sexta-feira, 18 de março de 2011

Policiais revistaram minha esposa




Estou casado há 2 anos e minha esposa, Luiza, é um mulherão - uma loira de 1,70m, 55kg bem distribuídos. Eu sou bem magro, então fico até desproporcional perto da minha esposinha e sempre que passeamos juntos os caras ficam olhando pra ela na cara dura ou fazem alguma brincadeirinha com ela, na minha presença - isso sempre me incomodou.
Vou contar o que aconteceu durante uma das nossas viagens, para Maceió.
Tinhamos alugado um carro para passear pelas praias de Maceió e uma delas fica bem distante, chamada Maragogi. Estávamos dirigindo à noite pois haviamos reservado uma pousada que ficava naquela praia, mas o avião chegou no aeroporto de Maceió mesmo.
Durante o percurso minha esposinha estava que não aguentava de tesão, ela falou no meu ouvido, e dava umas lambidas em mim, dizendo que queria foder alí mesmo, do lado da estrada, mas eu queria chegar o mais rápido possível na pousada para descansarmos. Ela estava com um vestidinho vermelho coladinho, na altura das coxas, e sutiã e calcinha vermelhos também. Ela tirou meu pau pra fora e foi batendo uma punheta e chupando de vez em quando. Meu pau demorou pra ficar duro, então ela chupava o seu dedo e colocava no cuzinho, enquanto se masturbava com a outra mão... tava louca pra gozar bem gostoso.
A estrada estava bem vazia e bem escura... ao longe vimos uma luz vermelha e quando fomos chegando perto vimos que era um carro policial. Quando chegamos perto, tentei colocar o o pau pra dentro da calça enquanto a Luiza tentava baixar o vestido até as coxas - e os 2 guardas presumindo o que estava acontecendo pediram para encostarmos.
Um dos guardas chegou no carro com sua lanterna e ao me iluminar percebeu que meu zíper estava aberto e me perguntou o que eu estava fazendo. Eu respondi falando que não sabia e que provavelmente tinha esquecido de fechar quando tinha ido no banheiro pela última vez. Em seguida ele iluminou a minha esposa, que fechou os olhos pela claridade, e foi descendo lentamente e parou mais abaixo, admirando as lindas coxas da minha mulher.
O policial pediu para descermos e se dirigir à frente do carro. Ele pediu para que o outro policial viesse me revistar. Me revistaram primeiro e viram que não estava armado, mas não pediram nenhum documento. Então chegou a vez da minha esposinha.
Perguntaram pra ela o que ela era de mim. Eu respondi prontamente que ela era minha esposa e o segundo policial me repreendeu dizendo que não estava falando comigo e que não acreditava que ela era minha esposa, pois era muito bonita pra mim. Ele perguntou denovo à Luiza o que ela era e ela confirmou que era minha mulher e até mostrou sua aliança mas o policial, com uma cara de desconfiado, achou que ela estivesse mentindo e fosse na verdade uma garota de programa. Ele então falou que se continuássemos mentindo ia ser pior pois iriamos à delegacia e então falamos que não estávamos mentido.
Ele voltou a perguntar o que fazíamos no carro e ambos falamos que não estávamos fazendo nada. O policial perguntou se ela estava me masturbando enquanto eu dirigia e ela negou. Ele perguntou então porque nós estávamos nos arrumando antes de sermos parado. Ela olhou pra mim esperando que eu dissesse algo e então eu falei que não sabia do que ele estava falando. O policial falou para eu apenas confessasse que ele aplicaria a multa referente à distração no volante e que nos soltaria. Eu estava com medo que se eu falasse que ela estava me masturbando, eles abusassem da minha mulher, e então disse categoricamente que não.
O policial soriu cinicamente e falou que se eu continuasse mentindo só pioraria as coisas e eu retruquei dizendo que não estávamos fazendo nada. Ele lentamente pegou a mão da minha mulher - nesse momento meu coração começou a bater forte - e delicadamente as cheirou para verificar se havia algum odor específico. Dito e feito, ele notou que o cheiro do dedo dela era do cuzinho dela.
O guarda falou: - bom meu garoto, infelizmente sei que você está mentindo e agora preciso fazer uma revista em sua "esposa", dizendo cinicamente. Eu retruquei dizendo que eles não podiam pois precisaria ser por policial feminina. Aí ele disse: - o Sr. está correto, se não tivermos suspeitas não poderíamos, mas como constatei que o Sr. está mentindo isso os torna suspeitos e agora sim podemos revistá-los.
Lentamente o policial segurou ela pela cintura e pediu para que colocasse as mãos sobre o capô, que por ser mais baixo, a deixava com o bumbum empinado. Ela apresentou muito nervosismo na hora, hesitou, mas ficou quietinha com medo do que viria. Nesse momento eu corri para tentar pará-lo, enquanto o outro policial me segurou, e aí ele falou que acreditava que ela era minha esposa mesmo. O policial disse para mim que eu estava apresentando sinais de violência e me algemou à maçaneta do carro.
Ele seguiu com a revista, ficando por trás dela e encostando levemente seu corpo naquele bumbum arrebitado. Começou a passar as mãos pelos cabelos dela massagenando bem lentamente. Nesse momento minha esposinha fechou os olhos, como se estivesse gostando daquela massagem. Ele puxou seus cabelos lentamente para trás e ela não mostrou nenhuma resisitência com o pescoço e inclinou a cabeça para trás e com aquele bumbum empinado... o policial então começou a cheirar o pescoço dela, roçando sua barba nela, dizendo que estava verificando se tinha algum outro odor pelo corpo dela que indicasse que estávamos mentindo. Quando a barba do policial passou pelo seu pescoço, ela deu uma tremida de arrepio e forçou seu bumbum contra o policial, e eu assistindo tudo aquilo logo ao lado, preso na porta do carro e ela acho que estava tentando disfarçar, mas ela olhava pra mim fazendo uma cara de desgosto, então não entendia se ela estava começando a gostar ou se estava nervosa com a situação.
O policial então terminou a revista nos cabelos e segurando denovo pela cinturinha da minha gatinha pediu para ela se virar de frente. Daí ele falou para ela: - bom minha jovem, como procedimento padrão precisamos verificar se você está armada. Para isso, podemos ou revistá-la com as mãos ou se isso for causar muito incômodo para a Srta ou para o seu marido (que canalha!) a Srta pode despir-se para que a revista seja apenas visual.
Ela olhou pra mim esperando que eu dissesse para o policial de que jeito eu queria ver minha esposa ser abusada. O meu coração bateu muito forte e estava muito nervoso, mas mesmo assim meu pau começou a ficar duro, involuntariamente - não entendo pois não estava gostando da cena mas estava ficando com tesão. Eu, sem pensar direito, falei que era melhor fazer uma revista visual.
Ela perguntou que peças precisaria tirar, e ele falou: - Srta, sei que é difícil mas precisa tirar tudo, até as sandálias. Minha esposinha então começou a tirar seu vestidinho, puxando bem devagarzinho como se quisesse provocá-los. Foi levantando até mostrar sua calcinha e de vez em quando levantava os olhos e olhava para os policiais, de uma forma bem sexy. Quando o vestido estava na parte do sutiã, o dedo dela enroscou no sutiã e ela reveou um de seus biquinho, que já estava durinho a esse ponto. Ela rapidamente voltou o sutiã no lugar, como se fosse estragar a surpresa para os policiais. E finalmente ficou só com as roupas íntimas.
Em seguida tirou o sutiã tampando o bico dos peitos e quando terminou deu mais uma olhada para os policiais e ao mesmo tempo revelou os biquinhos dos peitos, que até tirou um suspiro dos policiais. Em seguida, ela se virou de lado e começou a tirar a calcinha vermelha, nesse momento os policiais foram para o lado para terem uma visão mais favorável. A vadia da minha linda esposinha ia abaixando a calcinha e sem dobrar os joelhos e ela foi descendo até a canela - e daí eu fiquei totalmente puto e meu tesão subtamente ia aumentando - já estava com o pau super duro. E o pau dos policiais também. Ao tirar tudo, o policial chegou mais perto, segurando pelos quadris, pediu para ela sentar no capô e apoiar o corpo para trás com os braços. O policial então começou a cheirar o corpo ela tentando identificar o aquel cheiro que tinha sentido. Nisso ele roçava denovo a barba, agora pelo corpo todo e ela foi relaxando e enquanto um policial a cheirava ela olhava com cara de safada para o outro policial, querendo dizer para ele ajudá-lo.
Ela então foi lentamente reclinando e já estava apoiada sobre os cotovelos em cima do capô, fazendo com que que seu corpo ficasse quase deitado. Nisso o policial estava quase chegando na xaninha, quando parou e disse: - Luiza, seu clítoris está muito umedecido, o que indica que foi estimulado antes de pararmos o veículo. A Srta. está escondendo algo aí dentro? Espera um pouquinho, também estou vendo que a região anal está úmida e levemente aberta. Srta. Luiza, precisamos saber se esconde algo aí dentro. Diga! Nesse momento ela falou que não, mas com aquele olhar de "se não acreditar vem checar".
O policial então avisou que teria que fazer a verificação com os dedos e então nesse momento eu falei para o policial que ele não podia tocar nela. Ele então falou firmemente: - Eu não irei "tocá-la", mas sim vou "revistar" a vagina dela pois há indício de que há algo escondido lá dentro e como a sua Srta. não está negando em ajudar o nossos trabalho, iremos prosseguir com a averiguação. Nesse momento eu olhei para a Luiza, que me disse: - meu bem, vamos terminar logo com isso pois assim eles nos liberam, e como eu não tenho nada escondido aqui dentro, e você sabe disso, logo tudo isso vai passar e poderemos ir embora meu amor. Eu pensei, que vagabunda, ela estava relamente querendo aquilo alí, o que eu poderia fazer, estava imobilizado?
