terça-feira, 9 de junho de 2009

Relato de um Corno


PARTE 1
Fico aqui no meu computador procurando um homem para minha esposa. Já fiz diversos contatos. Quem pensa que é fácil está muito enganado.
Há um paradoxo entre o que ela quer e o que ela faz.

Ela está louca por uma novidade. Está doidinha por um pau diferente. Não faz muito segredo desse fato. Quando transamos ela, no embalo do sexo, confessa que adoraria dar para outro homem. Terminada a transa acaba o assunto.
Quando brigamos parece que a sua vingança preferida é arrumar um macho para trepar com ela. Mas fica só na ameaça.

Ela sabe também que eu tenho essa tara de vê-la rebolando numa pica, gemendo, gozando, pedindo para ser fodida, porém, quando acho que o assunto vai evoluir ela foge do pau. Coisas de educação familiar, tabus, sei lá.
Desta vez brigamos mais feio. Ela me acusou de não lhe dar atenção. Acha que eu fico demais no computador ou lendo meus livros. A briga já está durando uns quinze dias. Já fazia uns oito que não fazíamos amor. Ou seja, ela está sem o prazer de sentir um homem há quase um mês. Estou em nossa casa de praia, longe dela.

Sei que ela está subindo nas paredes, assim como eu.
Propositadamente, estou estendendo a reconciliação. Quem sabe o desejo seja tanto que não permita resistência.
Sei também que ela sente atração por um amigo meu. Aliás, o meu melhor amigo. Nas nossas transas ela confessa que tem muito tesão e vontade de meter com ele.

Eu viajo muito, mas ele, muito respeitador, nem passa perto de minha casa quando estou fora. E é um sujeito sem sexo, por assim dizer. A mulher dele esfriou e faz uns dois anos que não dá pra ele.
Tive uma idéia: - Vou dizer a ele que ela me disse que tem muito tesão por ele e como estamos brigados eu a liberei e que prefiro que ela dê para ele do que para um estranho.

Faz tempo que ela quer aprender a lidar com o microcomputador. Vou sugerir que ele dê aulas para ela.
Se dará certo eu não sei, mas se acontecer realizarei minha fantasia de saber que ela gozou em outro pau.

PARTE 2
Acabei de falar com o meu amigo. Fomos caminhar pelo Parque. Ele me perguntou sobre ela, como estava nosso relacionamento, se as coisas tinham melhorado. Respondi que não, que continuamos brigados e que eu acho que um dos motivos é o sexo sem novidades. Falei a ele que achava que ela estava enjoada de fazer sexo com uma só pessoa.

Justifiquei essa atitude dizendo que achava normal que isto acontecesse, pois era uma coisa que eu também sentia. Falei ainda que, talvez a solução para o nosso problema de relacionamento só se consertasse com alguma novidade em nossas vidas e que talvez, se fosse o caso, ela seria mais feliz com outro homem.

Ele me perguntou se eu não sentiria ciúmes. Peguei o gancho de suas palavras e disse que não, que ela já estava liberada de minha parte.
Comentei com ele, brincando, que ambos eram pessoas que estavam precisando de sexo e quem sabe fosse uma boa solução se encontrarem de vez em quando.

- Eu não seria capaz de fazer isto em respeito a você, ele afirmou.
- Se ela não fosse minha esposa você faria?
- Bem, aí seria diferente.
- Faria?
- Sim, faria. Afinal ela tem seus predicados.
- Peitão grande como você gosta?

Ele riu amarelo confirmando minha suspeita. Ela realmente tem um par de seios lindo.
- Então você poderia se oferecer para dar aulas de informática para ela, eu disse.
- Você tem certeza que não tem problema? Que não irá se arrepender?
- Fique tranqüilo, respondi sem convicção interna.
- Mas quando? Como? Onde?

- Daqui três dias viajarei novamente. Ficarei uns 10 dias fora. Vou para a minha casa de praia. Você poderia iniciar as aulas com ela lá em casa. Se tudo correr bem você transa com ela lá mesmo.
- Na sua casa? Ta louco! Não tenho coragem.
- Tem sim. E no quarto de casal. Na minha cama. Que frescura é essa de respeito pela casa, pelo quarto, pela cama. Isto é besteira.
Então ta bom. Eu vou tentar.
Despedimos-nos.
Hoje é domingo. Quarta vou viajar. Vamos ver o que dá.

PARTE 3
Estou caminhando na praia. É quinta-feira. Ontem à noite o meu amigo foi dar a primeira aula de informática para minha mulher. O que terá acontecido? Ele não me ligou para comentar alguma coisa. Eu não quero ligar para ela. Será que aconteceu? Que dúvida dilacerante. Não consigo sossegar. Fico imaginando os dois se beijando, se tocando. Penso nele colocando sua mão dentro do sutiã dela, burilando seu mamilo, abrindo os botões de sua blusa. Vejo em pensamento suas mãos percorrendo as coxas de minha esposa, procurando lugares proibidos. Imagino ela suspirando, respiração ofegante, tentando resistir, mas se entregando voluptuosamente aos desejos da carne.

Sou obrigado a sentar na areia para disfarçar meu estado. Penso em ir para casa me masturbar.
Sinto uma ansiedade muito grande. Meu peito parece que vai explodir. A emoção toma conta de mim. É uma sensação estranha. Um tanto boa, um tanto ruim. Meu celular não dá sinal de vida.

Sinto um certo arrependimento. Ou será medo? Eu posso perdê-la. A atração dela por ele é grande, eu sei. Corro o risco dela não querer mais saber de mim.
Decido entrar num barzinho e beber alguma coisa. Uma morena bonita me olha, mas não lhe dou atenção. Meus pensamentos estão todos voltados para os dois.
Vou ligar para ele, decido. Preferia não ligar, mas não consigo me controlar.

- Alô, sou eu. E aí? Como foi a aula de informática?
Do outro lado da linha uma voz rouca me dá a resposta que eu tanto esperava:
- Cara, foi você que pediu.
Aquela frase curta parece que vai fazer estourar os meus ouvidos. Sim, era verdade. Eu havia pedido a ele para seduzir minha esposa. Que conseqüências haveriam de acontecer? Teria eu dado um passo rumo ao cadafalso?

- Eu sei... Eu sei. Fui eu que pedi, mas agora quero saber o que aconteceu. Conta logo, por favor.
- Que mulher!!! Que mulher!!! Parece que fazia um século que não transava.
Minhas pernas ficaram bambas. Meu coração disparou. A minha esposa exemplar que só me traia nas fantasias havia transado com outro homem. Não era mais mulher de um homem só.

- Quero saber os detalhes, gaguejei. Conte-me tudo.
- Vá para sua casa e me ligue do telefone direto.
Fui quase correndo para casa e liguei para o seu telefone.
Meu melhor amigo passou então a narrar tudo o que aconteceu.

PARTE 4
- Cheguei a sua casa era quase 9 horas da noite da quarta-feira. Não pude evitar um atraso de meia hora.
Percebi que ela estava na espera com uma certa ansiedade.
Entrei e beijei-lhe o rosto. Senti um delicioso perfume feminino no ar.
Ela vestia um agasalho preto.

Dirigimonos para o PC e eu passei a lhe dar algumas dicas de informática. Uns quarenta minutos depois ela me convidou para tomar uma xícara de chá. Sugeri uma taça de vinho e ela, maliciosamente, disse que não se responsabilizava pelos seus atos quando bebia vinho. Sorri, afirmando que o vinho era a bebida do amor, dos amantes.

- Carente do jeito que estou não precisa nem de vinho, respondeu. Passou então a dizer que estava magoada com você, pois você não lhe dava atenção.
- Eu também sofro por amor, afirmei. Mas sofrer por amor é um sofrimento gostoso. Pior é não sofrer por não ter ninguém para amar, completei.

