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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Minha mulher fazendo sucesso na boate


Minha mulher já tem 2 filhos, mas mantém um corpo de dar inveja a muita menina por aí: pernas longas, seios grandes com bicos rosados e proeminentes, uma bunda do tamanho certo, mãos e olhos lindos. Quando se produzia para sair sempre fazia muito sucesso junto ao público masculino, pois sabia ser sensual sem ser vulgar, causando ciúmes em muitas esposas e namoradas de amigos meus, ressaltando as partes do corpo que sempre chamavam atenção.


Pois bem, ela tinha acabado de sair da segunda gravidez havia alguns meses, e estava se sentindo muito feia, flácida, gorda, enfim tudo que mulher sempre acha, mesmo quando dizemos o contrário. Realmente ela já não tinha tempo para ir à academia por causa do bebê pequeno, e isso a deixava irritada com bastante freqüência. Eu sempre achei que no fundo estava faltando o sexo, que sempre esquentou nossa cumplicidade.

Um dia eu lhe disse que teríamos uma festa para ir, e mesmo alegando cansaço ela aceitou meus argumentos. Se tratava de uma festa de aniversário em uma boate na nossa cidade, e certamente iríamos encontrar amigos, e vários desconhecidos, e por isso achei que seria uma excelente oportunidade de dar uma “arejada” naquele cotidiano perverso pelo qual passava minha mulher.
No dia da festa ela conseguiu uma babá para tomar conta dos filhos, e foi ao salão de beleza. Ela sabia se cuidar muito bem, fazendo seu cabelo, suas unhas (longas e bem pintadas), e quando achava conveniente se depilava artisticamente (deixava uns poucos cabelinhos para dar algum saborzinho a sua linda bucetinha, rosadinha e com lábios médios).

Naquele dia ela chegou encima da hora de se arrumar para sair e não pude perceber como estavam aqueles lábios lindos, pois ela foi logo se arrumando no banheiro – e eu não podia entrar. Saiu do quarto como uma verdadeira princesa: maquiagem irretocável, discreta, realçando seus lábios carnudos e seus olhos castanhos, unhas bem feitas (como sempre) pintadas de uma cor avermelhada (ela sabe que isso me excita muito), com um vestidinho também avermelhado com decote nos seios (deixando aquela vontade de vê-los) que cobria apenas metade das coxas (mostrando que estava tentando voltar à sua habitual sensualidade), e salto alto (aumentando sua altura para uns 1,70). Seu cabelo castanho estava na altura dos ombros fazendo um conjunto perfeito com a maquiagem e a roupa. Dei-lhe um beijo, e os parabéns, pois estava realmente linda: ela deu de ombros e reclamou um pouco, achando que eu não estava sendo sincero, pois se achava gorda. No carro percebi que ela estava usando uma pequena calcinha vermelha que eu lhe dei, com fio dental atrás e um paninho transparente na frente.

Chegamos à boate, fomos recebidos por vários amigos que não víamos há muito tempo. Todos eles elogiaram a Cris (nome fictício da minha mulher) e ela começou a acreditar um pouco mais em mim. Depois de muita conversa, sentados na mesa, decidi que era hora de “expor” a minha obra de arte, e a puxei para dançar na pista. Ela disse que ainda não e ficamos dançando ao lado da mesa mesmo, lugar apertado onde muita gente passava e esbarrava. Por causa deste “apertamento” alguns rapazes quiseram “tirar uma casquinha” do meu material indo e voltando pelo corredor onde estava nossa mesa, sempre esbarrando na minha mulher.


Alguns chegaram a ir um pouco além, passando pelas suas costas, esbarrando suas calças no seu vestido. Alguns deles pediam desculpa e seguiam. Fui percebendo que ela foi se acostumando e parou de se incomodar, até que um grande grupo “engarrafou” onde ela estava, e 2 rapazes fizeram um sanduíche nela (um pela frente e outro por trás). Depois de intermináveis segundos a fila continuou andando, e ela ficou meio sem jeito colocando o vestido e a calcinha no lugar. Perguntei se estava tudo bem, e ela me disse que sim, mas que estava com calor e pediu um pouco de água. Percebi que os bicos estavam intumescidos e sua calcinha estava ligeiramente torta no meio das pernas.

Perguntei se ela preferiria dançar na pista e ela concordou. Quando chegamos lá, havia muita gente e ainda muito esbarra-esbarra. Os tais 2 rapazes também estavam na pista, dançando com outras garotas e achei que não era nada demais. A Cris ficou meio estranha quando percebeu isso, e aí pude notar que um dos rapazes freqüentava a mesma academia que nós, na musculação. Novamente lhe perguntei se estava tudo bem, e ela me disse que sim.


Começou outra música bate estaca e lhe disse que iria pegar uma água. Ela me disse que eu poderia ir e ela ficaria no canto da pista me esperando para não pegar muita “muvuca”. Saí e quando voltei percebi que os 2 rapazes se aproximaram da minha mulher e começaram a conversar com ela (com as 2 garotas esperando de lado). Não achei ruim porque ela estava bem à vontade, conversando tranqüila e alegremente com os 2. Ela me apresentou (também conhecia o segundo de lá mesmo da academia), e naquele momento todos percebemos que seus seios estavam salientes e bem rígidos, quase furando o vestido. Ofereci-lhes um pouco de água.

Quando começou a tocar uma música lenta e eu puxei minha mulher. Ela estava bastante sensual, dançou agarrada em mim, e me deixou excitado como há muito não ficávamos. Ela me contou que conheceu os 2 em um dia de malhação, pois ambos a ajudaram com seus novos exercícios e desde aquele dia sempre que se encontravam eles a ajudavam. Ficticiamente vou chamá-los de André e Fernando.


