoravam há dois anos e apesar dele não ter emprego, já pensava em se casar com ela, dizia que ela era a mulher da vida dele. A mãe dele era funcionaria da prefeitura do Rio de Janeiro e era viúva, ele era filho único e a mãe dele vivia em função dele, ele tinha de tudo, mas o namoro acabou, porque ele descobriu que ela tinha trepado com um cara da escola que ela estudava chamado Mário, ele ficou muito puto da vida e quando encontrou com ela, discutiu e meteu a mão na cara dela, desmanchou o namoro e entrou em depressão.


Nós conversamos e ele me falou que não podia viver sem ela, que estava muito triste e até pensava em aceitar o que ela fez, eu como amigo dele e vendo como ele estava aconselhei a voltar a namorar, mas não pensar mais em casamento, só ficar curtindo com ela. Ele sorriu e disse que eu estava certo e que falaria com ela, dias depois ele me falou que tinha falado com ela e pedido pra voltar e ela não tinha aceitado, ela dizia que estava com medo dele e que não queria mais saber do namoro com ele. Eu vi que ela tava mesmo era curtindo outro cara e que não voltava pra ele por isso, e lhe disse que a melhor maneira de esquecer um amor e encontrando outro, ele era um cara bonitão, alto e tinha muitas mulheres a fim dele, em duas ou três semanas ele já tava namorando outra menina.

O tempo foi passando e nós fomos nos distanciando, ficava até um mês sem ver ele, até que um ano mais tarde eu sai pra tomar uma cerveja e fui em um barzinho de encontros e pra minha surpresa, vi a Ana sentada sozinha próxima ao balcão do bar, achou esquisita, uma gata daquela sozinha, me aproximei e quando ela me viu foi logo sorrindo e me cumprimentando com dois beijinhos, eu perguntei o que ela estava fazendo sozinha naquele bar, ela sorriu e disse que estava fazendo o mesmo que eu, tomando uma cervejinha, eu perguntei se podia me sentar próximo a ela, ela sorriu e disse que sim.


Conversamos por uns vinte minutos e eu perguntei se ela não gostaria de ir comigo em uma boate na barra, ela sorriu e disse que eu estava adivinhando os pensamentos dela, disse que estava doida pra dançar e que topava, entramos no meu carro e fomos em direção à barra da tijuca, na verdade eu estava planejando outra coisa, não tinha intenção de ir pra boate nenhuma, estava pensando em levar ela para um motel que eu costumava levar minha namoradas, sabia que depois que ela separou do meu amigo, tinha tido vários namorados e que segundo amigos em comum, já tinha dado pra uma porção de caras.


Ela não falou nada durante o percurso, parece que ela já sabia que estava indo pro motel comigo, quando chegamos no portão do motel ela fez aquela cara de surpresa e perguntou o que nós estávamos fazendo lá, eu sorri e disse que queria ficar com ela sozinho, não queria ficar em boate, ela não falou mais nada, chegando no quarto ela ficou de cabeça baixa e eu fui logo avançando, abracei ela beijei sua boca, e fui correspondido, depois enfiei a mão embaixo de sua saia e comecei a acariciar sua vagina por cima da calcinha, ela começou a gemer e ajoelhou e desceu o zíper da minha calça e tirou o meu pau pra fora e pagou o melhor boquete da minha vida.


Depois começamos a a nos pegar, eu sempre sonhei em comer aquela maravilha que o meu amigo descrevia como a mulher mais gostosa do mundo, pedi pra ela tirar a roupa e ficar de quatro, ela obedeceu tirei também minha roupa, coloquei uma camisinha que tinha dentro da carteira e lembrando do que o meu amigo falava, meti a rola nela com toda força, “ele costumava me dizer que ela gostava que você enterrasse a rola nela com toda força, não importava o tamanho e grossura da pica, ela gostava que doesse”, mas acho que não doeu, apesar do calibre da minha pica, que é bastante grossa, apesar de só ter 16 centímetros, acho que ela já estava bastante molhada, por isso não doeu muito, mas ela soltou um gritinho.