- Na verdade estou precisando de um abraço forte e gostoso, eu disse a ela. Dizendo isto abri os meus braços convidando-a com o meu olhar a se aproximar e abraçar-me
Senti seu corpo quente junto ao meu. Apertei-a contra o meu peito e senti seus seios se encostarem-se a mim.
Percebi que ela estava bastante receptiva e aproveitei para dar-lhe um beijo na boca, que ela correspondeu de imediato.

Minhas mãos dirigiram-se para os botões de sua blusa. Abri o primeiro e depois o segundo botão. Ela tentou segurar minha mão fingindo resistência. Ficou à vista se sutiã branco cheio de rendas. Percebi o início de seus seios volumosos. Acariciei-os levemente e introduzi a mão no bojo do sutiã sentindo seu peito quente sobre minha mão. Beijei-lhe o pescoço, as orelhas. Ela demonstrou ter sentido um calafrio. Abri totalmente sua blusa e desci seu sutiã. Ela ficou com os seios à mostra. São muito belos. Sua pela pálida destacava o rosado dos mamilos. Ela tem mamilos rosados e não escuros, como a maioria. Beijei-lhe os seios e chupei os biquinhos. Notei que o tesão tomou conta dela por completo. Introduzi minhas mãos dentro do seu agasalho passando a mão sobre a calcinha, procurando o meio de suas coxas.

Ela sentou-se no sofá e puxou-me em sua direção. Caí literalmente sobre ela. Nossas carícias se tornaram quase que violentas. Eu a beijava com força e ela me agarrava e me puxava em direção ao seu corpo. Deitei-me por cima dela. Meu pau duro parecia um aríete socando suas coxas. Baixei a calça do agasalho. Ela ficou de calcinha e sutiã, mas o sutiã estava arriado, por baixo de seus seios.

Ela olhou nos meus olhos e com um ar lânguido disse:
- Me come. Por favor, me come. Estou precisando muito fazer amor.
- Beijei-lhe novamente. Senti tesão em sua saliva. Livrei-me das roupas, afastei suas coxas e ajeitei o meu corpo sobre o dela. Afastei sua calcinha branca, direcionei o meu pau para a entrada de sua vagina e fui empurrando lentamente.
- Pare, por favor, pare. Não me conte mais. disse eu.
- Desculpe, mas eu perguntei várias vezes se você não iria se arrepender.

- Não é isso, afirmei. É que estou sentindo tanto tesão que não consigo me controlar. Quero aproveitar este relato para curtir. Espere só um pouco, você já vai continuar.
Dizendo isto tirei minha roupa e fui para o quarto com o telefone sem fio. Deitei-me na cama. Meu pau parecia que estava prestes a estourar.

- Continua. Conta o resto.
Enquanto ele narrava o que havia acontecido eu me masturbava com furor e imaginava a cena de ambos fodendo em minha casa.
- Continue, conte-me tudo.
- Como eu dizia, fui forçando meu corpo sobre o dela. Senti meu pau ir entrando com certa dificuldade no início. Depois, a lubrificação vaginal facilitou tudo e eu enterrei até o fim. Senti a vibração dela ao entrar o meu pau.
- Me fode gostoso, querido. Enfia esse pau delicioso até o fim.
- Claro, princesa, com todo prazer.
- Não me chama de princesa. Me chama de puta e de vadia.
- Sim, putona, vadia, descarada, piranha. Você vai sentir o meu pau até o talo.

Ela suspendeu a bunda da cama para que o meu pau pudesse atingir o fundo de sua buceta.
Ficamos fodendo por uns quarenta minutos. Gozamos juntos. Ela arranhou minhas costas com suas unhas compridas. Eu chupei seu pescoço deixando-o marcado. Fui embora sem antes lhe prometer que de vez em quando nos encontraríamos.
- Amigo, que fique entre nós isto tudo. Não conte para ninguém.

Despedimo-nos e naquela noite eu não consegui dormir. Ficava o tempo todo imaginando a cena entre os dois. Ele beijando-a na boca, abrindo sua blusa, pegando em seus seios, chupando-os, metendo a mão dentro de sua calcinha. E depois fodendo sua buceta, fazendo-a gozar.
No dia seguinte levantei muito cansado, pois quase não havia dormido. Meus pensamentos continuavam me sufocando. Eu não conseguia pensar em outra coisa. O tempo todo a cena dos dois não saia de minha cabeça.

Resolvi voltar para casa. Peguei uma valise com alguns pertences e peguei o rumo da estrada. Três horas depois estava no portão de minha casa. Entrei sorrateiramente. Ela estava na cozinha. Ao me ver, sorriu e exclamou:
- Oi amor. Estava morrendo de saudades. Você demorou em voltar.
Beijou-me na boca de forma apaixonada e pude perceber em seu pescoço uma mancha roxa, sinal de uma traição consentida.
- Não agüentava mais de tesão. Já faz um mês que não fazemos amor. Você não pode deixar sua esposinha assim no seco. Olha que arrumo outro, viu?

Eu era corno e não sabia


Arrependi tarde, já era corno e nem sabia.
Eu pensava em ser corno.
Parece ridículo, mas eu sempre imaginei a minha querida esposa me traindo, trepando, entrando na pica de algum outro macho.

Pra mim parecia isso impossível, pois minha esposa não aceitava ao menos conversar sobre esse assunto. Minha mulher sempre foi bonita, eu percebia que ela era desejada por muitos rapazes e ela implicava com essa minha fantasia. Mas eu não desistia, falava sempre dos meus desejos. Ela dizia que eu enchia o saco com isso. De tanto eu insistir ela não brigava mais comigo e me ouvia, as vezes dava risada mas não fazia comentários. Ela escutava e aos pouco consegui leva-la a um salão de danças. Minha vontade era de leva-la a uma casa de swing. Mas não tinha clima. Minha mulher insistia em ser fiel.

No salão eu a queria solta pra paquerar e ser paquerada em meio aos rapazes, por isso eu a deixava solta sozinha em uma mesa e andava observando os movimentos. Minha esposa era logo chamada pra dançar com alguém.
Eu ficava torcendo pra que ela aceitasse curtir com o rapaz, mas nada. A Lili apenas dançava e dispensava o cara.

Mas tinha uma coisa, cada um saía de pau duro, pois ela dançava agarradinha e pelo menos naquele momento o cara curtia. Era uma pena que ficava só nisso. Eu queria mais, minha vontade era que a minha mulher deitasse com algum macho e metesse nela e a fizesse de puta.
A esposa que eu amava tanto insistia em ser fiel, não queria me colocar chifres.
Eu fazia churrasco em casa e trazia uns amigos da Cidade para ver se a minha esposa se entusiasmava com algum, mas que nada.

Um belo dia eu estranhei uma pequena marca no pescoço da minha esposa, ela me deu uma desculpa qualquer e não pensei nada. A noite percebi que sua buceta estava mais folgada. Ela disse que era bobagem minha. Eu pensei que fosse confusão por causa de hormônios conforme ela disse.

Eu ainda fissurado pra ser corno a levei no salão de danças. Por coincidência encontramos com o Eduardo um amigo meu de infância no salão. Ele veio conversar comigo. Aquilo me gelou, quis até sair, mas minha esposa pediu para ficar. Minha mulher já o conhecia. O cara era muito falante, sempre foi. Mas desde moleque ele só tinha papo. Não era de nada. Mas nem podia, o Edu era meu amigo de infância. Ficamos conversando na mesa. Dançamos um pouco, nem podia mais que isso. Logo fomos embora.

