domingo, 4 de outubro de 2009

Carla, minha amada esposa


Somos casados e curtimos muito um ao outro, minha esposa é uma delicia com 29 anos esta na sua melhor forma, corpinho sarado de uma garota e a cabeça de uma mulher que adora curtir as sensaçoes que a exibição pode proporcionar. Ela tem 1,60m, 50kg, coxas deliciosas e a xoxotinha deliciosamente depilada e cheinha. Num sabado estavamos com o tesão a flor da pele, combinamos de sair para curtir a noite e ela se exibir e provocar outros homens.

Neste dia ela estreou sua micro-saia, que era 3 ou 4 dedos abaixo das popas de sua bunda, uma blusinha de seda de alça fininha, transparente e sem sutiã, sandálias de salto alto. Ficou um tesão. No baile, sentamos em uma mesa mais afastada e ela dava um espetáculo com suas pernas gostosas de fora. Eu, claro, muito tarado adorava tocar sua calcinha por baixo da mesa, para deixa-la tarada e molhadinha. Numa dessas, enfiei um dedo em sua vagina e ela discretamente colocou em sua boca e disse: “ta faltando o gosto de seu pau aqui dentro” O estado alcoólico de todos era pra lá de alto e com uma forró de fundo acabamos todos dançando muito.

Carla não dançava muito bem, mas mesmo assim estava empolgadíssima, foi ai que minha gata encontrou umas amigas na mesa ao lado da nossa e foi lá falar com elas. Aí veio a surpresa, Carla dá um pulo e grita: "Não acredito, você aqui?" Pula no pescoço do cara se abraçam dizendo ser a maior surpresa da noite, cheia de sorrisos e atenções ao cara. Eu sem graça e fingindo aceitar naturalmente aquilo fiquei conversando com o mesmo grupo.

Muito depois ela se toca e me apresenta ao cara e de supetão pede para dançar com Renato, o amigo dela, que na mesma hora se mostrou super solicito, os dois foram pra pista, eu pouco reparei naquilo, vez ou outra, eu olhava a Carla se esbaldando com o carinha. Até que o forró deu um tempo e eu reparei que na hora de cumprimentar o cara vi que minha mulher passou a mão em seu pau e falou algo no seu ouvido, logo depois voltou pra mesa e me confessou que os olhares de Renato a incomodavam, deixando-a vulnerável. “Nua e excitada na verdade. Olha só, estou molhadinha”.

Ela veio sentou no meu colo, enquanto eu acariciava seu seios, já sem nos preocuparmos com as outras pessoas. Resolvemos ir para a pista, onde começamos a dançar juntinhos. Enquanto dançava, comecei a beijar o seu pescoço e fui chegando lentamente em sua boca, chupando cada pedacinho daquela boquinha. Com as mãos, apertava cada pedaço daquela mulher linda e sensual, acariciava sua bundinha, e a puxava em direção ao meu corpo. Imaginava a visão que os outros estavam tendo. Durante a dança a virei, deixando de costas para mim. Nessa posição, ficamos dançando, enquanto eu ficava acariciando seus seios, beijando a sua nuca e lambendo a sua orelha. Minhas mãos, brincavam com a bucetinha molhada, fazendo-a gemer e juntar mais o corpo ao meu.

Virando o rosto, Carla me beijou, enquanto eu deslizava as mãos pelo corpo dela, fazendo-a estremecer. Tocava em os seios sentindo os mamilos tesos e quentes. Sentia a bundinha empinada, trazendo mais seu corpo para próximo do meu. Suas coxas estavam tremendo de tesão. Ficamos nessa dança sensual, dando uma visão privilegiada a todos os presentes dos seios entumecidos e xotinha ensopada de minha esposa.

Voltamos pra mesa e ela sentou abriu as pernas, deixei uma das mãos ali esfregando com desejo e a outra já tinha passado para dentro de sua roupa e estava amassando seus seios, ai ela parou de me beijar e com as duas mãos começou a massagear meu cacete, percebi que ela queria abrir minha calça (era tudo o que mais queria), ela abriu o zíper, e puxou meu cacete para fora, começou uma massagem fantástica, primeiro com a mão, logo após meu cacete teve o prazer de provar o calor daqueles lábios grossos e quentes, meu cacete entrava todo naquela boca quente, sua língua passava loucamente na cabeça do caralho que pulsava entre seus dentes.

Gemendo de prazer sussurrei em seu ouvido que não agüentava mais e que iria gozar, achei que ela iria parar, que nada, ai sim que enterrou o cacete até a garganta, com o cacete pulsando acabei dento daquela boca quente, imaginei que no mínimo ela iria cuspir tudo fora o me lambuzar todo, para minha surpresa, ela mamava com prazer, minha porra quente era sugada com desejo, e assim ela ficou até que nenhuma gota saia mais, quando parou meu cacete vibrava de desejo e saia de sua boca limpinho, puxei-a para mim e beijei aquela boca safada com desejo.

Logo depois Carla muito excitada levantou e foi ao banheiro, como ela estava demorando fui atrás dela, passei perto da porta e vi uma escada de ferro, que parecia de serviço, fui descendo e ao mesmo tempo ouvindo uns ai,ui,ai,ui,schiss pensei deve ter alguma foda aqui na escada, fui descendo e o som aumentava meu coração começava a querer pular do peito e meu pau querendo saltar para fora da calça fui descendo e o cara falava:

-vai Carla, sua puta, você não queria me dar sua vadia, então agora você está dando e gostoso sua vagabunda e ela gemia.
-ai ai ai come mais vai, Renato, seu puto, me fode vai...

Estava escura a escada e eu só via os vultos, aí desci um pouco e ví os dois em pé ela com as mãos na parede empurrando o rabo para trás e o sujeito segurando na cintura dela enfiando o pinto na buceta daquela vadia depois ele segurou as tetas dela com as duas mãos e ficou comendo cada vez mais aumentava os gemidos e o vai e vem, eu não queria acreditar no que via, mas a cena me deixou petrificado e sem reação, o cara gozou em cima das nádegas dela e eu aproveitando que eles não me viam fui subindo bem devagar e voltei pra mesa, depois de uns minutos ela volta pra mesa, e eu achando que tinha acabado, fiquei surpreso quando ela me deu um beijo e foi eufórica pra pista dançar.

Meu tezão já estava ficando insuportável e meu pau chegava a machucar de tão duro dentro das calças. Eu esperava que ela me contasse o que estava fazendo e sentindo, mas como ela não tomava a iniciativa, achei que parte do seu prazer estava no fato de pensar que eu não sabia o que estava ocorrendo. Devo confessar que me deu um pouco de ciúme e dôr de corno, mas o tezão era maior e deixei correr. Fingia que eu não estava ligado no show que ela estava proporcionando. Ela foi ficando mais ousada, e logo começou a se mexer mais, exibindo sua maravilhosa bunda, rebolando mais que o normal.

Com o maior cinismo do mundo, ela voltou a sentar, tomando o cuidado de já erguer de novo a saia e continuar a sessão de exibicionismo, apoiando um pé na cadeira em frente e mantendo o outro no chão, eu a apoiei dizendo a ela para soltar os desejos que tinha. Ela foi se liberando e chegou um ponto que as vezes, ela me parava e falava ai que vontade de dar para aquele homem ali, se eu pudesse, dava pra ele agora, eu fui entrando no jogo e estranhamente, em vez de ficar com raiva eu estava é gostando de ouvir ela falar essas coisas, eu passei a incentiva-la cada vez mais.

Olhei para trás para ver se a cerveja que eu pedi estava vindo e notei a presença de dois rapazes. Lentamente, abaixei a saia dela e continuei como se nada tivesse acontecido. Como a cerveja demorava, resolvi ir buscar. Dei um beijo no rosto dela e falei que já voltava, quando me virei para ir em direção ao bar percebi que os rapazes não estavam mais na observação. E fui tranqüilo em busca da gelada para saciar a sede. No bar, acabei me demorando, porém de onde estava podia ver minha esposa.

