quarta-feira, 24 de junho de 2009

Três prostitutas e um casamento - parte I


O relato que narro é verídico, começou em abril de 2002, eu sou o MARCELO (30 anos), e minha esposa BEATRIZ (Bia 24 anos), vou contar como conheci e como nós casamos e vivemos bem até hoje. Eu trabalho a 10 anos com com o Dr. RUBENS, ele comprou uma propriedade na cidade vizinha, a propriedade fica perto da cidade (15 km) e fui tomar conta dela, ele veio junto e ficou uma semana para organizar as coisas


Eu já não agüentava mais, quando o Dr. Rubens foi embora, fui até a cidade em uma boate, lá conheci uma garota linda, morena, olhos cor de mel, coxas grossas e tinha uma boca linda, ROSEANA (Ana 21 anos) logo fomos para o quarto, depois de uma transa gostosa, ela é muito boa, fomos tomar banho e ela ficou de costa pra mim, eu pedi para meter no seu rabo, adoro fuder um cuzinho e ela disse que não, que só suas irmãs que davam o cuzinho, voltamos para a cama onde transamos outra vez, então deitamos para descansar.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Comeu a ex e a minha mulher também


Minha mulher tem uma amiga que se separou do marido por causa dos casos dele. O cara é do tipo 'galinha', come o que aparecer pela frente. Domingo de manhã estávamos em casa sem ter o que fazer, eu na internet vendo bocetas e fingindo ler noticias, ela sentada no sofá lendo revista de fofoca, e essa amiga ligou pra minha mulher. Dali a pouco minha mulher sumiu pro quarto e apareceu vestindo uma bermuda que 'rachava' a xota e uma camiseta parecendo que tava sem sutiã. Pegou a bolsa e se dirigiu a porta pra sair quando eu perguntei aonde ela iria. Primeiro disse que ia 'rodar a bolsinha', depois que ia com a amiga Tânia numa feira comprar roupas. Perguntei se eu poderia ir e a resposta foi um sonoro NÃO. Levantei pra dar um beijinho nela e aproveitei pra colocar na bolsa dela um pen drive ligado que gravava vozes por dez horas seguidas, sem ninguém notar.


Ela saiu e eu aproveitei pra continuar a navegar em paginas de sacanagem enquanto batia uma punha. Quando ela voltou a tarde peguei o aparelho e ouvi com calma, na frente dela sem ela perceber, o conteúdo do pen drive . Quando ela se encontrou com Tânia ela disse que antes de ir a feira ia passar no apartamento do ex-marido pra pegar um dinheiro antes que ele gastasse tudo com as piranhas. Minha mulher riu e as duas foram pra lá fofocando. Cada fofoca apimentada! Lá chegando, subiram pro apartamento do Flávio, o ex-marido da Tânia.



Quando chegaram ele veio abrir usando um calção folgado e disse com cara de sacana que 'ia tirar o atraso' beijando a ex-mulher. Quando foi apresentado a Leila fez questão de dar um beijo bem barulhento pegando nas ancas da minha mulher com cara de faminto e dizendo 'que amiga, hein'! Quando soube o que a ex queria disse que só daria dinheiro em troca de 'alguma coisa' e deu uma piscadinha discreta pra minha mulher. A mulher dele viu e disse 'cuidado que ela é casada', mas minha mulher nem ligou.


Após um papo recheado de insinuações e piscadelas, o cara chamou a ex dele pra tomar um banho juntos e saiu arrastando ela, dando, discretamente, uma beliscada na bunda da minha mulher, que não reclamou. Os dois foram pro quarto e dali a pouco minha mulher começou a ouvir gemidos e barulho de carne batendo em carne. O cara tava comendo a ex mulher na boa! Enquanto isso minha mulher ficou lendo revistas na sala. Quando a Tânia saiu do quarto disse que ia fazer café pro Flávio e chamou minha mulher pra ajudar na cozinha.


Lá ela perguntou safadamente pra minha mulher se ela não queria 'tomar um banho' também, pois o Flávio disse que tava doido pra 'esfregar' as costas dela. Minha mulher captou a mensagem e perguntou se 'tinha uma toalha' sobrando pra ela. Flávio ouviu e logo apareceu com uma toalha e arrastou ela pro quarto enquanto Tânia ficava rindo e dando umas piscadelas também pra minha mulher.



No quarto o cara deu aquela encoxada e minha mulher falou um 'cê tá louco!' sem muita convicção. E o cara peladão começou a tirar a pouca roupa dela e nem se deu ao trabalho de fechar a porta do quarto. Com ela pelada o cara saiu empurrando ela pela bunda em direção ao banheiro onde ganhou um beijo molhado. Minha mulher se virou e pegou na pica do cara e ficou beijando a boca dele e alisando até o pau endurecer de novo, o que não demorou nada. Enquanto Tânia fazia o café ela caiu de boca no pau do ex dela.


Após o banho, rápido, Flávio a arrastou pra cama, já meio molhada, arreganhou as pernas, mirou e mandou ver. Tânia deu uma espiada e só via a bunda do ex subir e abaixar metendo pica. Dali a pouco era minha mulher que foi pra cima, cavalgando o cara por um bom tempo. Depois de dar aquela gozada, com camisinha, os dois foram pro banho pra limpar o suor. Minha mulher se arrumou e foi ajudar a colega no café. Ficaram rindo uma da outra pela piranhagem.


Logo depois o Flávio apareceu pro café e perguntou quando elas viriam pegar dinheiro de novo. Minha mulher perguntou se não tinha dinheiro pra ela também e o cara deu uma nota de cinqüenta pra que ela voltasse um dia desses. Ela riu, mas embolsou a grana, animada com o convite. Na saída foi beijo na boca pras duas e mais uma beliscada na bunda da minha mulher dizendo um quase inaudível 'amanhã cedo'.


As duas acabaram nem indo na feira, mas sim ao shopping onde deu pra ouvir um vendedor de sapato fazendo elogios pra Tânia numa cantada leve. Acabei de ouvir a fita e cai pra cima da Leila dizendo que tava com tesão e queria xota. Ela se fez de difícil e com muita dificuldade consegui cair de boca. Delícia!


No outro dia, ela foi pra academia e enquanto eu tava no trabalho ela foi pro apartamento do cara pro 'segundo tempo'. Já suspeitando eu liguei pro celular dela num horário que eu imaginei ser a hora H e ela atendeu ofegante. Disse pra eu não ir almoçar em casa, pois ela não tinha feito nada e ia comer na rua. Deu pra ouvir carne com carne batendo.


