terça-feira, 8 de junho de 2010

Minha Namorada Dando pra Outro

Depois de quatro anos de namoro, eu e a Ana acabamos nos tornando muito cúmplices na nossa relação, além de termos uma intimidade muito grande quando o assunto era sexo. Conversávamos sempre sobre nossas transas, mas também sobre as nossas fantasias e o que ainda pretendíamos aprontar. Um das coisas que mais curtíamos era exibicionismo leve. Ainda não tínhamos coragem para fazer sexo em lugares muito perigosos, mas de vez em quando íamos na escada do prédio e eu sempre pedia para que ela vestisse blusas bem decotadas e saias curtas, sempre sem nada por baixo. Aos poucos ela foi se soltando mais e gostando de se vestir assim.

Ana tem 1m69 de altura, pesa 59 quilos, tem a pele clarinha, os seios médios com grandes auréolas e uma bunda deliciosa, além de um rosto lindo. Seus cabelos são castanhos escuros e os olhos também castanhos, mas mais claros.

Porém, embora curtíssemos nos mostrar de vez em quando, o que mais nos excitava era imaginar uma outra pessoa na nossa transa, ou nossa participação em orgias. Só que a Ana é muito ciumenta e admitia apenas falar sobre outros homens participando, o que pra mim não era nada mau, já que isso me excitava também, e várias vezes nas nossas transas e conversas ficávamos comentando como seria se ela fizesse sexo com outro, o que nós deixava ainda mais loucos de tesão. Vale ressaltar que nós só havíamos transado um com o outro, então qualquer novidade nesse sentido traria muitas sensações novas. A Ana já se soltava totalmente e descrevia com detalhes como faria para enlouquecer de tesão quem fosse transar com ela. E ela era especialista nisso, pois nunca vi uma garota tão fogosa e sedenta de sexo. Com um detalhe adicional, que era um desejo quase incontrolável de dar a bundinha.

Depois de muito conversar, resolvemos colocar em prática nossas fantasias. Tiramos algumas fotos com uma webcam e fizemos um anúncio na Internet. A Ana ressaltou no seu anúncio que daria prioridade para e-mails com fotos e principalmente de caras dotados, não exageradamente, mas que fosse pelo menos acima da média. Com isso, recebemos muitas propostas, e sempre conversávamos sobre as fotos, imaginando como seria ela dando para cada pau que víamos nas imagens. Até que recebemos um que nos chamou muito a atenção. O cara era simpático, amistoso e paciente, o que era importante. Conversamos por e-mail e a afinidade nas fantasias foi surgindo, até conversarmos por telefone e chamarmos ele para vir até minha casa.

Ficamos muito excitados e nervosos com a possibilidade. Mas o tesão com certeza era o que falava mais alto. Ana se produziu muito bem, vestindo uma blusa bem decotada sem sutiã, uma saia justa com uma calcinha minúscula enterrada na bunda. Nosso convidado chegou e fomos recebê-lo. Ela era como havíamos visto nas fotos, moreno, 22 anos, com um corpo legal e muito simpático. Contudo, ainda estávamos curiosos para conferir se o que havíamos visto nas fotos mais picantes era verdade. Ficamos um bom tempo conversando, ele sentado num sofá e nós em outro. Nós ficávamos nos beijando de vez em quando, e ela, que já havia puxado a saia mais pra cima, dava cruzadas de pernas generosas. Ele não desviava o olhar e ficava conferindo as curvas de minha namorada. Até que começamos a nos beijar de forma mais quente, para provocá-lo. Vimos que ele não se agüentava mais e pedimos para que ele sentasse junto a nós. Ana ficou no meio e não demorou a passar a mão na rola dele por cima da calça, sentindo que estava dura. Pude ver seu sorriso safado de satisfação em pela primeira vez tocar num pau diferente.