Durante nossa rápida conversa ela me disse que os 2 sempre a elogiavam, querendo saber como tinha conseguido manter aquele corpo e aquela sensualidade, e que se ela pudesse voltar aos seus tempos de juventude, certamente, daria para 1 deles, ou mesmo para os 2 (aquela frase me surpreendeu e esquentou). Eu aproveitei e fiquei lhe dando beijinhos no pescoço (que ela tanto adora), passando a mão no seu vestido, descendo até a minúscula calcinha, e ficamos ainda mais agarrados. Os 2 rapazes, por sua vez, dançavam com as suas meninas, até que o DJ voltou com baladinhas, e o André veio na nossa direção propondo uma troca de pares.


Eu dançaria com sua menina (Isabela) e ele com minha mulher. Ele tinha um corpo bem delineado, moreno, um pouco mais alto do que eu, vestindo uma camisa regata colada ao corpo, de calça jeans e tênis. O outro estava de camisa de botão por cima da calça, e também de tênis. As suas meninas vestiam corpetes brancos, cabelos compridos, salto alto, bem produzidas, com calcinhas brancas que sobressaiam contra a roupa.

Eu perguntei à minha mulher e ela me disse que seria bom “para variar” um pouco. Eu entendi na hora que ela estava voltando a ser a minha mulherzinha de sempre, e trocamos. Enquanto rolava a baladinha eu fui conversando com a Isabela e descobri que ela era irmã do André e não namorada, enquanto que a Cris e o André iam ensaiando passos de dança no meio do salão.


Decidi fazer, então, a mesma coisa e aproveitei para passar a mão, sentir o corpinho dela e seu cheiro (mesmo suada estava muito cheirosa). Isabela tinha seios grandes, corpo bem definido, unhas curtas e bem feitas, e longos cabelos castanhos. Tinha uns 20 anos (o André aparentava uns 24). Cris foi ficando muito à vontade com o André, até que começou a música lenta. Eu ia desfazer a parceria, mas a Isabela veio logo me segurando. Quando olhei para minha mulher ela já estava dançando com o André, e parecia que tinha esquecido da vida, se agarrando e sendo agarrada por aquele corpo masculino. De relance olhei para a nossa mesa e vi que nossos amigos já não estavam mais lá (era tarde, cerca de 1 da manhã).

Quando voltei a mim percebi que a Isabela estava se encoxando na minha calça e descendo sua mão para um pouco abaixo da minha cintura, por trás. Lembrei-me das palavras da minha mulher e achei engraçado, quando decidi olhar para ver como eles estavam. Ela já estava com a mão quase na bunda do André, e ele já estava cheirando e beijando seu pescoço. Vez por outra ela passava sua coxa no meio das pernas do André, e vai por aí (mão passando pelas costas dele, mão passando pela bunda dela, rapidamente)...


Até que a Isabela me disse que adorou meu cheiro e pediu para cheirá-la, pois ela adorava isso enquanto dançava. Eu me vi completamente envolvido com aquela nova situação e percebi que minha mulher também, pois ela estava dançando de costas, agarrada no André, com uma mão para trás começando a passar por cima da calça do André, enquanto a outra segurava a mão do André no meio das suas pernas (e ele continuava beijando seu pescocinho branco).


Pouco depois minha mulher me chamou, sorriu e disse que já voltava (eu não entendi onde ela disse que ia) e saiu com o André, de mãos dadas, na direção do fundo do salão. A Isabela riu e me perguntou se eu não queria “fazer o mesmo”. Como fiquei curioso aceitei e fomos atrás deles um pouquinho tempo depois (máximo uns 10 minutinhos).

A boate tinha uma área reservada onde rolava outra festinha. Lá chegando vi muitos casais se amassando, e relembrei dos meus tempos de juventude. Adorei! Olhei ao redor e vi que a Cris estava em um sofá, numa tremenda beijação com o André, que já estava com sua calça aberta e o pau para fora, sendo masturbado por ela. Por um momento pensei em levar a Isabela para participar da brincadeira, mas outro cara sentou atrás dela, tirou sua minúscula calcinha e começou a bolinar sua bucetinha (que pude perceber ainda um pouco cabeludinha).


Ela estava ficando em transe cada vez maior, até que começou a gritar e gozar, gozar, gozar, gozar, e se derramou no sofá. Eu e a Isabela ficamos assistindo aquela cena extremamente erótica (parecia coisa de filme), aproveitamos e nos agarramos também. Ela abriu minha calça, tirou meu pau para fora e começou a chupar ajoelhada. Minha visão era privilegiada, pois podia olhar seus enormes peitos de cima (aquele “v” famoso). Sua boca era apertadinha, e sua língua parecia uma seda. Ela sabia fazer aquilo muito bem.


Enquanto eu ficava me deliciando com a Isabela, olhei de novo para a Cris, que neste momento já tinha uma pica na sua boca, outra na sua mão, e alguém (que já não era o André) chupando sua bucetinha (que devia estar totalmente inchada e saliente). O André havia saído um pouco para pegar água para ela, mas quando voltou havia perdido o lugar e minha mulher mais parecia uma vadia no cio, cercada de homens por todos os lados apreciando e experimentando seu perfeito corpo de mulher madura, ainda com tudo encima (apesar da sua severa autocrítica).


Pouco tempo durou aquela chupação toda, e formou-se uma pequena fila de paus duros, de todos os tamanhos, incluindo o do André e do Fernando (que a esta altura havia largado sua namorada no salão para participar da brincadeira). Alguns já com camisinha, outros ainda colocando.