Entre um papo e outro com os amigos, de repente vi que ela não estava mais sozinha. Ao lado dela, um rapaz conversava e sorria. Num dado momento, ela deu um beijo no rosto dele e sorriu, continuando a dançar lado a lado. Eu lá de baixo só observava, e ela dançava freneticamente, quando, num dado instante, percebi que seus movimentos diminuíram e ela passou a se mexer de um jeito que eu conheço muito bem. Engoli seco o gole da cerveja. Será que o que os meus olhos viam eram a realidade? Mas como podia, se o rapaz estava ao seu lado e ela sorria para ele? Resolvi ver de perto o que estava acontecendo.

Sorrateiramente, me aproximei e vi, pela Segunda vez naquela noite, Carla se deliciava e o rapaz ao seu lado dançava, enquanto um outro rapaz atrás dela acariciava os seios pôr cima da blusa, passava a mão pôr cima da saia, beijava seu pescoço, e ela passando a mão pôr cima da calça sentiu o pau duro do cara que já começava a cutucar sua bunda, ela então ficou de frente abriu o zíper, tirou para fora e deliciou-se com a grossura do membro, mas ela queria mais do que ficar acariciando o pau do rapaz. Ele pôr sua vez, já estava alisando sua bunda, e ela dando um jeitinho colocou o grosso membro no meio de suas coxas e ficou dançando, Eu não acreditava no que meus olhos viam.

Imaginei que ela não ia suportar, mas, com um jeito que só ela sabe, o cacete foi entrando. Percebi que de vez em quando ela segurava a cintura do cara e depois deixava que ele a penetrasse. Repetiu esse movimento umas três vezes, até o cacete penetrá-la por completo. O jovem começou o vaivém e, quando parava, ela rebolava, demonstrando total satisfação de estar sendo penetrada. O rapaz que estava ao seu lado parecia nem se incomodar com o vaivém do amigo e com as reboladas que a minha mulher dava no cacete dele.

Olhei para a expressão do rosto da minha esposa e era só felicidade, estava em puro delírio e parecia começar a gozar. Os ritmos aumentaram e não demorou muito para o jovem gozar também. Para não deixar o jovem ao seu lado sem agradecimento, deu-lhe um beijo na boca. Ele pôr sua vez, já estava alisando sua bunda, e ela dando um jeitinho dispensou o outro, que ficou vigiando, e eu pude ver tudo o que aconteceu. Percebendo que ela já estava embriagada de tanto tesão, o cara foi logo enfiando a mão na xana ensopada e pegando a mão da minha mulher e direcionando para o pinto dele que já estava fora da calça.

Nessa altura dos acontecimentos, minha mulher estava com a mini saia na cintura, e o pau do cara cutucando sua bunda. O rapaz passava a mão na xana dela e com o liquido lubrificante que vertia molhava a portinha de sua bunda, deixando assim sua bundinha bem molhada, e em seguida colocava o pau forçando uma penetração anal. Minha esposa gostou da brincadeira e foi então que o rapaz segurou bem a sua cintura e deu uma estocada bem forte na bunda dela, ela pôr sua vez resolveu dar uma ajuda e relaxou, deixando a cabeça do pau do entrar na sua bunda. Calmamente ele foi entrando e ela rebolando, até que ela sentiu um misto de dor e de tesão. Ela tentou sair, mas habilmente ele a segurou pela cintura e enterrou mais um pouco.

Foi então que cheguei mais perto e ouvi ...”AI TIRA, TÁ DOENDO”, seus apelos foram em vão, e ele estocou mais uma vez, e mais uma vez eu ouvi “ TIRA TÁ MACHUCANDO”, ele a segurou com uma mão nos seios e a outra na xana, e ficaram colados. Na seqüência eu ouvi ela falar “ GOZEI, TIRA..., AI..., GOZEI..., TIRA..., SAI...,SAI... JÁ GOZEI...” o rapaz soltou, ela virou deu-lhe um rápido beijo no rosto. Saí rapidamente e voltei para o bar, pois as cervejas já tinham acabado e eu precisava de outras geladas. Voltei tão rápido quanto fui e, quando cheguei, os dois jovens não estavam mais lá.

Dei-lhe um beijo e mais do que depressa então ela voltou para mim. Ao meu lado, ela tentava se recompor, fazendo sua mini saia abaixar, eu pôr minha vez, coloquei uma mão na xana e a outra na sua bunda. De repente, sem mais nem menos ela sussurrou no meu ouvido... "JÁ GOZEI 3 VEZES VAMOS EMBORA." Obediente chamei o garçon.

Enquanto eu preenchia o cheque, notei que ela rabiscava algo num guardanapo, o qual providencialmente caiu da mão dela, perto do Renato quando saíamos. Depois, eletrizados, fomos para nossa casa e lá Fomos pra cama e comecei a tirar a roupa dela, então falei:

- Ficou dançando agarradinha com o Renato né? Pra minha surpresa ela repondeu:
- Ah, estava uma delícia... pena que acabou.
- Você gostou de ficar se esfregando nele é?
-Tava gostoso, ele dança bem, me apertava, colocava as pernas no meio da minha...
Com o pau quase estourando falei: - Você deve ter deixado ele de pau duro...
Ela falou: - Deve não eu sentia o pau dele duríssimo na minha perna ele ficou doidinho...
- Sua safada ficou com tesão é?
- Fiquei mô já pensou ele me pegando por trás, me colocando de quatro, ele me chupando, me comendo... Foi incrível, senti ciúmes e tesão, mais tesão do que ciúmes, transamos como nunca. no outro dia não comentamos nada sobre o fato, ela estava meio alegrinha então não toquei no assunto, porém, agora, estou ciente da putinha que tenho em casa...

domingo, 27 de setembro de 2009

Ontem chupei a rolona de um cara que vai comer minha mulher

Fui me encontrar com o cara que leu um conto meu, marcamos para nos encontrar na esquina da rua Vergueiro com a praça Santo Agostinho, ao lado do metro vergueiro, lá em umas arvores e é meio escuro. Quando cheguei, liguei no celular dele ele atendeu disse, "To dentro do Golf vermelho, entra'' Entrei no carro e o cara já tava de pau de fora, com umas fotos da minha esposa que eu tinha mandado por email pra ele, e se masturbando com o pintao duro no volante, era grosso, era mais grosso que o volante do carro.


Entao ele me disso: OLHA AÍ A ROLA QUE VAI ENTRAR NA BUCTINHA DA TUA MULHER, APRECIA DIREITINHO, fiquei olhando e ele esfregava o pau na foto e batia na bunda dela e falava, ''veja como eu vou fazer com sua mulher corno safado.''

De repende ele pegou minha mão e alisando ela disse: VC. TEM MAOS FINAS, PEGA NO MEU PAU, PEGA. e colocou a minha mão esquerda no pau dele. senti aquela coisa quente na minha mão, era estranho, interessante, tesudo Com o rosto virado para outro lado, eu alisava, e punhetava o pau do cara, safadao ele. entao ele veio bem pertinho de mim e falou, me fala como sua mulher vai dar pra mim, fala, vai falando bate uma punheta para mim, quero gozar gostoso para vc ver, seu corninho bonzinho.

Eu entao obedecendo aquele homem mandão, comecer a bulbuciar... Ela é loira, gostosinha, ter pernas grossas, e bucetinha apertadinha, e muito safadinha.... ele deu um tranco na minha mãos, e disse: apertadinha, vai bati, bati mais, me faz gozar seu corno. Eu gostei da experiencia, e disse: É, ela é muito safada adora chupar pintões como o seu, ela chupa até os caras gozarem, na boca dela, ela então...


É, ela vai me chupar até eu gozar na boca dela, vai? bati mais, bati vai seu corno, bati, me faz gozar na sua mãozinha lisinha, vai... eu mudei de mãos, e cheguei pertinho dele, e alisei melhor o pauzão do macho... e disse: vai gozar? vai entao goza para o corinho dela ver a sua porra, goza eu nao imaginava que era assim, por a mulher da gente a disposição de outros machos tinha que bater punheta pra eles'' falei ainda, ela vai amar, levar essa rolona linda na buceta, ela vai adorar até dá água na boca só de pegar nessa rola.