Naquele dia eu percebi o risco que eu estava correndo com essa história de querer ser corno e de repente meus amigos e família poderia descobrir.
Conversei com a minha esposa e decidimos juntos parar com aquela fantasia estúpida de querer ser corno.
Tocamos a nossa vidinha normal mais uns dois meses quando a minha esposa disse que precisava conversar comigo. Perguntei o que era.

Minha esposa disse assim: É a respeito do Eduardo seu amigo.
Eu perguntei: O que tem ele, você tem visto, ele é um cara chato. Mas fala.
Ela foi bem direta, disse assim: Eu transei com ele.
Nossa, eu levei um susto: Que foi que você disse?
Ela respondeu confirmando: Eu transei com seu amigo Eduardo.

Eu falei preocupado: Não acredito, você transou com o meu amigo?
Ela: Sim transei com ele.
Eu: Mas por que? Não combinamos de parar? E ainda mais com um amigo, e agora, e os meus amigos, ele é amigo dos meus irmãos. Puxa que vergonha.
Ela disse: Eu acho que ele não vai falar nada. Ele é um cara legal.
Eu fiquei muito preocupado, parece que tinha acabado a vida pra mim. parece que alguém tinha morrido, era um pesar imenso.

Perguntei: Onde foi, quando foi?
Ela me abraçou e disse: Amor eu te amo. Faz muito tempo que eu queria te contar, mas não tive coragem.
Não estou entendendo. Falei.
Ela falou abraçada a mim: O Edu mandou que eu lhe contasse, eu quero dizer que eu sempre te amei, eu nunca ia lhe contar pois eu te amo de verdade.
Pedi pra ela contar tudo.

Ela contou: Faz tempo que eu estou transando com o Eduardo, por isso eu não queria sair com mais ninguém.
Fiquei indignado: Mas faz tempo assim, e não me disse nada.
Ela: Eu te amo amor, jamais eu queria que você sofresse. Você acredita em mim?
Eu falei: Acredito bem, eu também te amo.
Eu a beijei e disse: Você podia ter me contado.

Ela: Eu não ia contar, mas agora vou contar tudo. Minha vontade sempre foi fazer você de corno, mesmo antes de você me pedir para eu transar com outros homens. Eu já tinha transado com vários. Mas eu te amo.
Naquele momento meus olhos encheram de lágrimas eu disse: Eu também te amo amor. E agora o que vai ser de nós? Você gosta dele?
Ela: Eu amo você, eu amo só você, mas gosto de transar com o Edu, agora vai ficar do mesmo jeito, quero continuar transando com ele, peço pra você compreender, é só isso, não muda nada.

Eu a abracei com lágrimas nos olhos e soluçando falei: Eu te amo amor, nunca se esqueça que eu te amo. Você é minha vida, não sei o que faço da minha vida sem você.
Ela disse: Não se preocupe amor, eu só quero me divertir, o gostoso é saber que você deixa eu sair sem medo de magoar você.

Eu: Pode sim, eu nunca pensei que ser corno iria doer tanto.
Ela me disse sorrindo: Não faz mal, isso você se acostuma. Quero lhe dizer que o seu amigo está me esperando.
Eu pedi pra ela ficar um pouco mais comigo pra conversar.
Ela disse: Não, não posso, tenho que encontrar com o Edu, ele está me esperando. Você tem que se acostumar agora a ser corno mesmo. Ele gosta de me comer e eu adoro dar pra ele.
Fiquei pensando comigo a tristeza da traição, não era nada combinado ela me traiu, mas eu estava sofrendo não era por isso, era por ciúme mesmo.

Me arrependi tanto, mas as minhas fantasias de ser corno não tinha nada a ver com as coisas que ela já fazia, eu já era corno. Ela me disse que eu sempre fui corno.
Minha esposa saiu bem arrumada cheirosa pra encontrar com o meu amigo. Ela disse que eles iriam no Motel.
Fiquei com o coração na mão, mas fazer o que? É melhor ser corno do que perder a esposa. Sou corno, mas tenho mulher.
Eu estava bebendo minha caipirinha quando o telefone tocou. Era a minha esposa querendo falar comigo: Oi amor, já estou peladinha com o seu amigo. Ele chupou minha xotinha agora vamos transar amor.

Eu escutei a voz dele dizendo: Venha chupar minha rola primeiro putinha depois eu fodo você. Deixa o corno escutando. Abra a boca gostosa.
Aquilo foi um insulto pra mim. Minha esposa, a mulher que eu amo como pode uma coisa dessa. Eu escutava a safadeza dos dois falando e barulho e gemido deles. Em um instante eu escutei o Eduardo falando pra ela assim: Estou louco pra comer você de novo lá na sua casa. Quero meter em você na presença do seu marido, quero ver a cara dele.

Aquilo me perturbou, a minha esposa me traiu aqui em casa. Esse cara não tem respeito mesmo, que safado, cretino.
Fiquei pensando em todas as coisas que eu tinha feito, e essa tristeza de saber que era um homem passado para trás pelo amigo e também traído pela mulher que eu mais amava nessa vida que é a minha esposa.
Se não fosse tanto amor que eu tenho por ela.

Fiquei 3 horas me lastimando sozinho em casa quando escutei barulho de carro parar na porta. Era minha esposa chegando. Nossa meu coração se refez, isso eu chamo de amor. Que alegria, minha esposa estava chegando, alegre, radiante, linda como nunca, toda solta. Linda, muito bela em sua beleza natural. Nada de maquiagem, coisa mais linda do mundo.
Os braços delas se abriram e eu fui ao seu encontro. Minha esposa, a mulher que eu amo. Falei o quanto estava feliz por ela chegar.
A beijei na boca e senti o forte aroma de esperma.
Exalava forte cheiro de sexo, o rosto dela, a boca, os cabelos, em tudo tinha cheiro de esperma. Mas eu não me importei. Ela me disse assim: Amor eu te amo, que bom estar aqui com você.

Não podia ser mais feliz, minha esposa me ama que maravilha ela está comigo. E o melhor ela me pediu pra que eu a levasse pra cama. A peguei nos braços com todo o carinho e pude deposita-la em nosso ninho de amor, que maravilha sentir seu corpinho me querendo. Meus músculos e nervos ficaram prontos, minha excitação era total. A rigidez do meu sexo estava como nunca. Eu levantei seu vestido suavemente, ela ficou completamente nua, minha esposa estava sem nada por baixo. Suas lindas coxas estavam toda melada, ainda escorria esperma da sua xota. Eu com muito respeito lhe perguntei se eles não usaram preservativo. Ela me disse assim: O Edu não gosta de usar camisinha comigo, ele tem confiança em mim e o prazer dele é gozar tudo dentro de mim, hoje ele exagerou gozou em todo meu corpo. Ele quer que você saiba que eu me dou bem com ele.

Mas eu não podia me importar. Ela estava comigo e disse que me amava. Vários hematomas nos seios sinais de chupadas. Eu olhava ela apenas sorria. Aquilo não sei por que me excitava ainda mais. A Lili me disse assim: Amor eu quero que você sinta o meu prazer, me chupa.
Eu disse: Ta legal amor, eu faço o que você quiser.
Ela abriu as pernas e eu fui de boca.
Ela pediu que eu lambesse no meio das coxas dela, em volta da xana tudo. Quando eu passei a língua no meio da xotinha pude sentir o quanto estava encharcada e aberta a sua bucetinha. Agora eu tinha certeza de tudo.

As palavras da minha esposa me confortavam: Amor, o Edu me comia mas meu pensamento estava em você. Cada gozada que ele dava eu pensava em você, quando chegasse aqui em casa.
Quanto mais eu lambia parece que saia mais caldo dela. Minha mulher falava o prazer que ela sentia em estar comigo e a preocupação do Edu: Seu amigo nem deixou eu tomar banho, ele queria que você me visse assim, o Edu falou pra eu pedir pra você me chupar. Ele disse que gostaria de ver você me lambendo toda melada da porra. Vou contar pra ele que você me lambeu todinha.