Isabela quase me fez gozar, parou, tirou seus enormes peitos e mandou-me morder os biquinhos, eu obedeci prontamente e meti minha mão por dentro do vestidinho, que já estava sem a calcinha. Sua bucetona (grandes lábios para um corpo pequenino) estava completamente molhada, pingando literalmente, enquanto eu metia 2 dedos. À medida que eu aumentava a quantidade de dedos e mordia seus peitões ela rebolava cada vez mais, até que começou a molhar minha mão (já estava com 4 dedos enterrados nela), e gemer baixinho, gozando.


Enquanto isso a Cris estava descontrolada, pedindo para o André meter primeiro. Como minha mulher estava chupando duas picas (uma me parecia meio descomunal), apenas mandou ele meter “de uma vez” (quando ela está com muito tesão, manda muito bem), porque a fila tinha mais uns 5 naquele momento.

O André, como bom menino, fez o que ela mandou e muito bem. Enfiou devagar para não machucar (nem precisaria, pois ela já devia estar completamente molhada), afastando os lábios vaginais com mestria. A visão dela, sem sutiã, com as pernas abertas, um dos peitões à mostra, ainda de salto alto, arriada de frente no sofá, com aquele vestidinho vermelho quase transparente na altura da cintura, sendo metida com força pelo atleta André, abraçando a cintura do menino com suas pernas, enquanto preparava outras 2 picas com a boca, me deixou louco de tesão.


Então peguei a Isabela pela cintura, virei-a de 4, e comecei a bombar sua bucetona, controlando a gozada. Eu tirava e colocava minha pica inteira, em ritmos cada vez mais fortes e compassados. Ela foi recebendo tudo, gritando para meter mais, pedindo para chupar outra pica, até que o Fernando atendeu seu pedido; e ela começou a gozar loucamente, rebolando, rebolando, fazendo o Fernando gozar na sua boca, engolindo tudo. Ela quase desfaleceu no chão, e o Fernando me disse que queria mesmo era comer minha mulher, a quem já andava de olho na academia. Achava ela um espetáculo de gostosa, pois não era do tipo mulher malhadona, e sim do tipo que gosta de levar pica.


O comentário dele me deixou orgulhoso, e com mais tesão ainda. Naquele momento eu deixei a Isabela de lado (eu ainda não havia gozado) e fui ao local onde estava minha mulherzinha, trepando com uma trupe de homens. No curto caminho pude perceber que havia outros casais e o local já era uma grande suruba, tendo de tudo um pouco. Porém a sensação que eu tenho é que a sensação daquela área era a gostosa da minha mulher. Quando cheguei ela já havia gozado de novo com o André, e outro tinha pegado o lugar dele na fila. Ela fez um dos rapazes gozar na boca, e eu pedi a ela permissão para poder brincar também.


Ela voltou à realidade, me olhou assustada, deu um sorrisinho e me pediu a pica para chupar (nós sempre brincávamos que isso iria acontecer deste jeito algum dia). Suas longas unhas vermelhas me estimularam, e meu pau subiu de novo. Ela sabia chupar muito bem. Naquele momento o André foi brincar em outro canto, deu-lhe um último beijo (depois eu viria saber que não havia sido o primeiro, nem seria o último), e se despediu de nós. Outro cara entrou no meio das suas pernas e ela me pediu para controlar a fila, deixando todos meterem porque ela estava adorando aquilo.

O segundo cara entrou de camisinha e gozou rápido, dando a vez para o terceiro que também gozou rápido, até que o quarto pediu que ela ficasse de quatro. Ela ficou um pouco preocupada, mas me disse que estava tudo bem (poucas vezes havíamos tentado sexo anal). O cara apontou a geba na direção da buceta dela (que estava inchada e com os pentelhos molhados), e começou a meter devagar. Quando a pica entrou toda, ele tirou tudo e meteu tudo de novo de uma vez só. Ela deu um gemido gutural forte, mas estava com a pica do outro camarada na boca, e mal pôde se conter, gozando quase que imediatamente. Enquanto ela gozava eu bolinava sua buceta por baixo e ela chupava a pica do outro cara (era o mesmo cara da pica descomunal ainda: acho que estava guardando para sobremesa).


Quando o quarto cara terminou ela determinou que ia trepar com mais 1 da fila, dispersando o resto que saia lamentando. O quinto meteu nela de quatro, com a bunda arrebitada para cima (estava lisinha atrás e os lábios vermelhinhos lindos, inchados e salientes). Ela foi bombando o cara para trás, gritando para ele fuder com vontade. Seu vestido estava na altura da cintura deixando sua bunda à mostra. Naquele momento uma mulher chegou, agarrou o cara por trás, ajudou a movimentar e começou a bolinar sua buceta. Minha mulher fechou os olhos e começou a gozar loucamente, rebolando a bunda, esfregando-a, apenas no movimento dos quadris. O cara gozou, tirou o pau, tirou a camisinha, e deu para a mulher beber (depois vim a saber que era sua esposa).


Naquele momento minha mulher já quase não tinha forças, mas me chamou no ouvido e pediu ajuda para meter com o cavalo que ela estava preparando. Eu lhe perguntei como e ela me disse que queria na posição tradicional, pois estava cansada. O cara não tinha ido embora porque minha mulher ainda estava chupando seu pau enquanto todos a fodiam. Quando olhei para ele, sua cara de satisfação não deixava dúvidas: ia tirar o atraso! Falei para a minha mulher que o pau dele era muito maior que o meu, ela riu e me perguntou: não era isso que você sempre quis e tentou?