O policial então disse: - bom, deixa eu passar meus dedos em volta do seu clítoris para que fique lubrificado e para que você não sinta incômodo durante o procedimento. E ele começou a acariciar o clítoris com 2 dedos, dando a impressão que quisesse deixá-la excitada. E ele continuou por alguns minutos enquanto ela bem discretamente passava a língua em seus lábios. O policial disse: - Agora que meus 2 dedos estão bem lubrificados eu irei inserí-los em sua vagina. Lentamente ele foi enfiando seus 2 dedos molhadinhos lá para dentro e dava até pra ouvir os barulhinho de melado no meio daquele silencioso lugar deserto. Ela novamente fez aquela carinha de safada e falou que estava incomodando-a pois não estava propriamente lubrificada (eu não acreditava no que ouvia - não tinha como não estar lubrifiacada pois ela estava todinha molhada). E ela perguntou se eles não tinham nenhum material lubrificante para fazer esse tipo de revista. O policial falou: - Nós não temos nada, então ou continuamos assim ou terei que utilizar minha saliva se a Srta. permitir. Ela falou que estava muito incômodo e autorizou a saliva. Nesse momento o policial abaixou e com a língua começou a lubrificar ao redor da bucetinha molhada da minha esposinha, tudo bem lentamente.
Enquanto fazia isso, o outro policial falou se queria ajuda com o ânus, pois assim poderiam terminar a revista e nos liberar mais rápido. Então eles colocaram a minha esposinha de pé, contra o carro e com as mãos no capô e com o bumbum empinado, dessa vez ela se afastou bem mais do carro e como consequência empinou bem mais o seu rabinho, como se quisesse dar para os policiais, o pior é que eu não via nada agora pois estava com o bumbum virado para o outro lado.
O segundo policial começou a lamber o cuzinho da minha esposa para ajudar a lubrificá-lo e depois foi massageando em volta do cuzinho enquanto o outro continuava a enfiar os dedos e mexê-los, como se procurasse alguma coisa. Quando o segundo colocou o dedo no cuzinho dela, ela fez uma cara de quem ia gozar e já nem olhava pra mim, ela fechava os olhos e se deliciava com aqueles policiais safados abusando dela - os dois policias estavam comendo o cuzinho e a bucetinha da minha esposinha com os dedos, e ao mesmo tempo. Passados alguns minutos, eles pararam a revista e disseram que tinham terminado e pedindo desculpas a ela pelo eventual incômodo, e nem olharam para mim, a ofereceram que ela fosse até a viatura policial pois lá tinha água e algumas toalhas para que ela se lavasse e se vestisse depois daquele procedimento policial de revista.
Ela então seguiu os policiais até a viatura deles, que estava mais a frente e tudo muito escuro. Os policiais falaram para eu esperar lá que assim que ela se trocasse nós estaríamos liberados. Eles foram andando em direção à viatura e eu só via a silhueta dos 3 e da viatura. De repente vejo que eles pararam, a seguraram pela cintura, e fizeram ela se abaixar e com a mão atrás da cabeça dela começaram a forçar a minha esposinha a chupar o pau deles. Que filhos da puta, e eles tinham falado que a revista já tinha terminado. Ela querendo ir embora e os 2 marmanjos forçando ela a chupá-los por mais uns 10 min. Depois entraram na viatura e ficaram por mais outros 10 minutos, agora já não via nada, mas ouvia alguns sons esquisitos.
Quando ela voltou, estava com o rosto todo melado, o que era esquisito pois ela tinha acabado de se limpar. Perguntei o que tinha acontecido que ela tinha demorado e ela falou que eles ainda fizeram alguns questionamentos, anotaram tudo em um boletim de ocorrência e depois a liberaram.
Pegamos então o carro e continuamos nossa viagem, e que por sinal foi muito legal pois pegamos muito sol naquele fim de semana.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Minha esposa virou modelo


Hoje vou contar como a minha esposa resolver estreiar no ramo de modelo fotográfica.
Luiza, por ser muito bonita e com um corpo lindo, sempre quis ser fotografada como modelo, porém como ela sempre trabalhou em outra área, nunca teve realmente uma oportunidade de tentar nesse ramo. E obviamente eu sempre tive muito ciúme de ela tentar virar modelo.
Bom, Luiza estava desmotivada no seu trabalho então certo dia me disse que estava decidida a pelo menos tentar uma experiência como modelo... foi até fazer um book e tudo mais. Então ela pegou o jornal e ligou para várias agências que estavam à procura de modelos e marcou as entrevistas.
Na primeira entrevista eu resolvi ir junto, pois estava com medo que acontecesse algo... minha esposa se vestiu de maneira muito provocante com uma camisa branca de seda um pouco transparente e saia até suas belas coxas, e me explicou que era necessário se vestir assim para mostrar um pouco do seu corpo na entrevista.
Então fomos à agência e quando chegamos era na verdade um sobrado que não tinha placa aparente. Quando tocamos campainha fomos recebidos por uma moça, por sinal muito bonita, que estava com um top minúsculo e micro-saia. Enquanto aguardamos, Luiza foi ao banheiro retocar a maquiagem e enquanto isso eu fiquei na recepção e aquela deusa na minha frente tinha uma carinha de safada e estava com as pernas descruzadas que dava pra ver levemente sua calcinha. Fiquei louco de ver aquilo, mas por outro lado com medo do tipo de empresa que ela estava entrando.
Quando Luiza voltou à sala, ela foi prontamente chamada para a entrevista com o diretor no andar de cima, no entanto a secretária não permitiu minha presença na entrevista. Depois que a Luiza subiu as escadas eu delicadamente conversei com a secretária perguntando se era possível eu subir e acompanhar ao menos de longe a entrevista, pois era a primeira que Luiza tinha desse tipo.
Ela sorriu e perguntou se eu era namorado, e quando disse que era o marido, ela deu mais uma risadinha perguntou se eu realmente tinha certeza que queria ver mesmo, pois talvez não me sentisse confortável com o que poderia ver... quando perguntei o porque ela retrucou perguntando se gostava de ver minha esposa pelada na frente de um estranho... naquela hora eu gelei e meu coração bateu forte... foi então que eu insisti para ela me levar lá.
Ela então me levou na parte de cima e implorou para que eu não fizesse nenhum barulho, pois ela não estava autorizada a me levar lá. Ela ficou junto comigo para espiar e ficamos parados na sala ao lado, atrás da porta, de onde era possível ver e ouvir tudo pela fresta. O espaço era tão pequeno que eu tinha que ficar com o corpo colado no corpinho daquela secretária... imagine se a minha esposinha visse aquilo...
O tal diretor devia ter uns 35 anos, era boa pinta e estava em forma, além dele só havia o fotógrafo lá. A entrevista começou e o diretor explicando no que consistia aquele emprego, que seria um trabalho onde ela posaria de lingerie e possivelmente seminua para anúncios publicitários em sites e revistas. Luiza não demonstrou muito espanto e aparentou concordar com aquele emprego... nossa, eu fiquei puto da vida.
O diretor então disse que faríamos o teste então e pediu para ela tirar a roupa que iria examiná-la. Minha esposinha, sem nenhum constrangimento, foi lentamente desabotoando sua camisa e mostrando seu sutiã provocante e em seguida virou de costas e pediu ajuda para o diretor para tirar o sutiã. Ele deu um sorrisinho e prontamente atendeu ao pedido. Ela então tirou a saia se inclinando, e sem dobrar o joelho, o que fez seu bumbum delicioso ficar todo empinado apontando na direção daquele diretor sacana.
Nesse momento, a secretária começou a se tocar bem discretamente, levando as mãos à bucetinha e respirando mais forte bem perto da minha orelha.
Minha esposinha já estava só de calcinha e perguntou se daquele jeito estava ok ou se precisaria tirar a calcinha também... o diretor explicou que ele precisava verificar sua vagina, para ver se sairia bem nas fotos.
Minha esposinha prontamente tirou a calcinha até a metade da coxa e deixou-a cair até os pés, então agachou para pegar a calcinha enquanto olhava para cima, nos olhos do diretor. Luiza então falou para ele que ele havia mencionado apenas lingerie e seminua, mas não totalmente nua... ele remendou dizendo que como ela tinha o corpo excepcional poderia utilizá-la para campanhas eróticas e que ela ganharia muito mais dinheiro desse jeito... ele disse que para cada foto nua ela ganharia R$ 100. Os olhos dela brilharam nesse momento... ele complementou dizendo que no caso de filme de nudez seriam R$ 300 por hora... Luiza abriu um sorriso, quando ele voltou a complementar que filme de sexo explícito são R$ 500 por hora. Luiza se espantou e se demonstrou interessada pelo sorriso espantado no rosto e dizendo: nossa, como vocês pagam bem para fazermos o que gostamos. E os dois riram bastante... Eu estava puto da vida.
Luiza questionou se ganharia cachê para as fotos daquele dia. O diretor disse que a princípio não, pois não utilizaria o material para fins publicitários, mas se ela quisesse iniciar naquele dia ele poderia pensar o assunto... Luiza implorou que iniciasse naquele dia, pois assim poderia ganhar alguma experiência prática na área... o diretor pensou um pouco e concordou, mas disse que naquele momento estava precisando apenas para fotos eróticas... Luíza aceitou na hora, dizendo que ele era muito gentil.
O diretor a colocou no sofá de perna aberta e pegou o kit de maquiagem... de lá ele tirou um tubo de lubrificante e passou dentro da bucetinha da minha esposa... ele utilizava os próprios dedos num movimento de vai-e-vem enquanto ela demonstrava nítido tesão pelo que estava acontecendo. Fiquei puto, pois ela estava lá a trabalho e não para se divertir.
O diretor, já de pau duro, posicionou a minha esposa de 4 no sofá e colocou a cabeça daquele pauzão na bucetinha da minha esposa enquanto o fotógrafo ia tirando várias fotos e de várias posições. Ele falava: faz carinha de safada pras fotos...
Eu já estava de pau duro atrás da porta e nisso a secretária falou no meu ouvido: O corninho tá com tesão, é? Então eu vou aliviar sua barra corninho. Nisso ela pegou no meu pau e começou a bater uma punheta bem devagar... que delícia era aquela mão.
A vadia daquela Luiza perguntou:
Luiza: porque você só colocou a pontinha e não seu pau inteiro dentro da minha bucetinha?