Eu comecei a sentir mais tezão em ouvi-la. Depois de lamber e sugar aquele caldo misturado com o mel dela e o esperma do meu amigo nas entranhas da minha esposa eu pude transar com essa mulher que eu amo de paixão e sempre foi a minha rainha.
Os dias que seguiam ela as vezes me contava o que tinha feito na rua.
Tudo ajudou para que eu me tornasse um homem mais humilde.

Se você tiver alguma opinião a meu respeito, se a sua mulher lhe trai ou já lhe traiu, se você participou de alguma atividade de traição, tem experiência nesse sentido deixe seu comentário relatando.

como virei corno



Somos casados, me chamo Vander, tenho 28 anos e minha esposa, Lidiane tem 24. Estamos casados há pouco mais de um ano. Este fato ocorreu a pouco mais de dois anos, no carnaval.Sempre fui viciado em sexo e minha mulher não fica atrás. Certa vez descobri uns vídeos na NET de caras que curtiam ver suas esposas sendo fudidas e me deu o maior tesão e a partir desse dia passei a fantasiar essa situação com a Lidiane, minha esposinha gostosa.


Ela no início achou estranho, mas com o tempo passou a adorar essa minha fantasia. Lidiane é uma mulher linda, 1,56m, 47 kg, tipo magra falsa, com peitos médios, pernas bem torneadas, bundinha redondinha, cabelos castanhos, enfim, uma gatinha. Ela sempre gostou de se vestir de forma provocante.


Antes de min ela havia tido apenas um namorado o qual lhe tirou o cabaço, mas como ela dizia, ele não era bom de cama e parecia não gostar muito de sexo, devido a pouca procura por parte dele. Só papai e mamãe de vez em quando.


No feriado de carnaval fomos para o Espírito Santo, na cidade de Guarapari a convite de meu amigo Cláudio que mora em Belo Horizonte e possui uma casa de veraneio naquela cidade. Ele também se casou recentemente e nem conhecia sua esposa que se chama Cristina, mas todos a chamam de Cris.


Éramos amigos de faculdade aqui em Brasília onde moramos e, após se formar, voltou para Belo Horizonte, sua terra natal. Cláudio sempre foi muito farrista e não dava mole pra mulherada.

Como ele é muito bonitão, alto, olhos claros, físico atlético e muito simpático e extrovertido, sempre se dava bem com as mulheres. Comeu várias meninas da faculdade, inclusive duas casadas. O cara era do tipo pinto doce. Chegamos na sexta-feira à noite e Cláudio nos apresentou sua esposa, que por sinal é muito bonita e um casal de amigos de Belo Horizonte que também estavam hospedados na casa de Cláudio. Um casal jovem, também muito bonitos.

Fomos logo para Piúma, uma cidade próxima de Guarapari, onde rola agito de rua à noite.
Ficamos bebendo numa barraquinha e pondo as conversas em dia. Notei que Cláudio não tirava os olhos de minha esposa que vestia um short curto branco, um top azul e tênis. Aquela situação no início estava me deixando intrigado, até porque notei que Lidiane também vez ou outra o olhava dos pés à cabeça, parecendo o admirar e retribuindo os olhares dele. Mas depois de umas cervejas comecei a relaxar e continuamos a beber e a papear.

Voltamos pra casa e transamos a noite toda e eu sempre lembrando da troca de olhares deles. Depois da trepada ficamos conversando:
- Pô Lidiane, você está mesmo gostosa, quase matou o Cláudio de tesão hoje hem!
- Por quê? Perguntou ela.
- Porque ele não tirava os olhos de você, eu respondi.
- Que nada amor, você ta imaginando coisa, ela disse, tentando disfarçar.
- Imaginando nada, mas não esquenta, que eu até gostei. É bom ver os caras com tesão por você, eu disse na maior cara de pau.

Transamos novamente, desta vez eu falando do Cláudio no ouvido dela, como se ele estivesse ali conosco.
- Ai amor, você quer ver o Cláudio me comendo é? Ela sussurrou baixinho.
- Sim, minha putinha, quero sim, eu a incentivava.

Gozamos novamente e até aquele momento, não imaginávamos que iria virar realidade. Apenas fantasiávamos. No dia seguinte, fomos os seis à praia e começou tudo novamente. Certa hora, quando Lidiane deitou-se de bruços, com a bundinha bem empinada, fiquei observando meu amigo Cláudio babando. Para provocar ainda mais, comecei a passar o protetor solar em Lidiane e pelos óculos escuros, dava para ver Cláudio tentando esconder seu pau duro, cruzando as pernas, pois sua esposa estava a seu lado.

Quando minhas mãos chegaram à bundinha de minha mulher, cravei mais o biquíni em sua bunda, metendo os dedos por dentro, tocando, vez por outra, seu cuzinho. Depois de um tempo fomos eu, minha esposa, Cláudio e Cris dar um mergulho, pois estava muito quente. Já dentro d’água ficamos pepeando até que a Cris resolveu sair da água.

Para criar um clima entre Cláudio e minha amada, resolvi me afastar com a desculpa de que iria ver os pescadores, os deixando a sós por uns vinte minutos. Voltamos para casa por volta das 14h para almoçar e depois fomos descansar em nosso quarto. Claro que perguntei o que eles haviam conversado e ela me contou:

- Ele começou a falar que eu estava com um bronze lindo...
- Que mais? Conta logo tudo, amor...
Ela me contou que ele ficava a elogiando, dizendo que eu era de muita sorte de ter uma mulher tão bela. Em certo momento ele segurou sua mão, com a desculpa de que estava vindo uma onda grande, só para se aproximar mais dela.

- E você deixou né? Perguntei, já dando a entender a minha aprovação.
- Sim, e o pior é que começou a vir um monte de ondas grandes mesmo e o safado aproveitou para me sarrar!
- Como assim? Eu tava louco de tesão a esse ponto, mas ao mesmo tempo com ciúmes.

- Ah, uma hora que veio uma onda grande ele me abraçou por trás, dizendo que era pra me proteger.
- Sei, que filho da puta, eu disse, mas sorrindo e demonstrando aprovação, continuei:
- Me conta tudo, implorei, já de pau duro e ela percebendo, começou a me punhetar e continuou:

- Amor, ele ficou me abraçando e cuidado a mulher dele. Em certo momento ele encostou bem em min e deu pra sentir que o pau dele estava duro.
- E você? Como reagiu? Perguntei:
- No início fingi que não percebia, ai ele começou a falar umas coisas, tipo que eu provocava muito ele, que ele tava ficando maluco e ficou me sarando.
- E ai?

- Eu só sorria e fica imóvel, sentido ele me sarrar.
- Safada. Você que dar pra ele mesmo né?
Nessa hora ela começou a chupar meu pau, gemendo de tesão. Não demorou e gozei na sua boca.

Levantei-me, fui me limpar e quando voltei, ela estava cochilando. Fiz o mesmo. Ao acordarmos, eu e minha esposa resolvemos dar uma volta pelo centro da cidade e ao voltarmos pra casa encontramos apenas o Cláudio. Ele nos disse que os outros, inclusive sua esposa, haviam ido visitar um amigo e jogar cartas e ele havia ficado para nos esperar e nos acompanhar, caso quiséssemos ir também. Lidiane foi tomar banho e eu fique papeando com meu amigo Cláudio e tomando cerveja.

Papo vai, papo vem e Cláudio começou de forma bem sutil a falar de minha mulher.
- Amigo tu ta bem servido hein! Que gata você arrumou...
Eu, meio sem saber que reação tomar, apenas concordei com a cabeça, e disse:
- Gostou?
- Se gostei? Adorei. Se não fosse você ser meu amigo não resistiria e lhe daria uma cantada, disse e deu uma risada.