Pois bem, olhei para a cabeçorra do cara (era pelo menos o dobro da minha) e o corpo daquele caralho era de dar inveja a qualquer um. Ele pegou uma camisinha do bolso da calça (estava no chão), pediu ajuda para minha mulher vestir, o que ela fez com dificuldade, com as duas mãos e a boca. Antes ele tentou – sem sucesso – beijá-la, mas teve que se contentar com beijo na testa. Pareceu-me que ficou contrariado, e sorriu com cara de poucos amigos. Cris olhou para mim e me pediu para beijá-la (aí entendi o que ela queria), enquanto ele apontava seu monumental caralho, lentamente.


Primeiro, esfregou sua cabeça na porta da flagelada bucetinha da Cris, depois meteu muito lentamente, enquanto ela urrava bem baixinho. Devia medir mais de 25 cm de comprimento, e mais de 6 cm de diâmetro. Ele colocava tudo, e ia entrando lentamente, enquanto ela ia me beijando cada vez mais disritmada. Eu pegava nos seus seios, na sua barriga, nas suas coxas, e ela me beijando ardentemente, urrando a cada nova estocada, segurando suas próprias pernas para facilitar a penetração.


O Gustavo (nome fictício do cara) já estava enfiando quase tudo quando ela mandou ele “fuder de uma vez, porra”... O que ele atendeu prontamente segurando ela pela cintura, começando a bombar, sacudindo seus peitos. Ela gritava (literalmente), e gozava em um ritmo alucinado, sem parar, com os olhos fechados, procurando meu pau para chupar. Eu lhe dei minha pica, ela chupava enquanto gozava, e o Gustavo ainda parecia que ia demorar um pouco.


Ela deve ter gozado umas 2 vezes naquele colosso, ficando muito cansada, quando o Gustavo pediu para ela ficar de quatro. Ela nem pestanejou, me pediu que a ajudasse a virar (eu não acreditava que ela ia dar a bunda para aquele cara), e pediu ao Gustavo que não comesse sua bundinha. Por alguma razão o Gustavo não comeu sua bundinha, mas maltratou sua bucetona (a esta altura completamente arrombada), com força, fazendo ela gozar de novo algumas vezes, e gozando muito na camisinha, que explodiu com porra para todo lado.


A Cris caiu quase sem sentidos no sofá, o Gustavo me agradeceu, a Isabela e o Fernando que estavam assistindo aplaudiram, e eu fiquei acariciando minha gostosa vadia. No final da noite fomos para casa por volta das 2:30 da manhã, ela com o vestido em frangalhos, sem calcinha (só consegui recuperar o sutiã), mas com uma cara de cansada, satisfeita. Eu não gozei, mas fiquei feliz de ter minha mulher de volta. Pegamos alguns telefones e outras estórias rolaram.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nosso velho vizinho rico comprou minha esposa 2

vou relatar o que aconteceu depois que fizemos uma proposta no conto anterior para nosso velho vizinho que era muito rico e que ficava dando em cima descaradamente em minha esposa e esta tinha verdadeira repulsa pelo cara, pois era muito feio, gordo e meio careca, tinha apenas um detalhe que chamava a atenção de qualquer mulher, tinha muita grana.


A proposta consistia no seguinte: ele poderia transar com minha esposa, desde que em troca desse a ela um Celta meio usado, que tinha em sua garagem e quase nem colocava para circular. Fizemos esta proposta, pois sabiamos que não toparia e assim pararia de ficar enchendo o saco dela. Mas, depois de alguns meses em que ele ficava analisando em muito nossa altissima proposta, o safado resolveu nos convidar para ir em um restaurante, visando conversar sobre o assunto e acertar todos os detalhes, daquela transação, para nossa surpresa, pois jamais imaginariamos que ele toparia em pagar um preço tão alto para ter minha esposa em seus braços.


Fomos ao restaurante e sempre cordial nos cumprimentiou e a minha esposa aproveitou para dar uns beijinhos em seu rosto. Já havia na mesa um vinho caríssimo e umas taças que serviria para brindarmos nosso acordo, segundo o crápula. Depois do brinde, foi logo dizendo que depois de muitos meses pensando no assunto, havia resolvido aceitar nossa proposta, pois seu desejo pela minha esposa era muito mais alto do que qualquer que possuia, mas foi também dizendo algumas condições:
1- seria num final de semana em sua fazenda onde estariamos bem a vontade;
2- eu teria que estar presente em todos os momentos para ver tudo o que aconteceria com minha esposa;
3- todos os desejos dele teriam que ser realizados por ela, independente quais fossem;
4- eu teria que filmar e fotografar todos os atos;
5- caso algum ítem acima não fosse realizado nos perderíamos o carro;

Pedindo licença para ele e fomos conversar somente nós dois para analisar todas as propostas e quando voltamos dissemos que não concordaríamos com a filmagem e as fotos, pois tínhamos certeza que ele poderia usar futuramente contra nós ou mesmo colocar na Internet. E que teríamos que saber antecipadamente todos os desejos para ver se estavamos de acordo. Ele ficou meio pensativo e disse que quanto as fotos e a filmagem ele não abria mão e propôs que ela poderia usar uma máscara para não ser identificada durante estas sessões e em relação aos desejos dele seria uma surpresa e que cabia a nós concordar ou não. Voltamos novamente a ficar sozinhos e pensar nas condições e como minha esposa estava muito interessada no carro dele, resolveu topar. Voltamos para a mesa e demos a notícia para o crápula que parecia estar advinhando a resposta, propôs um novo brinde para comemorar o acordo feito.


