segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Minha mulher fazendo sucesso na boate


Minha mulher já tem 2 filhos, mas mantém um corpo de dar inveja a muita menina por aí: pernas longas, seios grandes com bicos rosados e proeminentes, uma bunda do tamanho certo, mãos e olhos lindos. Quando se produzia para sair sempre fazia muito sucesso junto ao público masculino, pois sabia ser sensual sem ser vulgar, causando ciúmes em muitas esposas e namoradas de amigos meus, ressaltando as partes do corpo que sempre chamavam atenção.


Pois bem, ela tinha acabado de sair da segunda gravidez havia alguns meses, e estava se sentindo muito feia, flácida, gorda, enfim tudo que mulher sempre acha, mesmo quando dizemos o contrário. Realmente ela já não tinha tempo para ir à academia por causa do bebê pequeno, e isso a deixava irritada com bastante freqüência. Eu sempre achei que no fundo estava faltando o sexo, que sempre esquentou nossa cumplicidade.

Um dia eu lhe disse que teríamos uma festa para ir, e mesmo alegando cansaço ela aceitou meus argumentos. Se tratava de uma festa de aniversário em uma boate na nossa cidade, e certamente iríamos encontrar amigos, e vários desconhecidos, e por isso achei que seria uma excelente oportunidade de dar uma “arejada” naquele cotidiano perverso pelo qual passava minha mulher.
No dia da festa ela conseguiu uma babá para tomar conta dos filhos, e foi ao salão de beleza. Ela sabia se cuidar muito bem, fazendo seu cabelo, suas unhas (longas e bem pintadas), e quando achava conveniente se depilava artisticamente (deixava uns poucos cabelinhos para dar algum saborzinho a sua linda bucetinha, rosadinha e com lábios médios).

Naquele dia ela chegou encima da hora de se arrumar para sair e não pude perceber como estavam aqueles lábios lindos, pois ela foi logo se arrumando no banheiro – e eu não podia entrar. Saiu do quarto como uma verdadeira princesa: maquiagem irretocável, discreta, realçando seus lábios carnudos e seus olhos castanhos, unhas bem feitas (como sempre) pintadas de uma cor avermelhada (ela sabe que isso me excita muito), com um vestidinho também avermelhado com decote nos seios (deixando aquela vontade de vê-los) que cobria apenas metade das coxas (mostrando que estava tentando voltar à sua habitual sensualidade), e salto alto (aumentando sua altura para uns 1,70). Seu cabelo castanho estava na altura dos ombros fazendo um conjunto perfeito com a maquiagem e a roupa. Dei-lhe um beijo, e os parabéns, pois estava realmente linda: ela deu de ombros e reclamou um pouco, achando que eu não estava sendo sincero, pois se achava gorda. No carro percebi que ela estava usando uma pequena calcinha vermelha que eu lhe dei, com fio dental atrás e um paninho transparente na frente.

Chegamos à boate, fomos recebidos por vários amigos que não víamos há muito tempo. Todos eles elogiaram a Cris (nome fictício da minha mulher) e ela começou a acreditar um pouco mais em mim. Depois de muita conversa, sentados na mesa, decidi que era hora de “expor” a minha obra de arte, e a puxei para dançar na pista. Ela disse que ainda não e ficamos dançando ao lado da mesa mesmo, lugar apertado onde muita gente passava e esbarrava. Por causa deste “apertamento” alguns rapazes quiseram “tirar uma casquinha” do meu material indo e voltando pelo corredor onde estava nossa mesa, sempre esbarrando na minha mulher.


Alguns chegaram a ir um pouco além, passando pelas suas costas, esbarrando suas calças no seu vestido. Alguns deles pediam desculpa e seguiam. Fui percebendo que ela foi se acostumando e parou de se incomodar, até que um grande grupo “engarrafou” onde ela estava, e 2 rapazes fizeram um sanduíche nela (um pela frente e outro por trás). Depois de intermináveis segundos a fila continuou andando, e ela ficou meio sem jeito colocando o vestido e a calcinha no lugar. Perguntei se estava tudo bem, e ela me disse que sim, mas que estava com calor e pediu um pouco de água. Percebi que os bicos estavam intumescidos e sua calcinha estava ligeiramente torta no meio das pernas.