Nesse momento Lidiane saiu do banho usando uma mini-saia de algodão branca e um top tipo de ginástica. Cláudio se levantou e foi tomar uma ducha. Contei a ela o que rolou e comecei a acariciá-la, tamanho era o tesou que tomou conta de min e de Lidiane. Cláudio saiu do banho só de tolha enrolada na cintura e passou por nós, indo em direção à cozinha. Fui tomar uma ducha também e larguei-a com ele, tipo jogando a presa para o predador.

Liguei a ducha para disfarçar, mas fiquei observando o que relava, tentando ver e ouvir alguma coisa. Cláudio continuava só de toalha e sentou-se ao lado dela e falava algo em seu ouvido. Ela só sorria e fazia que não com a cabeça. Vi quando ele começou a passar a mão em sua coxa e a abraçou com o outro braço, ainda falando eu seu ouvido.

Só deu para ouvir quando ela falou:
- Não, ele pode sair a qualquer momento e se levantou, tentando se desvencilhar dele.

Cláudio também se levantou e a segurou pelo branco, puxando-á para si e a abraçou. Ela não esboçou resistência e ele então a beijou na boca e ela retribuiu o abraçando também. Fiquei puto, mas com um tesão incontrolável e comecei a me punhetar com o coração a mil por hora. Cláudio deixou a toalha cair, pegou a mão de minha esposa e guio-a até seu pau, expando um cacete duríssimo, enorme e grosso, daqueles cabeçudos.

Lidiane agarra aquele mastro e olha surpresa com o tamanho e começa a punhetá-lo. Cláudio falou algo em seu ouvido e começou a empurrar a cabeça de minha esposa em direção a seu pausão. Lidiane se ajoelhou e começou a chupá-lo, revezando entre olhar aquela vara enorme, chupá-lo e a observar se a ducha em que me banhava ainda estava ligada.

Não dá para descrever o misto de ciúmes, insegurança e tesão, muito tesão que sentia vendo minha esposinha chupando outro pau.
- Gostou? Perguntou ele, olhando-a nos olhos.
- Nossa! Sussurrou ela, sorrindo para ele e falando: Como é grande!

De repente ouve-se o barulho de um carro chegando. Era Cris e o outro casal (Beto e Rose).
Cláudio se enrolou na a toalha rapidamente e correu para o quarto dele, enquanto e minha esposa se arrumou e foi para a sala assistir TV. Eu desliguei a ducha e me enxuguei. Ao me encontrar com minha esposa na sala, não sabia o que fazer. Se falava que tinha visto o que rolou e assumir de uma vez ser corno, arriscando perder o respeito dela ou fingir que nada sabia.

Resolvi fingir que não sabia, pois não é fácil deixar de lado nosso machismo frente a sua esposa. Passamos o resto da tarde de bobeira. No final da tarde eu, Lidiane, Cris e Beto fomos caminhar na praia.
Cláudio estava dormindo e ficou em casa. O que me causou estranheza foi que a esposa de Beto ficou em casa dizendo que estava com dor de cabeça. No meio do caminho, ainda pensando na esposa do Beto que ficara em casa só com o Cláudio, pedi a chave a Cris com a desculpa de estar com dor de barriga, e resolvi voltar a casa.

Entrei pelo portão silenciosamente, abri a porta e ao entrar ouvi a Rose gemendo. Ao olhar pela frestinha da porta vi Rose de quatro e Cláudio metendo nela sem dó. Cláudio fudia a esposa do Beto que, ora gemia, ora pedia para ele meter com força.

Meu coração disparou e meu pau ficou duro na hora. Depois de meter por um tempo naquela posição, Cláudio Virou-a e colocou seu pausão na boca dela, enquanto dizia:
- Toma putinha gostosa, toma meu leite.
- Me dá gostosão, goza na minha boca vai. Goza gostoso.
Cláudio gozou na cara dela, enfiando aquela rola enorme fazendo-a engasgar de vez em quando.

Sai sorrateiramente para que eles não me vissem e me encontrei com os outros na praia caminhando. À noite ficamos todos tomando cerveja, alguns jogavam cartas, outros papeavam.
Eu e Cláudio ficamos mais afastados e começamos a papear. Minha Lidiane só nos cuidava de canto de olho. Cláudio queria abrir o jogo comigo e começou a jogar verde:

- Cara eu sou tarado mesmo, tenho que transar todos os dias, de preferência com mulheres diferentes.
Eu apenas sorri, como que concordando.
Ele continuou: - Sabe o que eu mais adoro? Mulheres casadas. Adoro uma casadinha de novo.
Continuei incentivando-o, para ver até onde iria: - Cara, se eu te contar uma coisa você guarda segredo? Olha que te conheço há quase oito anos hein!
Confio em você!-Claro né! Eu respondi. Ele continuou, falando bem baixinho: - Sabe a Rose, mulher do Beto.
Sim claro, eu respondi.

- To comendo ela há uns três meses. Ela é um tesão. Hoje à tarde dei uma trepada nela, falou com um sorriso no rosto. Pensando em ganhar a confiança dele eu respondi: - Eu sei. Eu vi você comendo ela. Depois que saímos, voltei e vi você metendo nela. Muito gostosa mesmo. E o Beto sabe?

- Não e nem pode saber. Ele é muito ciumento. Quem manda não comer direito, disse ele e sorriu novamente. Já mais a vontade, devido ao porre que estávamos tomando, ele continuou:
- Já que estamos abrindo o jogo, quero te contar uma coisa.
-O que? Pode falar cara!-É a Lidiane, tua esposa. Amigo ela é um tesão, não me leve a mal, mas tenho que dizer.

- Que nada, pode falar. Eu até gosto que os outros homens sintam tesão por ela. Deixa-me excitado sabia? (joguei essa tentando dar a entender a minha aprovação).
- É mesmo? Então você é liberal?
- Cara, acho que to ficando, disse a ele.
- E se ao invés de você me pegar comendo a Rose, você tivesse me visto comendo a Lidiane? Qual seria sua reação?
- Sei não cara, de repente poderia até gostar, respondi a ele.
- Cara assim você me deixa louco. Quer fazer um teste? Ele me perguntou.

Eu fiz cara de não entender, já com o coração disparado e com o pau duro como rocha. Ele percebendo minha excitação, continuou:
- Você pede para ela ir à cozinha pegar alguma coisa pra você comer. Eu vou atráz e tento dar uma cantada nela. Se ela aceitar você pede ver tudo no corredor. O que você acha?

Eu, aproveitando a desculpa de ter bebido, aceitei e pedi a Lidiane para buscar mais uns salgados e cerveja. O Cláudio se ofereceu para ajudar e lá foram os dois pra cozinha. Eu disse que iria ao banheiro e fiquei em local estratégico a observá-los. Cláudio puxou-a e a beijou na boca, levantou sua saia e começou a apalpar sua bundinha. Ela meteu a mão por dentro de sua bermuda e pegou sua rola e ficou punhetanto ele até Cris gritar por ele. Ele voltou pra sala e em seguida minha esposa também, trazendo mais uma cerveja.

Cláudio então me chamou para a varanda:
- E ai amigo? Tudo bem?
Eu respondi que sim e abri o jogo:
- Cara, vou te falar. Eu vi minha esposa te chupando. Já to sabendo de tudo e eu estou a fim de ver você comendo ela.
- Sério? Numa boa? Porque ela me disse que te ama muito e pediu para não a procurar mais.

- Na boa cara! Eu também a amo muito, mas, essa vontade de vê-la dando pra outro está me deixando louco. Vamos armar pra amanhã á tarde?
- Ok, respondeu ele.