Combinamos então que no final daquela semana seria realizado tudo. Para não dar muita bandeira fomos com o nosso carro e ele foi com o Celta e que ao final de tudo seria da minha esposa. Marcamos um local afastado da cidade em que nos encontraríamos para seguirmos até sua fazenda. Chegando ele já estava nos aguardando e veio nos receber todo sorridente, com aqueles olhos faminto e aquela boca que parecia querer devorar sua presa. Foi chegando sem cerimônias me cumprimentando e tascando logo um beijo na boca da minha esposa, pois a partir daquele momento já pertencia a ele e estaria pronta para começar a realizar seus desejos e fantasias.


Pediu então que o seguisse e que ela fosse dirigindo o Celta com a justificativa de começar a ficar cada vez mais atraída pelo carro. Ingenuamente aceitou de prontidão e os dois foram juntos para o carro e antes que pudesse dar partida no carro, comentou que tinha uma condição que fosse dirigindo sem sua pequena saia e sua minúscula calçinha que estava usando. Ficou espantada com a proposta, mas como a condição para o carro é que teria de satisfazer todos seus desejos, topou. Tirou peça por peça bem lentamente e aquele calhorda foi tendo uma visão que a muito esperava e desejava, as belíssimas coxas grossas que ela possue, muito bem depiladas e os pelinhos de sua xoxota bem aparadinhos.


Eu estava no carro de trás meio sem saber o que estava rolando na frente e somente na ora que vi ela tirando suas roupas que comecei a entender o que estava acontecendo, me dando uma raiva e tendo vontade de acabar com tudo e romper este maldito acordo, mas pensei se minha esposa havia feito é porque havia concordado. Seguimos rumo a fazenda, com ele passando o tempo inteiro as mãos em suas coxas, alisando seus seios e quando dava pedia que ela abrisse um pouco as pernas para que lentamente introduzisse seus dedos em sua bucetinha que neste momento estava começando a ficar molhadinha, fato este que ele percebeu e fez com que se aproximasse do seu ouvido e dissesse: esta gostando minha putinha, você vai gostar ainda mais do que eu estou preparando para você quando chegarmos na fazenda.


Chegamos a um lindo local, sua fazenda era maravilhosa, muito grande, com campo de futebol muito bem cuidado, uma piscina enorme com sauna dentro e uma casa de pessoas que tinham muito dinheiro. Seu caseiro nos recebeu e quando minha esposa, quase que o homem teve um ataque, ao ve-la com aquela blusinha bem decotada, sem sutiã, com os biquinhos do seio durinhos e inteirinha nua na parte de baixa, apenas com sua sandália vermelha de salto alto. Apresentou-nos como seus amigos e que passariamos o final de semana na fazenda e que gostaria de não ser incomodado por ninguém.


O rapaz meio que sem palavras, falou que cumpriria tudo o que patrão quisesse, sem tirar os olhos um minuto da beleza da minha esposinha. Fomos em direção da casa, com ela nuazinha na parte de baixo e andar muito provocativo e rebolativo que deixaram aqueles dois com água na boca. Mostrou toda casa, muito bonita e de bom gosto diga-se de passagem, até subirmos para os aposentos, onde me mostrou onde seria meu quarto e o outro onde ficaria com minha esposa. Para não perder tempo algum, pediu que ela fosse tomar um banho e a presentou com uma caixa que pediu que ela usasse para fazer um strip-tease para nós.


Fez o que pediu e ao voltar estava mais bela e gostosa do que nunca, era uma roupa preta de couro, toda justa, decotada e uma sandália preta de salto bem alto. Fechou todas as cortinas deixando escuro o quarto, acendendo uma luz negra que tinha no teto e pediu que eu ligasse a filmasse e que começasse a gravar tudo o que rolaria daquele instante pra frente. Colocou então um CD com uma música própria para um provocante strip-tease, acredito que era a música do filme nove semanas e meia de amor e pediu então que ela começasse o show. Meio sem jeito, pois nunca tinha feito antes, começou timidamente a dançar e ele foi logo pedindo que ela rebolasse mais, o que atendeu de imediato.


Foi tirando peça a peça até aparecer o jogo de lingerie que ele também havia presenteado de muito bom gosto por sinal e bastante sensual e provocante, o que fazia com que nós dois levantassemos nossos mastros, como um sinal claro, que estavamos cada vez mais excitados com aquela dança. Vendo que estava agradando, foi se soltando e se liberando cada vez mais, não se importava mais com minha presença e começou a provocar o safado, dançando bem pertinho dele, encostando seus seios pertinho da boca dele, ora virando de costas e abaixando bem, fazendo com que sua bundinha ficasse empinada pra ele e ora até chegando a sentar em seu colo, parecia uma profissional no assunto.


O velho estava nas nuvens, era muito mais do que imaginava, não aguentando mais pediu que parasse pois ele mesmo queria tirar sua lingerie e fez com que fosse se deitar na cama. Caiu sobre ela como um lobo faminto, chupando-a com força, arracando seu sutiã com toda força, que até arrebentou uma das alças de tanto desejo que estava. Se conteve um pouco e pediu que filmasse tudo e solicitou que ela desse um banho de língua nele inteirinho e que tirasse toda sua roupa. Ao tirar sua cueca tivemos uma surpresa, não imaginavamos que aquele velho, ainda tivesse tanto fogo e que tinha um pau tão grande bem maior do que o meu, o que deixou minha esposa boquiaberta e com um desejo enorme de abocanha-lo inteirinho, começando a chupa-lo com uma maestria que somente ela sabe fazer e virou-se numa posição que deixou sua bucetinha deliciosa na boca dele, fazendo os dois um delicioso 69.


