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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Forcei minha mulher entrar na suruba

O fato que vou narrar aqui não me dá nenhum orgulho, pelo contrario, foi um desejo incontrolável que por pouco não destruiu meu casamento, minha família e minha vida. Vou me apresentar com o nome fictício de Marcos, tenho 45 anos e minha esposa Ana tem 40 anos uma linda mulher, de rosto angelical, seios grandes e firmes e uma linda bunda redonda, somos casados a 22 anos e tínhamos um casamento digamos que com padrão normal.

Uns dois anos atrás fui contratado para trabalhar numa multinacional que estava abrindo uma unidade na região metropolitana do Recife, e durante o período de implantação estaríamos tendo apoio da unidade de São Paulo que é a matriz aqui no Brasil, de lá veio o meu supervisor que passaria uns seis meses morando aqui para nos assessorar melhor, um norte americano de olhos azuis, 50 anos chamado Mike que já mora no Brasil a mais de 25 anos, um cara gente boa e logo de inicio fizemos amizades, almoçávamos sempre juntos, saíamos após os expediente para beber umas cervejas e aos poucos fui conhecendo melhor sua vida, casado a 15 anos com Sabrine uma paranaense de 35 anos de descendência alemã, e pela foto dela que ele me mostrou vi que era uma linda mulher, nossa amizade seguia normal.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Tornei-me PUTA sem perceber II

continua de: Parte 01

Na seqüência destas minhas memórias, recordando quando fui passar uns dias no sitio dos meus pais, eu tinha 21 para 22 anos, namorava o homem que hoje é meu marido e era praticamente virgem, pois nunca havia dado o cu, entre outras fantasias, tinha muita vontade de ser enrabada, mas o pau do meu namorado era grosso e me deixava com medo de dar o meu cu para ele, sem contar que sexo anal era tabu na época. 

Nestes três dias em companhia da minha prima já tinha experimentado mais sexo e realizadas mais fantasias do que em todos meus 21 anos de vida e o principal ainda estava por vir, pois minha prima se mostrava uma grande cafetina determinada a me prostituir, e eu estava começando a gostar e me excitar com a idéia.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Tornei-me uma PUTA sem perceber I

Olá amigos, recentemente confidenciei a uma pessoa amiga, uma passagem real da minha vida, onde há alguns anos atrás fui aliciada e envolvida num relacionamento incestuoso que além de ter-me transformado numa Puta, marcou para sempre minha vida sexual. 

Resolvi contar minha historia. Meu nome é Lúcia, tenho 39 anos, casada, 1,65m, 52kg, cabelos médios loiros e olhos mel, na época eu era bem mais nova, tinha uns 21/22 anos já namorava, com o homem que hoje é meu marido, há um ano e havia perdido a virgindade com ele e nunca havia dado para outro homem, e como sempre fui alérgica a pílulas, a gente transava só de camisinha, ele por receio de me engravidar nunca tinha gozado dentro da minha buceta sem ela, e eu sempre tive um tesão de sentir um jato de porra dentro de mim, mas tudo bem não era caso de vida ou morte.

terça-feira, 17 de março de 2015

Perdi o cabaço no dia do meu casamento, mas não foi com meu noivo!

Esse conto não aconteceu comigo e sim com uma de minhas amigas confidentes e vou tentar contar pra vcs do jeitinho que me foi contado.

Espero que se divirtam e sintam muito tesão igual senti me imaginando no lugar dela. Que loucura fantastica e deliciosa!

Andressa é meu nome, estou casada há 6 meses e resolvi dividir com as pessoas tudo que se passou sexualmente comigo até essa data.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Festa dos Calouros - Namoro

Continuação de:

Oi, meu nome é Caroline e voltei para continuar minha história e a da Duda, como prometi no conto anterior. (começou no trote da facul).
Pois bem, havia tido minha primeira experiência lésbica, e para minha surpresa, havia sido a melhor coisa que eu podia ter feito na vidaa rss.

No nosso curso da facul o boato foi se espalhando aos poucos, a Duda que já era cantada por vários começou a ser cantada por todos, o que foi me deixando incrivelmente irritada e enciumada, o que também era novidade na minha vida até então. Cada hora que passávamos juntas, mais eu tinha certeza de que estava completamente apaixonada por aquela mulher, o que não era nada bom, visto que ela tinha fama de ser “pegadora”, p/ não dizer galinha, o que me deixava com os dois pés atrás sempre.

Até que eu e minha amiga (que não estuda na mesma facul que eu e a duda) tivemos a brilhante idéia de testar a Eduarda e para minha felicidade minha amiga topou ser a isca e dar mole para ela, assim eu tiraria todas as minhas dúvidas e veria se aquela delícia merecia o que eu estava sentindo.
Estava tudo devidamente preparado e armado, confesso que senti medo de perdê-la, mas era um mal necessário rs.

Começou no Trote de facul

Oi oi, meu nome é Caroline e tenho 22 anos, sou branquinha tenho cabelos bem longos e lisinhos de cor castanho, os olhos são cor mel, tenho 1.68 de alt. e 57 kg, modéstia parte sou uma mulher muito bonita.

A história que vou revelar aconteceu no início deste ano, quando eu iniciei minha facul, jamais imaginei que minha vida iria mudar tão radicalmente em um simples trote para os calouros. Foi quando conheci minha veterana Eduarda, eu já tinha ouvido falar dela, era uma das meninas que mais fazia sucesso na facul devido a sua beleza e simpatia, mas diziam para tomar cuidado porque ela era Lésbica. Eu não dei muita importância, nunca que uma mulher me chamaria atenção.

Foi quando os veteranos invadiram minha sala de aula que meus olhos bateram na Eduarda, eu tinha certeza que ela era quem todos comentavam; de fato sua beleza era inigualável. Eduarda tem 23 anos aprox. 1,72 e pesa uns 62 kg, cabelos longos lisos de cor castanho claro, puxando para um dourado, franjinha toda irreverente jogadinha na frente daqueles olhos verdes que pareciam cor de uva, lábios deliciosamente tentadores e carnudinhos, e aquelas covinhas irresistíveis nas bochechas e no cantinho dos lábios. (lembra a atriz do filme Elektra). Nem preciso dizer que vidrei nela né? rss..., logo eu que era tão hetero!!

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