Diretor: nas fotos desse tipo não se coloca o pau todo. Mas depois dessa sessão eu coloco para você sentir, se você quiser.
Luiza: bom, na verdade não estava pedindo para você enfiar esse pau gostoso dentro de mim, eu só estava perguntando o porquê você não tinha colocado.
Ele então pediu para ela se ajoelhar que fariam algumas cenas de sexo oral. Quando ele aproximou o pau da boca dela, a vadia da minha esposinha foi logo pegando naquele cacete e enfiando ele inteiro na boca, chupando com um movimento rápido. O diretor falou que ela tinha uma boca deliciosa, mas ela teria que colocar apenas a pontinha na boca para o fotógrafo conseguir tirar as fotos e rindo disse que depois ela poderia chupar o quanto quiser...
Nisso eu já não agüentava mais de tesão e explodi da mão daquela secretária, e ela disse falou: Nossa corninho, já gozou, sua mulher ainda nem começou a diversão...hehehe.
O diretor a minha esposinha terminaram o trabalho, e nisso Luiza disse que era duro trabalhar naquele ramo... ele perguntou porque, e ela respondeu que durante a sessão ela ficou muito excitada mas aquilo era só o trabalho e não podia rolar prazer. O diretor disse que não era bem assim, que muitos nesse ramo fazem um ‘sexo profissional’ no final de cada trabalho para que não fiquem com essa sensação incômoda de tesão durante o resto do dia inteiro.
Nisso o diretor pediu para o câmera sair da sala que ensinaria à Luiza como era o ‘sexo profissional’. Aquele desgraçado então fudeu Luiza inteirinha, e ela adorando aquele emprego e fudendo gostoso, rebolando em cima daquele pau enorme. Quando minha esposinha estava quase gozando, o diretor parou, tirou o pau daquela buceta e enfiou a pontinha no cuzinho da Luiza... nesse momento ela forçou seu cuzinho contra aquele pau duro e fez ele entrar gostoso até ela gozar como uma vadia... e diretor então gozou forte naquele cuzinho (e eu já de pau mole atrás daquela porta).
Eu e a secretária descemos até a recepção e esperamos mais uns 10 minutos lá, nisso a secretária teve tempo de terminar sua siririca e gozou gostoso na minha frente, só pra eu ver... ela tinha uma bucetinha lisinha... porque eu não comi aquela delícia, eu perdi essa oportunidade, apesar de não ser muito ético pois a minha esposa não me traiu pois estava lá a trabalho e se eu fudesse aquela secretária estaria traindo minha querida esposinha.
No carro, já de volta pra casa, eu perguntei à Luiza como tinha ido e ela disse que o diretor fez várias perguntas e que tinha tirado algumas fotos também para teste. Eu perguntei como tinham sido as fotos. Ela falou: ah meu bem, eu fiz algumas poses de modelo e o diretor me ensinou bastante coisa sobre como tirar as fotos e as poses que eu devo fazer e etc...
Bom, por sorte ela conseguiu o trabalho nessa agência e vai todos os dias trabalhar... fico muito feliz que ela arrumou o emprego que ela queria na área de moda.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Como minha mulher virou uma putinha parte 1

Estávamos casados há 6 anos, e minha esposa começou a falar sobre transar com outro homem e perguntou o que eu achava disso. Eu fiquei meio sem entender o que ela queria, se era só provocar ciúmes ou queria realmente um swing. Não sabia o que ela queria realmente ouvir. Cada vez ela falava mais seguindo, sempre tocando no assunto. Um dia, resolvi puxar o assunto e ela revelou que tinha uma fantasia há bastante tempo. Ela queria transar com outro homem na minha frente. Eu disse que nunca tinha pensado naquilo e que apesar de não sentir achar ruim ela pensar e fantasiar sobre a transa, não sabia se achava legal tornar realidade. Mas ela não desistiu e sempre quando íamos fazer amor, ela falava desse desejo, que queria se sentir com outro homem, de ser sentir putinha nos braços de outro. (só para esclarecer, antes de nos conhecermos ela só tinha tido um namorado e mesmo assim só tinha tido três transas com o ex.). Que queria se mostrar para mim, rebolando em cima, ou em baixo, de outro pau, de gozar várias vezes. Isso a deixava louca, ela transava como todas suas energias. Mas eu sempre falava que achava que não deveríamos fazer, devíamos deixar somente em fantasia. Não nego, entretanto, que aquelas conversas acabaram me excitando. Comecei a imaginar minha esposa como uma puta dando para outro, me deixava com ciúme mas com um tremendo tesão. Comecei eu também a ter desejo e tesão de ver minha esposa transar com outro homem, na minha presença.
Após vários pedidos e insistência, por parte da Ana, que dizia que adoraria estar com outro, na minha frente. Eu deveria só olhar, sem participar. Custou, mas de tanto insistir, depois de quase um ano, ele falei que queria experimentar seu desejo, sem no entanto prometer que deixaria rolar tudo, que agüentaria ver minha esposa dando a xotinha para outro na minha frente. E além disso que não gostaria de ser algo planejado que, gostaria que fosse algo de maneira natural. Se ela aceitasse estas regras, eu disse que estava começando a achar legal ver minha esposa ser a putinha da cidade. Depois de uns 2 meses, de provocações de ambas as partes, dentro de um clima sensual/erótico eu a convidei para sair com uma roupa super sensual e provocar outros homens na rua. Como uma preliminar para a nossa fantasia. Escolhemos para ela usar: um vestido bege, curto, tipo tomara que caia, meias 7/8, sem calcinha ou sutiã, para não marcar no vestido, sapatos de salto bem alto. Resolvemos começar o passeio por um Shopping e depois ir passear em uma rua onde existiam vários barzinhos No shopping, ela chamando a atenção de todos. Sentamos em uma mesa, pedimos cerveja e ficamos conversando, ela cruzava e descruzava as pernas propositadamente para me provocar e para se exibir. Eu e todos por perto, não conseguíamos tirar os olhos das suas pernas. Ela estava maravilhosa, uma perfeita escultura com o vestido justo. Nós nos afastamos, eu seguia a uns três metros atrás da putinha. Enquanto passeamos pelo shopping deixamos todos os homens com torcicolo e as mulheres mortas de inveja. Quando subiu as escadas, ela escolheu propositalmente a escada normal, que apresenta vãos entre os degraus. Com isto fez a alegria de todos que estavam observando-a, pois de baixo era visível sua xotinha quase depilada e sem calcinha. Após isto, resolvemos sair, antes de arranjarmos confusão com a segurança do Shopping. Na rua dos barzinhos, ela passeava novamente sozinha, a alguns passos na minha frente e era cantada por vários homens. Eu estava gostando da sensação de ver minha esposa ser admirada e cantada na rua. Eles não paravam de olhar para trás e mexer com ela. Chamando de coisas que eu não escutava direito, mas deveria ser de putinha, gostosa, tesão e outras palavras chulas. Claro que fez o maior sucesso até voltarmos para o carro.
Passamos algum tempo fazendo esses passeios sensuais, ate que um dia, surgiu pela primeira vez à chance para o tão desejado encontro. Estávamos de férias e fomos em um dos barzinhos da cidade, pedidos uma cerveja e ficamos conversamos. Enquanto isso, ela cruzava e descruzava as pernas propositadamente para provocar os homens próximos a nossa mesa. Ela estava com um micro vestido preto e justo, por baixo vestia uma calcinha minúscula que, entrando no seu reguinho, deixava a bundinha toda exposta. Em resumo, estava um tesão. Vários não tiravam os olhos das suas coxas. Depois de algum tempo um rapaz se aproximou da mesa e começou a conversar. Para deixa-lo mais à vontade eu resolvi ir ao banheiro. Como combinado, ela começou a mudar o assunto da conversa. O rapaz começou a ficar excitado e a fazer elogios, não tirando os olhos das coxas de minha esposa, acho que quase enxergando a calcinha que mal tapava sua xotinha. Voltei para mesa e continuamos a conversar sobre prazer, após algum tempo disse que estava na hora de ir embora e ofereci uma carona.
Chegando ao estacionamento, ao entrar no carro, com a um movimento proposital de Ana, o vestido acabou subindo bastante, expondo toda a coxa e deixando aparecer o fundinho da calcinha. Dei partida no veiculo e continuamos com conversas maliciosas e desconexas, o clima foi esquentando ate que o rapaz tomou a Ana em seus braços e beijou-me demoradamente, fazendo com que sua língua entrasse por entre seus lábios roçasse o céu de sua boca. Sem demora, ele beijou-a no pescoço, chamando-a de gostosa. Sem ela reclamar, consentindo em novas investidas, ele colocou sua mão sobre suas coxas, alisando-as até encostar seus dedos na vulvinha, que esta hora já deveria estar molhadinha. Ele continuou o carinho pelo pescoço e enfiava e tirava sua língua da orelha dela, coisa que sei que a deixa louca. Completamente excitada, ela gemia e pedia para ser levada para um motel, onde queria ser tratada como uma mulher vadia. Pensei em um motel próximo e que aceitasse trio, entre os motéis que já tínhamos previamente selecionados para esta nossa transa, e sem demora rumei para lá. Durante todo o trajeto ela recebia carinhos cada vez mais íntimos e falava (entre murmúrios) palavras completamente despudoradas, como uma legitima putinha que sonhava ser.