Não demorou muito pra eu gozar, acho que foi uns cinco minutos, mas minha rola continuava dura, tirei a camisinha, coloquei outra, mandei ela deitar de barriga pra cima, ficamos fazendo um papai com mamãe por alguns minutos e acho que naquela hora eu me apaixonei por ela, ficamos a noite toda metendo no motel, acho que trepei com ela umas cinco ou seis vezes nessa noite. A partir daí, viramos namorados, eu morria de ciúmes dela, ela se comportava como uma madame na minha frente, nunca vi nada que desabonasse seu caráter, o tempo foi passando e seis meses depois, eu já estava no altar me casando com ela. O Roberto, que eu não via ha muito tempo, me ligou e perguntou se eu transava com ela no tempo que eles namoravam, eu jurei que não, ele acreditou e me desejou felicidades, disse que estava noivo, e que gostava muito da noiva e que iria se casar com ela em três meses.


Eu mais aliviado, disse que gostava muito dele e não queria perder sua amizade. Casei e fui passar a lua de meu em salvador, ficamos 10 dias em salvador, fudemos muito, e voltamos, aluguei um apartamento maior e ficamos morando lá uns dois anos, até que consegui comprar um apartamento pra nos em Copacabana e passamos a morar lá. Não era um apartamento grande, mas era nosso, eu sempre trabalhei com vendas de consorcio, sou um bom vendedor, sempre me dei muito bem nos negócios, minha mulher trabalhava de secretaria em um escritório de advocacia no centro do rio, nossa vida era muito gostosa, não tínhamos filhos, minha mulher não queria filhos, dizia que não conseguia cuidar nem dela, imagine de crianças, apesar de nos dois gostarmos muito de crianças.


Fazíamos sexo todos os dias, ela era insaciável, nunca vi ninguém gostar mais de sexo que minha esposa, uma bela noite, nos estávamos trepando na posição papai com mamãe, a minha posição favorita, porque podia ficar beijando aquela boca linda e gostosa que ela tem, e em um certo momento, perguntei a ela, se ela já tinha me traído, ela sorriu e perguntou porque da pergunta, eu disse que queria saber, só isso. Ela ficou calada e não disse nada por alguns segundos, depois perguntou, se eu ficasse sabendo de alguma traição dela, se bateria nela como o Roberto tinha batido, eu pensei um pouco e disse que não, ela sorriu e perguntou o que eu achava, se desconfiava dela, eu disse que não desconfiava, tinha certeza que ela transava fora de vez em quando.


Ela perguntou porque eu achava isso, eu disse que uma mulher fogosa como ela, que já tinha conhecido diversas rolas, não ficaria tanto tempo sem experimentar outra rola, ela ficou um pouco em silêncio e disse que me amava muito e que queria viver para sempre comigo, depois perguntou se eu descobrisse que ele havia me traído, se seria o fim do nosso casamento, eu pensei um pouco e disse que ela era a minha vida, que sem ela eu não viveria e que não gostaria de ser corno, mas não me separaria.

Ela fez novo silencio e disse que já tinha saído algumas vezes com outros homens, meu coração acelerou e perguntei com quem, ela me olhou e disse que com o seu chefe, e também com um cara que ela tinha conhecido na praia, disse que também tinha saído com um advogado que trabalhava no Maier e era sócio do seu chefe. Eu quase chorei, mas engoli seco e perguntei se ela ainda saia com esses caras, ela disse que não, jurou que não, disse que o seu chefe já tinha abordado ela varias vezes, mas ela não queria mais, tinha se sentido culpada pelo que fez e que eu era muito gostoso na cama e que ela não precisava de outra rola. Eu fiquei muito triste em saber tudo isso, mas por estranho que pareça, meu pau estava super duro, nunca vi meu pau tão duro como naquele momento que minha esposa tinha me revelado tudo aquilo.


Comecei a meter a rola com muita força nela, nunca tinha metido com tanta força como naquele momento, ela delirava, acho que nos primeiros momentos ela já tinha gozado, mas não pediu pra parar, muito pelo contrario, ela me incentivava, e eu não gozava, fiquei uns 10 minutos metendo com muita força nela e só depois de muito meter eu gozei, ela ficou parada com cara de felicidade como eu nunca tinha visto na vida, depois de uns 5 minutos ela levantou ainda fraca pela foda bem dada, foi pro banheiro, passou uns 10 minutos lá depois voltou com uma cara de felicidade e disse que em toda sua vida nunca tinha sido tão bem fudida com naquele momento.

Deitou e me perguntou como ficaria nosso casamento, disse que me amava muito e que por varias vezes quis me contar tudo, mas nunca teve coragem, deitou de barriga pra cima e dormiu, eu fiquei mais de três horas olhando pra cima, pensando na vida, não sabia o que pensar sentia muito medo de perder minha esposa, e não entendia porque meu pau não amolecia nem com rezar brava.