Quando eu falei isso, ele pegou minha cabeça me levou até o pauzao dele mandou eu chupar segurou minha cabeça com uma maos e a outra enfiou o pau na minha boca eu entao obedeci e chupei, nunca tinha chupado um pau, era estranho, mas interessante ele mechia o quadril e enfiava até minha guela, o mostro do pintao dele, e ali a pouco ele jorrou um montão de porra, me encheu a boca de porra, uma coisa quente, parecia leite quente. ele segurou minha cabeça, escorria pelos lodos, espirrava porra pelos cantos da minha boca ele me fez engolir um monte de porra. entao o pau dele foi amolecendo aos poucos e eu ia chupando lambendo até deixar ele limpinho, (acho que gostei) e com vergonha de olhar na cara dele. eu estava morrendo de vergonha, alem de corno agora eu era um viado chupador de pau, era isso que ele iria dizer, tinha certeza.

Ele tirou minha cabeça do pau dele e arrumando as calças, se limpando com a toalha que o safado ja tinha no porta luvas, e limpou minha boca tambem, e falando: Além de corno, chifrudo, agora você é também viadinho chupador e vai chupar novamento quando eu fuder sua loirinha viu, eu me limpei e combinei com ele e que como morava ali perto, iria chamar minha mulher pra ele ver ela. liguei em casa e disse para ela descer na calçada rapidinho, para conhecer um amigo e que era pra vir com uma roupinha sex.

Ele estacionou o carro na frente do meu prédio, ela desceu com um vestidinho curto branco, mostrando as coxas, ela veio e me beijou, e estranhou, falou: iiiii... que cheiro estranho na sua boca! "depois eu te conto", falei para ela. ela estendeu a mão e comprimentou ele, e ele mandou ela entrar no carro, quando disse isso, eu disse: NÃOOOOO, não entra não, ele vai fazer com você o que fez comigo, agora não. outro dia! então ela me obedeceu, e queria saber o que era, eu disse: "La em casa eu te conto tudo." minha mulher ficou curisosa queria saber, entao eu me despedi do cara e subi com ela, marcando outro dia para ele vir jantar com a gente.

Ele foi embora chegamos em casa e fomos direto pra a cama, contei o que eu fiz, minha mulher tirou a roupa e disse: então me come, to louca de tesao seu corno viado! eu não aguentei de tesao e meti na bucetinha dele e quando eu estava metendo eu flalava do tamanho e da grossura do pau do cara, ela gritava de tesao, e me perguntava se era gostoso chupar o pau de outro homem eu metia e dizia que era muito bom sim, e que agora alem de corno sou chupador de rolas também, rsrsrsrsrs na hora de gozar tirei o pau para fora, e mostrei para ela como o cara fez comigo, segurei a cabeça dela com as duas maos e gozei na boca dela, la no fundo ela gozava com a minha rola na boca dela, e se afogando com a boca cheia de porra, me beijou e disse EU TE AMOR, MEU CORNO EU TE AMO MEU VIADINHO LINDO, VOCE SEMPRE VAI CHUPAR OS MACHOS QUE FOREM ME COMER.

sábado, 26 de setembro de 2009

Estou gostando de ser corno

Estou enviando este conto para compartilhar com vocês a minha alegria de ter virado um corno. Com 25 anos, casei com Gabriela de 20 aninhos. Gabi era o tipo da menina (virgem) que muitos cobiçavam: morena clara; cabelos negros e longos; bunda perfeita (volumosa e empinada); seios de médios para grande (redondos, duros e apetitosos).


Durante os dois anos de namoro, foi um sufoco tremendo pra poder convencê-la em deixar tirar a sua virgindade. Mesmo depois da nossa primeira trepada, Gabi sempre foi muito comedida em relação ao sexo. Mas depois de casados, Gabi foi se transformando numa ninfomaníaca, queria sexo todos os dias e a qualquer hora. Não era eu que trepava em Gabi, era ela que me fodia. Quando eu não já aquentava mais, passou a mamar na minha piroca como uma puta qualquer só pra ter ele duro novamente. Mesmo depois de três anos de casados, ela continuava com o mesmo fogo que tinha no início... Eu já não estava dando conta do recado.


Eu tinha um bom emprego numa firma multinacional, e foi no clube pertencente a firma que comecei a perceber que muitos homens devoravam minha esposa com os olhos; inclusive meus amigos... Ela vestia biquinis sumários que fazia exalar sexualidade por todo seu corpo. Tinha um amigo que trabalhava comigo: Carlão (diziam que tinha família rica); 30 anos, cheguei a notar que ele ficava impaciente quando Gabi ficava muito perto dele. Um dia achei até que ele foi pro banheiro do clube por ter ficado excitado por causa de Gabi e acabei imaginando ele tocando uma punheta em homenagem à minha deliciosa esposa. Mas foi na sauna masculina quando estava somente nos dois, que fui notar toda a virilidade do Carlão.


Carlão era um cara alto, corpo musculoso; além de ser muito simpático e discreto. Quando ele tirou a toalha que lhe enrolava a cintura, deixou-me à mostra sua rola grande e roliça... Mole devia ter uns 15 cms. Naquela mesma noite sonhei com Carlão comendo a minha mulher... Acordei muito excitado que tive que acordar Gabi e dar-lhe uma bela trepada. Em outra oportunidade em que ficamos novamente sozinhos na sauna num papo entre trabalho, futebol e mulheres, por eu ter perguntado sobre sua vida amorosa, Carlão disse que tinha terminado um noivado fazia poucos meses pelo motivo deles morarem longe um do outro e acabou dizendo que achava que eu e Gabi formávamos um belo casal.


Aos poucos fui me abrindo com Carlão e acabei dizendo sobre o apetite sexual de Gabi, contando como estava sendo difícil pra mim sacia-la sexualmente. Quando percebi que Carlão estava ficando excitado, perguntei: EH CARA! A GENTE AQUI FALANDO DA MINHA ESPOSA E VOCÊ FICANDO DE PAU DURO...


Carlão tentou despistar cobrindo-se com uma toalha, respondendo: DESCULPE-ME! É QUE ESTOU A TANTO TEMPO SEM DAR UMA TREPADA, QUE SÓ DE OUVIR FALAR EM SEXO, FICO ASSIM...


Eu insisti: FALA A VERDADE CARLÃO, O QUE VOCÊ ACHA DA GABI? Ele disse que não era somente ele, mas muitos na empresa ficavam babando com a beleza de Gabi, mas que ele por nossa amizade a respeitava muito. Sem muito rodeio, continuei a perguntar: VOCÊ JÁ SE MASTURBOU PENSANDO NELA? Carlão disse que era uma pergunta tão besta que ele não ia nem responder. Insisti e ele falou: QUER SABER CARA! EU JÁ MASTURBEI SIM E JÁ ATÉ SONHEI COM SUA ESPOSA. TE GARANTO QUE NÃO SÓ EU, MAS MUITOS NA FIRMA TREPAM COM SUAS MULHERES PENSANDO ESTAR TREPANDO COM A SUA!


Como vi que Carlão ficou nervoso, falei: FIQUE TRANQUILO CARLÃO! EU NÃO TENHO CIÚMES DE GABI E ATÉ FICO LISONJEADO POR SABER QUE ELA SEJA TÃO DESEJADA!... A amizade entre eu, Carlão e Gabi foi se tornando mais profunda que ele passou a freqüentar minha casa. Mas apesar dele ficar mais à vontade com Gabi, nunca percebi nenhuma segunda intenção entre os dois. Quando Gabi começou a pedir constantemente que convidasse Carlão pra jantar lá em casa, resolvi contar pra ela sobre a conversa que tive com ele lá na sauna. Gabi fingiu ficar aborrecida, mas no fundo notei que ela ficou toda assanhada por saber que um homem sonhava e se masturbava por sua causa.


Carlão um dia comentou que gostava muito de ir pra fazenda do seu pai e tomar banho em um lago que mais parecia um paraíso, disse que o lago era de difícil acesso e que normalmente ia sozinho. Gabi logo perguntou se ele tomava banho pelado, Carlão respondeu: LÁ EU POSSO FICAR DO JEITO QUE QUISER, NÃO TEM NINGUEM PRA TIRAR A MINHA PAZ!... Gabi disse que gostaria muito de conhecer um lugar igual aquele. No carnaval, Carlão nos convidou e fomos pra fazenda.