Tinha que ir para um restaurante, mas pra me vingar dela peguei um anúncio de piranha no jornal e fui pra lá 'almoçar'. Comemos bem nesse dia...

sábado, 13 de junho de 2009

A sogra planejou meu chifre (continuação)


continuação de:
A sogra planejou meu chifre

No conto anterior eu narrei como minha sogra (D. Rosa) planejou meu cifre, onde minha mulher (Débora) me traiu com um desconhecido depois que D. Rosa contou-lhe a respeito de um caso que eu tive.




terça-feira, 9 de junho de 2009

o preço que pago - o estupro da minha filha


...continuação de O preço que pago até hoje

Hoje mais uma vez venho contar a minha triste estória como um erro pode estragar a vida de alguém pra sempre:

Como disse no outro conto ele disse antes de eu sair da chácara que no fim de semana queria minha filha, minha linda filhinha, tão frágil, tão meiga, minha filha mara tem só 17 anos é loira, pernas grossas e bunda arrebitada igual a minha, depois que cheguei não consegui parar de pensar no que ele fará com ela.

O preço que pago até hoje


O que vou contar aqui é a saga de uma amiga vamos usar o nome ficticio de Laura, tenho 59 anos, bumbum empinado, seios grandes mas firmes, pernas grossas, pois malho muito e ai foi o meu pecado, meu marido a muito não me procura mais em matéria de sexo, uma tarde estava no shopping recife, e conheci um garoto lindo de nome Mario, 22 anos alto, forte, malhado enquanto estava vendo aparelhos de musculação, pois gosto de malhar e eu o conheci, foi onde começaram meus problemas.


Num sábado estava saindo da academia quando o encontrei, ele me lembrou quem era, mas tinha feito que não conhecia, mas lembrava dele, saimos pra tomar um açai que gosto muito, na lanchonete ele foi cordial e educado, mas alisava minhas coxas por baixo da mesa então o tesão bateu na hora mas me contive, falava que meu marido nem lembrava que eu existia então ele disse tudo que eu queria ouvir: que eu era gostosa, linda, me fez sentir desejada, eu o chamei pra irmos a um motel mas ele disse que morava perto que iriamos a casa dele, nossa foi a melhor tarde que tive em anos de vida fui amada e amei e é onde começa meu drama.


Assaltaram minha Mulher


Tenho 65 anos. Sou casado com Monica a quase 30 anos. Ela tem 50 anos e o que vou narrar aconteceu a exatamente um ano atras. Vou contar por dois motivos. Primeiro porque não tenho tido muitos prazeres na vida ultimamente, e a leitura tem sido minha melhor companheira. E segundo porque tenho a intenção que minha esposa leia esse relato algum dia, para que saiba o quanto a amei.

Com 60 anos de idade sofri um acidente de carro, o que me deixou sem os movimentos abaixo da cintura. Mesmo depois de muitos exames e cirurgias descobri que passaria o resto da minha vida numa cadeira de rodas.
E o pior de tudo, eu que tinha uma vida sexual muito ativa, mesmo com 60 anos, passei a ser um mero espectador. Com todo carinho de minha mulher, não consegui mais ter ereção. Não foi por falta de tentativas. Minha mulher alem de bonita, tem um corpo perfeito. Resultado de muita ginastica durante a vida, pois até os 30 anos fazia esportes profissionalmente.
Mesmo sexo oral, ela era capaz de ficar horas tentando e nada.

De acordo com os medicos não havia nenhum impecilho físico. Que meu penis deveria funcionar, a menos que minha cabeça não permitisse.
Tentei de tudo e nada.
Muitas vezes ela trazia filmes pornos para que víssemos juntos e o máximo que conseguia fazer era masturba-la com minhas mãos.

Sempre tivemos muitos diálogos sobre sexo e não escondíamos nada um do outro. Fui fiel durante todo meu casamento, e acredito que ela também. porém, me sentia culpado porque ela ainda estava muito ativa sexualmente por ocasião do acidente. E sabia que eu não pudia satisfaze-la.
Cheguei a conversar com ela sobre isso, dizendo que não me oporia se ela arrumasse um amante, que entenderia como uma necessidade fisica, e que isso até me deixaria mais conformado. Ela nunca aceitou. Dizia que permaneceria fiel a mim até morrer. Por um lado me sentia feliz, e por outro culpado.

Muitas vezes percebia que ela se masturbava no banho, outras vezes durante a noite acordava com os gemidos contidos dela se masturbando ao meu lado, e fingia que não via.
Até que tomei uma decisão:
Encontraria uma maneira para ela ter uma relação sem que se sentisse culpada.
Nossa vida corria normalmente, ela saia para o trabalho de manhã, (depois do acidente ela passou a administrar minha empresa) e a tarde ficava em casa comigo. Os empregados ficavam até as 16 horas. Ai então ficavamos so eu e ela, pois nossos filhos ja estão casados.

Certo dia, minha cadeira de rodas deu um problema, e pelo telefone fui ligando para oficinas de concerto. Perguntei se faziam o trabalho no local, pois não tinha cadeira reserva, eles me disseram que sim e que em breve os rapazes iriam na minha casa.
Antes das 9 da manha tocou a campainha e minha empregada anunciou que chegaram os técnicos. Eram 2. Um Senhor de mais ou menos 40 anos e um jovem de uns 25 como auxiliar. Conversaram comigo, olharam o defeito e no local mesmo consertaram. Enquanto consertavam, fiquei observando os dois. Eram bonitos, fortes, e o mais velho era negro. Musculos bem salientes fruto de um trabalho muitas vezes pesado. Enquanto trabalhavam fui tendo uma ideia que confesso, hoje teria medo. Mas no dia, me pareceu absolutamente normal.

Quando fui fazer o cheque para pagar, criei coragem e perguntei se o seerviço deles dava muito dinheiro.
Eles riram de mim e falaram que tava dificil de ganhar a vida. Que nunca tinham dinheiro. Essas coisas todas que a gente sabe.
Então perguntei se não queriam fazer um servicinho extra, o qual seria muito bem pago. E garanti que seria quase uma diversão.
Vi nos seus olhos um pouco de receio. Quando a esmola é demais o santo desconfia...
Mas se interessaram pela proposta.

Contei a eles minha história. Principalmente a parte em que me sentia culpado por minha esposa.
Eles não sabiam muito onde eu queria chegar.
Então fui claro:
-Vou pagar muito bem a voces para que transem com minha esposa!
Ficaram em silêncio. Não sabiam o que responder. O mais velho me olhou e perguntou:
-O sr. Esta brincando né?
-estou falando sério. Pelo meu estado não posso fazer isso, também não quero que ela arrume um amante, pois isso poria em risco o amor dela por mim. Mas se ela transar com alguém desconhecido, so vai satisfazer seu desejo fisico.
-Mas Dr. Como seria.

