domingo, 6 de agosto de 2017

CASEI, MAS VIREI ESPOSA



Conheci minha esposa em um site de namoros. Nunca achei que poderia encontrar alguém interessante por lá, até que ela apareceu. Viu meu perfil, me achou interessante, e me mandou uma mensagem. Quando vi suas fotos, achei logo que se tratasse de um perfil Fake. Era gostosa demais pra estar solteira, deliciosa demais pra precisar da ajuda de um site de relacionamentos pra arrumar um namorado.

Conversamos durante semanas, e mesmo ela me mandando fotos, mesmo conversando horas pelo Skype, eu sentia que havia algo estranho. Quando começamos a ficar, quando os amassos começavam a ficar mais intensos, ela recuava. E isso me deixava doido! Ela dizia ser virgem, que era pra irmos mais devagar, mas aquele corpo de deusa me tirava do sério. 

Nunca tinha colocado a mão em um peitinho tão duro e empinado. Igual a uma chupetinha, e cabia direitinho na minha boca. E aquela bunda então? Como era firme, parecia bunda de paniquete, esculpida por horas em uma academia. Eu estava cada dia mais apaixonado por ela, e por isso estava disposto até a esperar pelo casamento, pra poder transar feito louco por ela. Ela na verdade não queria casar na igreja, no civil, nada disso. Apenas morar juntos. Resolvi atender seu pedido. 

Mudei pra uma casa maior, pra que ela viesse morar comigo. Depois de levar suas coisas pra minha casa, e de arrumar tudo, a noite foi chegando, e eu só conseguia pensar na hora de deitar, e em como ia foder aquela Pocahontas feito uma cadela. Deitei-me na cama, e fiquei esperando ela sair do banho. Ela entra no quarto, vestindo um conjuntinho de moletom, o que me deixou decepcionado, pois esperava que ela usasse algo mais sensual em nossa primeira noite juntos. Ela apagou a luz, deitou-se na cama, e virou de costas pra mim. 

Eu cheguei meu corpo junto ao dela, encoxando-a, abracei e comecei a beijar seu pescoço. Ela perguntou se poderíamos deixar pro dia seguinte, pois estaria muito cansada. Eu continuei insistindo, beijando seu pescocinho, até chegar em sua boca, enquanto ela virava lentamente pro meu lado. Ela apoiou sua cabeça sobre meu braço, enquanto com a outra mão eu ia descendo até sua barriguinha. Eu estava indo com toda calma, pois ela parecia estar tensa, achei que talvez por ser sua primeira vez. 

Quando coloquei a mão no meio de suas pernas, senti um volume descomunal no meio de suas coxas. Afastei-me dela num pulo, e corri pra acender a luz. Ela começou a chorar e falar sem parar, dizendo um monte de coisas, que só fizeram sentido depois que puxei o cobertor de cima dela. Ela, na verdade, era “ele”. Aí então, tudo fez sentido pra mim. O porquê dela estar solteira, mesmo sendo linda. O porquê de não querer se casar no papel. O porquê de não querer ter relação. Por baixo daquela calça de moletom, tinha uma piroca enorme, daquelas que só se vê em filmes pornôs. 

Quando vi aquela cena, uma mulher linda, frágil, chorando, com um cacete enorme no meio das pernas, uma mistura de sentimentos tomaram conta de mim. Não sei porque, mas fiquei excitado com aquilo tudo. Ela veio até mim, com aqueles 23cm de rola balançando, me abraçou, me pediu desculpas por ter omitido isso, e disse que não queria me perder. 

Eu a abracei, disse que a amava e que isso não estragaria nossa felicidade. Ajoelhei-me em frente a ela, e sem usar as mãos, abocanhei aquela rola gigante. Nunca tinha feito tal coisa, mas parecia uma pessoa experiente nisso. Comecei a chupar aquele pau com vontade, e ela apertava minha cabeça contra seu corpo, fazendo sua piroca ir fundo até minha garganta. 

Levantei, deitamos na cama, e começamos um 69. Um chupando o pau do outro. Ficamos naquela posição por vários minutos, e eu não estava aguentando mais. Ela foi se levantando da cama, indo em direção ao banheiro, dizendo que tinha comprado algo pra ocasião. Voltou com um frasco de lubrificante, com aroma de cereja, delicioso. Começou a lambuzar seu próprio pau com aquilo, enquanto sorria pra mim. 

Perguntei a ela, se eu poderia ir primeiro, pois estava doido pra comer aquele cuzinho, estava esperando por isso há semanas. Aí então ela me revelou tudo: ela não era passiva, era apenas ativa. Nunca tinha dado pra ninguém, o negócio dela era comer, e não dar. Me passou um filme na cabeça naquele momento. Como lidar com uma situação dessas? Enquanto eu pensava naquilo tudo, ela já ia se posicionando atrás de mim. 

Eu pedi um tempo pra esperar, pra pensar naquilo tudo, mas ela não estava nem aí, tratou de deixar seu corpo sobre o meu, tentando enfiar sua tora no meu rabo. Eu estava em estado de choque naquele momento, não conseguia nem me mexer. Só conseguia sentir a cabeça daquele monstro cheio de veias entrar na minha bunda, enquanto ouvia a respiração ofegante dela. 

Me senti uma verdadeira puta quando olhei no espelho do guarda-roupas, e vi nossa imagem refletida dele. Aquela índia cavala, montada em cima de mim, me arregaçando sem dó. Nunca tinha sentido nada igual, pela primeira vez, meu tesão estava todo concentrado no meu ânus, que latejava intensamente, parecendo que queria morder a piroca da minha índia. Incrivelmente, gozei sem nem ao menos tocar no meu pau, e senti direitinho o momento quando a gostosa gozou. Senti aquele liquido quentinho dentro de mim. 

Instantaneamente, ela relaxou e deixou o peso do corpo cair sobre mim. Ficamos naquela posição por vários minutos, ela me fazendo um cafuné, deitada sobre mim, com seu pau gigantesco ainda instalado no meu traseiro. 

E assim foi durante todo nosso relacionamento. Virei a putinha dela. E eu adorava isso! Adorava quando ela me colocava pra mamar sua piroca no carro. Eu estava me tornando um especialista em engolir porra. Toda vez que ela ficava excitada, me forçava a pagar um boquete com a desculpa de aliviá-la pra que o volume no meio de suas pernas não chamassem a atenção. Nem dentro do cinema ou do ônibus de excursão ela me deu sossego. Ficamos juntos por quase 3 anos. 

Mesmo adorando aquilo tudo, ainda sim sentia falta de ter relações com mulheres, como ativo na verdade. E como ela não cedia, acabamos nos separando. Saí com algumas mulheres, mas sentia que faltava alguma coisa. 

Até que conheci a minha loira, também transex, mas uma ativa-passiva. Estamos juntos há quase 2 anos, e estou muito feliz, pois ela me satisfaz de todas as formas. Quando quero dar, ela me fode como se fosse sua puta. E quando quero comer, ela senta gostoso na minha piroca.

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