A fazenda era tão grande; que no dia seguinte da nossa chegada, mesmo a cavalo demoramos meia hora pra chegarmos ao tal lago. O lago era realmente fascinante... Gabi logo tirou a roupa ficando de biquíni... Era um biquíni tão minúsculo que parecia ter sido feito somente de tiras: duas tiras que cobriam somente os bicos dos seios, uma tira que sumia em seu rego e um triangulo tão pequeno na frente que só dava pra cobrir sua xoxota depiladinha. Ela logo entrou na água e eu e Carlão ficamos de sunga e fomos lhe fazer companhia. Gabi era somente felicidade, parecia uma adolescente pulando e debatendo-se dentro do lago.


Quando saímos da água, Gabi fez o comentário de que aquele lugar realmente era um paraíso e que se ela pudesse ficava nua.
Logo falei: COM ESSE BIQUINI OU PELADA NÃO VAI FAZER MUITA DIFERENÇA...
Gabi fingindo não ter gostado do comentário: SE O CARLÃO NÃO ESTIVESSE AQUI, EU FICARIA PELADA MESMO!
Falei: POR MIM VOCÊ PODE FICAR NUA A HORA QUE QUISER! E APOSTO QUE O CARLÃO TAMBÉM NÃO VAI SE IMPORTAR.
Ela respondeu: AH É...


Gabi tirou a parte de cima e sem nenhum pudor abaixou perto de nos dois e tirou a parte de baixo, caminhando nuazinha pra água novamente. Olhei pra cara do Carlão sorrindo satisfeito pela atitude da minha esposinha que estava me deixando excitadíssimo. Carlão também estava excitado como demonstrava o volume na sua sunga, mas meio sem graça falou: PUTA QUE PARIU! ACHO QUE VOU É DAR VEJAME FICANDO AQUI. Pra aliviar a tensão que pairava no ar, tirei minha sunga e incentivei Carlão a tirar a sua: PODE TIRAR SUA SUNGA TAMBÉM CARLÃO! SE A GABI PODE FICAR PELADA, NOS TAMBÉM PODEMOS! E NÃO ESQUENTA A CABEÇA COMIGO, ACHO QUE ELA VAI É GOSTAR DE NOS VER PELADOS.


Dito e feito, quando Gabi nos viu pelados e com as pirocas duras, logo saiu perguntando: QUE ISSO? VIROU CAMPO DE NUDISMO?... Pedi pra ela chegar mais perto e dando-lhe um abraço comecei a beijar-lhe a boca e com a mão fiquei apalpando um dos seus peitos, pra depois sussurrar no seu ouvido: EU SEI QUE VOCÊ TÁ EXCITADA! QUE TAL DEIXAR O CARLÃO NOS VER DANDO UMA TREPADA...
Ela também falando baixo no meu ouvido: COITADINHO DO CARLÃO, ELE VAI FICAR SÓ NOS OLHANDO? Continuando falando baixo: SE VOCÊ QUISER QUE ELE PARTICIPE, PODE CHAMAR...


Gabi segurou firme meu pau: ENTÃO VEM MEU GOSTOSÃO!... Gabi ficou de quatro sobre a relva e eu por trás soquei a pica em sua buceta... Quando comecei a bombar, Gabi olhando pro Carlão: VEM CARLÃO, VEM ATÉ AQUI!... Autorizei: PODE VIR CARTÃO! DEIXA ESSA SAFADA FAZER O QUE QUISER!... A mando de Gabi, Carlão ajoelhou na sua frente e ela segurando sua enorme caceta colocou-a na boca e começou a mamar, enquanto eu sentindo um prazer enorme de vê-la chupando o pau de outro homem ia socando mais e mais em sua buceta.


Eu gozei e ela ainda continuava sugando a pica de Carlão, quando pediu: VEM CARLÃO! AGORA É A SUA VEZ DE COMER A MINHA BUCETA... Carlão saiu da sua frente e indo por trás segurou suas ancas, bem de perto fiquei olhando aquela tora ir entrando dentro da xoxota da minha mulher que acusou a grossura: UUUUIIII, COMO É GROOOOOOSSA! QUE DELIIIIIICIIIIIA! METE CARLÃO! MAIS! MAIS! OOOHHH! OOOHHH!... Eu estava adorando ver minha mulher sendo seviciada por outro que logo fui ficando com o pau duro novamente... Fui pra frente de Gabi e enquanto Carlão socava a piroca eu ficava batendo uma punheta bem perto do seu rosto, ela me olhando gritava: TO GOZANDO MEU BEM! TO GOZAAAAANDO! HUMMM! HUMMM! AAAHHH! AAAHHHH... Carlão tirou a pica de dentro e começou a gozar sobre a bunda de Gabi...


Aquela visão me deu tanto prazer que acabei esporrando e lambuzando a cara da minha mulherzinha safada que lambia a porra que escorria perto dos seus lábios. Ficamos os três deitados na grama e Carlão disse que gostou de saber que éramos tão liberais e mais ainda quando eu disse que aquela tinha sido a primeira vez que tinha visto a minha mulher trepando com outro homem. Meia hora depois, de dentro do lago vi quando Gabi deitada ao lado de Carlão (não ouvia o que conversavam) começou a alisar a vara dele que foi endurecendo e crescendo... Gabi subiu sobre o corpo de Carlão e foi descendo lentamente fazendo sua buceta engolir o caralho só deixando o saco pro lado de fora.


Fiquei satisfeito que a putinha da minha mulher ia me proporcional cenas bem calientes e cheguei bem perto vendo pra ver sua xoxota subir e descer freneticamente cavalgando aquele tronco... Gabi parou sentada na pica de Carlão tremendo todo o corpo, tendo seu prazeroso orgasmo e deixando que ele gozasse dentro dela. Quando ela saiu de cima e vendo escorrendo aquele monte de porra de sua buceta, mandei-a ficar de quatro e meti a vara em sua buceta já encharcada de porra... Depois que gozei, a xoxota de Gabi parecia uma cachoeira liberando uma quantidade enorme de esperma.


Três dias do carnaval fomos para o lago onde Carlão já beijava minha mulher na boca, chupava seus peitos, metia e gozava na sua buceta... Aquilo tudo me dava tanto prazer que logo era eu que transava com ela sob o olhar de Carlão. Mas foi no último dia que, após ouvir de dentro do lago Gabi gemendo mais alto do que o normal, ao chegar perto vi Carlão socando a piroca no cú da minha mulher... A filha da puta nunca deixou penetra-la por trás. Apesar do rosto contraído a putinha rebolava como uma cachorra na vara de Carlão, toda satisfeita.


Hoje, Carlão já até dorme lá em casa com Gabi na nossa cama... Só faço questão de assistir de vez em quando os dois transando. Sou um corno feliz....

E-mail= andre.lino@oi.com.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Procurando sacanagem, descobri meus chifres II


Depois que descobri as fotos da minha esposa na net, fiquei sem saber o que fazer.

Pensei em encher ela de porrada... ou colocar um detetive na cola dela pra descobrir tudo. Sei lá.
Fui até o quarto, onde ela dormia.
Fiquei um bom tempo vendo minha loirinha dormir. Parecia um anjo, mas agora eu sabia que ela era uma tremenda puta.
Mas fiquei pensando: De toda a putaria que eu procuro na net, encontrei nas que eu mais gosto as fotos da safada da minha mulher.
E olha que as fotos mostravam ela trepando com gosto mesmo!


Eu estava confuso, mas também estava com o pau muito duro. Enquanto não decidia o que fazer, resolví me enfiar debaixo das cobertas e pregar a vara na minha mulher.
Ela estava dormindo com uma camisolinha e uma calcinha fio dental.
Peguei ela por trás, puxei a tanguinha de lado e preguei a vara. Quando ela acordou (assustada), já estava com metade do pau enfiado na sua buceta.
Fazia muito tempo que não pegava ela deste jeito.
Ela demorou um pouco pra entender o que estava acontecendo. Quando se deu conta, ficou muito brava:
-Agora não Beto... me deixa dormir.


