sexta-feira, 30 de março de 2018

Quando a fantasia passa dos limites.

Eu e minha esposa estamos juntos a seis anos. Nossos corpos se contrastam, pois sou grande, tenho 1,87 de altura, 42 anos e 130kg. Sei que estou bem acima do peso. Minha mulher é o oposto. Baixinha tipo falsa magra com 32 anos e 1,55 de altura com com 47 quilos. Digo com convicção, e não é papo de marido. O corpo da minha mulher dá de 10 em muita menina de 20 anos. Ela tem tudo durinho. Peitinhos pequenos sem silicone e bundinhaa do tipo redondinha e empinada. Nossa vida sexual sempre foi excelente. Conversamos sobre tudo no assunto sexo e não temos, ate onde eu sabia, tabus. Já debatemos e cheguemos a conclusão que gostamos mais de foder do que fazer amor.

Ela é o tipo de mulher que gosta de ser chamada de puta na cama e eu adoro isso. Curte gemer alto e literalmente sacode o corpo inteiro quando esta fodendo. Já transe com muitas mulheres e ja fiz muitas loucuras, mas nunca vi uma mulher ter um orgasmo como a minha. Ela faz uns movimentos que nunca nenhuma puta de verdade fez comigo. Bom, apresentações feitas vamos aos fatos.

De uns tempos para cá notei que enquanto transavávamos, ou fodíamos para ser mais exato, minha mulher fantasiava outra pessoa do sexo feminino na cama. No meio da transa ela fantasiava que estávamos em uma festa e que tinha uma amiga dela querendo transar comigo. Pedia para eu tirar meu pau de dentro dela e colocar na “amiga”. Ela encarava o papel da “amiga” com perfeição. Realmente parecia que eu estava transando com outra mulher.

Certo dia, querendo retribuir a fantasia, resolvi inverter os papeis. Lembro como se fosse hoje. Enquanto minha mulher cavalgava, puxei seu corpo junto ao meu, abri suas nádegas, e disse em seu ouvido que ela iria experimentar uma dupla penetração. Pra que. Na hora ela virou um bicho. Disse que se eu quisesse ser corno não seria com ela. Que não era puta para transar com dois homens ao mesmo tempo e que me amava muito para imaginar outro homem em nossa cama. Achei estranho já que para ela ter outra mulher na cama era aparentemente normal. Acabei deixando o assunto pra lá.

A FESTA

Sempre fomos muito festeiros e tínhamos a vantagem de possuir uma casa grande com piscina e churrasqueira. Na virada de 2015 para 2016 como de costume chamamos nossos amigos para confraternizar. Uma amiga que mora em outro estado e que estava hospedada em um hotel no bairro de Copacabana perguntou se podia levar dois amigos. Como a Barra fica longe de Copacabana perguntou ainda se podiam dormir em nossa casa e sair na manhã seguinte. Obviamente não nos opomos e preparamos dois quartos para atender nossos convidados. 

A festa rolou tranquila. A última coisa que lembro após ser derrubado pela bebida é ver nossa amiga saindo da festa com outro convidado amigo nosso. Depois disse acordei no sofá da sala com a casa no mais completo em silêncio. Como bom anfitrião fui ver como estavam nossos convidados. Passei pelos quartos de hóspedes e estavam vazios. Logo deduzi que nossos hospedes haviam mudado de ideia e voltado para o hotel. Ou que foram esticar a noite. Dei de ombros e me dirigi para o meu quarto. 

Quando abri a porta me deparei com uma cena que não sai da minha cabeça. Estava a minha mulher de quatro na cama sendo penetrada por trás em sua vagina enquanto o outro homem, próximo a cabeceira da cama, se masturbava olhando a cena. Eu estava na porta do quarto ainda estarrecido com a cena quando minha mulher jogou seu corpo pra frente fazendo com que o pênis do rapaz saísse de sua boceta e mandou ele se deitar de costas na cama. 

Sem perder tempo minha mulher sentou sobre aquele rapaz e com sua mão direita guiou o membro para a entrada de sua boceta. A penetração ocorreu sem problemas. Eu, que já estava mais próximo, pude ver quando minha mulher desceu o corpo bem devagar recebendo o cacete de um estranho em suas entranhas. Neste momento ela olhou em meus olhos, sorriu e disse entre um gemido e outro que sabia que eu ia acordar e voltou a atenção para o membro que a penetrava continuando sua cavalgada e gemendo cada vez que aquele pau entrava e saia de sua buceta. 

Era a minha oportunidade de levar minha fantasia a frente. Me posicionei atrás de minha mulher e a segurei pelas ancas fazendo cessar os movimentos de sobe e desce. Iniciamos uma dupla penetração que, do contrario que eu pensava, foi bem aceita por minha parceira. Achamos a cadência perfeita e cada vez que os membros entravam e saiam de sua intimidade sua boca soltava gemidos misturados com dor e tesão. 

Em certo momento minha mulher olhou para o outro rapaz que apenas observava e se masturbava com a cena e disse a palavra vai. O homem se levantou e eu no momento não entendi. Só fui perceber do que se tratava quando senti algo estranho. Não sei se foi a bebida, mas demorei um pouco a perceber que, enquanto minha mulher estava sendo penetrada por dois membros, um terceiro me penetrava por trás. 

Quando percebi me levantei. Achei aquilo muito estranho, e quando ia reclamar, fui interrompido por minha mulher esbravejando e dizendo que se quisesse continuar teria que aceitar tudo. Claro que não aceitei e como castigo minha mulher olhou para o homem que a pouco me penetrava e ordenou que ele a penetrasse por tras. Claro que ele nem piscou. 

Estava eu em pé no pé da cama vendo a minha mulher cavalgando em uma rola estranha tendo outro homem a penetrando no ânus. Ficaram nessa posição durante um bom tempo enquanto minha mulher gemia feito uma louca. Gemia como eu nunca havia visto antes. 

Em certo momento o rapaz que a penetrava no ânus tirou o membro de dentro de seu rabo e a penetrou na vagina. Eram dois paus entrando e saindo de dentro da buceta da minha mulher. Seus gemidos, que até o momento eram de tesão, se transformaram em gemidos de dor a ponto de lágrimas rolarem de seus enquanto os dois homens a penetravam com movimentos selvagens.

Vale ressaltar que o rapaz que estava por baixo tinha o pênis enorme. Era um tipo de Kid Bengala branco. Acredito que os três tenham gozado juntos, pois pude perceber que quando os movimentos dos homens cessaram, minha mulher continuou jogando o corpo para frente e para trás até que uma espuma branca se formasse na entrada de sua vagina e os paus ainda eretos saíssem de sua boceta permitindo que o gozo escorregasse e caísse sobre o homem que estava por baixo.

A noite ainda foi longa. Com direito a muito sexo anal, DP vaginal.

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