Como se quisesse dar mais suspense à situação, ela levantou e começou a insinuar um strip-tease, rebolando na nossa frente e passando as mãos pelo corpo. Ela virou de frente e levantou a saia, mostrando a calcinha. Nesse momento nosso convidado já estava louco de tesão e olhou pra mim, como se pedisse uma aprovação para avançar. Eu disse pra ele ir em frente. Sem pestanejar, ele ajoelhou na frente da Ana e enfiou a cara no meio de suas pernas. Ana, surpresa, suspirou e ficou com a boca aberta de tesão olhando para baixo, e começou a esfregar a boceta na cara dele. Meu pau já estava duro e ficou ainda mais ao vê-lo com a cara ali no meio. Ainda de calcinha ela virou de costas, empinando a bunda. Ele com ainda mais vontade enfiou a cara ali no meio, com a língua pra fora. Ela empurrava o traseiro pra trás, com a respiração ofegante, querendo que ele entrasse ainda mais.

Ele levantou e tirou a camisa com um só gesto e rapidamente abaixou a calça, e fez pular o que já havíamos visto nas fotos, uma rola de uns 17cm, com a cabeça bem exposta, um pouco curvada pra cima, apontando para a minha namorada. Ana olhou cheia de desejo e ajoelhou e por um momento ficou fitando o membro duro, até que tomou coragem e começou a dar lambidas de leve. Em seguida deu um beijo carinhoso na cabeça e deixou que ela deslizasse para dentro de sua boca. Começou devagar, mas logo estava chupando rapidamente, mostrando toda sua sede por uma rola nova, e fazendo ele gemer de tesão.

Nesse momento também tirei a roupa e fui para trás da Ana, comecei a acariciá-la e tirei sua roupa também. Ela só parou de chupá-lo o tempo suficiente pra se despir, e logo voltava a abocanhar o pau dele. Percebi que sua calcinha estava toda molhada do tesão. Sugeri que fôssemos tomar um banho. Ela gostou da idéia e foi logo indo para o banheiro, com o nosso amigo de pau em riste a seguindo. Eu fui junto e no box fizemos com ela um delicioso sanduíche. Ela no começo ficou de frente pra ele e de costas pra mim.


A Ana é ainda mais tesuda molhada. Pegou um pau com cada mão e começou a nos punhetar. Beijava um depois o outro, e às vezes só colocava a língua pra fora pedindo que outra se enrolasse ali. Logo ela já estava quase subindo pelas paredes sorrindo muito, esfregando em nós seus seios, sua bunda, sem quase nunca soltar nossos paus. Mas o melhor dessa hora foi um momento em que ela começou a abaixar empurrando a bunda empinada e aberta na direção do nosso amigo, enquanto me olhava bem nos olhos, com uma cara de safada que eu nunca tinha visto.

Resolvemos ir para o quarto para o melhor da festa. Ana fez ele deitar com o pau levantado, foi por cima e encaixou a rola na entrada de sua boceta... Seus olhos viraram e ela deu um suspiro ainda mais profundo ao sentir o pau a alargando. Ela começou com movimentos leves, mais esfregando seu quadril no corpo dele com o pau encaixado, mas logo estava cavalgando e pulando como uma louca no cara, gemendo alto, quase urrando de tesão, gritando como era bom dar, que queria dar muito e que estava adorando aquele pau dentro dela. No momento senti um arrepio com um pouco de ciúmes, mas que só fez o tesão aumentar.


Ele agarrava a bunda dela e só conseguia gemer junto, chamando ela de gostosa. Eu fiquei em pé na frente dela e dei meu pau para que ela chupasse. Logo tirei e falei: “está satisfeita agora? Só ia acabar esse seu jeito de fêmea no cio quando sentasse numa outra rola, né?” Ela: “é, está muito bom, nossa”, mal conseguindo falar entre os gemidos. Perguntei: “ quer mais alguma coisa?” Ela disse: “ah, quero dar o cu?” Eu: “o que, dar o cu?” Ela, em meio a gemidos, disse: “ah, eu quero, deixa, vai, por favor... deixa eu dar o cu, eu quero muito”. “Ta bom, sua vadia, vai ser enrabada, então”.

Perguntei pra ele se queria foder a bunda dela. Ele respondeu que sim, e já foi se levantando pra se posicionar. Falei que queria ver de perto e deitei na cama, e fiz ela deitar por cima, com a bunda virada pro meu rosto, em posição de 69. Ela começou a chupar meu pau e não parava de rebolar a bunda. Eu meti a língua em sua boceta, alucinado com aquela bunda se mexendo na minha frente. Ela ainda não parava de piscar o cu com toda a força, pedindo uma rola. Falei pra ele: “vai, enraba logo essa puta que ela não consegue ficar nem um minuto com uma rola atolada no cu” Pude ver a dez centímetros de distância uma cena linda, aquela bunda gostosa recebendo um caralho duro.