Puta que pariu, pensei. Levar chifres eu até entendo... mas não poder comer a própria esposa, aí já não dá.
Não dei bola e continuei fodendo. Eu estava meio puto, então estocava com força.
Ela insistiu:
-Assim tá doendo Beto!
Fiquei puto! Dei um bofetão, de leve... mas ela não esperava. Percebí que ela chegou a prender a respiração.
Falei: Cala a boca. Nunca ví putinha reclamar de tomar vara!
Dei mais uma estocada no fundo da sua buceta.
Coloquei meu dedão em sua boca e falei: Chupa aí minha putinha.


Ela, que estava meio "seca", na hora ficou bem molhada. Chupava meu dedo como se fosse uma pica e rebolava muito.
Começou a gemer alto.
Caralho, minha mulher, que confesso era meio "marrenta", gostava mesmo era de ser bem mandada.
Deitei de costas e mandei ela me cavalgar. Ela se ajeitou na posição, levou a mão por trás da xana pra posicionar meu pau. Colocou ele bem na entrada e desceu suavemente até o final. Ficou sentadinha sem se mexer, apenas apertando meu pau lá dentro.


Foi então que ela pegou minha mão e levou até sua boca. Colou meu dedão entre seus lábios e lambeu... chupou...
Eu já não tinha mais nada a perder, comecei a falar:
-Mas olhe só que putinha eu tenho aqui. Chupando meu dedo como se fosse um pau?
Ela disse humhummm gemendo ainda mais e começando a cavalgar.
Falei: -Queria um outro caralho pra chupar, ou queria chupar o meu caralho enquanto leva outra vara?
Ela largou minha mão, apertou os dois seios e gemeu. Gozou gostoso sentada na minha vara e apertando os mamilos. Gemeu forte e alto.

Quando se acalmou, virei ela de quatro e voltei a atolar meu pau. Abrí bem o seu rabo pra ter uma visão perfeita da sua buceta engolindo todo meu pau.
Continuei falando: -Que tipo de esposa putinha é você que trepa comigo e goza pensando em outra vara?
Ela gemia forte, mas não falava nada.
Insistí mais uma vez, mas ela só gemia.
Quando falei pela terceira vez: -Que tipo de esposa putinha é você que trepa comigo e goza pensando em outra vara?
Ela respondeu: -Que tipo de marido corninho é você que fica de pau duro imaginando sua mulher trepando com outro homem?


Que foda. Eu realmente estava com o caralho muito duro.
Dei mais umas bombadas e sentí que ia gozar.
Ela deve ter sentido meu pau ainda mais grosso e disse:
-Goza na minha bunda Beto.
Eu disse: -Quero gozar é no fundo dessa sua bucetinha.
-Dentro não, Beto! Esquecí de tomar pílula alguns dias dessa semana.
Pensei: Mas que filha da puta. Nas fotos ela aparecia com porra escorrendo da buceta, e agora ficava me regulando.
Pelo sim, pelo não... acabei tirando meu pau e gozando em cima da bunda branquinha da minha loira.


Ela foi tomar uma ducha e eu virei pro lado e dei uma dormida. Tinha gozado muito e estava bem relaxado.
Nos dias que se seguiram, comecei a reparar bem na minha mulher.
Ela caprichava sempre na lingerie e maquiagem... especialmente nos últimos tempos.
Sempre ia trbalhar muito bem arrumada (ela é advogada). Nada muito insinuante, devido ao trabalho que faz, mas sempre muito elegante.
Voltamos a trepar na mesma semana, mas sem tocar no assunto e sem "fantasiar" nada. Realmente não foi a mesma coisa.


Entre meus pensamentos, decidí que antes de falar com ela e abrir o jogo, eu iria dar mais uma investigada.
Instalei um programa no notebook dela pra gravar log do teclado, assim eu poderia saber tudo o que ela digita. Pensei que seria bom saber a senha do e-mail dela.
O que descobrí, conto numa próxima.

Procurando sacanagem, descobrí meus chifres



Me chamo Beto. Sou casado com Aline ha 4 anos.
Tenho 30 e sou um cara normal. Minha mulher tem 28, loira, 1,70m, 65Kg. Muito gostosa. Tem seios grandes e bem firmes. Uma pele branquinha e lisa. Ela também tem duas tatuagens: Uma no tornozelo (que fez anets de começarmos a namorar) e uma na virilha, bem em do lado da buceta. Esta ela fez depois de casada. Eu até ajudei a escolher o desenho.

Quando conhecí Aline, eu era virgem. Ela já tinha algumas experiências anteriores, mas isso não me incomodava. O que me importa é que quem come ela agora sou eu.
Isso pelo menos era o que eu pensava.
Sempre gostei de ver sacanagem na internet. Contos eróticos, fotos de mulheres, filminhos, tudo de melhor que a internet pode nos oferecer.
Aline nunca gostou deste meu hábito, por isso faço minhas navegações "na moita".
Ela é ciumenta. Diz que tenho mulher em casa e que não devia ficar admirando outras mulheres pelo computador.

O caso é que sempre tive uma tara por fotos de mulheres casadas ou noivas. Sei lá, me bate um tezão enorme em saber que mulheres comprometidas e "respeitáveis" também gostam de foder com outros homens, mas sempre fantasiei em ser um destes comedores de mulheres casadas.

Vamos ao que interessa:
Uma bela noite, acordei de madrugada e saí da cama. Aline ficou dormindo. Isso acontece com certa frequencia, pois sofro de insônia.
Como sempre, me ajeitei no PC e comecei a fuçar a net em busca de fotos de sacanagem.
Quem costuma fazer isso sabe que é um tal de clica aqui, abre outra janela alí... quando ví, estava com um monte de janelas abertas. Comecei a selecionar as que me interessavam, até que encontrei uma com a descrição: "Fodendo a esposa de alguém". Não tive dúvidas e fui lá conferir.


A primeira foto mostrava uma loira fazendo um boquete. Não dava pra ver o rosto, mas mostrava a mão esquerda dela com aliança segurando um caralho bastante grande.
A segunda foto mostrava a loira, por trás, cavalgando, com a buceta atolada na pica. Como era uma tora grossa, a buceta ficava bem inchada. Achei muito tezão. Ela era bem do jeito que gosto, com cuzinho depilado e... ela tinha uma tatuagem no tornozelo.
Tatuagem hoje em dia é moda, pensei.
Seria bastante coincidência minha esposa ter uma tatuagem bem parecida e no mesmo lugar? Nem parei pra pensar. Resolví olhar o resto das fotos.


Foi aí que a coisa complicou. A outra foto mostrava a loira de frente, sentada na jeba.
A buceta lisinha, depiladinha e com a tatuagem que eu mais conheço estava lá, estampada na net.
Na hora fiquei sem reação. Puta merda!
A buceta da minha mulher estava numa página de sacanagem na net, toda aberta e com um enorme caralho atolado. Até o talo!!! Só ficava o saco do cara pra fora.
Tentei pensar que podia ser alguma coisa de algum ex-namorado, mas eu sabia que a tatuagem na virilha ela tinha feito depois de casada.
Naquele momento, eu percebí. Ela era uma tremenda puta... e eu um corno!


Continuei olhando as outras fotos. Prestando atenção nos detalhes. As fotos foram tiradas num motel.
Eram umas 15 fotos.
Outra coisa que me chamou a atenção é que parecia que as fotos foram tiradas por outra pessoa. Tinha mais alguém lá batendo as fotos.
Mostrava ela cavalgando, de quatro, chupando, na banheira. Meu Deus, o pau do cara estava sem camisinha!
A última foto mostrava a buceta da minha mulher toda aberta, vermelha e com muita porra escorrendo.
Mesmo não mostrando o rosto, eu tinha certeza de que as fotos era da minha esposa. Não só pelas tatuagens, mas... porra, eu conheço o corpo da minha mulher.

Eu que sempre achei tesão ver a mulher dos outros sendo fodida por terceiros, agora me encontrava nessa situação, descobrindo meus chifres pela net.

domingo, 13 de setembro de 2009

abri o MSN e...

Meu nome é Rafael, tenho 25 anos, sou moreno, tenho 1,75 78 kg, não sou muito atraente, mas dei sorte de ter uma mulher como Jaqueline, uma loira de 1,70 m, 62 kg, olhos azuis seios médios pra grandes e uma deliciosa bunda com marquinha de biquíni bem pequenininha. Bem, nos conhecemos no MSN e, alguns dias depois, marcamos encontro e começamos a namorar.