Quando eu tranquei a porta do quarto, continuamos a conversar sobre fantasias e bobagens sobre sexo, com o único objetivo de aumentar, ainda mais, o tesão. Como um gatilho erótico, a Ana levantou-se da cama e caminhou ate metade do quarto e se abaixou como que para pegar algo e deixou aquela bunda maravilhosa para o alto. Nossos paus subiram e ficaram duros com aquela visão.O rapaz a pegou por trás, levantou seu vestido. Ela gemia e se contorcia. Eles começaram a se beijar delicadamente, e ele foi passando suas mão em cada parte do corpo sobre a roupa. Calmamente foi levantando seu vestido e deixou a apenas com sua calcinha minúscula, quase totalmente nua. Começou a beijar todo seu corpo, lambendo aqueles pequeninos seios que a deixou louca. Desceu e começou a lamber sua bocetinha que já estava molhadinha, ela mordia o lábio e se contorcia mostrando como estava com tesão. Lambeu seu grelinho e começou a lamber seu cuzinho. Como estava taradinha e putinha a Ana, ela gemia baixinha e gostosa. Ele tirou sua roupa e ela começou a punhetá-lo um pouco, sentindo seu calor e suas veias pulsando nas suas mãos. Diante das carícias o rapaz agarrou a cabeça da minha esposa e empurrando-a para baixo, louco por um boquete. Ela obedeceu prontamente. Segurando o cacete pela base, deixando a glande bem exposta e abocanhou somente a cabeça, e sugava gentilmente, roçando a língua na região do orifício. Ele começou a gemer, pedindo para que ela colocasse o pau inteiro na sua boca, iniciando um vai e vem delicioso de ser observado. Após um tempo neste vai e vem, ela abocanhou o pau inteiro e começou a chupar como uma louca. Eu nunca a tinha visto tão putinha e gostosa chupando um pau. Ela chupava até quase engolir o saco do rapaz, que sem agüentar mais disse: 'Espera um pouco, se não vou gozar.' Ela parou somente para dizer docemente, com uma cara de puta: 'Goza.' E continuou a mamada e ele esguichar um jato em sua boca. Com a boca entupida com esperma, sem forças para mais nada, ela ficou descansando e deixando escorrer, pelas bordas dos lábios e lambendo com a língua a porra dele por um bom tempo. Como que retribuindo o carinho , ele começou a chupa-la.
A xotinha da Ana, piscava de tesão entre os dedos do rapaz. Ana jogava o corpo para cima, gemia, gritava e xingava, mexendo os quadris grandes e largos. O homem desceu a mão e enfiou dois dedos na xotinha dela. Eu via nitidamente os dois dedos grossos entrando e saindo por entre os lábios da putinha. Ela tremia toda, parecia fora de si. Apertava os seios, beliscando seus próprios bicos. Ele enfiou o rosto por entre as coxas dela e começou a passar a língua, indo do grelo ao cuzinho. Ela reagia gritando alto: "Chupa, chupa mais, passa a língua na minha xota vadia". Ela começou a gritar escandalosamente como uma puta vadia. Até que ela deu mais um grito mais forte e, gozando, esparramou-se na cama. Ficou lambendo e enfiando a língua até ver a minha esposa putinha relaxar do gozo. Após gozar com a língua do rapaz, ela ficou completamente mole, mas ele, sem dar trégua, a carregou até a cama e terminou de despi-la. Ele foi logo se encostando a xoxotinha, completamente molhada. Eu falei "A putinha adora levar um pau na boceta". Ela estava louquinha e senti que tudo que o rapaz pedisse ela faria com muito prazer. Ele colocou a cabeça em sua xota e forçou para entrar e começou com os movimento de vaivém. Ela dengosamente pediu para meter fundo em sua bucetinha. Ela dizia : "Hum que delícia... Mete gostoso ... Mete em sua putinha ... Faz eu gozar muito." O pau foi entrando com um pouco de dificuldade, mas ela foi gingando e rebolando e falando baixinho "Deixa-me encaixar esse pau , vem, vem calma , devagar, assim ,assim, gostoso". Com este movimento o caralho já estava todo alojado na xoxota encharcada e ele começou a fode-la como uma fêmea de verdade gosta, com potência, com vontade, socava o caralho dentro daquela boceta até ela pedir para parar ou gozar, mas a putinha agüentava tudo numa boa , se deliciando, parecia que estava flutuando enquanto estava com o caralho atolado dentro dela. Ela gemia e o rapaz empurrava o pau cada vez mais para dentro, quase rasgando a xotinha Ele já não podia resistir e sem conseguir controlar e foi entrando e saindo cada vez mais rápido e fundo, fodendo a xotinha com intensidade. Sentindo que o gozo estava próximo ela também começou a gemer demoradamente e rebolando ajeitou-o todo dentro do seu corpo, tendo espasmos de prazer. Ela gemia, abraçava fortemente o rapaz, enquanto ele bombeava, enterrava, abrindo passagem pela sua boceta deliciosa. Eu falava: vai putinha, goza, trepa gostoso, fode esta xotinha que era só minha. Então gozaram. Gozaram juntos loucamente.
O rapaz começou a alisá-la. Ele lhe deu um banho de língua, chupando dos pés a cabeça, terminando por lamber novamente a xotinha. Eu disse para continuarem pois estava adorando o que estava vendo. Ele continuou fazendo carinho na putinha e enquanto a acariciava, ele a foi virando e deixando-a virada de bruços, nua, com as pernas generosamente abertas e a bundinha bem empinada e, lentamente, passava o suco da xota no anelzinho piscante de Ana. Ele veio deslizando com a língua e a enfiou dentro do cuzinho piscante, parecia que Ana tinha levado um choque. Enquanto a língua percorria o cuzinho, ela gemia e rebolava feita uma louca. Com o dedo, ele foi deslizando pelas costas dela, descendo pelo rego de sua bunda e encontrou seu cuzinho. Quando chegou no cuzinho, ele começou a forçar a entrada. O cuzinho dela se abriu e engoliu o dedo, e vagarosamente o dedo foi empurrado para dentro dela. Seu ânus se contraia prendendo e soltando o dedo. Era demais ver o cuzinho apertar daquele jeito. Foi nesta hora, que o rapaz achou que o terreno já estava livre para comer o cuzinho da putinha. Ele pegou o pau e colocou na portinha do seu cuzinho. Mas quando ele começou a forçar, e sei que tem que fazer bastante forca, pois ela é muito apertadinha lá, ela gritou: Não posso, não quero. Não estou preparada para liberar o cuzinho que é só do meu maridinho para outro pau. O rapaz ficou mais excitado ainda quando escutou que o cuzinho só tinha tido um dono, mas ela prosseguiu: Ainda não estou pronta!. Eu, surpreendendo até a mim mesmo, falei Mas putinha, deixa o rapaz, ele está sendo muito carinhoso, acho que você vai adorar. Entretanto, o rapaz não quis força-la, e disse que ainda poderia brincar de uma coisa sem penetrar no cuzinho. Que desejava muito comer o cuzinho da putinha, mas não queria nada forçado. Ele se deitou por trás de Ana e encaixou seu pau entre suas coxas, deslizando-o num gostoso movimento de vai-e-vem, não demorou e ele gozou deixando seu sêmem escorrer por entre as pernas de Adriana. Realizada com a foda e feliz por não ter dado o cuzinho minha esposa beijou todo corpo do rapaz e se dirigiu para o banho. Dizendo que iria tomar um belo banho para depois sair e jantar com seus dois machos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Fui corno na casa de campo

Eu e minha esposa adoramos sexo. Ana sempre foi uma mulher excepcional. Estamos casados há quatro anos, tenho 34 anos e Ana 27, ainda não temos filhos. Eu descobri sua tendência ao exibicionismo e a incentivei a explorá-lo. Foi numa brincadeira num posto de gasolina. Aquelas coisas de deixar a calcinha aparecendo para o frentista, e fingir que não percebeu o intrometido. O que era brincadeira foi virando rotina no nosso relacionamento. A partir daí criamos um jogo de provocação, onde só eu e Ana podia jogar. Os "escolhidos" eram simples espectadores.
Era um jogo bem simples e extremamente excitante. Nós dois saiamos, geralmente à noite, como dois caçadores. Escolhíamos o lugar e nossas "vitimas". Estudávamos todas as possibilidades e limitações da ocasião, e só então partíamos para o ataque. Com a nossa presa sob nosso jugo, e já satisfeita com o resultado de nossa caça, eu e Ana saíamos do local com a mesma rapidez que abordávamos a "vitima", e deixávamos o coitado "a ver navios". Nossa noite sempre terminava com uma transa incrível.
Esse jogo era também perigoso, pois o grande prazer era sempre avançar um pouco mais, e chegar cada vez mais perto de nosso limite. Por isso as regras eram bem definidas. O cuidado que tínhamos em escolhermos o lugar e a hora para essas nossas loucuras, era uma das principais. Também tomávamos o cuidado para não perdemos o controle da situação, e nunca deixávamos ninguém ultrapassar nossos limites. Quem quisesse entrar no nosso jogo, teria que jogar com nossas regras.
Foi assim que conduzimos nosso relacionamento durante muito tempo, mas nas nossas ultimas férias de verão, vivemos uma aventura bem diferente de tudo que nós tínhamos vivido até então, e que colocou uma nova ordem no nosso relacionamento.
Todo ano passamos uma parte de nossas férias na casa de meus pais. Essa nossa temporada na casa deles é sempre muito esperada durante o ano inteiro, pois apesar deles morarem numa cidade pequena, sem muito que fazer, meu pai tem uma pequena chácara na beira de um lago formado por uma represa, onde eu e Ana passamos a maior parte do tempo quando estamos na cidade. O lugar é um verdadeiro paraíso do sossego. As outras chácaras são bem distantes uma das outras, e dá para ficar bem à vontade.
Como iríamos ficar apenas quatro dias na cidade, combinamos de ir para o lago todos os dias. Mas as coisas não saíram como nós planejamos. Já no primeiro dia, meus pais tiveram a idéia de fazer um churrasco. Era para ser um programa chato, mas quando meu primo Junior e seus amigos chegaram, eu vi que nem tudo estava perdido. Entre os amigos de Junior, todos eles na faixa dos 25 anos, um se destacava de longe. O rapaz, em pleno gozo de sua juventude, era alto e forte. Tinha um belo físico e um rosto perfeito. Tive a impressão de conhecê-lo, mas pensei ser algum novo amigo do meu primo. Alguém então o chamou pelo nome. Eu não acreditei que aquele era Fred, um amigo de infância de Ana, que foi seu primeiro e único namorado antes de me conhecer. Ela adorava falar dele pra me provocar ciúmes. Sua fama não era das melhores. Brigas, pegas de carro, eram infrações que não cabiam mais em seu currículo. Ele também tinha fama de "pegador", e rolava uma história na cidade _ já viram como é cidade pequena _ que uma conhecida de Ana tinha se separado do marido por causa dele.