Perguntei se ela preferiria dançar na pista e ela concordou. Quando chegamos lá, havia muita gente e ainda muito esbarra-esbarra. Os tais 2 rapazes também estavam na pista, dançando com outras garotas e achei que não era nada demais. A Cris ficou meio estranha quando percebeu isso, e aí pude notar que um dos rapazes freqüentava a mesma academia que nós, na musculação. Novamente lhe perguntei se estava tudo bem, e ela me disse que sim.


Começou outra música bate estaca e lhe disse que iria pegar uma água. Ela me disse que eu poderia ir e ela ficaria no canto da pista me esperando para não pegar muita “muvuca”. Saí e quando voltei percebi que os 2 rapazes se aproximaram da minha mulher e começaram a conversar com ela (com as 2 garotas esperando de lado). Não achei ruim porque ela estava bem à vontade, conversando tranqüila e alegremente com os 2. Ela me apresentou (também conhecia o segundo de lá mesmo da academia), e naquele momento todos percebemos que seus seios estavam salientes e bem rígidos, quase furando o vestido. Ofereci-lhes um pouco de água.

Quando começou a tocar uma música lenta e eu puxei minha mulher. Ela estava bastante sensual, dançou agarrada em mim, e me deixou excitado como há muito não ficávamos. Ela me contou que conheceu os 2 em um dia de malhação, pois ambos a ajudaram com seus novos exercícios e desde aquele dia sempre que se encontravam eles a ajudavam. Ficticiamente vou chamá-los de André e Fernando.


Durante nossa rápida conversa ela me disse que os 2 sempre a elogiavam, querendo saber como tinha conseguido manter aquele corpo e aquela sensualidade, e que se ela pudesse voltar aos seus tempos de juventude, certamente, daria para 1 deles, ou mesmo para os 2 (aquela frase me surpreendeu e esquentou). Eu aproveitei e fiquei lhe dando beijinhos no pescoço (que ela tanto adora), passando a mão no seu vestido, descendo até a minúscula calcinha, e ficamos ainda mais agarrados. Os 2 rapazes, por sua vez, dançavam com as suas meninas, até que o DJ voltou com baladinhas, e o André veio na nossa direção propondo uma troca de pares.


Eu dançaria com sua menina (Isabela) e ele com minha mulher. Ele tinha um corpo bem delineado, moreno, um pouco mais alto do que eu, vestindo uma camisa regata colada ao corpo, de calça jeans e tênis. O outro estava de camisa de botão por cima da calça, e também de tênis. As suas meninas vestiam corpetes brancos, cabelos compridos, salto alto, bem produzidas, com calcinhas brancas que sobressaiam contra a roupa.

Eu perguntei à minha mulher e ela me disse que seria bom “para variar” um pouco. Eu entendi na hora que ela estava voltando a ser a minha mulherzinha de sempre, e trocamos. Enquanto rolava a baladinha eu fui conversando com a Isabela e descobri que ela era irmã do André e não namorada, enquanto que a Cris e o André iam ensaiando passos de dança no meio do salão.


Decidi fazer, então, a mesma coisa e aproveitei para passar a mão, sentir o corpinho dela e seu cheiro (mesmo suada estava muito cheirosa). Isabela tinha seios grandes, corpo bem definido, unhas curtas e bem feitas, e longos cabelos castanhos. Tinha uns 20 anos (o André aparentava uns 24). Cris foi ficando muito à vontade com o André, até que começou a música lenta. Eu ia desfazer a parceria, mas a Isabela veio logo me segurando. Quando olhei para minha mulher ela já estava dançando com o André, e parecia que tinha esquecido da vida, se agarrando e sendo agarrada por aquele corpo masculino. De relance olhei para a nossa mesa e vi que nossos amigos já não estavam mais lá (era tarde, cerca de 1 da manhã).