Ela sempre gostou de usar roupas curtinhas e apertadas e gosta até hoje, shortinhos minúsculos, sainhas, sutiã meia taça e calcinhas minúsculas e enfiadas no bandão. Já no primeiro encontro, nós transamos e isso me deixou um pouco encucado, mas o tesão que ela me deu foi tão grande que esqueci de tudo isso. Namoramos uns 6 meses e logo casamos e fomos morar em um apartamento, onde ela levou suas coisas inclusive, seu computador. Num desses dias, eu estava mexendo em uns arquivos e abri uma pasta que tinha conversas gravadas do MSN e comecei a ler quando eu vi, tive uma surpresa.


Peguei umas conversas da Jaqueline que são mais ou menos assim: Jaqueline diz: mas vc engravidou a aluna da auto escola... Mário diz: ...mas não é verdade, eu não sou o pai da criança...Jaqueline diz: ...no dia que nós transamos você não gozou em mim porque eu não deixei...mas sabe, to louca que vc encha a minha boceta com esse leite gostoso que vc tem... ai eu li mais uma conversa com outro homem e ela diz que nossa como foi delicioso vc ter me fodido naquela festa... to com seu leitinho dentro de mim até hoje...


Depois ainda peguei o pior... ela tinha marcado encontro com mais um homem, um tal de Gomes e a conversa era assim: Jaqueline diz: nossa to louca pra sentir esse pauzão enorme no meu cu... ele tá piscando agora de tesão... Gomes diz: quero deixar ele todo arrombado pro seu marido chifrudo ver... Jaqueline diz: ...esse nem percebe, pois sexta passada ele chupou minha boceta que tava cheia de porra que vc deixou lá dentro e ele nem percebeu... Isso me deixou furioso, mas um tesão subiu pelo meu corpo me deixando de pau duro.


Não sei o que estava acontecendo... ai no dia marcado,ela saiu de casa e disse que tinha que fazer uns trabalhos na casa de uma amiga... quando deu umas 11 da noite, ela apareceu, com as pernas escorrendo e disse que ia tomar um banho. Fui no cesto de roupas e cheirei a calcinha dela, lambi e vi que era porra. A vagabunda além de me trair, faz com todo o mundo sem camisinha... nisso, eu decidi por um fim nessa historia toda e disse pra Jaqueline que iria viajar e ficar o mês todo fora, a trabalho.


Mas ao invés disso, eu fiquei num hotel e antes de ela chegar, eu vi o MSN dela e tinha lá:Jaqueline diz: que horas que vocês chegam? Gomes diz: às dez, tá bom? Jaqueline diz: ...sim tá ótimo, mas eles são pauzudos como voce? gomes diz: ...sim... e ela nesse dia, tomou um longo banho e colocou uma camiseta e uma minúscula calcinha vermelha atoladíssima no cu e escuto tocar a companhia. Era o zelador que logo foi agarrando ela e enfiando os dedos na boceta dela por cima da calcinha e a vadiagem ia bem alto e disse pra ele comer ela logo que ela tinha que sair.


Ela ficou de quatro no sofá, puxou a calcinha de lado e ele mandou ver na boceta da vadia ...ela gemia, se contorcendo de tesão até que o zelador não agüentou mais e gozou dentro dela. E ele saiu rápido, pois ela mandou ele logo embora. Ela foi até o quarto e voltou com uma sainha curtissima que mostrava as poupas do bundão dela, uma blusinha decotada e logo tocou a campanhinha. Era o Gomes com mais 3 caras. Eles se apresentaram e logo já tiraram as picas pra fora e Jaqueline se abaixou feito uma puta e começou a chupar aquelas picas, uma a uma...chupou, mamou até eles colocarem ela de quatro e meterem nela na boceta e no cu, arrancando gemidos e orgasmos da vagabunda até que eles gozaram dentro dela, enchendo ela de porra.


Se passaram alguns dias e eu liguei avisando que iria voltar no dia seguinte. Passou esse dia e eu mais uma vez eu li o MSN dela e vi que ela tinha marcado encontro num bar numa cidade mais afastada. Chegou a noite e ela pegou o carro e saiu... eu segui ela e na cidadezinha ela parou num boteco de madeira, sujo e lá ela desceu com uma microssaia branca quase transparente mostrando a calcinha preta atoladíssima no cu, uma blusinha decotada com um sutiã preto que mostrava os peitões da vagabunda.


Entrou nesse boteco e lá estava o Gomes com mais 11 caras, todos sujos e mal encarados e ela logo deu um beijo na boca do Gomes e subiu na mesa de quatro mostrando a boceta e o cu, pois a calcinha era tão minúscula que não tampava o buraco do cuzão dela e ficava apertadíssima na boceta e os caras logo meteram a língua na boceta dela e ela implorou por uma pica e logo um negão arrancou uma jeba de 23 cm e meteu de uma vez só na boceta dela,enquanto mamava nos outros caras. Uns gozaram na boca dela, mas eles comeram primeiro o cu dela e a vadia agüentou um sujeito que tinha uns 23x7 de vara e todos gozaram dentro do cuzão da vadia.


E ela queria mais... disse pra todo mundo... venham... me fodam logo a minha boceta que meu marido corno vai chegar em casa e quero dar pra ele chupar tudinho a porra que vocês depositarem dentro dela... isso soou como um desafio e logo, um a um, meteram nela e todos gozaram uma cachoeira dentro dela. A vadia só arrumou a calcinha na boceta e saiu logo dali e foi para casa mas eu cheguei antes dela e quando ela me abriu a porta e me viu ficou surpresa e me disse, ja chegou meu bem? e me agarrou e começou a se esfregar em mim e levei ela pra cama e levantei a sainha dela e logo meti a língua no umbigo dela e desci até a boceta dela que ao primeiro toque saiu uma enorme quantidade de porra, que eu chupei tudinho mas na hora me meter, o telefone tocou e pelo toque, eu sabia que era meu patrão.


Atendi era urgente e tive que sair as pressas só que dessa vez eu viajei de verdade e fiquei 20 dias fora. Voltei e duas semanas depois eu abri o MSN e vi a conversa que quase eu cai duro; Jaqueline diz:...Gomes to encrencada... eu to grávida e não sei quem e o pai... e agora? Gomes diz: mas vc não estava tomando remédio? Jaqueline diz: ...não... Gomes diz: ah ele nem vai perceber que o filho não e dele e vai assumir como se fosse dele... ele é chifrudo mesmo... depois de eu descobrir essa, quase matei a Jaqueline mas me mantive firme. O tempo passou e ela teve a criança e para a surpresa dela e de todos, nasceu um mulatinho até que bonitinho.


Ela não sabia onde enfiar a cara, pois ela e loira, eu sou de pele clara e nasce um marronzinho... só sei que quando os médicos deram alta pra ela, eu fui buscar mas a surpresa veio... ela foi embora um dia antes e deixou uma carta com a amiga dela e dizia assim... eu não sou mulher pra vc, pois eu sou uma vagabunda e gosto mesmo é de foder com tudo que e macho... esse filho não é seu e por isso, eu vou assumir as conseqüências dos meus atos sozinha... seja feliz... isso me deixou muito chateado. Até fui atrás dela mas, não a encontrei. Mas procuro uma outra mulher que seja como a Jaqueline, vadia, puta que goste muito de ser. Se alguma ler esse conto e se interessar por mim, me escreva!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cris - Minha esposa fodendo com os dois moleques


No dia seguinte, acordei com Cris me dando um beijo, ela sentada do meu lado na cama me beijando com os lábios com foram cobertos com a porra de Zé na noite anterior, ela me chamou pra levantar e tomar um banho, pois ela estava com Miriam na cozinha preparando o café, depois iríamos pra uma praia próxima que tinha um bom movimento.

Ela já estava vestindo um biquíni azul claro, fio-dental, que a deixava super gostosa, e uma saída de banho por cima, eu com o tesão acumulado tentei puxa-la pra cama mas ela refutou e saiu correndo, mandando um beijinho da porta. Eu me levantei e fui tomar meu banho, depois vesti minha bermuda e uma camiseta e fui tomar café com Cris, Miriam, Gustavo e Seu João. Não vi os dois moleques na casa, mas soube que eles já haviam saído pra praia. Depois do café rumamos para a praia, fomos caminhando pela praia até lá.