Ana então o viu e comentou comigo que Fred estava diferente, mais bonito e com jeitão de “garanhão” e percebi que ela ficou um pouco entusiasmada em revê-lo. Confesso que fiquei com ciúmes, mas disfarcei e disse "Garanhão!? Com esse jeitinho de bicha?". Achei melhor não levar a conversa à diante e disfarcei, pedi licença e fui procurar uma cerveja para beber. Ana se dirigiu a eles e cumprimentou um a um e quando chegou na vez de Fred, se abraçaram e deram beijinhos na face e ficaram conversando animadamente.
Na mesa percebi claramente que Ana não resistia em ver aquele objeto do desejo tão próximo, e resolvi pelo menos me divertir um pouco. A primeira coisa que fiz, foi dar sinal a ela pra que provocasse o Fred e ela não se fez de rogada, e na primeira oportunidade se abaixou na mesa, deixando os seus peitinhos à mostra para Fred. Percebi que Fred viu tudo e de onde eu estava podia sentir sua excitação. Ele passou o resto da tarde olhando minha esposa com aquela carinha de menino pidão.
À noite Ana me contou o que tinha feito. Eu ri e tivemos uma transa arrasadora no silencio da casa dos meus pais. E que transa. Quando eu e Ana transamos, eu sempre gosto de ficar por cima e controlar a situação, mas naquela noite minha mulher me surpreendeu. Eu nunca a tinha visto tão dominadora e agressiva como naquela ocasião. Ela estava muito excitada e me deixou preocupado e com ciúmes.
No ultimo dia nosso na cidade, fomos cedo para a chácara, já que naquele dia teríamos a casa só para nós dois. Ana colocou um shortinho jeans, bem "surrado", estrategicamente desfiado, que deixava parte de sua bunda a mostra, e um top branco, feito de crochê.
Na parte da manhã curtimos bastante o sossego e a paz do local. Depois fomos de jet-ski a um clube que fica do outro lado do lago, onde ficamos até o inicio da tarde. Quando voltávamos, ao nos aproximarmos da casa, vimos uma movimentação de várias pessoas na varanda. Achamos aquilo estranho, pois naquele dia esperávamos ter a casa só para nós dois. À medida que aproximávamos, a música ia ficando cada vez mais alta, e a algazarra já se ouvia de longe.
Na frente da casa estava parado um carro e um pick-up. Era o Junior, meu primo com mais três rapazes, e quatro garotas. Era o fim do sossego e das nossas férias também. Eles faziam a maior bagunça. Ao redor deles estava cheio de latas de cervejas vazias. E pra piorar as coisas, percebi que um dos rapazes era o Fred.
Negociei com meu primo, para que ele fosse para a beira do lago e nos deixasse com a casa. Da varanda dava para vê-los perfeitamente, já que a casa não fica muito longe da beira da água, e é num ponto alto. Ficamos sentados olhando eles se divertindo. Os rapazes pareciam disputar quem chamava mais à atenção das garotas. Eles se exibiam para elas com brincadeiras bobas, típicas da idade. Não perdi a oportunidade para provocar minha esposa, dizendo que o Fred tinha jeitinho de moça.
Meio a uma bagunça provocada por uma visível embriaguez, os rapazes vieram em direção a casa e foram para a sala. Eu e minha esposa continuamos na varanda, mas como uma grande porta de vidro que liga a sala à varanda estava aberta, ficamos praticamente todos juntos. Com a desculpa de estar à procura de uma cerveja, foi para junto deles. Tomei umas cervejas com eles, conversei com todos, menos com Fred que só me olhava com seu ar de superioridade.
Eu então comecei a conversar com a garota que estava com Fred, e enquanto isso, o rapaz sem dizer nada, se sentou no sofá e ficou sozinho. Nesse momento Ana chega e se junta a nós. Entre uma cerveja e outra, todos ficaram bêbados. Inclusive eu. Fiquei conversando com os outros dois rapazes, as garotas e minha esposa, enquanto Fred permanecia sozinho, me olhando com seu ar de boçal. Evitei o máximo em olhar para ele, mas no auge da nossa festinha, minha esposa e as garotas começaram a dançar, para o deleite dos rapazes, e era praticamente impossível não perceber que Ana não tirava seus olhos de cobiça de cima do Fred.
Todos ficaram chapados e bêbados. Eu estava bêbado e minha cabeça girava um pouco com aquela musica alta. Ana continuava a tentar desviar seu olhar para o Fred, mas não conseguia, principalmente quando Eu foi para a varanda junto com a garota. Ai minha esposa ficou mais à vontade, e trocou olhares insinuantes com ele. Fred aproveitando o momento fez um sinal a chamando para perto dele. Fiquei por um instante sem saber o que fazer, mas um tesão enorme tomou conta de mim e não fiz nada. Só os observava. Ele fez sinal para que ela sentasse do seu lado. Ana permaneceu em pé, e só se inclinou para escutar o que ele queria dizer a ela. O safado sem dizer nada colocou o cigarro dele em sua boca. Ela puxou um pouco, e vendo que eu não esbocei nenhuma reação negativa, não resistiu. Apoiou-se em suas coxas grossas e ficou inclinada em cima dele, deixando praticamente seus seios em seu rosto. Ana ficou dançando naquela posição olhando bem no fundo dos olhos dele. Fred só se mexeu para levar o "cigarro" em sua boca novamente. Fiquei alucinado de tesão e ciúmes ao mesmo tempo, tudo parecia estar em câmara lenta. Fred então puxou seu rosto e falou algo a ela e em seguida ela começou a tirar o short e, só de biquíni, voltou a se inclinar em cima dele. O rapaz correspondeu com um sorriso maroto, e olhou por trás dela. Ela então olhou para trás e viu os outros dois rapazes se deliciando com a visão de sua deliciosa bunda, enquanto suas garotas dançavam. Ela então falou alto e em bom tom pra dele: "Quer parar de me exibir para seus amiguinhos, eu tenho dono". Sob o olhar perplexo do pessoal que estava na sala ela sentou no colo de Fred. Quase enlouqueci nessa hora, mas a garota que estava antes com ele e naquele momento estava ao meu lado, me puxou e me disse que eu provoquei e que era melhor deixar rolar. Ana então segurou seus cabelos para cima para que ele a beijasse e mordesse a vontade seu pescoço. Vi quando ele sorrateiramente fez sinal para seus amigos, e estes saíram com suas garotas em direção à porta, dizendo que iriam para o clube. Eles então ficaram sozinhos na sala. Minha reação foi me levantar e interromper tudo. Fiquei pensando se não tinha ido longe demais e se não seria uma boa hora para parar com aquela loucura. Pensava também numa desculpa para sair fora daquela situação. De onde eu estava eu vi um dos amigos de Fred, antes de sair, dar um tapinha no seu ombro e dizer:
_ Vai lá garanhão, faz essa por mim! Deixa que eu cuido do corno! _o outro, de forma mais agressiva, completou _ come ela direitinho malandro, manda ver, que esse corno vai entrar para história!
Uma das garotas comentou: "coitado do cara _ no caso, eu _ nem sabe o que esta acontecendo!". Fingi que não tinha ouvido, mas aquele clima de traição que estava rolando estava me deixando muito excitado e passei a fingir que estava muito embriagado.
Os rapazes se dirigiram até mim e tentaram me convencer a ir com eles para o clube. Recusei, alegando que iria dormir, pois estava muito bêbado. Eles então se foram e só ficamos nos três na casa. Nesse momento me dirigi para a sala vi quando Fred foi em direção a minha mulher e sem nenhuma resistência da parte dela começou a beijá-la. Suas mãos a segurava com força. Olhando nos olhos dela ele invadiu sua boca com sua língua atrevida. Ela até que tentou, mas não conseguiu resistir e trocaram ardentes beijos. Ele puxou seu biquíni para cima enfiando-o ainda mais na sua bundinha. Ela olhou para o lado e levou um susto a me ver, Tirou as mãos de Fred de seus peitos e o afastou. Ele então disse: "Dispensa logo esse corno, porra!". Os dois amigos de Fred que sabiam o que estava rolando, nos olhavam de dentro do barco como se esperassem uma reação de minha parte, mas não vendo reação nenhuma, saíram em direção ao clube dando gargalhadas.
Eu me joguei no sofá perecendo estar desacordado. Ela me perguntou se estava tudo bem, fiquei calado, só balancei a cabeça. Fred veio até Ana e a tirou do meu lado. Voltam a se beijar, e agora suas línguas pareciam disputar qual era a mais ávida. Tudo isso comigo bem ali do lado deles. Fred a levou para o sofá e a sentou no seu colo. Meu coração estava a mil. O tesão aumentava cada vez mais. Eu então dei uma remexida no sofá. Ana reagiu soltando Fred, que a segurou pelo braço e disse de forma ríspida: "Deixa essa mané de lado, não ta vendo que ele ta gostando do se corno".
Fred se levantou e na frente do seu rosto, enfiou a mão dentro de seu calção, e de lá sacou um belo e enorme cacete, que apontou direto para seu rosto _ existe coisa, mais excitante para uma mulher que ver um cacete duro apontando para seu rosto?_. Ana não se fez de rogada e avançou naquele homem como uma predadora avançando na direção da caça. Segurou com as duas mãos aquele pênis grosso e longo. Ficou até mesmo sem saber por onde começar a saboreá-lo. Lambia toda extensão do pau dele. Deslizava sua língua das bolas até a cabeça apreciando cada centímetro daquele cacete. Nem se lembrando que eu estava ali atrás deles. Eu estava paralisado. Só conseguia ver sua cabeça se movimentando, e como ainda não acreditava no que estava acontecendo, Fiquei simplesmente olhando minha mulher chupando o cacete do Fred. Ela ainda jogava o seu corpo em direção ao meu pau que a essa altura já estava fora do shorte e chupava o rapaz, mas em determinado momento ela parou, e só se dedicou a chupar o pau de Fred. Eu me aproximei e comecei a acariciar as costas dela, mas ela estava tão concentrada em Fred, que sem dizer nada, me ignorou. Ana foi parar entre as pernas de Fred que estava sentado no sofá, e continuou a chupá-lo. Só parou quando foi interrompida por mim, que visivelmente perdido e transtornado ofereci meu pau a ela também. Ela chupou os dois alternadamente, mas estava nítida a sua preferência por Fred, que ganhava chupadas mais longas e fortes. Eu cheguei a segurá-la pelo cabelo, para que ela dedicasse mais tempo a mim. Ela nem percebeu minha tentativa desesperada de participar da transa e mandou-me ficar somente assistindo e passou a dar exclusividade ao Fred. Ela lambia e mordiscava delicadamente o pau dele, e depois o sugava com todas as suas forças em curtos intervalos, só para ver o rosto de desespero dele. Senti-se plena em finalmente dominar aquele garanhão, que ao invés daquele arrogante ar de superioridade, agora tinha uma expressão de subjugação.