Vi a cabeça encostar no cu piscante e molhado, ir entrando aos poucos, com ela gritando e gemendo de uma forma quase animal, até que metade da pica estivesse ali dentro. Ele parou um pouco até ela se acostumar, e logo a putinha estava empurrando a bunda pra trás, querendo mais. Ele enfiou tudo e ela soltou um grito de tesão que faria qualquer um gozar só de ouvir. Em um minuto o cara já estava socando, bombando e arrombando a Ana, que mal conseguia falar ou gemer, mas que gozava como louca pela bunda, como nunca tinha visto. Ela só conseguiu falar quando ele avisou que ia gozar, ela gritou: “enche meu cu de porra, vai goza dentro, por favor”, e ele atendeu o pedido injetando todo seu leite dentro da bunda da minha namorada. Pra completar, ela voltou a chupar meu pau, me fazendo gozar fantasticamente como ela sempre faz com seus boquetes, engolindo toda minha porra.

Ficamos por um bom tempo parados, suados e cansados, em silêncio. Só seu ouvia a respiração ofegante de cada um. Parecia que ainda estávamos tentando entender tudo que havia acontecido. Mas claro, não demoramos muito para repetir a dose, das mais variadas formas.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O faxineiro comeu minha mulher (final)




Chegamos a conclusão dessa longa historia: o aniversário de Helena, onde tudo aconteceu. Eu estava recepcionando as pessoas, quando Tonhão chegou. Não o esperava, mas como ele estava de mudança, resolvi não encrencar. Foi quando ele rispidamente disse: -É, doutor... é hoje que vou dar minha pica de presente pra sua esposa... Minha vontade era de quebrar a cara daquele canalha. Comecei a suar de nervoso, mas como não queria dar vexame na festa, o desafiei: -Veremos... você não é de nada! Espumando de ódio, entrei na festa e passei o resto do evento praticamente olhando todos os movimentos de Helena.

O faxineiro comeu minha mulher

A historia que passo a narrar agora é inacreditável, mas aconteceu de fato. Publico aqui para provar que o poder é uma ilusão, e não nos leva a nada. Vocês verão como fui humilhado por um simples faxineiro.


Bem, o meu nome é Mauro e sou casado há 8 anos. Tenho 38 anos, e Helena,minha esposa, tem 35. Sou proprietário de uma empresa de médio porte no setor de serviços eletrônicos, que também presta consultoria. Helena é advogada e assessora jurídica da empresa. Tudo começou quando chegou aqui um faxineiro de nome Tonhão, na faixa dos 35 anos e preto como carvão. Nosso pessoal do serviço de limpeza é terceirizado. Tonhão em uma semana fez amizade com todo mundo.Era muito brincalhão. Como eu era diretor, mantive minha postura, e ele me respeitava. Porem, um funcionário veio me falar que Tonhão havia “pego” a copeira em serviço. Não gostei, pois não gosto do envolvimento de funcionários dentro da empresa.


Pensei em chamar a atenção dele, mas acabei não fazendo. Um tempo depois, soube que ele tinha levado pro motel uma auxiliar de contabilidade. E era casada! Não acreditei muito, mas como ocorreu fora da empresa, não dei importância.
O meu drama começou quando Helena apareceu por lá. Ela ia sempre que necessitava de serviços envolvendo questões de justiça. Helena tinha um ótimo relacionamento com os meus empregados, inclusive ia convidar alguns para um churrasco em minha casa,a maioria mulheres.Esteve na minha sala e saiu meio apressada. Uns 5 minutos depois, saí pra beber água e avisto minha esposa conversando com Tonhão no corredor, dando boas risadas. Fiquei intrigado, e fui ao encontro deles: -Ainda por aqui, querida? -Ah sim, amor. É que encontrei esse servente simpático, e ele me distraiu convidei para o churrasco também. -Mas ele não é funcionário. É terceirizado. -Não tem importância, varias pessoas falaram com ele. Parece ser bem querido aqui. -Você quem sabe... -Espero você lá, disse ela a Tonhão. A resposta dele foi ousada: -Não posso desprezar o convite de tão maravilhosa mulher.