-Bem eu explico: Voces na verdade entrarão aqui como assaltantes. Vão nos manter de refém. Não precisam me amarrar pois pelo meu estado não haverá necessidade. Vao roubar o dinheiro que lhes prometi, e que estará na gaveta da minha cama, e por fim, vão me ameaçar de morte porque não tenho arma em casa. Voces querem armas. Então resolvem comer minha mulher para me manter vivo.
Vai ser muito facil, pois vou facilitar tudo. Mas quero que sejam muito carinhosos com ela, e não a machuquem. Observem sempre minha reação para saber o que podem ou não fazer. Etc...

Depois de muitas explicações e detalhes eles toparam. Dei um adiantamento para que tivessem a certeza de que estava falando sério.
Combinamos que isso aconteceria no sabado a noite.
A semana demorou a passar. Na semana ainda tive uma conversa com minha esposa com relação a ela ter sexo com alguém para aliviar as tensões. E novamente ela foi categórica.

No sábado eu estava nervoso e ansioso. Eram 9 horas da noite, minha esposa como sempre, linda e perfumada, tinha vestido uma camisola preta, semitransparente, para vermos um filme que ela havia locado. Sentamos na frente da tv e começamos a ver o filme. Quase no final do filme ouvimos um barulho na porta dos fundos. Ela me olhou assustada e antes que pudesse ter alguma reação, estavam os dois na sala, gritando para ficarmos quietos. Eu os reconheci na hora, apesar de terem colocado meias de mulher na cabeça, o que alterava totalmente suas feições. Eles foram perfeitos. Durante meia hora um deles nos manteve sob vigilância enquanto o outro vasculhava a casa.

Eram atores perfeitos. Por fim depois de acharem o dinheiro insistiram nas armas. Minha mulher chorava e eu sem fingir, estava realmente nervoso.
Por fim a grande hora. Eles olharam para minha mulher e deram a sentença:
- Dona, ja que voces não cooperam com a gente, nos vamo come a senhora.
Fingi surpresa. Implorei que não fizessem mal a ela. Ela ficou muda.
-Não se procupe Dr. O sr. vai ve como nóis trata ela bem.

Dizendo isso o mais velho abriu sua calça, e puxou para fora seu pau. Quase me arrependi. O cara tinha um cacete muito maior que o meu nos aureos tempos. Tava totalmente flacido pois ele estava um pouco nervoso, mas mesmo assim, era de respeitar. O mais jovem pegou minha esposa pelo braço e sentou-a na poltrona em frente a mim. O negro então se aproximou e colocou o penis em frente ao rosto de minha mulher que continuava muda.
-Chupa dona!

Minha mulher me olhou, com os olhos vermelhos de tanto chorar e eu, com cara de medo fiz um gesto de como se não tivesse outra alternativa.
-Chupa dona, ou qué que nois de cabo do seu véio.
Minha esposa sem falar uma palavra, abriu a boca e começou a chupar. Com movimentos timidos enquanto chorava, chupava e o penis ia crescendo. Foi ficando duro. Era muito grande. Alem de ser grosso. Ele segurava ela pela cabeça e com movimentos lentos enfiava metade do pau na boca dela. Num dos movimentos foi mais fundo ela engasgou. olhei para ele com desaprovação, ele entendeu e disse:
-Dona, seja mais carinhosa. Segure o caralho com tua mão que dai eu não finco até o fundo.

Ela obedeceu. Enquanto isso, o jovem bolinava seus seios. Foi rasgando as roupas dela até deixa-la somente de calcinha. Beijava os seios da minha esposa e com a mão acariciava sua buceta. Daonde eu estava percebia que ela estava ficando excitada. Chupava o pau do negro de olhos fechados, e instintivamente abria as pernas deixando que o jovem continuasse seu objetivo.

O jovem então se pos de joelhos em frente a ela, e com uma faca cortou a calcinha. Jogou-a de lado e inclinou sua cabeca no meio das pernas da minha mulher. Ela deu um gemido quando a lingua dele tocou o sexo dela. Ele lambia lentamente, e ela chupava o pau do negro cada vez disfarçando menos que estava gostando.
O negro me olhava frequentemente como que perguntando se estava tudo bem, e eu com sinais discretos concordava.

Então ele tirou o cacete da boca da minha mulher, sentou-se no sofá e ordenou:
-Dona, senta aqui!
Ela me olhou e eu inclinei a cabeça como que estivesse dizendo: não tem outro jeito.
Eu percebia claramente que ela estava gostando. Que não queria parar.

Ela então parou em pé em frente ao negro, e ele se inclinou no sofá. Colocou os pés entre as pernas dela obrigando que ela as abrisse. Pegou-a pela cintura e puxou. Ela ficou a cavalo dele com aquele penis enorme apontado para sua vagina. Não precisou ele dizer nada. Com a mão trêmula ela direcionou o penis na entrada da vagina.

De onde eu estava a visão era privilegiada. Eu via ela de costas com as pernas abertas encostada na cabeça de um penis que se não me engano deveria ter uns 22 centimetros. O que não seria totalmente um problema se não fosse tão grosso. Ela foi baixando lentamente e eu via claramente sua buceta se abrindo e engolindo aquele caralho. Entrou quase a metade e ela subiu novamente como se estivesse arrumando, desceu e subiu umas 3 vezes até que soltou seu peso sobre ele.

Ouvi um pequeno grito, não sei se de dor ou prazer, só sei que sem falar nada ela foi mexendo. O pau entrava e saia totalmente úmido, voltando a entrar até desaparecer totalmente. Ela rebolava incansavelmente, gemendo baixinho, enquanto seus liquidos escorriam pelo saco do negro. Não tinha dúvidas. Ela estava gozando. Um orgasmo seguindo o outro.

O jovem estava parado, ainda de calças olhando aquela cena sem tomar iniciativa. Seu penis estava duro sob as calças mas assim como eu estava extasiado com aquela transa. Quando me olhou fiz sinal para ele, apontando para o cuzinho de minha esposa. Ele num sinal de dúvida ainda questionou com a cabeça.
Fiz sinal que sim, não sem antes eu fazer um gesto com a boca para que lubrificasse primeiro. Eu e minha esposa fazíamos sexo anal e ela sempre gostou dessa prática. porém dois ao mesmo tempo ela iria a loucura.

Quando o jovem tirou seu penis para fora, percebi que era a mesma grossura do meu, um pouco mais comprido. Mas dentro do aceitável.
Ele se posicionou nas costas dela e quando ele encostou ela parou os movimentos. Inclinou um pouco a bunda e se preparou para a investida. Confesso que até eu fiquei um pouco decepcionado com a facilidade com que ela aceitou. Sequer falou que não. Simplesmente com as mãos abriu as nádegas deixando totalmente a mostra seu cuzinho.