Eu, naquele momento fiquei totalmente tomado por um tesão e por um ciúme arrebatador.
Fiquei com os olhos arregalados em ver ela daquele jeito. E se as coisas já tinham fugido do nosso controle, foi nesse momento que tudo ficou totalmente caótico. Ela já não se agüentava mais, e criou coragem para fazer o que já era inevitável. Levantou-se, e diante da perplexidade de nós dois, principalmente eu, Ficou de costas para o Fred, e deixou claro que queria cavalgar naquele pau maravilhoso. Depois de duas ou três tentativas, ela conseguiu encaixar o pau de Fred em sua buceta. Bem devagarzinho, ela foi rebolando em cima dele. Rebolou e remexeu em cima da pica dele, até que sua buceta o engolisse todo. Eu procurando meu lugar naquela situação fiquei em sua frente, para que ela me chupasse, e enquanto ela trepava em Fred, eu podia me deliciar com suas chupadas. Eu naquela altura dos acontecimentos tinha me transformado definitivamente num mero coadjuvante na cena. Eu só pude ficar olhando, quando Fred, segurando com as mãos na parte debaixo das coxas de Ana, tirando seus pés do chão, abriu totalmente suas pernas, e a deixando praticamente suspensa por seu pau, começou a comê-la. O pau dele estava todo cravado em sua bucetinha, e com aquilo tudo dentro dela, sua cara de satisfação e de dar gosto ver. Sentindo-se toda preenchida, ela gemia como uma louca. Aos poucos ele foi aumentando a força, até que literalmente a lançava para cima e a amparava com o seu pau, a fazendo perder de vez o controle. Aquela mistura de medo e excitação foi tomando conta dela, até que ela entrou em desespero, e como se estivesse num transe hipnótico, começou a implorar de uma forma quase que infantil para Fred parar. Eu estava de boca aberta, e a vendo enlouquecida, e se debatendo de um lado para o outro em cima de outro homem, não sabia se ela realmente queria parar, ou se aquilo eram apenas seus delírios. O Rapaz continuou inexorável, e sem se importar com suas suplicas, a lançava para cima como se ela fosse um brinquedo. Aquela loucura parecia não ter fim e suas suplicas em cima dele eram inúteis, pois ele só parou quando suas forças se exauriram.
Para ela a trégua veio a calhar, pois ela já estava totalmente sem forças e principalmente sem fôlego. Os dois ficaram alguns instantes tentando se recuperarem do efeito arrasador que aquela loucura causou em ambos. Quando ela tentou sai de cima, Fred passou os braços em volta dela, e movimentando vigorosamente os quadris, recomeçou a comê-la. Recebendo aquela verdadeira rajada repentina de pica na sua bucetinha, voltou ao seu estado de delírio. Começou a gemer continuamente, e seus gemidos também seguiam a mesma cadencia trepidante do movimento. Fred arrancou seu top e libertou seus seios, que já saltaram para fora dançando no ritmo daquele movimento louco. Ana então entrou num alucinante processo de gozo, e o que a restava para extravasar todo seu tesão, era gemer e gritar. Fred que estava em silencio até então, aproveitou para me provocar:
_ Ta calado porque cara? _ Eu a vendo gritando e gozando daquela forma em cima dele, parecia estar em outro mundo _ Não esquenta, fica tocando uma punhetinha, que hoje sua esposa é minha, falou ele.
Ela ainda gemia e se contorcia em cima de Fred, quando num movimento de destreza, sem tirar seu pau da sua xoxotinha, ele a segurou na posição de "carregar noiva", e ficou olhando dentro dos seus olhos com um sorriso bem sacana. Eu vendo aquela cena propus uma pausa. Ela também achou que aquela era uma boa hora para retomarmos o controle da situação, e ia sugerir que Fred a deixasse tomar um fôlego, mas antes que ela pudesse concluir ele a jogou para o lado. Do jeito que ela caiu no sofá, ficou, pois estava toda mole e sem forças. Enquanto Fred a penetrava na posição que se encontrava, de ladinho, Eu, quase que invocando meu direito de marido, pedia para que Fred me deixasse comê-la também.
Fred concordou, mas antes lhe deu uma serie de estocadas, que a arrancaram gritos. Eu deitei do seu lado, todo tremulo. Quando eu a penetrei, meu pau entrou com facilidade, devido ao "estrago" que o pau do Fred tinha feito nela. Meu coração parecia que iria saltar pela boca. Fred ficou de pé nos olhando, Ana não conseguia parar de contemplar aquele corpo musculoso, todo coberto de suor, e principalmente, aquele pau ereto e imponente que apontava para ela. Ele nos olhava de forma depravada, parecia estar se recuperando e tramando algo ao mesmo tempo. Fred ficou bem perto do rosto de minha esposa. Ela ficou olhando aquele pênis reluzente de baixo para cima, e tentando descobrir o que aquela cabecinha suja tramava para nós. Minha esposa estava submissa e olhava para o rosto dele, enquanto tinha sua boca invadida novamente pelo pauzão de Fred. Ele parecia estar cheio de más intenções. Eu não dizia nada, só ficava com meu rosto junto ao dela a penetrando. Fred com os dentes cerrados segurou sua cabeça e começou a forçá-la a fazer um movimento de vai-e-vem com o pau dele quase todo na sua boca. Ana teve que se esforçar para não engasgar. Ele a segurando pelos cabelos, começou a surrar seu rosto com seu pauzão. Era como se alguém batesse com um braço no rosto dela. Ela chegou a ficar com medo, pois ele estava cada vez mais agressivo.
_ Coloque sua língua para fora! _ ordenou ele.
Ana obedeceu, e com os olhos fechados, continuou levando uma surra de pica. Dava para sentir o peso do pau dele batendo em sua língua.
O que aconteceu a seguir foi simplesmente demais. Eu não me agüentei e gozei forte na bucetinha de Ana, gemendo bem perto do seu ouvido e nesse mesmo momento, Fred disse:
_ Vai ser na sua cara. Vou encher sua cara de porra!!
Ana se ajeitou no sofá, pois queria o melhor ângulo para receber a porra dele. Realmente foi um final apoteótico para nossa transa. Um jacto de porra foi em direção ao rosto de Ana, como um chicote e açoitou seu rosto de um lado a outro. A seguir outros atingiram seu rosto e seios varias vezes e em todas as direções. Ela teve que fechar os olhos de tanta porra. Ficamos os três sem ao menos nos mexer, até que cessou definitivamente o bombardeio em seu rosto.
Eu respirava ofegante no ouvido de Ana e ela admirava aquele pau delicioso latejando em sua frente; e Fred com olhos fechados tinha um ar de satisfação plena. Exauridos, curtimos os três aquele momento. Ana, vendo nós dois satisfeitos, se sentiu no seu momento de glória. Pegou a minha camisa para limpar seu rosto e Fred disse, olhando para nós dois com um sorriso mordaz:
_ Puxa! ...Olha só para o corno! Ele está entrando no espírito da coisa. _ por um momento achei que ele estava fazendo tipo, mas Fred dando risada continuou: _Dá uma olhada no rosto do seu marido. _ Ana me olhou e só então entendeu o motivo das chacotas de Fred. Nem eu, nem Ana tínhamos percebido, mas como eu estava com o rosto do lado do dela, quando Fred gozou, tinha levado algumas esguichadas de porra em meu rosto também. Minha esposa ao me ver todo confuso, com um sorriso sem graça e com porra escorrendo pelo meu rosto me Limpou, antes de Fred sair em disparada para o banheiro.
Fiquei conversando com Ana por um tempo na sala. Ela parecia uma boba, pois só conseguia exaltar a virilidade e a potencia de Fred. Ela então resolveu ir a até o banheiro para dar uma olhada em Fred, e saindo da sala comentou: "nossa e pensar que você chamou o Fred de moça". Fred ouviu e veio atrás de Ana, a pegou pelo braço e perguntou:
_ Então ele disse isso!? _mais uma vez ele nos olhou com cara de quem ia aprontar mais uma.
Os dois encontravam-se na copa. Fred a sentou numa cadeira e a fez chupar seu pau ali mesmo, até ficar duro novamente. Minha mulher encaixou o pau dele entre seus seios _ era simplesmente demais ver aquele cacete enorme entre seus seios_ e Ana os movimentava para cima e para baixo, fudendo seu cacete com seus peitos. Amparando aquela cabeçorra com a língua toda às vezes que ela surgia entre seus seios.
Ele a mandou ficar de pé e apoiar os cotovelos na mesa, deixando sua bundinha bem arrebitada e desfrutável, e lambeu sua buceta e seu cuzinho ao mesmo tempo. Quando ela já estava alucinada e completamente molhadinha, ele se levantou e encostou aquela cabeçorra no seu cuzinho. Minha esposa ficou assustada, tentou sair, mas ele era muito forte, e ela estava totalmente dominada naquela posição. Era assustador ver aquele pauzão forçando passagem no seu cuzinho, sem poder fazer nada, Ana resolveu ver até onde suportaria aquilo. Fred começou a foder seu cuzinho, movimentando bem devagar. Era incrível, mas aos poucos foi entrando. Não parecia que aquilo era o tão temido sexo anal, que eu e minha esposa tomávamos tanto cuidado ao praticar. Ana chegou a ficar mais relaxada, mas logo que ela tentou acompanhar seu ritmo dando uma reboladinha, percebeu o tamanho de seu pau e deu um grito. Foi um daqueles: "AAAAAAAHHHHHH!", que sai entalado, digno de um filme de terror e ficou mais uma vez entregue aos caprichos do rapaz. Fred percebeu que eu os olhava e disse:
_ Venha aqui cara, tenho algo para te mostrar!