Não sabia que meu patrão tinha uma beldade dessa em casa. Helena riu meio sem graça, e se retirou. Eu o chamei atenção: -Cuidado com o que fala, rapaz. Ele baixou a cabeça, e continuou seu trabalho. No dia do churrasco, lá estava Helena em trajes de babar: Morena,cabelos lisos soltos, bunda volumosa, coxas grossas, com mini-saia jeans, baby look justa comprimindo seus fartos seios (sutiã 48). O churrasco rolava sem problemas, quando Helena foi atender o celular no lado da casa No mesmo instante, Tonhão foi ao banheiro. Fiquei de olho em Helena. Sabia da fama do Tonhão, e depois do que ele falou a ela naquele dia, saquei que ele se interessou por ela.


Ela desligou, e voltou para a festa, mas não vi Tonhão sair do banheiro. Já estava na festa de novo. Quando fui na cozinha, observei um arbusto próximo a porta com um liquido sobre as folhas. Estava pingando. Quando me aproximei, não tive duvidas: era esperma. O desgraçado se masturbou observando minha esposa falar ao telefone. Com certeza ela não viu, pois não teve reações de surpresa. Pensei em mandar um oficio para a agencia terceirizada para substitui-lo. Mas não haviam razões profissionais para isso. Alem do mais, o pessoal da empresa procuraria justificativas para eu tomar tal atitude. Deixei pra lá. Soube dias depois, que Tonhão foi visto sair de um bar com a recepcionista de uma clinica vizinha. O cara tinha realmente sucesso com a mulherada.

Marquei um dia por telefone com a Helena, de irmos numa gafieira aqui perto, pois ela adora dançar. Fomos em uma sexta feira em que eu estava muito cansado. Chegando lá, Helena estava doida pra dançar. Não estava muito a fim, estava dando um tempo pra dançar com ela, quando aparece o Tonhão. Foi ela quem me mostrou ele chegar. Só podia estar nos seguindo, deve ter ouvido a conversa no telefone. Não demos importância a ele, mas o cara é muito cara de pau. Veio,– pasmem, – convidar Helena pra dançar. Ela ficou meio confusa, olhou pra mim, pensei em dar uma dura nele, mas esperei que a própria Helena desse. Como ela estava a fim de dançar, foi se levantando com uma cara de duvidas, sem saber o que fazer, pensando em qual atitude tomar, pois era muito educada para dar um simples não. Lá foi ela com a cabeça baixa, dançar com o miserável. Fiquei revoltado.


No inicio estava tímida, mas o cafajeste sabia dançar e a foi conduzindo, e ela cada vez mais solta. Como ela fez dança de salão, começou a soltar o gingado. Devo confessar: deram um show de gafieira. As pessoas paravam para olha-los. Helena tinha o riso solto e se remexia alegre da vida. Suas curvas estavam ainda mais sensuais, com os seios sacolejando no decote. Os cabelos esvoaçantes, voavam no ritmo da musica. Por fim, sambaram juntos por 10 minutos. Algumas pessoas os aplaudiram, ela agradeceu risonha a dança, enquanto ele saiu com aquela cara cínica, de vitorioso. Ela chegou a mesa ensopada de suor, pedindo desculpas por ter se empolgado. A tratei com ironias, até que pediu pra ir pra casa, um pouco irritada com o clima que eu estava fazendo.


Em casa, ela se queixou que ele realmente era abusado, que investia em cima de mulheres comprometidas. Logo vi que o pessoal da empresa contou a ela a fama do faxineiro. Pediu-me desculpas e tivemos uma grande noite de sexo.
Passado algum tempo, chegou um novo office-boy, jovem, vindo do interior com a esposa de apenas 16 anos. Tonhão ficou amigo desse rapaz. Andavam sempre juntos. Numa segunda feira, o boy foi me pedir demissão chorando. Não entendi por que, já que estava indo bem. Ele me disse que ia voltar sozinho, que “aquela vagabunda” (sua esposa) lhe pôs chifres. Foi embora sem completar a historia.