No dia seguinte fomos à praia como de costume. O clima de sedução estava armado. Lidiane ainda achava que eu não tava sabendo o que estava rolando entre os dois. Achava que eu só queria as provocações e continuou a fazê-las na minha frente. Jogava-se sobre o Cláudio dentro d’água, virava a bunda pra ele e tudo o mais. Voltamos pra casa, tomamos uma ducha, fomos para o nosso quarto e demos uma metida. Almoçamos e demos uma descansada.

À tardinha, na hora da caminhada, inventei uma desculpa e disse para Lidiane para ficarmos em casa. Cláudio também ficou. Fingi que fui cochilar e deixei os dois a sós, conforme havia combinado com o Cláudio. Esperei uns vinte minutos e quando voltei, sem fazer barulho, os dois estavam sentados no sofá se agarrando, silenciosamente me aproximei e sentei ao lado de minha esposa que se assustou, Tentou se levantar, mas eu a segurei e disse:

- Ta tudo bem amor! Deixa rolar.
-O que? Ela perguntou toda sem graça e ainda assustada.
- Eu já sei do que ta rolando e comecei a beijá-la.
Ela foi relaxando e Cláudio também passou a beijá-la no ombro, nuca e alisar suas coxas. Ela me olhou bem nos meus olhos e perguntou, com a voz toda trêmula:

- Ta tudo bem mesmo? Você quer mesmo? Fiz que sim com a cabeça e ela continuou:
- Mas vai ficar tudo bem entre nós, né?
Fiz que sim novamente e a virei para o Cláudio. Eles começaram a se beijar. Eu disse no ouvido dela:
- Agora vou me sentar ali no sofá e ficar só olhando ta benzinho? Mete gostoso com ele, aproveita que ele tem um pau grosso, ta?
Posicionei-me de frente pra eles e comecei a punhetar meu pau, só olhando. Cláudio, enquanto a beijava, tirou seu top e começou a beijar seus peitos. Ela gemia baixinho e me olhava. Ele a levantou, baixou sua saia e a deitou no sofá e meteu a cara na sua bucetinha deliciosa e dizia:

- Gostosa, que bucetinha deliciosa e molhadinha que você tem.
Lidiane gemia, dizendo baixinho que tava gostoso demais e me olhava pedindo aprovação. Eu a olhava sorrindo perguntando se estava bom. Cláudio então se levantou, desceu a bermuda e me disse:
- Vander, agora você vai ver sua esposinha mamando um vara de verdade.

Pôs Lidiane sentada, ficou na sua frente e colocou aquela geba na sua boca. Minha pequena Lidiane agarrou aquela vara enorme e começou a chupar, como se fosse picolé metia na boca até a garganta, tirava e lambia a cabeçona. Chegava a ficar com os olhos lacrimejados quando batia na garganta. Ele a segurava pelos cabelos, guiando sua cabeça num vai e vem alucinante, e me falava:

- Ta vendo cara! Ta vendo sua esposinha mamando, ta gostando?
Lidiane diz pra ele que você esta gostando da minha pica, diz pra ele vai. E puxou ela pelos cabelos, virando seu rosto pra mim:
- To, disse ela, com os olhos cheios de lágrimas devido as estocadas que tomava na garganta.To adorando esse pausão. E você amor? Ta gostando de ver? É isso que você queria amor?

Eu, como corno manso que estava sendo, só concordava com a cabeça e me punhetava. Cláudio então a deitou no chão, bem na minha frente, abriu suas pernas e, após chupar sua bucetinha por uns cinco minutos, a fazendo ter uns dois orgasmos, deitou-se sobre ela, encaixando a cabeçona daquela pica monumental na bucetinha da minha esposinha. Meteu nela lentamente. Ela rebolava, tentando encaixar aquela pica dentro dela. Seu rosto estava travado e a boca aberta.

Depois de entra tudo, até o saco, ele começou a bombar, no início bem lentamente, depois começou a fudê-la com força, ela gostando, gritava e gemia, arfando e pedido mais:
- Ai, ai, mete forte, mete, meti.
Cláudio metia e a xingava carinhosamente:
- Quer putinha? Então toma safadinha e gostosinha, toma vai.

Eu estava pra gozar de tanto tesão em assistir tudo aquilo. Ele meteu nela naquele ritmo forte por um bom tempo. Ele já estava suado em cima da minha esposa. Num dado momento ele tirou sua pica da bucetinha dela, a pos de joelhos, ficou de pé e começou a punhetar na frente do rostinho dela e mandou-a abrir a boca:
- Abre a boquinha gatinha, abre que quero enchê-la de porra.

Ela obedeceu. Eu sabia que minha esposa curtia ser puta na cama, mas ela estava se superando. Ele começou a gozar e esporrou um pouco na boca dela, um pouco no rostinho e o resto nos seus peitos. Foi porra pra todo lado. Ele então disse para nos lavarmos e nos recompormos, pois o pessoal já devia estar chegando. Fui pra ducha com minha esposa toda esporrada e lá meti nela.

Enquanto eu metia nela por traz no Box, ela falava:
- Isso amor, come minha buceta. Gostou né? Gostou de me ver putinha com o seu amigo gostou? Quer que eu seja sua putinha também quer?
Ela me fazia essas perguntas tentando me olhar nos olhos.

- Sim meu amor, eu gemia e não agüentei mais e gozei dentro dela. Nos dias seguintes foi só putaria. Cláudio a comia sempre que dava e em seguida ela me chamava pro nosso quarto e mandava-me chupar sua bucetinha esporrada e me contava como foi a trepada. Depois eu a penetrava e misturava minha porra com a do Cláudio. Às vezes inventávamos algo, apenas para sair nós três de carro. Eu ia dirigindo e os dois iam atrás se chupando.

Várias vezes Cláudio gozou no banco do meu carro. Mesmo quando ele não conseguia mais levantar o pau, a agarrava na minha frente e a beijava, só pra me deixar excitado.
Ficamos nessa por quatro dias. Eu, bem mansinho, só assistia tudo e me punhetava.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Corno viado e submisso


Me chamo André e sou casado há 9 anos com a Flávia. Ela é secretária numa grande empresa de São Paulo e eu sou gerente de uma agência bancária no Grande ABC. Temos 2 filhos lindos e levamos uma vida tranqüila e estável.


Minha esposa é uma delícia e hoje o sexo com ela é algo sublime. Ela é do tipo falsa-magra. Peitos pequenos, coxas grossas, cintura fina e uma bundona simplesmente d.e.l.i.c.i.o.s.a. Adoro beijar aquele rabo e enfiar a língua bem no buraquinho.
Ela delira de prazer e fala aquelas bobagens deliciosas de se ouvir: “mete na sua puta”, “fode o meu cú”, “quero duas picas em mim”!!! Duas?


Achei interessante a idéia e comecei a atiçá-la cada vez mais. Dizia a ela que adoraria vê-la dando aquela bundona pra outro macho. Ela dizia que iria dar na minha frente e que eu iria adorar ver a minha esposa fazendo o papel de vagabunda.
Comecei a gostar daquilo. Aliás, comecei a gostar muito. Depois das transas, conversávamos a respeito e eu a liberei para agir, se ela quisesse. Nossas fodas ficavam cada vez mais quentes com aquilo. Não tinha pressa, mas desejava que ela fodesse com outra pessoa, pois aquilo parecia que nos deixava cada vez mais quentes e tesudos na cama.Um dia no supermercado, vi ela olhando para um negão com ar de desejo (o cara era do estilo jogador de basquete).