O jovem posicionou melhor e investiu. Ela deu um gemido e ele empurrou novamente. Ele era bem mais rude que o Negro, até talvez por causa da idade. Com estocadas rápidas e profundas ele foi enfiando. Minha esposa gemia e movimentava os quadris. O negro suava enquanto seu pau era esmagado pela buceta de minha esposa.

Rapidamente o jovem gozou, num grito forte minha esposa também não conteve e teve um orgasmo fantástico. Parou os movimentos enquanto o jovem tirava seu penis para fora do anus espalhando porra pela bunda dela. Pelo anus também saia semem em abundância caindo no tapete, mas o negro ainda não tinha gozado.

E estava exausto. Com uma voz rispida disse:
- Dona, chupa de novo que quero encher sua boca de leite.
Ela se levantou e ajoelhou-se na sua frente.
Abocanhou aquele penis negro e com as mãos socava rapidamente.
Enfim ele num urro gozou. Ela tentou tirar a boca mas com as mãos ele segurou sua cabeça. Escorria pelos labio aquele semem totalmente branco contrastando com o pau duro e negro. Foram muitas golfadas e algumas engolidas até que ele soltou sua cabeça e seu penis saiu ja meio mole.

Sem uma palavra minha esposa ficou sentada no chão enquanto os "bandidos" se vestiam e rapidamente saiam da casa, não sem antes me olhar rapidamente perguntando se tava tudo bem. Sorri e inclinei a cabeça e eles se foram.

Fui até proximo a minha esposa epuxei sua cabeça no meu colo. Falei ta tudo bem, eu tenho uma noticia boa para voce.
Peguei sua mão e dirigi até meu penis. Estava totalmente duro.
Ela sorriu para mim como se tivesse esquecido tudo o que tinha acontecido.
E eu estava duplamente satisfeito.

Minha noiva numa suruba num show de forró

Minha noiva Daniela (fictício), uma linda e deliciosa garota de 23 anos, de cabelos lisos e pretos, branca meia bronzeada, tinha cerca de 1,73m de altura, esbelta, tinha seios grandes, porém durinhos e em forma e uma buceta “fogosinha” e uma bunda muito gostosa.


Num certo dia, fomos a um show de forró numa fazenda aí lá em Campina Grande, a fazenda era um espetáculo, enorme e o forró comia solto, a Dani estava em clima de forro, uma deliciosa vaqueira, estava numa calça jeans apertadinha, um top preto e uma jaqueta também jeans, com uma bota tipo vaqueira, não tinha quem não passasse por ela sem dar uma secada...


Começamos a dançar, dançamos muito até que a Dani teve uma idéia... ela sugeriu que ela ficasse esperando um par, quando este chegasse ela dançaria com ele e fazer umas sacanagens em alguns locais mais afastados, enquanto eu ficasse observando, eu logo topei e fui a um lugar pouco afastado dela e fiquei observando.


Ela não ficou três minutos sozinha e já estava dançando com um cara, os dois dançavam agarradinho, notava até o cara dando uns cheirinhos no pescoço dela, e logo foram para um local lá próximo dos tabuleiros, eu não perdi tempo e fui também... chegando lá, os dois tascaram um beijo colado, notei que neste momento, o cara já abaixara o top da Dani e começou a acariciar seus deliciosos seios, e Dani sem mais nem menos, começou a segurara o cacete do cara pela calça... assim que pararam o beijo, notei que o cara desceu e começou a chupar os seis dela... passou uns cinco minutos só chupando os deliciosos seios de minha noiva que estava adorando, e como conheço bem ela, sei que estava louca para ter o cacete daquele cara na buceta, em seguida ele ainda chupando os seios dela, passava a mão na xaninha dela por cima da calça, foi quando ele abaixou a calça e mandou que ela chupasse gostoso... não deu outra, a Dani se agachou e começou uma bela chupeta, ficou um tempão se deliciando com o cacete do cara na boca, foi quando ele deu uma gozada, que segundo Dani tomou tudinho, sem deixar cair uma gotinha. Depois disso, eles se recomporam, trocaram telefone e foram embora na promessa da Dani ligar para terminar o serviço.


Ela voltou para o lugar onde o pessoal dançava e mais uma vez, logo chegou uma companhia e começaram a dançar... Após um certo tempinho, já estavam os dois atrás de uma casinha de ferramentas... dessa vez não teve preliminar, a Dani já foi se abaixando e chupando o cacete do cara... ela abaixou a calça do cara e começou a chupar freneticamente o cacete do rapaz que estava adorando (é claro). Após um tempinho, o rapaz abaixou a calça da Dani ali mesmo, se sentou no capim mesmo e pediu a ela que sentasse no seu cacete em segundos lá estava a Dani dando uma galopada no cacete do cara que chupava seus seios... Logo depois de comer a xaninha da minha noiva o cara pediu que ela ficasse de quatro que ele iria meter no cuzinho dela, a dani ficou e ele começou a bombar no cuzinho, gozando ali mesmo. se vestiram e voltaram ao lugar que o pessoal estava.


Dani veio em minha direção e pediu que déssemos um descanso e fomos comer algo, disse que estava adorando e que o cacete do cara era enorme, pouco depois voltamos e a Dani ficou novamente lá, chegando em seguida um coroa (devia ter seus 45 anos). O coroa logo arrastou ela para um local pouco afastado e escurinho, os dois começaram a beijar, a se chupar e ele logo passava as mãos nela, em seguida colocou os seios da Dani para fora e começou a chupar, depois de alguns minutos já estava a Dani sem calça e o corou metendo na sua buceta encostados numa árvore, quando para meu espando chegou a esposa do coroa e começou a beijar a Dani e acariciar seus seios, o coroa logo gozou na buceta da Dani e então a esposa do cara ficou chupando a buceta da Dani, onde o gozo do seu marido estava escorrendo, a Dani ficou meio constrangida e para evitar confusão, já que a mulher chegou ao acaso e sem expressar nada caiu fora, voltou para o local onde o pessoal estava dançando.