Dormi e no dia seguinte acordei e de novo, meu pau tava duro feito aço, não podia lembrar da revelação da minha esposa, que o pau chegava a doer de tão duro, olhei pra ela deitada sem calcinha, com aquela bucetinha raspada, o clitoris chegava a brilhar, não resisti e meti a boca na buceta dela, ela acordou e começou a gemer, dizia que minha língua era muito gostosa e que tava sentindo tesão no cuzinho e que queria me dá ele, não pensei duas vezes, mandei ele ficar de quatro e peguei na bucetinha dela toda molhada e passei o suco da bucetinha no cuzinho dela, depois coloquei a cabeça na entrada e comecei a meter bem devagar, ela gemia e pedia pra eu meter tudo e não ter dó dela, mas eu via a dificuldade em entrar e fui com calma.


Aos poucos o pau foi entrando e ela gemia feito uma cachorrinha, e pedia pra meter tudo, em poucos minutos, estava entrando e saindo do cuzinho dela, meu gozo demorou muito e vi que ela já tinha gozado, comecei a acelerar, até que finalmente gozei na bunda dela, nunca gozei tanto na vida, depois fiquei deitado ao lado dela, beijando aquela boca linda que ela tem.


Já era 10 horas da manha, quando sai pra ir trabalhar, ela não foi, disse pro chefe que estava se sentindo mal e não foi, eu queria que ela saísse do emprego imediatamente, ela protestou e disse que não iria sair, disse que gostava de trabalhar lá e que o que tinha acontecido entre ela e o chefe, não iria mais acontecer, eu engoli seco e aceitei.

O tempo foi passando, e o sexo entre eu e minha esposa foi ficando cada vez melhor, alguns dias tinham se passado após a revelação, e uma noite que nós já tínhamos nos preparado pra dormir, quando eu resolvi que queria transar com ela, comecei a beijar o pescoço dela e fazer cócegas na barriga dela, ela se virou pra mim e começou a beijar meus peitos, depois desceu até meu cacete e começou a chupar, meu pau ficou meia bomba e não sei porque não endurecia, ela ficou mais de cinco minutos chupando e nada de subir, eu não entendia o que estava acontecendo.


Ela deitou ao meu lado e não falou nada, eu pedi desculpas e disse que não entendia o que estava acontecendo, ela me falou que devia ser um tipo de trauma pela revelação que ela tinha feito pra mim, na hora que ela falou isso, eu me lembrei de tudo que ela tinha me falado e meu pau subiu imediatamente, ela sorriu e foi logo caindo de boca, depois metemos muito e dormimos muito cansados.


No dia seguinte de manha eu tentei comer ela de novo, mas meu pau não subiu, fiquei preocupado o dia, quase não consegui trabalhar, no final do dia fui pra casa e a noite depois de um banho, deitei com ela e começamos a nos esfregar, beijar e se tocar, mas nada de subir, não falei nada, ela tentando descontrair, começou a falar sobre coisas que tinha lhe acontecido durante o dia, disse que um maluco quase tinha lhe atropelado, falou da amiga que ia viajar pra Europa, com o marido, depois ficou calada por alguns minutos, depois falou que o seu chefe tinha dado em cima dela, tinha dito que queria ficar com ela mais uma vez. Ela mal começou a falar isso e meu pau ficou duro que só uma pedra, ela olhou e sorriu, pegou nele e começou a punhetar, metemos muito e dormimos de casaco.

No outro dia, aconteceu à mesma coisa, o pau não subia, ela sacando o que estava acontecendo, começou a punhetar meu pau e disse que o meu era mais gostoso que o do seu chefe, que o dele era maior, mas o meu era mais grosso e mais bonito, meu pau ficou super duro, e metemos muito, depois da trepada, ela sorriu e disse que eu só funcionava quando ela falava dos homens que tinham comido ela, eu fiquei puto da vida e sai, fui pra sala e ela foi atrás de mim, pediu desculpas e eu voltei pra nossa cama, no dia seguinte foi à mesma coisa, quando nos íamos transar, só que ela não falou nada, eu vendo que não ia subir, tentei pensar nela transando com outro, não deu certo, quando vi que tudo era inútil, com muita vergonha, pedi pra ela falar sobre a transa dela com o chefe.