Juntei isso ao fato de que me esposa estava usando lingeries cada vez mais sexys e na hora pensei: ser corno é questão de dias… Quando chegamos em casa, na hora de irmos deitar questionei ela sobre o negão do supermercado. Ela disfarçou meio sem graça, mas confessou que reparou no cara e que realmente havia sentido tesão.
Foi o que bastou, transamos alucinadamente e então ela me disse que havia levado uma cantada de um colega de trabalho e que estava pensando em ceder, se eu deixasse.Eu disse que sim, mas que também queria ir. Ela não deixou, disse que naquela vez seria só ela e o amigo dela, que havia convidado-a para um almoço, que ele também era casado, que tinham de ser discretos e que não havia contado ao cara que eu sabia do lance e que incentivava.
Eu concordei.


Fiquei ansioso e ela dizia pra eu ter calma, que quando rolasse ela me contaria tudo. Essa longa espera levou 3 dias. Quando cheguei em casa e fui tomar banho, beijei a esposa e os filhos, cuidei da família, jantamos, assistimos tv e na hora de deitar ela disse: rolou hoje!
Eu disse: - como???


Ela me contou os detalhes, disse que ele passou a semana toda cantando ela, até que no final da tarde de quinta-feira, ela o chamou na escadaria do prédio e que deram uns amassos bem quentes, que ele passou a mão nela toda e que ela apertou o pau dele por cima da calça, mas que naquele dia foi isso e que combinaram o almoço para o dia seguinte (sexta-feira).


No dia seguinte, na hora do almoço, os dois saíram juntos, no carro dele e foram direto a um motel. Lá eles transaram direto, e ela me disse que mamou e fodeu tudo o que tinha direito, que até o cuzinho ela deu. Fiquei excitado e enquanto ela falava, eu batia uma punheta e mamava em seus peitos.
Gozei com ela me chamando de corno. Nossa vida sexual melhorou muito. Estabelecemos que teríamos nossa liberdade (eu também comi algumas gatas fora de casa, mas nada se comparava ao tesão de ser corno), mas que deveríamos ter nossa responsabilidade (camisinha sempre e nada de repetir a pessoa, para evitar vínculos emocionais).


Um dia ela topou abrir uma exceção com o Paulo, seu amigo casado. Ele estava sendo transferido para outra filial e por ser comprometido, ter família e tudo o mais, não nos causaria problemas.
Combinamos todos os detalhes e ele veio ao nosso apartamento. Paulo não sabia que eu curto o lance de ser corno e estranhou quando me viu, mas disfarçou e disse que havia sido chamado pela minha esposa para dar uma atualizada no nosso micro computador. Fiz as honras da casa e disse a ele que a esperasse na sala e ela logo viria. Fui até nossa suíte e ela estava no banheiro acabando de se preparar.


Vestia um micro vestido e sandálias de salto alto. Apalpei sua bunda dela e disse: – teu comedor chegou, quero ver ele foder este rabo. Ela disse que eu iria ver isso e muito mais. Voltei pra sala e sentei noutro sofá, puxei papo e conversamos sobre futebol.Quando a Flávia chegou sentou-se ao lado dele no sofá de 2 lugares e beijou no rosto. Vi que ele ficou cheio de tesão por minha esposa que estava deliciosa naquela roupinha.


Ao mesmo tempo reparei que ele estava meio sem jeito com a minha presença, pois não sabia de nada e pensava que ela estaria sozinha em casa. Minha esposa percebeu e então me disse para ir até a padaria da esquina buscar umas cervejas para nós. Eu saquei na hora o que ela queria (a geladeira estava cheia…rs). Obediente, apenas perguntei ao amigo dela qual cerveja ela preferia e saí de casa pela porta da copa e fui até a garagem do prédio. Esperei cerca de 10 minutos e voltei em silêncio e me deparei com uma cena linda e inesquecível: minha esposa beijando a boca de seu amigo.


Ela parecia que iria engoli-lo, de tanta volúpia. Enquanto ela continuava nos amassos, Paulo abriu os olhos e me viu parado em frente a eles, olhando a cena. Ele meio que parou de beijá-la e ela percebeu, abriu os olhos e disse com um jeito de puta: - Tudo bem Paulo, o André gosta de olhar. Em silêncio, balancei a cabeça e fiz sinal de positivo.


Os dois continuaram pegando fogo no sofá, fui até o outro sofá da sala, botei meu pau pra fora e comecei uma punheta deliciosa. Paulo percebeu que podia ir em frente e começou a dar uns pegas nas coxonas e no bundão de Flávia, puxando seu vestido e mostrando a calcinha enfiada naquele rabo.
Eu batia a punheta mais gostosa da minha vida e então fui até eles e meti a boca na bunda da minha esposa, passando minha língua no rabo dela e deixando seu cuzinho bem limpo. Minha esposa falava coisas desconexas, chupava o peito do Paulo, rebolava na minha cara, me chamava de corninho, dizia que era uma puta e chamava o Paulo de puto também. Nossa sala cheirava a sexo e sacanagem.Vi quando a minha safada começou a mamar no seu amigo e ai eu também levei meu pau para ela.


Ela chupava um e depois o outro. Chupava as bolas do saco e passava língua em nossas virilhas, até que resolveu colocar os dois paus na boca de uma só vez. Que delícia. Dava pra sentir meu pau roçando no do Paulo e a língua dela trabalhando em nós dois. Estávamos tão próximos um do outro que o Paulo passou a mão na minha cintura quase que me abraçando.


Foi bem gostoso, posso dizer, ainda mais quando ele passou a mão de leve na minha bundinha…ui, arrepiei.
Paulo disse no meu ouvido que minha esposa era uma delícia e que eu era um cara de sorte.
Disse que adorou fodê-la no motel e que de vez em quando ele a chamava depois do expediente e eles davam uns amassos com ela na escada do prédio onde trabalhavam e ela fazia umas chupetinhas nele. Disse que minha esposa era muito safada e a Flávia de boca cheia dizia uhm hum….concordando.


Meu tesão era tanto que eu pedi pra meter nela primeiro. Me posicionei atrás dela e meti naquela bucetona enquanto o Paulo sentou no sofá e a Flávia mamava nele. Gozei num instante e fui até o banheiro deixando os dois na sala. Quando voltei ela cavalgava nele e ele mamava os peitinho dela.


Ela me viu e pediu para que eu voltasse a chupar seu cuzinho.Lá fui eu. Me segurei na coxas do Paulo e comecei a beijar e lamber aquela bunda gosta da minha esposa. Era lindo ver aquela pica entrando e saindo da Flávia. Comecei a lamber seu cuzinho e dava pra sentir o saco do Paulo batendo no meu peito e pescoço, até que tomei coragem e dei uma passada de língua na rola dele também.


O gosto de camisinha era de morango, mas o tesão era maior. Assim foi lambia tudo: o cuzinho da Flávia e a pica do Paulo sendo enterrada na buceta da minha esposa. Depois resolvemos ir pro quarto e na nossa cama variamos bastante as posições. Comemos a Flávia de tudo que foi jeito e não esqueço dela de quatro levando no cú. Nossa que cena. Paulo enterrou tudo nela. Eu tirei algumas fotos que até hoje fertilizam nossa imaginação e às vezes, eu e minha esposa nos masturbando até o gozo, lembrando das cenas e olhando as fotos…


Bom, voltando a foda com o Paulo, depois de umas 3 gozadas minhas e mais umas 3 ou 4 do Paulo, a Flávia foi tomar um banhinho, eu e o Paulo ficamos por ali no quarto, na cama. Foi só o cara ouvir o barulho dela na ducha e veio me fazer a seguinte proposta: – e ai André, quer mamar um pouco o pau que fodeu sua esposa?Primeiro eu disse não, mas ele insistiu: – vai André, de leve, mama nele, não vou contar pra ninguém, nem a Flávia vai saber.