Naquele instante, confesso que meu cacete estava durissimo e latejando de tanto tesão com aquela cena, vendo minha fiel esposa me traindo pela primeira vez e com aquele crápula. Pediu então que ficasse de quatro pois enfiaria aquela tora, naquela bucetinha inteirinha molhada e que a tempo já estava desejando ser penetrada, quando enfiou fez sem dó, de tanto tempo que aguardava aquele momento, pegando ela por seu cabelos longos e começou a faze-la como uma potranca que nesta altura deveria estar no cio, de tanto que gemia e gritava ao receber aquele cacetão.


E já falava palavrões sem se importar comigo ou com a filmadora e pedindo que ele colocasse tudo, pois queria sentir até as bolas de seu saco batendo em sua bunda e para minha surpresa, que acreditava não ser capaz de não aguentar tudo aquilo, ele conseguiu enfiar até o fim, fazendo um grande esforço para não gozar logo, pois queria aproveitar muito bem aquele momento. Foi tirando lentamente seu pau e de dentro dela e deitou-se ao seu lado, pedindo então que eu deixasse a filmadora ligada em cima da cômoda, pois eu iria participar também. Não entendi nada, mas resolvi ver o que aconteceria. Pediu então que a segurasse pelo colo e que fosse colocando ela lentamente em cima dele, para que pudesse cavalga-lo e que eu a ficasse segurando e que fosse baixando bem lentamente e subindo em seguida, para que fizesse os movimentos de cavalga-lo.


Comecei então a falar coisas em seu ouvido que foram deixando ela mais louca ainda, enquanto o safado estava prestes a gozar vendo e sentindo aquilo tudo. Após vários desce e sobe, gozamos os três praticamente juntos, com minha esposa tendo que engolir a porra daquele safado e a minha, não sei como aguentou tanto. Fomos então para a banheira, nós três juntos e depois fomos descansar um pouco.


No próximo contarei o que rolou na parte da tarde e noite, e também tudo o que aconteceu no domingo que foi uma surpresa bem grande para nós.

Nosso velho vizinho rico comprou minha esposa

Sou casado há 10 anos com uma mulher que apesar dos seus 36 anos, ainda eh uma tremenda gata e faz muitos homens virarem a cabeça para olharem seu corpo e as roupas insinuantes e provocantes que costuma usar, deixando sempre expostos parte dos seios e coxas, em razao de seus decotes serem bem generosos. Ela tem cabelos catanhos claros, um loiro escuro, seios fertos, uma bundinha redonda e firme, coxas bem delineadas e uma barriguinha enxuta e lisinha.


Nos moramos em um bairro de classe media alta e na frente de nossa residencia mora um casal de velhos, ele uns 60 anos e ela uns 55 anos, em uma casa que costumamos de dizer que parece uma mansao de tao grande e luxuosa que aparenta ser por fora. Acreditavamos, que deviam estar bem financeiramente, pois eles tem uns quatro carros na garagem, ele só anda em carros importados e roupas elegantes, sendo que de aparência fisica o cara é muito feio, com bigode grosso, gordo, careca e todos os quesitos para que nenhuma mulher se aproxime dele, apenas sua grana, que pode comprar algo, como fazer sexo com alguem como minha mulher.


Minha esposa simplesmente não podia nem ver a cara do sujeitinho, pois achava-o muito nojento, pois era só fazer o barulho de abrir o portao de nossa casa e la estava o velho, dando um jeitinho de dar uma escapadinha de sua residência, para ficar olhando os movimentos de minha esposa, suas abaixadas provocantes para fechar a trava do portâo, onde mostrava o tamanho de suas minúsculas calcinhas ou quando seus seios fartos queriam pular pra fora de suas camisetas decotadas. O velho ate sentava numa mureta, so para ficar assistindo de camarote, não sei como sua esposa nunca percebeu.


Certo dia, ele me viu chegando em casa com nosso filho, que trajava um calção de banho, pois estava aprendendo a nadar numa escola perto de casa e começou a puxar uns papos, perguntando se meu filho gostava de nadar, pois na sua residência tinha uma piscina muito grande e que se quisessemos poderiamos curtir uns bons momentos agradáveis, inclusive fazendo uns churrasquinhos. Disse que pensaria sobre o assunto e depois daria um retorno. Comentei o convite com minha esposa e ela de imediato rechaçou a proposta, pois disse que jamais iria na casa daquele velho safado e repugnante. Mas, o tempo mostraria o contrário, quando a própria esposa do coroa, veio pessoalmente convidar a minha esposa, para que fosse a um churrasco que seu marido prepararia no domingo somente para nossa familia e que levasse os trajes para nadar na piscina.


Na hora, minha esposa, pensou consigo mesma, que deveria ser armação do tarado, mas sua mulher nem percebia as reais intençoes dele. Como, achou chato de recusar o convite dela e tendo a certeza que ela estaria sempre por perto para vigiar o safadão resolveu aceitar e disse que iriamos todos no domingo. Chegado o dia tao esperado, preparamos nossas coisas e ela foi, como costumeiramente se veste, toda sensual, com uma mini saia e uma camiseta decotada, como metade de seus seios volumosos querendo pular pra fora da camiseta e por baixo um biquini não tao ousado como os outros que tinha, pois temia uma reacão exagerada do coroa.