Quando eu me aproximei, Fred começou desferir fortes golpes, que castigava sem piedade o cuzinho de minha esposa, que estava totalmente vulnerável. Tentando amenizar a força das estocadas dele, Ana foi ficando na ponta dos pés, até que ela praticamente subiu em cima mesa. Fiquei um pouco assustado em ver minha amada naquela posição, e dando aqueles gemidos roucos e sofridos. Quando cessou o ataque fulminante de Fred, eu me aproximei mais e, visivelmente sem graça perguntei:
_ Tudo bem amor?
Fred a puxou de cima da mesa e olhando pra me perguntou:
_ Ainda acha que eu sou uma moça corno!? _/eu não disse nada, só me aproximei mais, e quando vi o pau de Fred cravado no seu cuzinho, fiquei olhando com cara de bobo. Nesse momento Fred impôs uma perturbadora aposta, caso ele fizesse minha mulher gozar por trás, Eu teria que chupá-lo e assim assumir que além de corno era também um viadinho. Ele ia fazendo um movimento lento de vai e vem, mas às vezes ele dava umas estocadas vigorosas, e só parava quando Ana conseguia fugir das investidas dele subindo na mesa. Dando risada, como se aquilo fosse uma brincadeira, Fred a puxava para baixo novamente e iniciava todo processo. Não sei quantas vezes fizeram isso. Era uma luta desigual e num momento de puro delírio Ana gemia e gritava como nunca, e seu escândalo foi como um fósforo na gasolina. Eu que já estava totalmente confundido fiquei ainda mais consternado; Fred enlouqueceu de vez. Ele a puxou para o chão, com uma mão levantou uma das suas pernas, com a outra segurou nos seus cabelos, e continuou a foder seu cuzinho. Enquanto isso, ele insistia em me perguntar: "Ainda acha que eu sou uma moça?". Fred mandou eu me aproximar e assim que cheguei perto ele puxou minha cabeça violentamente para perto.
Eu fiquei praticamente com o rosto entre a bunda de minha esposa e o corpo do rapaz e respondi desesperado: "você não é viado, cara... Olha só o estado que você deixou minha mulher,... Você não é viado...". Ele também mandava Ana me chamar de corno e viado. Ana finalmente gozou com o pau dele entrando profundamente e saindo totalmente do seu cuzinho. Foi o mais longo orgasmo que já tinha visto uma mulher ter. Ana ficou toda dominada por aquele gozo arrasador. Eu tinha me entregado totalmente em seus devaneios e continuava a viajar. Eu então resolvi e falei pra o Fred: "você é demais cara. Já virou minha esposa do avesso, gozou no rostinho dela e agora ta arrombando o cuzinho. O que falta mais?". Vendo-me daquele jeito, e Fred com aquele sorriso de vitória em deixá-lo naquelas condições, Ana não se conteve e me disse:
_ Bem feito pra você, eu falei que esse cara é comedor, você não acreditou!
Ela olhou para Fred e disse:
_ Você é um menino muito mal Fred... Muito mal.
_ E o seu marido, o que é? _ Fred olhava dentro dos olhos de Ana, quase que transmitindo as palavras que ele queria que ela dissesse. Ela então fez uma expressão como se tivesse de dar o braço a torcer e disse:
_ Corno. meu maridinho é um corninho.
_ O garotão te fez de corno né amor?
Nesse momento Fred como num ataque de fúria, a fudeu num ritmo totalmente selvagem e insano. Ainda bem que foram poucas as investidas dele, pois logo ele deu um urro e gozou. Quando ele tirou aquele cacete enorme de dentro dela, deu pra ver o estrago. Fred deu um verdadeiro banho na minha mulher. Era porra que não acabava mais. Ana não conseguia ficar em pé, e eu ao invés de ajudá-la, ainda estava em plenos caprichos de minha imaginação. Foi quando Fred me mandou lamber a porra que escorria de sua bunda e eu, submisso ao Fred, obedeci como se estivesse completamente hipnotizado. Eu passava a língua na bundinha de minha esposa aparando o esperma que escorria de dentro dela e a beijava na boca. Depois que eu lambi toda a porra de Fred, comecei a admirar sua bundinha completamente arrombada e falei: "olha só o que você fez com minha mulher". Ana então deu um grito comigo: "cala a boca corninho e me ajude a levantar", só assim eu acordei e ajudei minha amada a se levantar. Fred começou a rir daquela cena jocosa.
Depois de um bom banho nós três nos recompomos, e passados umas duas horas, Fred se recompôs novamente e desta vez apontou o pênis dele na direção do meu rosto e mandou-me cumprir a minha parte na aposta, pois ele tinha feito Ana gozar como louca pela bunda. Fiquei tremulo na hora e comecei a gaguejar, e na mesma hora minha esposa deu um grito comigo: "Não tente se explicar meu bem, você é corno e corno só obedece.", Fechei os olhos abriu a boca e comecei a colocar a ponta da língua na ponta da enorme cabeça da pica do Fred, depois de um tempo, ainda sem coragem eu comecei a beijar a ponta do pênis do Fred, mas o Fred ficou sem paciência e puxou minha cabeça e enterrou a pica dele toda dentro da minha boca.
Fred não parava de me humilhar e, sempre me chamando de corno, viado e às vezes me perguntava quem era a mocinha agora. Fred não perdeu muito tempo e mandou-me ficar de quatro. Recusei e novamente minha esposa ordenou que eu obedecesse e me lascou um beijo na boca, me dizendo que eu iria gostar. Procurei relaxar o máximo e com a ajuda de minha mulher ele me penetrou e começou um vai e vem. No início não senti nada, mas aos poucos fui me acostumando. Ana, assistindo aquele rapaz me comendo de forma dominadora a deixou louca de tesão e rapidamente se posicionei em minha frente e ofereceu sua bucetinha para eu chupar, Ana estava tão excitada vendo eu ser possuído por Fred que teve logo um orgasmo e gritava para Fred meter com força no corno do seu marido e faça ele de mulherzinha. Fred já não se agüentava e tirou seu cacetão do meu cú e gozou na minha boca e na boca de Ana.
Eu e Ana fomos para o banheiro, tomamos um banho demorando, e aos poucos fomos voltando à realidade. Nós não falamos nada, mas era evidente que nenhum dos dois acreditava que aquele rapaz tinha nos deixado naquela situação.
Já estávamos no carro para ir embora, quando meu primo que tinha acabado de voltar do clube, veio se despedir de mim. Olhei na beira do lago e vi Fred junto com os outros rapazes. Pelos gestos de Fred e pelo clima de comemoração da turma parecia que ele contava sua proeza aos amigos. No outro dia cedo, fomos embora da cidade. E num clima de ressaca, ainda não falávamos sobre o dia anterior, e parecia que nunca mais íamos tentar qualquer tipo de aventura parecida. Dias depois, passado o arrependimento inicial, eu e Ana demos muita risada dos delírios um do outro. Ainda continuamos com nossas loucuras, mas a regra de não envolver pessoas conhecidas e de não ultrapassarmos esse nosso limite passou a valer.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Virei corno e algo mais

Eu(Carlos) e Ana somos casados há 10 anos e somos muito ativos sexualmente, minha esposa alem de muito bonita gosta muito de sexo. Apesar disso sempre tive a fantasia de vê-la transando com outro na minha frente, ela sempre disse que estava satisfeita só comigo. Eu sempre insistindo e ela se esquivando, depois de uma resistência começamos a brincar com um vibrador, e ela adorou a dupla penetração e eu insistindo que seria melhor com dois machos de verdade. Ela continuava resistente, dizia que eu devia ter cuidado, pois se ela experimentasse e gostasse eu teria que agüentar, mas era justamente isso que eu queria. Por várias vezes navegamos por sites de acomanhantes e ela até demonstrava interesse em alguns caras, mas ficava nisso. Começamos a entrar em salas de bate-papo e conversar com caras interessados em comer a esposa de outros, ninguém conseguia seduzi-la, a cerca de uns seis meses um cara mudou isso, o papo dele seduziu a minha mulher, trocamos e-mails e por diversas vezes conversamos pelo computador e há uns dois meses passamos nosso telefone e começamos a conversar de verdade, só a voz dele deixou-a excitada. Depois de conversas diárias tomamos coragem para um primeiro encontro, marcamos para o sábado à noite, era terça-feira e aquela semana o nosso nível de tesão quase estourou, sexo todos os dias, mas não falamos sobre o encontro. No sábado transamos três vezes durante o dia, no final da tarde ela me disse que estava com medo e que não queria ir, eu tive vontade de bater nela, mas fui o mais gentil possível e a conveci de irmos ao encontro, já tínhamos decidido que não rolaria nada nesse 1º encontro. Ela resolveu ir, para meu desapontamento não colocou uma roupa sexy, se vestiu com um conjuntinho de trabalho, estava bonita, mas totalmente sem apelo sensual. Fomos ao bar que o Silvio(vou chama-lo assim) escolheu e o encontramos lá, ele se mostrou muito educado e simpático, Ana o cumprimentou com um frio aperto de mão. O cara era grande, eu tenho 1,70m tenho um corpo bem definido, minha mulher tem 1,65, somos quase da mesma altura, mas o Silvio deve ter quase 1,90m. Confesso que me senti intimidado. Durante o encontro ele foi quebrando o gelo da Ana e ela começou a se soltar, a conversa em nenhum momento tomou contexto sexual e ela foi se sentindo mais confiante, estrategicamente fui ao banheiro e dum canto do bar fiquei observando-os, ele fez ela rir varias vezes e eu percebi que ela estava deixando se seduzir. Depois de quase duas horas ali, resolvemos acabar aquele 1º encontro, ele nos acompanhou até o carro e na despedida segurou a mão da Ana, puxou-a para si e beijou-a com vontade, ao ver os braços da minha esposa envolve-lo e ela corresponder o beijo senti um frio na espinha.