Ela sorriu e disse que ele era muito sacana na cama, que adorava comer o cuzinho dela, mal ela terminou de falar meu pau já tava duríssimo, metemos muito e durante a trepada ela ficava falando que adorava meter com outros homens, dizia que me amava, mas adorava fuder fora, meu pau chegava a doer de tão duro, eu metia tão fundo e forte nela, que no dia seguinte, ela mal conseguia andar de tão assada que tinha ficado. E assim era nossa vida sexual, eu só funcionava quando ela falava das trepadas dela fora de casa, depois disso, ela começou a andar mais solta e chegar muito tarde em casa, não me escondia nada, quando eu perguntava onde ela estava, ela dizia que estava fudendo com o seu chefe, ele voltou a comer ela quase todos os dias, mas não era todo dia que ela chegava tarde, e o sexo com ela era cada vez mais gostoso, ela geralmente metia com o chefe durante o expediente, eu ficava excitadissimo quando ela me contava o que tinha feito com ele.


Dizia que ele era excelente amante, que sempre queria comer o cuzinho dela, dizia que não agüentava mais tomar no cu, apesar de gostar muito de sexo anal, ele era exagerado, o pau dele era muito grande e entrava muito, deixando ela com o intestino todo arrombado.

Ele também dava presentes, quase todos os dias ela chegava com uma coisa diferente, às vezes era perfume, outras eram roupas, deu até uma esteira elétrica pra ela, coisa que ela já avia me pedido varias vezes e eu não comprava porque do tipo que ela queria, era muito cara, por volta de seis mil reais, a vida dela era quase de puta, só que ela era puta de um homem só, mas nossa vida estava cada vez melhor, ela era muito amorosa comigo, me tratava super bem, sempre me fazendo todo tipo de mimo, trazia café na cama pra mim, chupava meu pau sem eu pedir, me elogiava o tempo todo dizendo que eu era o sonho de consumo de qualquer mulher.


O tempo foi passando e ela já até trazia ele na nossa casa, cansei de chegar em casa e ele está na sala aos beijos com ela, já até flagrei ele com a mao atolada na buceta dela, quando me viu não se deu nem ao trabalho de tirar a mão, continuou a ciriricar a bucetinha dela, depois de varias vezes que ela trouxe ele na nossa casa, ela pediu pra eu realizar uma fantasia dela, ele queria comer ela comigo olhando, e isso terminou acontecendo, mas eu não agüentei ficar só olhando e terminei participando.

Foi meio esquisito ver outro homem metendo na sua mulher, mas também reconheço, foi excitante, nessa noite fizemos de tudo com ela, até dupla penetração, foi maravilhoso, hoje eu e o chefe dela somos grandes amigos e ele até ajuda nas despesas da nossa casa, sempre que vem traz bifes de alcatra, a maior fantasia que ele tinha, era ver comendo a mulher dele, mas minha mulher não permite de jeito nenhum. Ela disse que não é corna, é não gosta de marido dela comendo outras mulheres, nesse dia ela até chorou perguntando se eu não amava mais ela, que a única mulher que pode tirar a roupa pra mim é ela.


Abraços a todos.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Esposa Gravida de Outro


Quando fiquei sabendo que era esteril, foi uma decepcao em nosso casamento, tanto da minha parte quanto da Vanessa. Estavamos a mais de 2 anos tentando e nada dela engravidar. Pensamos pra solucionar o caso de fazer inseminacao artificial, porem o alto custo nos fez abandonar ideia. Foi ai que lembramos que em nosso predio morava uma familia em que o marido tinha alguns traços fisicos iguais a mim, e seu filho como era bem parecido com o pai, seria nossa salvação.

Por sorte, eles estariam viajando em 2 meses, pois era militar e iriam pra Natal, servir na Base de la. Era mes de novembro quando convidei eles pra irmos fazer um passeio em hotel fazenda, pois era um local agradavel e eles nunca tinham ido la e gostariam de conhecer. Passamos um final de semana juntos, e foi a oportunidade de minha esposa se insinuar pro Lucas, filho do nosso vizinho. Nem foi preciso muita coisa, pois bastou ele ver minha esposa de biquini na piscina pra ficar secando ela com olhar.Ela tinha na epoca 27 anos e com um corpo bem proporcional, alem de um rosto bonito.