Tocamos o interfone e a esposa dele veio nos atender, com a maior simpatia, pois o maridão estava cuidando dos preparativos do churrasco. Entramos e a mesma fez questão de mostrar sua residência, e realmente minhas expectativas confirmaram-se, era uma senhora de uma casa, muito bonita, grande e de bom gosto em toda a decoração. Chegamos a parte de lazer da casa, onde localizava-se uma piscina grande, com um formato diferente e bonito, que dava para uma sauna e com uma cascata no canto. Tinha uma grande varanda, onde estava a churrasqueira e por consequencia o velho safado, que quando olhou minha esposa e foi cumprimenta-la de perto, quase engasgou para falar de tão atordoado que estava, olhando para seus peitões, fora o banho de cuspe que deu na minha esposa, pois ele cuspia muito ao falar, e com minha mulher ele chegou bem pertinho para apreciar todo aquele monumento.


Nosso filho quando viu aquela maravilha de piscina já foi logo mergulhando, com minha esposa por perto, vigiando seus movimentos e o churrasqueiro vigiando os movimentos dela, enquanto eu conversava com sua esposa, não sei como ela não percebia os olhares maliciosos dele. Depois de algum tempo vendo que minha esposa estava meio timida em tirar sua roupa para nadar, aquela senhora simpatica convidou-a para tomar um banho de sol, dizendo que ela ficasse bem a vontade, pois tinha que dar uma saida rapida ate a casa da sua filha mas que estaria de volta antes do almoço. Meio receosa, resolveu aceitar a sugestão e tirou toda sua roupa, ficando apenas com seu biquini sensual e com um sapato de salto alto.


Ela foi andando ate a cadeira, mostrando toda sua forma fisica exuberante, o redondinho perfeito de sua bunda, com um andar hipnotizante e rebolativo, como sempre, foi um para delirio para aquele velho tarado. Foi quando eu ouvi algo que jamais esperaria ouvir na vida, o cara teve a coragem de propor, que daria R$ 200,00, apenas para passar o bronzeador no corpo de minha esposa. Fiquei sem reaçao, não sabia se pegava todo mundo e ia embora, se dava um soco na cara do safado, mas resolvi pela educação, ir ate ela e falar da proposta que tinha recebido.


Quando acabei de contar tudo, ficou furiosa, ameaçou pegar nosso filho e voltar pra casa, mas conversamos um pouco, enquanto nossa adrenalina ia baixando e o safadão so olhando, com aqueles olhos famintos, e resolvemos topar o jogo dele, afinal as consequências não poderiam ser muitas, pois sua esposa logo retornaria. Aceitamos com o pagamento adiantado, o que ele fez de imediato sem titubear e foi logo indo em direção da minha esposa, sem perder um segundo. Chegando pegou o bronzeador que ela segurava e pediu que virasse de costas para ele, para passar na sua regiao traseira. Obedeceu fazendo a ressalva que não era para enfiar as maos por baixo do biquini, o que ele concordou.


Começava entao uma rapida e muita demorada sessão de tortura para ela, pois ter que ser tocada pelas maos daquele crapula, era o fim para ela, e ele iniciou espalhando o óleo pelas suas coxas, mais alisando do que espalhando o bronzeador, foi subindo ate chegar naquela visão maravilhosa que ate entao tinha visto somente de longe e agora estava tão perto, alisando aquela bundinha gostosa e deliciosa, que fazia o ate babar. Demorou-se um tempão alisando aquela região e fez menção de entrar com suas mãos por baixo de sua tanguinha, quando ela ficou muito brava e falou que pararia tudo.


Resolveu entao manerar e pediu desculpas dizendo que isto não se repitiria mais, pedindo agora que virasse de frente, para passar o óleo. Ela concordou, mas antes colocou um oculos bem escuro de sol, para não ter que ficar olhando pro safadão e ele ficou com a visão da outra maravilha dela, que eram aqueles peitões, que queriam pular pra fora de seu biquini. Começou deslizando suas maos pelas coxas dela, foi subindo passando devagarzinho pela sua virilha e de leve entrava um pouquinho os dedos, fazendo sentir os pelinhos dela, quando ela quis ficar brava tirou os dedos rapidamente e começou a alisar sua barriguinha, bem de leve o que foi a fragilizando, pois era uma regiao em que ela costumava sentir muito prazer, fazendo com que comecasse a relaxar e baixar sua guarda, ficando algumas vezes arrepiada com as carícias, fazendo com que aquele lobo faminto continuasse as investidas.


Espalhou o óleo então pela parte dos seios que estavam descobertas do biquini e começou a alisa-los bem suavemente o, que foi deixando-na bem vulneravel e ele como não é bobo, notou tudo isso e foi bem lentamente entrando por região a dentro, pois sentia que já não encontrava mais resistência, e foi entrando cada vez mais ate tocar nos bicos dos seus seios, que a esta hora já estavamos durinhos de excitaçao.


Eu de longe, ficava só sacando tudo e vendo o quanto minha esposinha fiel estava gostando dos toques daquele crapula e o safado sabia disto, pois uma hora deu uma olhada pra mim e soltou um sorriso bem malicioso, o que me deixou puto de raiva, vendo que ela estava curtindo tudo aquilo. E o cara mostrando toda sua esperteza tirou uma mão e foi descendo bem devagar ate chegar na região que ele tanto almejava, foi devagarzinho invadindo com seus dedos uma região que estava protegida pela tanguinha, mas agora já não encontrava mais resistência, e quando estava quase conseguindo entrar e chegar ao tão almejado buraquinho.


Todos ouviram um barulho do portão abrindo e certos de que a esposa do safadão tinha retornado, minha esposa tomado de um susto, acordou para a realidade e tirou os dedos do cara de dentro de sua tanga e este se colocou de pe rapidamente, so que agora estava numa situacao meio perigosa, pois sua sunga estava molhada na frente e o volume era evidente que seu pau estava muito duro com todos aqueles toques. Para despistar foi ate o banheiro e ficou alguns instantes ate seu cacete voltar ao normal e trocou de sunga, colocando uma bermuda por cima para não dar bandeira.