Entramos no carro mudos e assim chegamos em casa, apesar de estarmos muito excitados ela não quis sexo. No dia seguinte ela me acordou vestindo uma camisolinha transparente e fizemos muito sexo. Depois ela me falou que em breve aquele corpinho não seria mais só meu, que ela havia decidido experimentar o Silvio. O medo tomou conta de mim, falei que seria melhor desistirmos e ela estourou, me xingou, falou que eu a levei a esse ponto e que ela não voltaria em sua decisão. Não falamos mais sobre o assunto até na quarta-feira a noite, ela me falou marcou para o final de semana a realização da minha fantasia, finalmente eu a veria transando com dois machos, e que já havia combinado com o Silvio.Disse que estavam se falando diariamente pelo celular. Já que não havia mais volta, resolvi entrar de cabeça no negocio, pois tinha sido eu o culpado mesmo. A coisa aconteceria na chácara do Silvio em Atibaia, chegamos lá no sábado de manhã, é um lugar lindo, ficamos o dia inteiro na piscina. Ana, ao contrario do primeiro encontro, estava toda sexy com um biquininho branco e o tempo todo pegando na mão do Silvio, passando a mão em suas coxas e eu num misto de ciúmes e tesão, mas o tesão era maior.
Chegou a noite, os empregados da chácara foram embora, enquanto Silvio saiu para buscar um vinho, essa foi a desculpa eu fiquei vendo minha esposa se arrumar para ser de outro, colocou cinta-liga, salto alto, se maquiou e colocou um vestidinho vermelho super justo. Ficou um tesão de verdade, ouvimos o carro do Silvio chegar, eu a abracei por trás e perguntei se realmente queria levar aquilo adiante, ela me olhou com uma cara de sem vergonha e falou: hoje suas fantasias serão realizadas, vai me ver com dois machos. Entramos na sala de mãos dadas e lá estava o Silvio e mais um cara que ele me apresentou como sendo seu primo, Ana atravessou a sala e cumprimentou Roberto, o primo, com um beijo na boca. Eu fiquei atônito, falei o que está acontecendo aqui, Ana me disse que havia dito ao Silvio da minha fantasia de ser comida por dois machos e ele havia convidado o primo, eu retruquei falei que eu deveria ser um dos machos. Nisso a Ana deu uma gargalhada e disse que eu não seria o outro macho eu seria só o espectador, me mandou sentar numa poltrona e apreciar minha fantasia sendo realizada. Silvio colocou uma música e agarrou-a por trás e já começou a percorrer suas coxas com as mãos, eu assustado resolvi sair da sala e ir para o quarto, ao atravessar a sala ouvi Ana tentar falar algo mas foi impedida pela boca de Roberto que veio pela frente e a beijou-a, Silvio disse para ela que agora não tinha mais volta, que ela teria o que queria, dois machos de verdade. Parei e voltei, sentei-me na poltrona e comecei a assistir; ficaram os três ali se esfregando, minha mulher no meio daqueles dois homens bem maiores que eu, Silvio começou a tirar o vestido da Ana e ao verem ela só de cinta-liga e salto alto até bateram um na mão do outro comemorando o prato que iriam comer.
Ana ajoelhou-se na frente do Silvio e abriu o zíper e desceu sua calça, começou a beijar aquele volume por cima da cueca, nisso Roberto já estava nu e se postou ao lado do primo, ao ver o tamanho do pau do Roberto ela se assustou, minha pica é tamanho normal uns 18 cm, mas a do Roberto alem de ser muito mais grossa devia ter uns 24 cm, enquanto ela segurava aquela rolona na mão, Silvio também tirou a cueca e sua rola também era grande, bem maior que a minha. Minha mulher, depois do susto começou a chupar as duas rolas alternadamente, Roberto que tinha mais cara de safado, pegou a cabeça da Ana e começou a estocar sua boca com força, ela quase engasgou mas seguiu mamando com gosto, Sivio se virou para mim e perguntou se eu estava gostando do que via, não respondi e ele voltou-se para Ana pegando pela mão e levando-a até o sofá no centro da sala, ele se sentou e mandou ela ficar de quatro e chupar sua rola, de pronto ela caiu de boca lambendo o pau do cara das bolas ate a cabeça, nisso Roberto enfiou sua cara na bunda da minha mulherzinha e começou a lambe-la e chupa-la. Ana gemia alto mas não parava de mamar a pica do Silvio um só instante. Ficaram nessa chupação por bastante tempo, meu pau estava mais duro que ferro, mas eu estava um pouco confuso com a situação me sentindo traído. Silvio começou a gemer mais alto e então gozou na boca e no rosto da minha esposinha que lambeu e engoliu toda a porra, ela dificilmente permitia que eu gozasse em sua boca. Roberto aproveitou a posição da minha mulherzinha e enterrou aquela rola imensa na sua chaninha fazendo a Ana gritar, ela começou a rebolar naquela rolona e a pedir para Roberto ir com calma, não resisti tirei o pau da cueca e em menos de 10 segundos gozei muito. Nisso Silvio sentou no encosto do sofá e mandou a Ana fazer seu pau crescer de novo, ela começou a lamber seu pau de novo, rapidinho a pica estava em ponto de bala, Roberto continuava a socar em sua boceta por trás. Silvio pediu para Ana ir por cima de Roberto que sentou no sofá e sua pica dura era assustadoramente grande, Ana sentou no caralho do Roberto e começou a cavalga-lo com vontade, ela olhou-me bem nos olhos e me perguntou; é assim que você fantasiava me ver, meu corninho, pois eu estou adorando. Silvio se postou atrás da minha amada esposa lambuzou a rola com KY e começou a forçar entrada no cuzinho apertado dela. Quando a cabeça entrou ela gritou de novo, Roberto estava com a pica inteira enterrada na sua buceta, Silvio começava a comer seu cuzinho com vontade. Ana estava alucinada, gritava, chupava os dedos do Roberto, Silvio puxava seus cabelos e enfiava a língua na sua orelha, ela começou a gritar muito alto e dizendo que estava gozando, pediu para os dois machos pararem mas eles rindo afirmaram que ainda não haviam gozado e metiam cada vez mais forte nela, os gritos dela pararam e ela meio que desmaiou com aqueles dois machos ainda metendo nela. Eles mesmo assim continuaram e depois de uns 5 minutos com ela toda mole começaram a urrar os dois juntos e a estocar mais forte, nisso minha esposinha começou a gritar de novo e a gozar mais ainda. Essa outra gozada parece que despertou de vez a puta que habita minha esposa, ela se pos a lamber aquelas duas picas meladas, a do Roberto ainda nem havia amolecido, Silvio gemia mas sua rola não estava levantando mais, Ana percebeu e se voltou de vez para Roberto que gemia feito um louco, Ana empurrou-o de volta ao sofá, pegou o tubo de KY e lambuzou aquele caralhão e sentou nela encaixando seu cuzinho nele, a medida que a pica ia entrando ela ia gritando que isso é que era um macho de verdade, que nunca mais ia se contentar com minha pica pequena, eu percebi que estava adorando ver e ouvir isso, comecei a me masturbar de novo, gozei rapidinho, e ela subindo e descendo como louca naquele mastro. Os dois gozaram juntos, depois ficamos os quatro ali, descansando felizes. Depois de muito tempo Ana se levantou e foi se lavar, ficamos os três conversando sobre minha esposa, me falaram que havia sido uma das melhores fodas que tiveram, que gostariam de come-la de novo e se eu toparia, eu disse que adorei vê-los comendo a minha esposinha. Roberto falou que me viu olhando para seu pau e eu fiquei constrangido, ele sorriu . Ela voltou para a sala com uma camisola longa transparente, estava linda, parecia um anjo, me abraçou e me beijou gostoso. Depois me agradeceu pela experiência inesquecível e disse que nunca mais seria só minha, nisso os dois machos se aproximaram e começaram a apalpa-la de novo. Ela pegou o Silvio pela mão e mandou eu e o Roberto ficarmos olhando, levou-o para o meio da sala e começou a se esfregar nele de novo, é lógico que seu pau reagiu e ela caiu de boca. Roberto ao meu lado pegou minha mão e colocou em seu pau já duro de novo, eu senti aquela rola imensa na mão. Ana parou de chupar o Silvio e me olhou segurando a rola do Roberto, falou para mim: Querido se você quiser experimentar essa rola gostosa eu não ligo. Eu retirei a mão assustado por ter gostado de segura-la e ela voltou a chupar o pau do Silvio, Roberto voltou a pegar minha mão e me mandou segurar sua rola, dessa vez ele ordenou: vai corninho, eu sei que você gostou de pegar, segura e faz carinho, eu não resisti, comecei a alisar aquela rolona. Silvio alucinado com a chupeta da Ana me mandou chupar a pica do primo: vai Carlos chupa logo, você esta querendo, a gente sabe que você no fundo quer é ser puta junto com sua esposa vagabunda. Não resisti, me ajoelhei na frente do Roberto e comecei a lamber aquele caralho enorme, ele fez comigo o que havia feito com a Ana, começou a socar a rola na minha boca. Silvio gozou de novo na boca da Ana e caiu numa poltrona, Ana veio e ajoelhou-se ao meu lado e passou a chupar a rola do Roberto junto comigo, senti o gosto da porra do Silvio na sua boca, Roberto me agarrou pelos cabelos e gozou na minha cara e eu gozei como louco com a punheta que a Ana começou a bater para mim. Aquela noite foi reveladora, pois eu virei corno e descobri que, assim como a minha esposinha, também gostava de rola. Virei corno e viado no mesmo dia. No dia seguinte fizemos tudo de novo, isso foi na semana passada e no feriado do dia 12 voltaremos naquele lugar maravilhoso e seremos os dois as putas mais safadas daqueles dois machos.
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