Passados algumas horas da manha, todos resolveram ir a uma cachoeira um pouco afastada, seriam mais ou menos 3 horas ida e volta em trilhas pela mata. O rapaz alegou torçao no tornozelo pra nao ir, assim que soube que minha esposa ficaria. Segundo Vanessa, ficaram conversando por uns 30 min ate ele sair da piscina e ela notar um volume grande da sunga, ele deve ter feito essa exibicao so pra provoca-la. Assim que voltou do banheiro, o volume parecia maior, segundo a Vanessa. Ela acabou brincando com ele na piscina de passar por baixo das pernas,,e ela sentiu o pau dele rocando nela. Como ja tinhamos conversado e se ele desse em cima dela, ela deveria facilitar e assim aproveitar o periodo fertil. Ela chamou ele pra ajuda-la empurrar o armario do quarto, e ficaram conversando,apos a ajuda com o armario, ate que ela ofereceu um suco e ele ao pegar o copo tambem pegou na sua mao, e dai pro beijo foi um pulo.

Pra cama tambem foi rapidinho, e ela disse ter sentindo muito tesao, pois o rapaz apesar de ser novo, 18 anos, ja era bastante habil com a ligua, e quando colocou a pica pra fora ela disse que teve uma excitante surpresa, pois era de dimensoes bem avantajadas. Ele lambeu ela toda e quando ja nao aguentavam mais, ele cravou sua pica nela, mas antes disse que ia gozar fora porque tava sem camsinha, mas ela com habiloidade disse que ele podia gozar dentro pq ela tomava remedio. Ele meteu nela de papai mamae.. de lado,,e de 4,,tendo gozado 2 vezes durante uns 50 min, segundo Vanessa. Acabaram se despedindo com a promessa de se verem na primeira oportunidade.

Ao chegar da cachoeira ela me contou que tinha conseguido, e acabamos na cama numa transa sensacional e com muita tesao. Nunca pensei que teria tesao em saber que outro macho tivesse gozando dentro da xana da minha esposa que nunca tinha sentido outra pica na xota, conheci ela virgem. Ela acabou me contando todos os detalhes. A noite durante jantar dançante no salao do hotel, ela deu um jeito de fazer sinal pra ele e foram os 2 mais uma vez pro quarto onde ela ja entrou levantando a saia, estava sem calcinha, e o garoto tirando o pau pra fora, e fazendo um 69 com ela. Como ele ficou muito excitado, ela achou melhor sair da posicao e deixa-lo penetrar logo, pois queria mais porra dele na xana. Dito e feito, o garoto enfiou a pica grossa nela, socou e gozou muito dentro dela.

Voltaram logo pro salao um de cada vez, e ela veio logo no meu ouvido me contar do ocorrido. Fiquei de pau duro so de saber. Ao voltarmos pro Rio, eles ainda se encontraram algumas vezes na semana seguinte na parte da tarde quando ele dizia pra mae estar na faculdade. Quando chegava em casa encontrava minha esposa com a xana meladinha com porra do Lucas e ardidinha. Mas ficamos triste quando sua menstruacao veio. Decepção, mas chance tambem dela transar com ele outras vezes. Ela ligava pra ele, ate no sabado, quando ficou outra vez no periodo fertil, dizendo que eu tinha saido e que demoraria, mas na verdade ficava na area de serviço onde tinha um basculhante da nossa suite e ficava escutando os gemidos do casalzinho.

No mes seguinte suas regras nao vieram, era Natal e foi nosso melhor presente. Pra tristeza do Lucas no dia 5 de janeiro eles pegaram aviao com destino a Natal e nunca mais o vimos. Bom nosso filho, ja esta com 6 anos, e nossa outra filha esta com 3 anos. Bom como a Vanessa engravidou da segunda vez, isso fica pro proximo conto.

Diário de um corno


Minha mulher é uma morena de estatura média, cheinha, seios grandes e coxas grossas.
É padrão normal, nem bonita, nem feia.
Desperta certa atenção nos homens, principalmente pelo seu jeito de andar. Ela chacoalha as cadeiras de uma maneira sensual e tem aquele ar de mulher que gosta de pica, de vagabunda, vadia.
Faço-a usar roupas provocantes. Blusas decotadas e transparentes, saias curta deixando as pernas à mostra, sutiã todo rendado, calcinha enterrada no rego. Os machos olham para ela com olhar de cobiça, de desejo.
Desde que casei iniciei seu treinamento para torná-la uma perfeita mulher provocante. E ela aprendeu direitinho. Cada vez mais tem se tornado uma piranha exemplar.

