domingo, 25 de junho de 2017

Minha esposa grávida do meu amigo

Eramos casados há cinco anos já, e apesar de ter tentado, Mary não conseguia engravidar. Mary tinha seus 25 anos, cabelos longos e lisos, um rosto muito lindo e corpo que chamava atenção na rua por onde passava.

O sexo era muito bom nessa época, transávamos varias vezes por semana, mas nada de Mary engravidar, e isso começou a desgastar nosso relacionamento, pois era seu maior sonho.
Após conversas e mais conversas fomos ao médico , exames e mais exames, e descobrimos que eu não podia ter filhos.


A solução seria inseminação artificial, e na época custava horrores e nossa condição financeira não nos permitia.
Esse era o sonho de Mary, ser mãe, e a partir desta descoberta ficamos muito desapontados, o relacionamento esfriou e quase nos separamos apesar de nos amar muito.

Após muitas e muitas conversas, tomamos uma decisão, me doeu muito, mas amava e amo Mary demais, então resolvemos que ela seria inseminada, porém naturalmente.
Para que não houvesse nenhum vínculo, escolheríamos dois candidatos, e seria inseminada por ambos, assim não saberíamos quem era o pai, e combinamos jamais fazer exames para saber.

Mais um tempo se passou, e escolhemos Pedro, meu primo e Rubens um amigo de longa data.
Restava a aprovação de ambos, e os chamamos para uma conversa franca.
Após explicações sobre nossa situação, ambos se comoveram e aceitaram, e seria assim.:

No período fértil, Pedro que morava ao lado, nos visitaria pela manhã e Rubens no início da noite.
Mary os aguardaria na cama, de vestido, porém sem calcinha, eles entrariam, e Mary deixaria a buceta exposta para que vissem e batessem punheta, Mary já estaria com lubrificante, e quando fossem gozar, introduziriam o pau o mais fundo possível em sua buceta, dariam somente as bombadas finais , gozariam e tirariam o pau, se retirando imediatamente do quarto.( seria então somente a inseminação e mais nada ).
Chegou seu primeiro período fértil, logo às 6 da manhã Pedro nos visita, Mary já o aguarda em nossa cama como combinado, Pedro entra, fecha a porta e minutos depois sai, sem falar nada.

Entro no quarto e Mary segura sua buceta fechada, chora muito. Estava envergonhada, mas Pedro acabara de depositar seu semem como combinado.
Conversamos e a consolei, e Mary ficou mais de uma hora com pernas fechadas mantendo o máximo de tempo o esperma de Pedro em sua buceta.

À noite, foi a vez de Rubens, este chegou, me cumprimentou e como combinado foi ao quarto onde minha amada já o esperava, novamente algum tempo se passou, Rubens abre a porta, diz até amanhã e como combinado vai embora.
Entro no quarto e lá está minha esposa, segurando a xota fechada, Rubens tinha acabado de gozar.
Agora, Mary já mais tranquila conversava comigo enquanto mantinha sua portinha o mais fechado possível, evitando o desperdício de esperma em sua buceta.

Ela teve impressão que Rubens tinha gozado muito mais que Pedro (em quantidade), estava mais calma com essa situação.
Eu por meu lado estava ainda nervoso, adrenalina muito alta, tremia muito, extremo ciúme, e ao mesmo tempo um tesão incontrolável me possuía, mas procurava me acalmar. 
Mary procurou só tomar banho antes de dormir, mantendo assim a porra dentro de si.
Transamos mais tarde, e nossa transa foi maravilhosa, gozamos juntos, Mary estava deliciosa.
Seu período fértil todo foi dessa maneira, Pedro de manhã e Rubens à noitinha.
Passado seu período fértil, ambos pararam de nos visitar e aguardamos o final do ciclo, o que para nossa decepção Mary ficou menstruada.

Novamente aguardamos novo período, e repetimos a dose, Pedro de manhã e Rubens à noitinha.
Já estávamos bem mais tranquilos quanto às visitas diárias, mais calmos, e eu do meu lado aproveitava o tesão que sentia na gozada de ambos e fodia Mary diariamente. 
Novamente não engravidou e repetimos a série pela terceira vez, sempre dessa maneira, Mary deixava que vissem sua buceta nua, se masturbavam e na hora em que iam gozar colocavam o mais fundo possível enchendo sua buceta com esperma.