Quando voltei a mim percebi que a Isabela estava se encoxando na minha calça e descendo sua mão para um pouco abaixo da minha cintura, por trás. Lembrei-me das palavras da minha mulher e achei engraçado, quando decidi olhar para ver como eles estavam. Ela já estava com a mão quase na bunda do André, e ele já estava cheirando e beijando seu pescoço. Vez por outra ela passava sua coxa no meio das pernas do André, e vai por aí (mão passando pelas costas dele, mão passando pela bunda dela, rapidamente)...


Até que a Isabela me disse que adorou meu cheiro e pediu para cheirá-la, pois ela adorava isso enquanto dançava. Eu me vi completamente envolvido com aquela nova situação e percebi que minha mulher também, pois ela estava dançando de costas, agarrada no André, com uma mão para trás começando a passar por cima da calça do André, enquanto a outra segurava a mão do André no meio das suas pernas (e ele continuava beijando seu pescocinho branco).


Pouco depois minha mulher me chamou, sorriu e disse que já voltava (eu não entendi onde ela disse que ia) e saiu com o André, de mãos dadas, na direção do fundo do salão. A Isabela riu e me perguntou se eu não queria “fazer o mesmo”. Como fiquei curioso aceitei e fomos atrás deles um pouquinho tempo depois (máximo uns 10 minutinhos).

A boate tinha uma área reservada onde rolava outra festinha. Lá chegando vi muitos casais se amassando, e relembrei dos meus tempos de juventude. Adorei! Olhei ao redor e vi que a Cris estava em um sofá, numa tremenda beijação com o André, que já estava com sua calça aberta e o pau para fora, sendo masturbado por ela. Por um momento pensei em levar a Isabela para participar da brincadeira, mas outro cara sentou atrás dela, tirou sua minúscula calcinha e começou a bolinar sua bucetinha (que pude perceber ainda um pouco cabeludinha).


Ela estava ficando em transe cada vez maior, até que começou a gritar e gozar, gozar, gozar, gozar, e se derramou no sofá. Eu e a Isabela ficamos assistindo aquela cena extremamente erótica (parecia coisa de filme), aproveitamos e nos agarramos também. Ela abriu minha calça, tirou meu pau para fora e começou a chupar ajoelhada. Minha visão era privilegiada, pois podia olhar seus enormes peitos de cima (aquele “v” famoso). Sua boca era apertadinha, e sua língua parecia uma seda. Ela sabia fazer aquilo muito bem.


Enquanto eu ficava me deliciando com a Isabela, olhei de novo para a Cris, que neste momento já tinha uma pica na sua boca, outra na sua mão, e alguém (que já não era o André) chupando sua bucetinha (que devia estar totalmente inchada e saliente). O André havia saído um pouco para pegar água para ela, mas quando voltou havia perdido o lugar e minha mulher mais parecia uma vadia no cio, cercada de homens por todos os lados apreciando e experimentando seu perfeito corpo de mulher madura, ainda com tudo encima (apesar da sua severa autocrítica).


Pouco tempo durou aquela chupação toda, e formou-se uma pequena fila de paus duros, de todos os tamanhos, incluindo o do André e do Fernando (que a esta altura havia largado sua namorada no salão para participar da brincadeira). Alguns já com camisinha, outros ainda colocando.

Isabela quase me fez gozar, parou, tirou seus enormes peitos e mandou-me morder os biquinhos, eu obedeci prontamente e meti minha mão por dentro do vestidinho, que já estava sem a calcinha. Sua bucetona (grandes lábios para um corpo pequenino) estava completamente molhada, pingando literalmente, enquanto eu metia 2 dedos. À medida que eu aumentava a quantidade de dedos e mordia seus peitões ela rebolava cada vez mais, até que começou a molhar minha mão (já estava com 4 dedos enterrados nela), e gemer baixinho, gozando.