Ao chegarmos já havia um bom movimento na praia, umas barracas legais e nos acomodamos em uma delas. Nossas mulheres passaram o protetor solar em mim e Gustavo, depois, quando era nossa vez de passar bronzeador nelas, Gustavo me chamou pra irmos bater uma bola com um pessoal que havia feito uma quadra de areia na praia, e fomos, deixando que as meninas passassem bronzeador uma na outra. Enquanto jogávamos, eu ficava de olho nas meninas, eu estava com muito ciúme de Cris, pelo que houvera na noite anterior, fora que elas eram as mulheres mais gostosas da praia e todos os caras estavam as comendo com os olhos.


Gustavo era desligado, não tinha muita preocupação com Miriam, mesmo ela sendo tão gostosa como era, mas eu estava bolado demais com o tesão de ver Cris com outros. Estávamos ganhando todas as partidas, pois eu e Gustavo somos bons de bola e não perdíamos uma.

Logo apareceram Neto e Zé, entraram em um time contra o nosso, aproveitei pra encher os dois de porrada. Entrei duro neles, pra descontar a raiva contida pela noite anterior. Logo que saíram eles foram até a barraca onde estavam Cris e Miriam, elas estavam deitadas em esteiras pegando sol. Eles chegaram sentaram e pediram uns refrigerantes, eu apenas vigiava de longe e até me desconcentrei um pouco do jogo. Notei que eles começaram a conversar com Miriam, batiam papo e tudo mais, sorriam os quatro, mas nada que levantasse suspeita, mas foi então que Miriam pegou o bronzeador e entregou pra zé, ela virou de costas e deitou com aquela bunda durinha pra cima para ele passar bronzeador nela.

Neto por sua vez se ofereceu pra Cris, que não vendo mal naquilo aceitou e deitou com aquela bunda gostosa pra cima. Ao longe acompanhei os dois moleques se deliciarem com os corpos daquelas duas gostosas, Zé ainda agia com respeito, mas Neto encha a mão com o corpão de Cris, esfregou todo o corpo dela e deixou a bunda pro final, quando fui passar eu esperei que Cris tivesse uma reação negativa, mas ela ficou passiva. Neto passou o bronzeador esfregando a bunda dela com movimentos circulares, separando as polpas da bunda dela e abrindo o cuzinho pra visão dele. Coberto de ciúmes, eu deixei o jogo e fui rumando pra barraca.

Ao me ver chagando, Neto parou rápido de espalhar o bronzeador na bunda de Cris, que ao me ver chegar, dengosamente me pediu um beijo e fingia não ter havido nada, Neto não parecia arrependido com o que fez, e não tirava o olho de Cris. Aquela situação me deixou com muito ciúmes e tesão. Gustavo logo chegou e pedimos peixe assado pra comermos.


Após isso chamei Cris para caminharmos pela praia e ela aceitou pegando nossa câmera digital pra batermos algumas fotos. Após uns quinze minutos de caminhada, nos vínhamos nos abraçando e nos roçando no caminho, achamos um coqueiral e paramos pra trocarmos uns amaços. Ela estava de fogo alto, eu afastei o seu top e comecei a chupar seus peitos, ela estava louca, já enlaçando as pernas em minha cintura e pedindo rola no meu ouvido. Eu encostei-a no coqueiro e me ajoelhei entre suas pernas, afastei a calcinha do biquíni e comecei a chupar aquela boceta que já estava molhadinha. Notei que não era apenas por aquele momento, o Neto tinha deixado ela cheia de tesão quando esfregou o bronzeador nela.


Dei uma chupada naquela boceta até ela gozar e depois a virei de costas pra mim abraçada no coqueiro e meti no fundo da boceta dela, enquanto metia com força e mexia com uma mão o grelo dela e com a outra apertava seu seio, logo ela estava gozando novamente e eu a acompanhei enchendo a boceta dela de porra. Ficamos abraçados assim alguns minutos recobrando o fôlego, senti minha porra descer pelas pernas dela, melando tudo. Ela então ajeitou o biquíni e fomos até o mar, mergulhamos e trocamos algumas carícias e afagos, pra depois caminharmos de volta pra barraca.

Chegamos e Miriam e Gustavo nos convidaram pra irmos à algum restaurante almoçar. Havia um restaurante ótimo perto da praia e fomos caminhando, Neto e Zé nos acompanharam e não tiravam o olho de Cris e Miriam. Durante o almoço Neto foi ainda mais descarado, secando Cris sem vergonha, que estava desconcertada, eu estava com muita raiva da situação, mas não pude negar uma ponta de tesão. Terminado o almoço fomos pra casa, tomamos um banho e nos deitamos um pouco.


Ao acordarmos Gustavo nos convidou pra piscina e fomos todos, jogamos um pouco de papo fora e logo Neto e Zé apareceram e Gustavo os convidou para juntar-se a nos, os dois aceitaram e juntou-se a nos na piscina, começamos a conversar novamente e todos falávamos descontraidamente, mas Neto encarava Cris descaradamente e minha mulher parecia menos desconfortada com o moleque. Eu por minha vez fingia não perceber nada.

Gustavo então teve uma idéia de jogarmos polo, montamos traves em cada fundo e começamos o jogo, Miriam, Gustavo e Neto em um time e eu, Cris e Zé no outro. Coloquei Zé em nosso gol, e fui pra linha com Cris, no time de Gustavo, Miriam ficou no gol e Gustavo e Neto vieram pra linha. Durante a brincadeira, eu fui pra marcação de Gustavo e ele me marcava, enquanto Neto marcava Cris, que pouco jogava, pois eu não lhe passava muito a bola, nosso time estava ganhando, pois toda bola que eu manda no gol deles entrava, pois Miriam tinha medo da bola, mas Neto não ia para o gol e a razão disso era que ele estava aproveitando que estava na marcação de Cris e estava tirando proveito da brincadeira, ele a abraçava, passava a mão por seus peitos, bunda, a enconchava, e notei que ela estava muito sorridente com a situação, bem a vontade com as brincadeiras do fedelho.

O meu ciúme bateu, mas uma ponto de tesão me fez ficar na minha e assistir calado. Depois de ganharmos a partida, sugerimos uma brincadeira de Galo de briga, No começo, Neto formou dupla com Zé, mas os dois pouco a vontade, pois eu e Gustavo estávamos com nossas respectivas mulheres, pararam. Brincamos um pouco e Gustavo me convidou pra lavarmos o carro pra podermos sair com ele limpo mais tarde, pois ele estava sujo da viagem.


Aceitei e saímos da piscina, ele parou o carro ao lado da piscina onde as meninas ficaram brincando de galo-de-briga com os dois fedelhos. Neto com a cabeça entre as pernas de Cris, eu notei que aquilo estava excitando minha mulher, que estava meio bebinha com a cerveja que estávamos bebendo. Não consegui parar de prestar atenção nos quatro na piscina, principalmente no fato de Cris estar tão desinibida com o fedelho do Neto dando encima dela descaradamente.

Quando a brincadeira parou, ele ainda ficou um tempinho abraçando Cris, que aceitou passivamente ele a abraçando pelas costas e com o pau duro roçando em sua bunda. Foi então que Miriam chamou Cris para tomarem banho e prepararem algo para comermos antes de sairmos pra curtir nossa primeira noite de carnaval em um clube perto da praia que havíamos ido. Elas entraram pra tomar um banho e nos pediram pra irmos comprar mais cerveja, pois se acabaram todas. Eu e Gustavo resolvemos ir buscar caminhando. No período em que estivemos fora foi que o fato se consumou entre Neto e Cris e ela mais tarde veio a me contar como tudo ocorrerá.


Ela foi tomar banho, entrou em nosso quarto, pegou toalha e sua bolsa com shampoo e outros produtos. Ela tomou seu banho, enrolou a toalha e foi pro quarto de Miriam e Gustavo, onde havia uma penteadeira com um espelho enorme, lá estava Miriam, já arrumada, e Neto, que estava conversando com a tia, esta que saiu dizendo pra Cris ficar a vontade, que ela estaria na cozinha. Já ele, ficou ali sentado na cama vendo TV e a Cris só de toalha que quase aparecia a bunda, disse: Neto eu só quero pentear o cabelo e saiu já. Ele respondeu que ela não precisava se preocupar, podia ficar a vontade.