Já eram lá para 4 horas da manhã e não havia muita gente na festa, quando estava indo numa barraquinha com ela, encontrei dois colegas meus (primos de um amigão meu que morava lá) e então sentamos na mesa com eles. A dani sentou em meu colo a conversa rolando exibindo aqueles seios deliciosos e chamando atenção para a sua intenção, os caras (Jorge e Junior) ficavam loucos em ter aquele delicioso par de seios em sua frente... Eles se olhavam espantados e não tiravam os olhos dos seios da minha noiva, foi quando o Junior perguntou se eu me importava dele dançar com a Dani, eu disse que ficasse a vontade, ele então pegou ela pela mão e foram dançar, mas e ficaram ali perto da nossa mesa mesmo, notava que os dois dançavam bem juntinhos e que ele dava uns cheiros no pescoço dela. O Jorge, ao ver como Junior e Dani dançavam me perguntou se eu não ligava em vê-los dançando daquele jeito, eu simplesmente respondi que adorava quando minha noiva se divertia e que somente naquela noite, ela já tinha chupado três caras e deu para dois.


Jorge ficou boquiaberto e deu uma saidinha, foi fazer um acertinho com um dos donos da fazenda (que era muito amigo dele) e logo arrumou um quartinho do empregado lá nos fundos da casa, fomos eu, a Dani, Jorge e Junior. Os dois logo despiram a Dani e começaram a chupar cada parte do corpo dela e logo tiraram as roupas também, tinha lá uma cama de solteiro e logo estavam os três deitados, a Dani no meio deles, ela chupava o cacete do Junior, enquanto o Jorge chupava a sua buceta. O Jorge posicionou seu mastro para penetrar a boceta da Dani, enquanto ela mamava no cacete do Junior.


Dani gemia com o pau do Jorge que entrava e saía de sua boceta, em seguida Junior assumiu a boceta dela, eles se revezaram na boceta de minha noiva por um tempo. Foi quando ela falou que o tesão dela era fuder com um peão de rodeio... O Jorge logo em seguida saiu, mas disse que voltava logo tinha apenas que acertar algo eu achei estranho, no meio de uma furança daquela ele se retirar. O Junior continuou sem pena a meter na buceta da Dani, que estava adorando, ele metia e dava uns tapinhas na cara dela e logo gozou na sua buceta.


Após uns dez minutos, chega Jorge excalamando: "-Dani, sua puta, seu sonho não é dar para um peão? Lhe trouxe dois!" Vi naquela hora um sorriso largo no rosto da Dani, os caras logo tiraram a roupa e empurraram dois enormes cacetes na sua boca, ela revezava nos dois cacetes. O Jorge chegou para mim e disse que era muita coragem ver minha noiva praticando aquilo, eu apenas ri e sugerir que o Junior e o Jorge também participasse da suruba e logo eles encostaram e a dani revezava nos quatro.


Um dos caras mandou que dani ficasse de quatro e ela ficou. O cara foi colocando a cabeça, forçando o cuzinho da Dani, e com violência atolou seu cacete de mais de 22cm no cú de dani que deu uma bela gemida, que foi calada pelo cacete do outro cara. Jorge chupava seus seios e ela batia uma punheta no Junior, Dani começou a rebolar e pedir para ser arregaçada então o outro cara, Junior e Jorge começaram a reversar no cu dela... Um dos caras (o que arrombou o cu dela) se deitou na cama e pediu que ela sentasse em seu mastro, coisa que ela logo fez, em seguida o outro peão meteu seu cacete no cu dela e iniciaram uma dupla penetração, enquanto que ela reversava os cacetes do Junior e Jorge, que gozaram em sua boca.


Após um tempinho, o cara esporrou na buceta da Dani e o outro no seu cuzinho, estava ela toda melada e arregaçada. Já estava amanhecendo, quando a porta abre e entra o dono da fazenda, dizendo que queria também, mas como ela estava toda melada, sugeriu que como a fazenda não havia mais ninguem, fossemos para o quarto dele, ele ia dispensando os peões, quando Dani deu um pulo e mandou que não e fomos todos ao quarto, Lá a Dani tomou um banho, se limpou, então estavamos eu, o Jorge e o junior, o Manoel e o Beto (os peões) e o Henrique (o dono da fazenda), quando a Dani chegou peladinha e toda cheirosa. O Henrique deitou-a na cama e começou a chupar a buceta dela (que estava toda inchada), dava para ver a língua dele entrando e explorando toda a sua buceta, chupou até que a Dani gozasse na sua boca.


Ela abaixou a calça dele e começou um delicioso boquete nele, vindo em seguida o Manoel com seu cacetão e meteu na buceta dela e logo em seguida, o Manoel colocou ela de quatro e ofereceu o cuzinho da minha noiva para seu patrão meter, o Henrique fez com gosto e começou a socar seu cacete no cu dela, enquanto ela engolia os 22cm do cara. As vezes ele parava e lhe batia na cara, ordenando que chupasse direito.


Após Henrique gozar, Manoel se dirigiu para trás dela e empurrou novamente seu cacetão no cu dela que rebolava até que pediu que outro metesse na buceta dela, e o Junior foi e meteu... Eles reversaram na dp por muitas vezes e quando eram lá para 8 horas da manhã, ela tomou outro banho se vestiu, tomamos café na fazenda e fomos embora, mas este show de forró foi completamente inesquecível para nós...

Minha namorada fez ponto na rua e ganhou dinheiro


Me chamo Mauro, namoro Paula faz dois anos e o que vou relatar aqui aconteceu de verdade. Resumirei a história para que não fique cansativa de se ler. Essa história real é um exemplo de como o ser humano nos surpreende sempre.


Certa vez, Paula me confessou que tinha vontade de realizar uma fantasia sua: Fazer ponto como se fosse uma prostituta de verdade. E perguntou se eu tinha ficado chateado com idéia. Como somos super liberais, eu deixei claro a ela que não havia problema nenhum, desde que ela só fizesse de conta e não entrasse no carro de ninguém, pois além de ser algo que eu reprovasse, eu tambem achava perigoso.


Ela disse que faria ponto somente uma noite e nunca mais, e sem fazer programa com ninguem. Só para sentir a sensação de ser puta de rua. Eu relutei um pouco no inicio, mas enfim, cedi ao desejo dela. Foi num sábado em que fomos para uma cidade (Campinas) próxima da nossa para que ela realizasse seu desejo sem que ninguém a reconhecesse. Ficamos num hotel simples e discreto no centro da cidade. Ela se produziu como uma verdadeira puta e foi para a rua.


Passada uma hora, ela voltou, chorando... me abraçando e dizendo que me amava e que ela queria ir embora para casa, que aquilo era loucura. Que os homens mexiam com ela e ela se sentiu medo. Me disse que tinha educação cristã e que os valores que ela tinha aprendido com sua mãe não eram esses, que era contra o que ela aprendeu para a vida dela. Eu dei um pouco de risada, a abracei e disse a ela que não havia problema. Que isso estava previsível, que a realidade é diferente da fantasia.