Enquanto isso a Cris estava descontrolada, pedindo para o André meter primeiro. Como minha mulher estava chupando duas picas (uma me parecia meio descomunal), apenas mandou ele meter “de uma vez” (quando ela está com muito tesão, manda muito bem), porque a fila tinha mais uns 5 naquele momento.

O André, como bom menino, fez o que ela mandou e muito bem. Enfiou devagar para não machucar (nem precisaria, pois ela já devia estar completamente molhada), afastando os lábios vaginais com mestria. A visão dela, sem sutiã, com as pernas abertas, um dos peitões à mostra, ainda de salto alto, arriada de frente no sofá, com aquele vestidinho vermelho quase transparente na altura da cintura, sendo metida com força pelo atleta André, abraçando a cintura do menino com suas pernas, enquanto preparava outras 2 picas com a boca, me deixou louco de tesão.


Então peguei a Isabela pela cintura, virei-a de 4, e comecei a bombar sua bucetona, controlando a gozada. Eu tirava e colocava minha pica inteira, em ritmos cada vez mais fortes e compassados. Ela foi recebendo tudo, gritando para meter mais, pedindo para chupar outra pica, até que o Fernando atendeu seu pedido; e ela começou a gozar loucamente, rebolando, rebolando, fazendo o Fernando gozar na sua boca, engolindo tudo. Ela quase desfaleceu no chão, e o Fernando me disse que queria mesmo era comer minha mulher, a quem já andava de olho na academia. Achava ela um espetáculo de gostosa, pois não era do tipo mulher malhadona, e sim do tipo que gosta de levar pica.


O comentário dele me deixou orgulhoso, e com mais tesão ainda. Naquele momento eu deixei a Isabela de lado (eu ainda não havia gozado) e fui ao local onde estava minha mulherzinha, trepando com uma trupe de homens. No curto caminho pude perceber que havia outros casais e o local já era uma grande suruba, tendo de tudo um pouco. Porém a sensação que eu tenho é que a sensação daquela área era a gostosa da minha mulher. Quando cheguei ela já havia gozado de novo com o André, e outro tinha pegado o lugar dele na fila. Ela fez um dos rapazes gozar na boca, e eu pedi a ela permissão para poder brincar também.


Ela voltou à realidade, me olhou assustada, deu um sorrisinho e me pediu a pica para chupar (nós sempre brincávamos que isso iria acontecer deste jeito algum dia). Suas longas unhas vermelhas me estimularam, e meu pau subiu de novo. Ela sabia chupar muito bem. Naquele momento o André foi brincar em outro canto, deu-lhe um último beijo (depois eu viria saber que não havia sido o primeiro, nem seria o último), e se despediu de nós. Outro cara entrou no meio das suas pernas e ela me pediu para controlar a fila, deixando todos meterem porque ela estava adorando aquilo.

O segundo cara entrou de camisinha e gozou rápido, dando a vez para o terceiro que também gozou rápido, até que o quarto pediu que ela ficasse de quatro. Ela ficou um pouco preocupada, mas me disse que estava tudo bem (poucas vezes havíamos tentado sexo anal). O cara apontou a geba na direção da buceta dela (que estava inchada e com os pentelhos molhados), e começou a meter devagar. Quando a pica entrou toda, ele tirou tudo e meteu tudo de novo de uma vez só. Ela deu um gemido gutural forte, mas estava com a pica do outro camarada na boca, e mal pôde se conter, gozando quase que imediatamente. Enquanto ela gozava eu bolinava sua buceta por baixo e ela chupava a pica do outro cara (era o mesmo cara da pica descomunal ainda: acho que estava guardando para sobremesa).