Prosseguimos o churrasco normalmente, como se nada tivesse acontecido, a não ser pelo final dele, quando sua esposa e a minha entraram na casa para buscar as sobremesas e ele me fez outra proposta que me deixaria estarrecido. Estava louco para comer minha esposa e daria aquilo que a gente quisesse, que poderiamos pedir que ele nos atenderia. Quando minha esposa retornou, chamei ela num canto e disse a proposta do cafajeste e para minha surpresa, ela respondeu que se ele desse o Celta que ele tinha, ela toparia sair com o cara. Eu tentei argumentar, dizendo que tinha ficado louca, mas ela disse para ter calma pois o safadão jamais toparia com um valor tao alto destes e acabaria desistindo de pegar no nosso pé.


Resolvi tomar coragem e falar para ele de qual seria o preço dela e realmente o cara tinha ficado muito espantado com o alto valor, mas para nosso azar não havia descartado nossa proposta e ficou de pensar muito no assunto e nos daria um retorno ate o final daquele mês.

domingo, 15 de novembro de 2009

Casada virou prostituta

O que vou relatar aqui realmente é verídico. Sou casado com uma loira de parar o trânsito, sem exagero, uma bunda linda coxas grosas rostinho de ninfeta, sempre bem bronzeada com uma micro-marquinha, aqui vou chamá-la de Patrícia.


Começamos fantasiando de Patrícia transar com outros homens, em nossas transas ela adorava quando eu falava que queria ver ela sendo fodida por outro,Patrícia sempre usou roupas daquelas, que nem toda puta tem coragem de usar mais ela sempre usou com a maior naturalidade, e eu lógico adorava,tomamos coragem e anunciamos em um site de casais liberais, conhecemos algumas pessoas, chegamos a sair com algumas pessoas, apesar de termos tido algumas experiências legais eu achava aquilo meio mecânico, eu queria no fundo mesmo era que minha esposa fosse uma puta de verdade, prostituta mesmo.


Foi quando fui trabalhar em outra cidade, que tudo aconteceu naturalmente, Patrícia fez amizade com uma garota, que depois ficamos sabendo era garota de programa da melhor boate da cidade, ficaram muito amigas, como não sou idiota vi logo que a tal putinha iria querer tirar proveito de minha esposa, pois Patrícia tinha todo o potencial pra se tornar prostituta inclusive meu incentivo, elas iam a praia shopping, e não demorou pra pintar a primeira proposta, Leila (esse é o nome da puta) perguntou à Patrícia se ela não teria coragem de sair com outro cara, na hora Patrícia disse que sim, Leila falou que um cliente viu as duas e que ficou muito interessado nela, e perguntou se poderia marcar.


Paty, toda eufórica concordou e Leila ligou pro cara que estava tudo certo, e marcou a hora e o local onde ele buscaria Paty, na hora e local combinado ele a buscou, Paty me ligou e contou rapidamente o que estava pra acontecer e que quando terminasse viria correndo pra casa me contar, não deu outra. Paty chegou em casa feliz da vida, dizendo que nunca tinha sentido tanto tesão quando o cara chegou no local combinado Leila, que não é nada boba tratou logo de cobrar e tirar a comissão dela, repassou a parte de minha esposa.


Paty falou que quase morre de tesão com a situação, de estar sendo vendida, entrou no carro e foram para o motel, quando ela foi dizer ao cara que era o primeiro programa o cara disse que já sabia e disse que ela só não viesse com frescura pois pra ele não interessava se era a primeira vez dela, pois pra ele ela não passava de uma puta. Chegando no quarto ele a botou pra chupá-lo depois a colocou de quatro e a fodeu, Paty disse que gozou como uma louca nem tanto pelo sexo mais pela situação, Paty teve que fazer o que não faz comigo mais disse na minha cara que adorou o cliente gozou na boca dela e ela bebeu tudo, no outro dia Leila ligou novamente e durante uma semana Paty fez em media 2 programas por dia, mais Paty queria mais e foi com Leila conhecer a boate em que Leila trabalhava.


Patrícia ficou deslumbrada, agora tenho o que sempre sonhei uma esposa que é de fato uma puta ou melhor uma prostituta mesmo, pelo menos 2 ou 3 vezes por semana vou ao trabalho de minha esposa, fico em uma mesa só observando e morrendo de tesão vendo os clientes amassando minha esposa, passando a mão, dançando com ela, e quando ela sai que sei que é pra ser fodida, é uma loucura ver sua esposa sair com outro macho porque ele está pagando, saber que ela tem que fazer os gostos de um estranho, ver os caras ficarem conversando com ela na mesa, passando a mão na boceta e na bunda dela, muitas vezes homens que jamais teriam como chegar nem perto de uma mulher como ela, e ali ele só tem de pagar pra ela abrir as pernas.


Em uma dessas vezes que fui a boate 3 caras que estavam em uma mesa próximo à minha, puxaram conversa, e ficamos batendo papo. Logo comentaram que a mais gostosa da casa era a loira e apontaram pra minha esposa (e não é papo furado não, como falei tudo que relato aqui é verdade menos os nomes citados) e chamaram ela e mais duas putas, pra mesa. Foi uma situação indescritível, ver um cara negociando na minha frente pra foder minha mulher. Ele topou o preço dela desde que ela fizesse anal e ele gozasse na boca dela coisa que ela concordou na hora, eu ali do lado com a maior cara de corno.


Ele levantou pegou ela pela mão e foram foder, adorei toda aquela situação
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