Voltamos a nossa cidade na mesma noite. Durante vários dias ela estava se mostrando diferente em casa. Muito quieta, calada. Num determinado dia eu chamei ela para uma conversa e perguntei o que ela tinha. Ela desconversou e não quis ficar conversando. Eu insisti, disse que havia percebido que ela andava pensativa demais depois daquele dia que fomos a Campinas. Então ela abriu o jogo e me disse que havia arrependido de voltar da rua para o hotel aquele dia, que a chama do desejo de fazer ponto feito uma vadia ainda a incomodava. Eu disse a ela que ela tinha tido a chance dela que não tocasse mais nesse assunto. Foi aí que ela com uma certa cara de pau me pediu outra chance.


Eu dei risada e disse que ela só podia estar brincando. Ela disse que enquanto ela não tirasse aquela idéia da cabeça, ela não ia sossegar. E me pediu que fossemos novamente naquela aventura. Ela prometeu não fazer programa, que estava mais preparada para ficar a noite toda na rua levando propostas indecentes. Eu disse que tudo bem, mas que dessa vez, ela só voltaria para o hotel as 4h da manhã. Essa seria a condição. Ela disse que eu estava exagerando e que seria melhor deixar pra la, pois ela queria voltar ao hotel la pelas 2h o máximo. Eu disse que era a condição. Ela passou a tarde toda sem falar comigo, mas aceitou.


Então fomos novamente naquele mesmo hotelzinho e ela de novo foi para a rua as 23h vestida como uma puta. Fiquei no hotel assistindo um filme até as 2h, depois fui para a cama dormir e deu 5:30h da manhã e nada. Comecei a ficar preocupado... Quando minha gata chegou perto das 6 horas, descabelada e levemente embriagada. Dando risada a toa.


Coloquei ela para dormir, ela dormiu na hora. No dia seguinte, perto da hora do almoço, ainda no hotel, ela tomou um banho e viemos para nossa cidade de volta. Ela passou a viagem toda em silencio, não falou nada. Eu também não tinha coragem de perguntar nada. Mas a curiosidade foi mais forte. Perguntei a ela como tinha sido e porque ela demorou tanto. Ela disse que ia me contar, mas se que eu fosse compreensivo. Eu disse nervosamente: O que rolou? Fala logo! Ela disse que um carro com uns rapazes de uma republica de estudantes propôs a ela fazer um strip tease na republica deles e ela acabou topando por 100 reais. Eu dei risada e disse que não acreditava, pois o combinado era ela não fazer programa. Ela disse que não era um programa aquilo. Mas eu disse que se entrou dinheiro, era programa.


E eu disse a ela que quando ela havia chegado de madrugada pela manhã, ela havia voltado com 160 reais e não com 100 reais. Ela disse que não sabia mentir e que fez o strip tease por 100 reais e que acabou pagando um boquete para cada rapaz da republica (que eram em seis) por 10 reais cada um e que só não transou com eles porque eles eram grandes, com 1.85m de altura cada um mais ou menos e muito bem dotados e ela ficou receosa de ficar machucada.


Depois desse dia nos brigamos e quase nos separamos. Xinguei ela de tudo que era nome, de sacana, de vadia. Mas passado alguns dias, eu pedi desculpas a ela e voltamos a namorar. E foi isso. Acho que nasci para ser otário dela. rsrsrs... Existem coisas que não tem conserto.
A partir desse dia, pensamos em programar outras aventuras.

Me arrependi, só que tarde demais!


Eu e minha namorada temos 35 anos e ela 25. Certa vez propus a ela irmos numa casa de swing para ver os casais transando. Apenas isso, mais nada. É uma fantasia que eu tinha e que de inicio ela estranhou um pouco. Na verdade ela até ficou meio puta da vida de eu propor isso a ela, mas após alguns dias eu toquei de novo no assunto e ela topou, mas ela deixou bem claro que era só ver e mais nada, que tinha nojo dessas casas, coisa e tal.

Eu fiquei super feliz e eu sugeri a roupa que eu queria que ela fosse. Ela disse que eu era louco, mas que iria do jeito que eu quisesse, desde que não fosse muito oferecida. Aí eu vesti aquele lindo corpo de 1.60m , 53kg de seios fartos e firmes e bunda redondinha para irmos na casa. Decidi q ela iria de vestido vermelho e salto alto, com uma calcinha fio dental enfiada e sem sutiã. Somos do interior e resolvemos ir para São Paulo... la tem muitas dessas casas, vi na internet.... Chegando na casa, nos ofereceram de inicio três tipos de pulseiras... vermelha, para quem nada quer... amarela, para quem esta aberto a convites... e verde para quem esta la pra topar o que rolar... Eu deixei que minha namorada escolhesse a pulseira que usaríamos e fiquei surpreendido quando ela escolheu que seriam as amarelas. Eu disse: Mas porque as amarelas? Não viemos só para ver? Aí ela falou: Ah, você ta com medo de que? rsrs.


Aquilo me excitou demais, ao mesmo tempo me deixou tremendamente enciumado, com raiva dela. Mas entramos na casa... Após algum tempo passeando pela casa, paramos em frente a um quartinho com um véu no qual havia um casal transando. O cara tinha um pau enorme... acho que por volta de uns 22cm ou algo parecido. Minha namorada comentou: Nossa! e deu muita risada. Eu fiquei puto da vida. E ela prosseguiu: Olha o tamanho desse cara! Minha nossa, coitada dessa mulher aí! E continuou rindo. Eu me incomodei com isso e quis tirar ela de lá falando que deveríamos beber algo. Eu estava excitado, mas meio arrependido de ter levado ela lá. Mas eu precisava entender que o convite partiu de mim.


Levei ela ao american bar e la pedimos uma gin tônica. Eu percebia que após uns 20 min que estávamos la, ela conversava comigo mas sempre desviando o olhar para o lado direito dela, para atras de mim. De tanto ela dar bandeira, eu me virei e olhei para saber o que ela estava olhando. E qual não foi minha surpresa ao ver que o que ela tanto olhava era o homem bem dotado que estava transando aquela hora, estava novamente num outro quarto com a mesma mulher. E assim foi a noite toda, onde íamos, ela não tirava o olho do homem... ela tentava disfarçar, mas eu percebia.


Num certo momento eu perguntei a ela: porque você tanto olha pra aquele cara la? O que há, hein? E ela respondeu: Não era aquele moço que a gente viu quando entramos aqui? Ele tava naquele quarto transando com a mulher lá? Eu disse que sim e todo aborrecido avisei ela que eu ia ao banheiro e que ela não saísse de la. Minha namorada já estava meio bêbada e eu estava pensando que era melhor irmos embora. Mas qdo eu saí do banheiro, meus amigos... Vejo minha namorada conversando com o homem e com a mulher, com o rosto pra dentro do véu, no quartinho. Resolvi ficar olhando de longe para ver ate onde ela ia. Não acreditei quando vi as duas mãos dela segurando o pau do homem, que dava risada junto com sua esposa. A safada sem vergonha dessa namorada q eu achava tão purinha, estava ali segurando o pau do bem dotado.