Puxando assunto ele perguntou se ela estava gostando da casa e das praias, ela respondeu que estava tudo maravilhoso que ela estava adorando. Ele perguntou se tinha gostado das brincadeiras na piscina e ela respondeu: Ah muito legal, mas eu estou toda assada e dolorida, passei a tarde no sol e fazendo exercícios na brincadeira na piscina, tomara que eu esteja melhor pra mais tarde. Vou passar o hidratante pra ver se melhora um pouco. Neto disse que sabia fazer massagem e que poderia fazer nela enquanto passava o hidratante. Cris solícita: Nossa, quero sim! Claro! Como fazemos. Ele sugeriu que ela deitasse na cama.


Ela, então, levantou da cadeira se deitou na cama de barriga pra baixo, desenrolou a toalha, e deixou cobrindo apenas a bunda dela, as pernas e as costas livres, ele que estava só de sunga, foi fácil pra safada perceber que ele tinha ficado de pau duro. Mas ele se sentou do lado dela na cama e começou a fazer massagem nas costas dela, logo ele disse: É, ta meio torto assim, pode não ficar tão bom. Ela então falou pra ele: Ah senta onde você achar melhor, ta muito bom! Ele, rapidinho, se ajoelhou colocando os joelhos na cama, um de cada lado dela, com o pau quase na altura da bunda dela, e continuou a massagem, em umas das vezes que ele desceu para fazer nas coxas dela, ele abaixou a sunga, e o pau dele já estava duro.


Ela estava adorando, mas inocentemente, achando que ele era menino demais, já estava quase para dormir. Foi quando ele tirou a toalha dela, segurou na cintura dela, e em uma investida, enfiou o pau nela, ela assustou gritou e tentou virar, mas ele a agarrou com força e enfiou o resto nela. Ela disse assustada: Neto! O que é isso?! O que você tá fazendo? Você tá louco menino? Ele respondeu: Como assim, o que eu to fazendo?! eu to te fudendo! coisa que aquele seu marido corno não faz direito. Ela assustada dizia: Não, não, para, para já com isso! Tá louco?! Sai de cima de mim, a Míriam pode chagar aqui e no ver assim! Sai de cima de mim! ela dizia isso, mas já se debatia menos, e aceitando a situação. Ele por sua vez disse pra ela Ah, gostosa! Deixa vai?! Por favor! Ta tão gostoso, e você é tão gostosa.


Ela já sentindo prazer respondeu pra ele: Hummmm... tá bom, ta bom! Só um pouquinho e faz rapidinho, continua vai. Ele começou a bombar na boceta dela com força e em menos de dois minutos ele gozou. Ela se enrolou na toalha de novo, mas ele continuava com o pau duro e pingando porra, ela ria da condição dele, enquanto ele ia pra cima dela e tentava apalpar os seios dela e ela dizia: Chega! Chega, já fez o que queria. Agora vai embora, que é muito perigoso e você é muito novo pra ser tão safado assim. Ele tentou ficar mais, enrolou, enrolou, mas acabou saindo.


Ela então sentou na penteadeira, escovou o cabelo, depois quando foi levanta-se viu que a porra de Neto havia escorrido de sua boceta e melado o estofado da cadeira, ela desenrolou a toalha e esfregou o estofado até diminuir a mancha, mas não saiu totalmente, enquanto isso ela passou a mão em sua boceta e viu que ainda saiu esperma do moleque, ao esfregar a mão em sua boceta ela se encheu de tesão novamente e ficou pensando na loucura que acabara de cometer, inebriada de tesão ela começou a se tocar, e mexer seu grelo com tesão. Ela se masturbava, mas sentia falta de algo preenchendo sua boceta, olhou para penteadeira e viu a escova de cabelo, pegou-a e enfiou em sua boceta soltando um gemido de prazer, quando estava perdendo o controle ela ouvi a batida na porta, rapidamente ela tirou a escova da boceta e se recompondo respondeu o chamado de Miriam, que a perguntou sobre a sua demora, pois tinham de preparar logo o a mesa antes que eu e Gustavo chegássemos.


Cris enrolou-se na toalha e foi até o nosso quarto pra terminar de arrumar-se. Ela entrou e encostou a porta, tirou a toalha e colocou uma lingerie branca fio dental, vestiu um shortinho branco folgado que deixava as polpas de sua bunda gostosa de fora, pos um top branco com uma camisa de botões rosa, transparente aberta somente amarrada na cintura, depois calçou uma sandália branca para poder dançar a vontade no baile. Enquanto maquiava-se olhando no espelho que trouxera no seu estojo de maquiagem ela ouviu a porta do nosso quarto fechar-se, quando ela virou-se para olhar tomou um susto, Zé estava na porta segurando e apertando o pau duro como pedra sob o calção.


Ela ficou atônita, completamente sem ação, viu ela aproximar-se enquanto ele dizia saber o que ocorrera entre ela e Neto e que agora era a vez dele. Ela, com muita raiva, começou a brigar com ele e manda-lo embora, foi então que Miriam, do lado de fora do quarto, perguntou o que estava havendo, e Cris assustada disse que não fora nada apenas topara no pé da cama, só isso. Miriam então pediu que ela se apressasse pois ela estava fazendo o trabalho sozinha. Cris voltou a brigar aos sussurros com Zé, mandando ele sair do quarto, mas ele insistente dizia não sair enquanto ela não desse para ele, também.


Ela tentava argumentar, mas ele estava irredutível e ela não podia negar que deixara Neto fude-la há pouco no quarto de Míriam. Zé insistia e Cris então lhe disse que agora não dava, que Miriam estava do lado de fora e logo eu estaria devolta. Zé disse que isso era problema dela, que ele queria comê-la também e agora.


Cris nervosa começou a ceder e prometeu-lhe que depois ela fuderia com ele também, mas ele disse que não queria saber de depois, que ele queria agora, ela nervosa então disse lhe que faria um boquete pra ele então, mas ele não aceitou, ele queria fude-la. Já se vendo sem saída, ela conseguiu convencer Zé de fazer-lhe um boquete e mais tarde ela deixaria ele a fude-la, também. Ele então aceitou.


Ela então o pegou pela mão e o puxou ate a cama, ela sentou e o pôs de frente pra ela, então baixou o calção do fedelho e livrou o pau dele, que deu um salto batendo na barriga dele, ela deu um gritinho de suste e um sorriso leve olhando pra ele, que devolveu o sorriso, ela então voltou o olhar para o pau dele e parou uns segundos o punhetando de leve, pra depois levar o rosto em direção ao pau do moleque enquanto sua boca abria-se receptiva pro pau. Então ela passou a língua no pau dele e deu duas voltinhas deixando um rastro de saliva e depois enfiou na boca começando um boquete guloso, bem molhado. Ela fez uma senhora chupeta no Fedelho, que não agüentando muito encheu a boca de Cris de porra.


Ela então levantou e sem noção do que fazia correu pra cuspir a porra de Zé, quando foi abrir a porta ela deu de cara com Neto atrás da porta com um sorriso malicioso no rosto. Ela tomou um susto e acabou engolindo metade da porra que tinha na boca, isso a fez correr pro banheiro e cuspir o restante na pia.


Ela então escovou os dentes novamente e depois saiu e foi até a cozinha onde Zé e Neto a olhavam com um sorriso maroto na boca e ela tentando disfarçar para que Miriam não percebesse nada de errado. Quando eu e Gustavo chegamos vi que Cris estava um pouco encabulada, mas não desconfiei que algo poderia ter acontecido.


Nos comemos e eu e Gustavo nos arrumamos para irmos ao baile, eu só não esperava que a noite fosse ser tão alucinante, onde Cris depois do que houvera com os dois fedelhos, enlouquecida de tesão, ficou com vários caras, arrancou a roupa ficando seminua e ainda depois de punhetar três desconhecidos ainda pagou boquete pra cinco caras no clube nas minhas costas imaginando que eu não tivesse visto nada do que fizera.
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