Diante do meu silêncio ele foi chegando com aquela pica perto de mim… pegou minha mão e levou até seu pau. A pica era quente e pulsava. Literalmente cresceu na minha mão, não resisti e bati uma punheta pra ele por alguns segundos; vi que minha esposa continuava no banho e então cai de boca e mamei pra valer, deixei ele bem duro novamente, e ele me chamando de corno e de viadinho, eu gemendo com aquela delícia na boca até que escutamos a ducha fechando e nos recompomos.


Tomamos mais umas cervejas, rimos, conversamos e o Paulo foi embora (deu um beijo na boca da Flávia).Ela veio até mim e disse: – tá feliz corninho? Eu respondi: – estou putinha!
O Paulo viajou para Goiás, transferido e nunca mais voltou para São Paulo. Eu a Flávia continuamos com nossa liberdade, agora sempre juntos, principalmente em casas de swing e nosso casamento vai muito bem. Em breve relatarei mais de nossas aventuras.

Comeram minha namorada enquanto dormia


 Eu tenho 30 anos minha nomorada tem 22, ela é morena corpo bronzeado tem marquinhas de biquine por sinal mínimos só usa fio dental.
Tudo começou quando fomos comprar passagens para uma viagem de vitória para s Paulo, a saída foi as 20:00 e a chegada as 10:00 da manha.

Não encontramos passagens juntos, consegui a cadeira 38 e a 40 ambas no corredor e contávamos que íamos trocar com algum passageiro para viajarmos juntos e embarcamos. Ao sentar, do meu lado na 38 estava um rapaz de uns 20 anos, pele escura, parecia alto e forte, pelo tamanho de suas pernas, estava sentado meio escrachado com as pernas meio abertas e do outro um senhor de aproximadamente uns 40 anos, um senhor escuro e forte, eu e minha esposa pedimos a ele para trocar conosco, sentar do lado da mulher na 38 ele disse que não daria por que poderia passar mal, por este motivo viajava na janela e ele eu creio e ele notou que devido ter um rapaz no meu lado imaginou a mulher dele vai sentar comigo, ele não vai deixar ela sentar com o rapaz bem mais jovem e assim conformamos e viajamos um do lado do outro, poltronas diferentes, eram 20h da noite e ela me pediu um comprimido para enjôo, que também faz a pessoa pegar no sono, e como estávamos um pouco cansado, ela disse que ia dar uma cochilada.

Ela estava viajando com uma calça de moleton e a danada é bem gostosa, para se ter uma idéia, ela tem 105 cm de quadris e é muito bonita, estava comum blusinha aberta na frente que fechava com fitas, deitou o banco e virou para o meu lado, ficou uma pouco de lado com a bunda virada para o tal senhor que estava na janela. Ela logo adormeceu e o ônibus ficou escuro pois estávamos na estrada, as cortinas tanto do meu lado quanto do sr escuro que viajava do lado de minha mulher estavam fechadas, não estava entrando claridade.

Fui tentar cochilar também, apesar da perna do rapaz estar me incomodando um pouco, ela viajava com as pernas abertas e encostava na minha, bem, passando alguns minutos cochilei mas acordei com o balanço do ônibus, e eu notei que o camarada estava com a mão encima do encosto da cadeira, aquele que separa as duas no meio, parecia que era proposital pois a bunda de minha mulher estava encostada no encosto, vi de relance que ele mexeu uma pouco a mão e encostou sua mão na bunda dela, pensei e chamar a atenção, mas a situacao tava me deixando curioso para ver no que dava, ela não acordava, por causa do comprimido, então ele ousou mais, virou pro lado dela e com as duas mãos foi mexendo na calça comprida de minha mulher que já estava bamba, meio solta, abaixando a calça estar na coxa dela, dava para ver quando um carro passava, e o danado começou a aliza-la, pensei em acorda-la e acabar com aquilo, mas estava começando a ficar excitado e gostando da idéia, pois algumas vezes já imaginava uma situação dessa com minha mulher, ela sendo molestado por outro homem.

O camarada então alisava sua bunda e passava a mão mesmo e abaixou sua calcinha tambem, e minha mulher aparentemente dormindo, o discarado então desabotoou a calça dele e tirou para fora a sua rola e para meu espanto devia ter uns 25 cm de pau e grossa a jeba do cara, e estava duríssima, pois com um avião daquele, do lado quem não ficaria, ele então virou mais um pouco e ousou mais ainda, levantou bem devagar o encosto que separava as cadeiras no meio e ele aproveitou e foi colando o corpo nela, ele passava a mão em sua bunda e pegou o caralho que estava duro e foi passando no reguinho dela, parecia que todos no ônibus dormiam, exceto eu e tal senhor devagar, pois parecia que ele fazia tudo com a maior cautela para eu não perceber e não acordar minha mulher.

Deu para ver nitidamente quando ele foi introduzindo aquela tora de rola dentro da buceta da minha mulher ela parecia que estava anestesiada não esboçava nenhum gemido, nada, ele então foi estocando sua rola bem devagar e ficou assim por alguns minutos até que notei que minha mulher se mexeu um pouco, o cara então tirou a rola de dentro dela e ficou na poltrona dele meio quieto, com o pau ainda duro e para o lado de fora apenas colocou a mão em cima dele para tapar um pouco e aconteceu o inesperado, ela foi se virando aos poucos para o lado do tal senhor e como se fosse comigo, ela deitou a cabeça em seu ombro e virou sua bunda pro meu lado, e eu imaginava se passar alguém aqui, vai querer até passar a mão na bunda de minha mulher.

Nisto o camarada que viajava comigo do meu lado, deu uma acordada e disse que ia ao banheiro, pensei: "ele vai ver a bunda de minha mulher" e não deu outra o cara ficou meio extasiado como visual, ele foi ao banheiro, não demorou muito, voltou e de propósito passou a mão na bunda dela, eu estava virado para ela mas como se tivesse cochilando, com os olhos meios abertos, só vendo o que ia acontecer, ai ele tirou o pau para fora e encostou em sua bunda e olhava para mim se eu estava olhando e começou a introduzir na buceta dela, com movimentos de vai e vem, o cara do lado da minha mulher tb parecia que estava meio assustado e cerrou os olhos tipo vou deixar como esta senão sobra para mim, não demorou ele acabou gozando, se levantou e sentou do meu lado outra vez.

A minha mulher por sua vez, encostada a cabeça no ombro do camarada, colocou suas duas mãos em cima do colo do sujeito que devia estar ainda com o pau duro o senhor que sentava na janela, ai ele propositalmente deixou o pau a mostra e colocou uma das mãos dela em cima do pau dele o cara quase foi a loucura, com o balançar do ônibus ela começou a escorregar como se fosse deitar no colo dele e assim fez, bem devagarzinho deitou em seu colo e a sua cabeça ficou em cima da rola do cara, daí o cara pegou o pau, abriu bem devagar a boca dela e foi enfiando tudo dava ate pra escutar ela se engasgar, não demorou e ele gozou na boca dela, que eu acho que acabou escorrendo pra cima dele.

Logo ela se virou novamente para mim, daí o cara passou a Mão na porra e esfregou no cuzinho dela, e começou a enfiar o pau no cu dela, comia ele bem devagar pra ela não acordar ate que gozou novamente, tirou o pau pra fora, levantou a calça dela, virou pro lado e dormiu. Vi que ela estava com a boca meio aberta então aproveitei, baixei minha calça e já com o pau duro enfiei na boca dela e fiquei num vai vem ate gozar. Voltei para poltrona e cochilei.

Chegando a manha já estávamos em nosso destino, quando ela comentou que se sentia estranha e que quando foi ao banheiro disse que a calcinha cheiro de porra, que o cu ardia e tava com gosto de porra na boca, para disfarçar disse que talvez era mal estar e que iria passar e assim continuamos nosso passeio normalmente.

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