Logo ela largou e voltou pro american bar, no banquinho onde ela estava. Eu fiz de conta que não vi nada e falei que queria ir embora. Ela disse que tudo bem, que eu que decidia. E foi isso, até hoje ela não me contou nada e nem eu perguntei. Mas me excitei muito em saber que ela pegou numa vara grande. Se ela tinha contato com aquele homem? Bom, minha conta de telefone chegou com uma ligação para São Paulo de mais de duas horas e meia de bate papo. E ainda assim, me sinto feliz, é mole? rsrs... No carnaval, estaremos em Santos.

Corno Manso e Subjugado

Ola amigos, eu sou novato em relatos, mas depois de muitas leituras resolvi contar um fato verídico que mudou minha vida. Nunca acreditei muito em relatos haja vista a perfeição das mulheres e os dotes magníficos relatados; homens sarados, todos muito viris e incansáveis, etc., mas o fato é que fui carona em uma aventura de sexo, submissão e fetiche.


Bem vamos lá. Fui casado durante seis anos. Lú, minha ex-mulher, uma morena atraente, não era uma "musa", mas uma mulher muito feminina e vaidosa, 1,65m, morena, cabelos tratados, corpo torneado, marquinhas de sol e pelinhos douradinhos emoldurando um bumbum redondo e empinado. Seus seios não eram grandes, mas muito tesudos (mamilos inchadinhos como perinhas), uma belo exemplar de mulher. Uma voz bem marcada em uma boca carnuda completavam seu charme.


Eu, um cara parrudo, mas fora-de-forma, barriguinha, medio-dotado e longe de meus melhores anos (já fui sarado e comedor). Após o casamento, vivíamos como a maioria dos casais "normais". Mantínhamos a rotina de trabalho, chopinhos com amigos e uma viagem vez em quando para o desestresse. Profissionalmente minha mulher sempre deteve resultados mais proveitosos, com seu desempenho reconhecido e remuneração proporcional. Eu ao contrario, esforçava-me para manter-me ao menos próximo a esse patamar de modo essa diferença não desequilibrasse nossa relação.


Nesse processo contínuo de crescimento profissional minha esposa passou a viver cada vez mais sob o assédio e a atenção de homens bem-sucedidos, empresários, políticos e personalidades. Ela contava-me todos os fatos, cantadas e ria de minhas reações, dizendo estar alheia a tais investidas. Eu não conseguia conter o ciúme e até mesmo a irritação, uma vez que minha auto-estima também não andava lá essas coisas. Quando sentia que eu estava no limite, imediatamente ela me acalmava e convergia essa energia para o sexo, brincando com as fantasias e tornando a coisa toda um estimulo muito forte... (já dava sinais do que em breve me tornaria).


Em Janeiro de 2005, minha esposa foi agraciada com um novo posto. Convidada para assumir uma nova gerencia na empresa, a relação profissional projetou a relação social ao limite máximo. No período que antecedeu a efetiva posse, o assédio e as badalações foram constantes. Antes da mudança de cargo, fomos agraciados com um cocktail oferecido pelo diretor-presidente. Um evento reservado, em que diretores e gerentes dividiam o espaço com alguns importantes Clientes que estariam apartir de então sob a atenção de minha esposa.


Ao chegarmos, minha esposa esbanjava sorrisos. Radiante em um belo vestido preto as atenções se voltaram para nós (para ela diriam todos). Minha companhia durou pouco. Diante dos olhares, cumprimentos e da atenção de todos, acabei ficando só, isolado. Às vezes conseguia dela um fragmento de olhar, um rápido aceno de mão e gestos contidos a distância. Ao longo da noite alguns convidados, animados pela bebida foram tomados pelo estimulo da dança. Minha esposa não se conteve. Bebericava e observava minha morena se dividindo entre amigos e estranhos, a dançar.


A certa altura, quando a bebida já havia descontraído até mesmo os mais recatos, percebi um brilho nos olhos de minha gata. Ela já não fazia a "social" mas sim, divertia-se com os afagos e sarros que os parceiros de pista a proporcionavam. Senti-me pequeno, provinciano diante da desenvoltura dos dançarinos. A noite se arrastava. Debruçado no balcão, senti um afago familiar. Minha esposa, excitada e suada, com um sorriso enorme me abraçou, me beijou e sussurrou em meu ouvido: "- Vem me tirar pra dançar, vem... se você não vier eu vou acabar concordando com meu Diretor...". Concordar com o que? Pensei.


Um arrepio me percorreu a espinha... Virei-me decido a tomá-la de todos, mas fiquei sem ação. No mesmo instante, Walter, o Diretor-presidente, um homem maduro, estilo rude, alto, todo grande, peludão (a essa altura a camisa já parcialmente desabotoada), puxou minha mulher pela mão em direção ao centro do salão. Fiquei inerte. Ele pediu um merengue e foi atendido. Minha esposa estava sob seu domínio. O sarro dos dois era acintoso. Ele dançava e falava coisas ao seu ouvido que eu não conseguia interpretar, seguido de sorrisos e olhares de cumplicidade. Isso me deixou realmente abalado.


Um casal proximo que observava os dançarinos vibrava com a performance dos dois. Despretensiosamente ouvi a mulher do sujeito falar ao companheiro: "- Olha o pau dele amor... está duro, olhe!" Gelei... Voltei os olhos para minha esposa. Era impossível esconder a excitação (e a ereção também!), mas ambos pareciam não se importar com isso. Senti que perdi o controle. Tentava manter uma postura de modernidade, de aceitação e normalidade, mas por dentro doía saber que naquele momento eu nada poderia fazer para conter aquela situação. Entre um olhar perdido e um gole sem gosto (já nem sabia mais o que havia no copo)


Fui "acordado" pela minha esposinha. Senti sua excitação. Parecia Feliz, mas muito ansiosa. "- Amor, tudo bem?". Disse lhe que sim, sem muita convicção. Ela olhando meu desânimo mandou: "- Você não se divertiu nada! Se quiser ir para casa pode ir, eu consigo carona, não tem problema.". Argumentei então colocando toda minha indignação reprimida: "- O que está acontecendo? Fala! Há algo que eu precise saber? ". Pra que fui perguntar...