Quando nos casamos ela era totalmente inexperiente, virgem, nunca tinha visto um pau. Não sabia nem beijar. Também, tinha só 17 anos e eu fui seu primeiro namorado.
Fui ensinando para ela as delícias do sexo. Nas primeiras chupadas ela machucava meu pau com os dentes. Depois aprendeu a mamar. Chupava forte, sugava até a porra inundar sua boca.
Depois que eu já tinha ensinado tudo a ela comecei a imaginá-la fodendo com outros machos. Quando falei desse meu desejo sua primeira reação foi dizer não, mas com o tempo eu a convenci.

O primeiro cara que a comeu foi um amigo nosso chamado Nilson. Ele sempre vem na minha casa e eu contei a ele que queria que ela desse para outro homem. Ele começou a investir e aos poucos foi tentando seduzi-la. Até que, numa noite, ela já estava deitada, ele foi ao nosso quarto, tirou a roupa, deitou-se ao lado dela e comeu a sua buceta.
Eu fiquei no corredor ouvindo ela gemer levando pau, gritando de prazer.

No começo ela fingiu que havia pensado que era eu que estava ali fodendo com ela. Então eu entrei no quarto e também me deitei na cama. Ela se fingiu de surpresa, mas não reagiu. Ficamos o resto da noite fazendo sacanagens com ela. Eu e o Nilson fodemos com ela de todo jeito. Ela levou pau na buceta, no cu e na boca, engoliu porra, gemeu, gritou, berrou, pediu mais. Adorou.

Depois deste dia, Nilson vem comê-la pelo menos uma vez por semana aqui em minha casa, ele é o segundo marido dela.
Certa vez a fiz colocar uma roupa de puta. Saia no meio das coxas, blusa transparente, sem sutiã, seios quase à mostra, barriga de fora, batom vermelho, salto alto. Saímos de carro e eu a deixei na rua para que arrumasse algum homem para fazer programa. Ela saiu com um sujeito jovem e quando chegou em casa contou-me os detalhes. Foderam em um motel muquifo e quando ele perguntou quanto era ela cobrou R$ 20,00. O cara não queria acreditar que o preço era tão baixo. Pagou os vinte e deu mais dez de gorjeta para ela.

O porteiro do meu prédio, seu João, começou a desconfiar dela com o Nilson. Numa ocasião fez um comentário comigo dizendo:
- Aquele seu amigo esteve em seu apartamento ontem, de novo.
- Eu sei, respondi. Ele também é amigo de minha mulher, afirmei.
A partir desta ocasião seu João começou a ficar engraçadinho com ela. Passaram a ter um caso. No início ele trepava com ela no salão de festas. Depois, passaram a transar em casa, na nossa cama de casal. Ela adora foder com ele. E eu fico muito feliz de poder proporcionar a ela todo esse prazer dela ter amantes, adoro dividir o seu corpo com outros homens.

Seu João é um homem alto, de cabelos castanhos, bom porte físico, bastante simpático. Temos conversado sobre a possibilidade de ela ter um filho com ele. Já conversamos com ele sobre isto. Eu adoraria vê-la grávida de outro homem. Saber que o sêmen de outro macho fecundou-a. Seria o máximo da cornice. Acho que ainda iremos convencê-lo.

Quando ela conversou com ele que queria engravidar dele ele concordou prontamente, porém quando viu que ela falava sério ficou receoso.
- Seu João, faz um filho em mim. Me engravida, me embucha. Quero ficar prenha de você.
- Você tem certeza disto?
- Claro, seu João. Quero que você me foda bem gostoso e me deixe grávida.
- Mas e o seu marido?
- Ele também quer. Ele quer ver sua esposa grávida de outro homem.
- Eu não entendo. Como um homem pode querer isto?
- É coisa de corno, seu João. Não tem explicação. Vem enterrar seu pau na minha buceta e me lambuzar com sua porra. Hoje estou fértil.
- Me deixaeu pensar mais nisto. Depois, quem sabe.

Ontem à noite quando cheguei em casa ela estava me esperando na cama, nua. Fui foder com ela e percebi que sua buceta estava toda esporreada. Ela havia fodido com o seu João. Meti meu caralho naquela buceta ensopada de porra. Senti o cheiro de outro homem na minha mulher. Ela estava deliciosa. Propus a ela fodê-la junto com o seu João. Ela e dois homens. Ela fez uma contraproposta. Foder com 3 homens; eu, seu João e o Nilson. Combinei com o Nilson para ele vir aqui em casa no sábado. Vamos enfiar nossos caralhos nela e deixá-la todinha gozada, fodida e melecada de porra.
Para um corno manso como eu uma mulher desta não tem preço.
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