No meio deste ciclo fértil, após Rubens já ter saído, enquanto transávamos, Mary me pediu que eu não ficasse bravo, mas preferia que Pedro não mais nos visitasse, que fosse somente o Rubens.
Não me deu grandes explicações, mas também me pediu que deixasse Rubens um pouco mais a vontade com ela, mais um pouco de tempo, e talvez, se não me zangasse, que deixasse ele gozar mais de uma vez compensando assim a falta de Pedro.

Desconfiei, mas por amor aceitei e na noite seguinte Rubens chega, Mary já o aguarda, entra no quarto, porta se fecha, um tempo se passa, ouço gemidos abafados que vão aumentando, desta vez Rubens gozou e Mary o acompanhou...
A porta permaneceu fechada, e mais um tempo se passou, novos gemidos, mais altos que os primeiros, ruídos de estocadas fortes e firmes, ouço Mary gozando de novo, mais um tempo e nova gozada e finalmente Rubens Goza em sua buceta.

Desta vez abrem a porta, Mary deitada na cama, nua, Rubens também nú, mas agora entendi, seu pau flácido já era maior e mais grosso que o meu duro, e minha esposinha acabara de ser fodida por ele.
Rubens se vestiu e foi embora para voltar dia seguinte, não aguentei e pulei em cima de Mary, meti fundo e senti a diferença, sua buceta mais aberta, mais macia. O macho acabara de foder e amaciar.

Acabamos de meter e Mary começou a conversar comigo, dizia que o pau do amigo era uma delícia, e que nas primeiras vezes, ficou louca de vontade de experimentar de verdade e gozar naquela pica enorme e grossa, e que ele esporrava muito mais que Pedro, e seus jatos em sua buceta era uma delicia.
Aquilo me deixou doido de tesão, e novamente fodi minha esposa gozando novamente.

Os dias se seguiram, e Rubens fodia a buceta de Mary duas vezes por dia, e as vezes até tres comendo gostoso sua buceta.
Passaram a deixar a porta aberta, onde eu podia ver Mary chupando o majestoso pau do amante para depois tê-lo em sua buceta, e Rubens bolinhando e chupando os peitos e buceta de Mary antes de comer.

E, o mais maravilhoso, ver a buceta de Mary engolindo toda aquela pica dura e grossa, deixando só o saco de fora.
Rubens passou a visitar fora do ciclo fértil também, foi onde Mary foi iniciada no anal, e Rubens também gozou em sua boca e peitos.
Mary, que mal chupava, agora engolia toda a porra do amante, deixando a pica limpinha.

Era lindo Mary lambendo a piroca, lambia toda a cabeça, chupava, tentava por todo na boca, e quando Rubens gozava, não deixava nem escorrer pelos cantos da boca.
Rubens no início a penetrava lentamente e aos poucos ia bombando e aumentando as socadas até ficarem fortes.

Com o passar do tempo, já entrava e a tratava feito puta, arrancando sua roupa, jogando na cama e já ia metendo a rola de uma vez só, ela gemia muito e chegava a sair lágrimas de seus olhos, pois ele praticamente a estuprava, mas ela confidenciava que gostava.

Outras, ele a agarrava pelos cabelos e fazia ela chupar, fodendo sua boca e as vezes fazia ela engasgar.
Muitas vezes assisti, batendo minha punheta, pois era lindo ela sendo currada.
Por duas vezes fizemos DP, eu na buceta alargada e ele em seu cuzinho maravilhoso.

Sempre no final da tarde, Mary já se preparava, e muitas vezes já estava pelada quando nosso amigo chegava.
Algumas vezes chupava sua buceta, afim de excitá-la , para que a penetração fosse mais fácil, mas, mais fácil mesmo era quando eu a penetrava, pois estava mais larga e cheia de porra de Rubens. 

Essa relação durou mais quatro meses antes de Mary engravidar, e, continuou mais três depois de engravidar.
Hoje nosso amado filho tem seus 20 anos, e nunca mais soubemos de Rubens, que por força do trabalho se mudou para outro estado, mas sempre que transamos, lembramos de seu amante dotado e da porra alheia em sua buceta.

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