Quando o quarto cara terminou ela determinou que ia trepar com mais 1 da fila, dispersando o resto que saia lamentando. O quinto meteu nela de quatro, com a bunda arrebitada para cima (estava lisinha atrás e os lábios vermelhinhos lindos, inchados e salientes). Ela foi bombando o cara para trás, gritando para ele fuder com vontade. Seu vestido estava na altura da cintura deixando sua bunda à mostra. Naquele momento uma mulher chegou, agarrou o cara por trás, ajudou a movimentar e começou a bolinar sua buceta. Minha mulher fechou os olhos e começou a gozar loucamente, rebolando a bunda, esfregando-a, apenas no movimento dos quadris. O cara gozou, tirou o pau, tirou a camisinha, e deu para a mulher beber (depois vim a saber que era sua esposa).


Naquele momento minha mulher já quase não tinha forças, mas me chamou no ouvido e pediu ajuda para meter com o cavalo que ela estava preparando. Eu lhe perguntei como e ela me disse que queria na posição tradicional, pois estava cansada. O cara não tinha ido embora porque minha mulher ainda estava chupando seu pau enquanto todos a fodiam. Quando olhei para ele, sua cara de satisfação não deixava dúvidas: ia tirar o atraso! Falei para a minha mulher que o pau dele era muito maior que o meu, ela riu e me perguntou: não era isso que você sempre quis e tentou?

Pois bem, olhei para a cabeçorra do cara (era pelo menos o dobro da minha) e o corpo daquele caralho era de dar inveja a qualquer um. Ele pegou uma camisinha do bolso da calça (estava no chão), pediu ajuda para minha mulher vestir, o que ela fez com dificuldade, com as duas mãos e a boca. Antes ele tentou – sem sucesso – beijá-la, mas teve que se contentar com beijo na testa. Pareceu-me que ficou contrariado, e sorriu com cara de poucos amigos. Cris olhou para mim e me pediu para beijá-la (aí entendi o que ela queria), enquanto ele apontava seu monumental caralho, lentamente.


Primeiro, esfregou sua cabeça na porta da flagelada bucetinha da Cris, depois meteu muito lentamente, enquanto ela urrava bem baixinho. Devia medir mais de 25 cm de comprimento, e mais de 6 cm de diâmetro. Ele colocava tudo, e ia entrando lentamente, enquanto ela ia me beijando cada vez mais disritmada. Eu pegava nos seus seios, na sua barriga, nas suas coxas, e ela me beijando ardentemente, urrando a cada nova estocada, segurando suas próprias pernas para facilitar a penetração.


O Gustavo (nome fictício do cara) já estava enfiando quase tudo quando ela mandou ele “fuder de uma vez, porra”... O que ele atendeu prontamente segurando ela pela cintura, começando a bombar, sacudindo seus peitos. Ela gritava (literalmente), e gozava em um ritmo alucinado, sem parar, com os olhos fechados, procurando meu pau para chupar. Eu lhe dei minha pica, ela chupava enquanto gozava, e o Gustavo ainda parecia que ia demorar um pouco.


Ela deve ter gozado umas 2 vezes naquele colosso, ficando muito cansada, quando o Gustavo pediu para ela ficar de quatro. Ela nem pestanejou, me pediu que a ajudasse a virar (eu não acreditava que ela ia dar a bunda para aquele cara), e pediu ao Gustavo que não comesse sua bundinha. Por alguma razão o Gustavo não comeu sua bundinha, mas maltratou sua bucetona (a esta altura completamente arrombada), com força, fazendo ela gozar de novo algumas vezes, e gozando muito na camisinha, que explodiu com porra para todo lado.


A Cris caiu quase sem sentidos no sofá, o Gustavo me agradeceu, a Isabela e o Fernando que estavam assistindo aplaudiram, e eu fiquei acariciando minha gostosa vadia. No final da noite fomos para casa por volta das 2:30 da manhã, ela com o vestido em frangalhos, sem calcinha (só consegui recuperar o sutiã), mas com uma cara de cansada, satisfeita. Eu não gozei, mas fiquei feliz de ter minha mulher de volta. Pegamos alguns telefones e outras estórias rolaram.

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