O segurança que me contou que ela havia chamado Tonhão pra tomar cerveja na sua casa, saiu pra pegar mais cerveja, e quando voltou, encontrou sua esposa chupando o pau de Tonhão. Era incrível o que esse Tonhão conseguia fazer com as mulheres. Até destruir uma família, ele conseguiu. Finalmente, ninguém gostou do que ele fez. Evitavam falar com ele. Mas ele pediu desculpas, chorou, disse que a menina não teve culpa, ele havia forçado um pouco a barra. Como ele queria, algumas pessoas o perdoaram. Tonhão veio a minha sala pra pedir transferência, não queria mais trabalhar lá depois do que tinha feito. A transferência foi feita, porem continuaria lá por mais uma semana...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Amansando o Marido Corno

- EU NÃO SEI O QUE FAZER COM VOCÊ SUA VAGABUNDA! – o marido gritou, cheio de raiva, jogando a mulher dentro do chuveiro gelado.
- Seu porco, foi á resposta que ouviu da voz engrolada e cheia de raiva quando puxou ela pelo cabelo e empurrou a cabeça dela para debaixo do fluxo da água que caia.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pivete flanelinha violou minha esposa

Nunca imaginei que algo parecido pudesse acontecer comigo. minha esposa tem 28 anos, é advogada, 1,73m, 61kg, olhos verdes, um lindo corpo escultural, mantido por uma rotina diária de academia, além de cabelos loiros, longos e lisos. Seus lábios carnudos e seios generosos chamam bastante atenção, no entanto seu melhor atributo é sua bunda, muito admirada por sinal, com cerca de 105cm, e absolutamente perfeita. por sua incrível beleza, ela recebeu vários convites para trabalhar como modelo fotográfico e tenta conciliar essa atividade com sua carreira profissional.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Minha namorada virou puta... e me fez de corno...

Bom, o que venho relatar aqui é um fato que me aconteceu a um tempo atrás, quando eu já namorava a karoline a um ano, mais ou menos. bom, ela é linda, tem 19 anos, 1,73 m de altura, seios médios mas bem durinhos, uma barriguinha sarada, ela é viciada em academia, e uma bunda enorme e muito dura, resultado da malhação dela todo dia. a historia aconteceu logo após ela passar no vestibular, pois ela ainda fazia cursinho. eu já trabalho em uma empresa de telefonia a 3 anos.

sábado, 1 de maio de 2010

Forçada e Subjugada - o defloramento II

Após a noite passada quando perdi minha pureza e minha dignidade e vi minha Mãe ser duplamente penetrada, percebi que minha vida havia tomado rumos jamais sonhados até então. Começava a duvidar se haveria volta um dia, se algum dia iria voltar a ser uma pessoa normal.

Forçada e Subjugada - o defloramento I

Enfim o grande dia, à hora tão esperada, o momento tão especial... para mim não, um momento de nojo, de repulsa, o momento de me entregar a alguém por dinheiro, não por amá-lo por desejá-lo.

Forçada e Subjugada - o leilão

O dia tão temido, o leilão da minha virgindade ocorreu na Sábado seguinte, dia 05 de Outubro, à noite.
Durante aquela semana, eu não fui ao cursinho, à academia nem a nenhuma festa. Fiquei trancada em casa, não queria ver, nem falar com ninguém. Minha Mãe tentou me persuadir a continuar a minha vida normalmente, mais para mim tudo estava confuso. Quem não estaria?

Forçada e Subjugada - a descoberta

Eu estava na época dos fatos a seguir narrados com meus 17 anos, estudava para o vestibular da PUC em São Paulo. Meu nome é Camila, sou morena, tenho olhos verdes e cabelos negros longos e lisos, indo até a minha cintura.
Eu morava com minha Mãe, Laura. Meu Pai eu o perdi cedo, tinha apenas 6 anos. Não lembro direito dele. Se ele estivesse vivo, talvez minha vida não tivesse tomado esse rumo. Acho que onde ele estiver ele não deve ter muito orgulho de mim! Eu não tenho! Minha Mãe é uma mulher muito bonita no auge de seus 36 anos, sou morena como eu, olhos castanhos cor de mel e cabelos negros, mais não tão longos quanto os meus. O dela vai até o meio das costas.

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