Nesse instante Walter, em tom arrogante, se fez presente já inquisitando: "E ai falou com ele? Tudo bem pra você?" . Perguntei já imaginando a resposta: "Tudo bem o que?". Minha esposa interviu..."- Meu amor não seja ciumento, não faça cena. Você tem dado todos os sinais de que aceitaria me dividir com outro numa boa, lembra? " (lembrei das fodas em que fantasiávamos outros machos a assediando) ...E ela completou: "- Walter me convenceu do meu potencial, me proporcionou crescimento e boa parte do conforto que você e eu desfrutamos, além disso eu já topei ir com ele e você deve fazer a sua escolha". O que dizer diante de tal afirmação. O chão sumiu.


Antes que me recuperasse o futuro sortudo Impostou: "- Meu amigo, vamos ser práticos: você é o marido, mas hoje a noite é dela... ela escolhe... ela já escolheu! Fica calmo, calado e se quiser, acompanhe pra ver como funciona". Aquele tom ameaçador, arrogante e decidido me intimidou. Minha mulher tentou me consolar, mas o safado a puxou já se despedindo dos demais. Por um segundo quase não os alcancei. Hesitante do que se seguiria, entrei no carro deles, que agora já se beijavam sem se importar comigo. Eu não conseguia olhar. Estava prostrado.


O carro percorreu algumas ruas até um prédio luxuoso. Os seguranças nos observavam a distancia. Subimos até a cobertura e lá chegando o sujeito ficou ainda mais arrogante comigo. Ficamos em uma sala muito aconchegante, com uma vista exuberante, mas nada disso me interessava. Após vê-lo entrar e sair de alguns cômodos durante alguns minutos, o sujeito, já sem camisa veio à sala. Já não me olhava. Falava comigo como se eu fosse seu empregado, sem tirar os olhos de minha mulher que o correspondia completamente. Disse-me: "- Meu amigo, olhe bem... fique à-vontade... tem bebida, tem comida... só não tem a sua mulher... essa vai ser só minha e você não tente atrapalhar ou vai se arrepender..." e completou "- Você se quiser ir embora apenas bata a porta ao sair... se quiser ficar comporte-se e em hipótese alguma interrompa-nos... e você vem comigo" virando-se para minha esposa e a colocando no colo. A safada ainda fez carinha de chorinho, beicinho e tudo, deu um tchauzinho debochado.


Não pude conter as lagrimas. Eu um cara vivido estava em uma situação humilhante, insólita e pior, nada tendo a fazer. Era algo consumado. Sentei-me e depois de alguns minutos comecei a ouvir gemidos. Os gemidos eram intensos. Não pude resistir. Caminhei, guiado pelos sons, cada vez mais altos, até uma porta que deveria provavelmente ser de uma das suítes da casa. A porta, aparentemente espessa, não era barreira para os sons, que agora eram nítidos, sons assustadores. Ouvia os gemidos e gritinhos de minha mulher, o rufar do macho, a cama a ranger e até o bater de corpos...


Tudo indicava um sexo intenso, animalesco mesmo. Eu sofria como um cão, e ainda confuso com tudo aquilo fui tomado por um tesão incrível. Aquele macho enorme, um coroasso, talvez 15 anos mais velho, com 100 vezes mais disposição que eu, fazendo minha mulher delirar... Gemer... Se entregar a ponto de colocar tudo a perder entre nós. Uma loucura só. Sentei-me agachado a soleira da porta, ouvindo cada mudança de posição, cada beijo molhado, sofrido, que os amantes do outro lado trocavam com fervor. Senti-me um merda, três vezes merda. Um por ser um corno, outro por não ter coragem de impedir, aceitando tudo passivamente, e por ultimo, ainda sentir tesão pela situação.


A cama parecia as vezes que iria quebrar. Walter devia ser um cara realmente insaciável. Não havia intervalos. Apenas o som de um champanhe sendo aberto. Uma hora e meia depois, aproximadamente, outro ridículo acontece. Não me dei conta do momento. Passos rápidos vieram em direção à porta e eu ali, sentado fiquei. A porta é aberta. A visão que tenho era demais pra mim. Contra a Luz aquele vulto enorme. Fiquei na altura do seu joelho, prostrado. Olhei para cima e vi aquele homem maduro, peludo, muito peludo, com um pau descomunal, principalmente na grossura. Algo realmente grande apesar de levemente intumescido, o que me deixou ainda mais tímido, haja visto que sou médio-dotado. Seu olhar demonstrava a sua autoconfiança, era senhor de si e o verdadeiro dono de minha mulher. Com um sorriso sarcástico me repreendeu: "- Não te falei corninho para você esperar lá na sala. Tá curtindo, tá?!"


Por entre suas pernas pude ver sob a luz do abajur, minha esposa. Ela, deitada de bruços sobre um grande travesseiro na altura de seu quadril indicava que algo estava por vir. Ouvindo o diálogo entre eu e meu algoz, ela olhou-me com um olhar de felicidade, porém, ainda demonstrando grande excitação. Seu corpo suado brilhava a luz aconchegante do abajur. Quando me dei conta, seu amante já estava de volta ao quarto. Havia ido buscar algo em outro cômodo. Instantaneamente olhei para minha esposa que notando sua presença novamente se empinou toda, sorrindo e arqueando o corpo para beija-lo.


O safado, agora novamente em ponto de bala, trazia consigo um tubo de Ky e antes que eu pudesse argumentar, virou-se e ordenou que eu me afastasse, vindo em minha direção e trancando a porta na minha cara. Não conseguia imaginar aquele macho enorme, muito bem-dotado comendo a bundinha da minha esposa. Lágrimas de arrependimento frente a minha covardia me vieram novamente ao rosto. Ouvia ela fazer dengos. A elogiar seus atributos. A me chamar de broxa e exaltar o dote do amante. Um silêncio temporário mostrava que a preparação transcorria. Apenas murmurios antecederam o que viria a seguir. Gritos abafados e gemidos sofridos rasgaram o silencio da madrugada. Novamente todo quarto sacudia. O som era de um Pilão a socar, estalos de pele molhada pelo suor entremiados de gemidos agudos de fêmea.


Não podia mais agüentar ficar ali. Tentei abrir a porta, mas ele havia realmente trancado. Fui para sala onde chorei muito. Nada mais havia a ser feito. Cochilei algumas vezes, exausto pelo martírio vivido. Durante toda a madrugada, gemidos ecoaram pela casa. Pela manhã, vi quando Walter passou pela sala saindo sem dar muita importância ao fato de eu ainda estar ali (Fica fácil saber de onde vem tanta autoconfiança). Minha mulher dormia. Tentei acorda-la em vão. O quarto cheirava a sexo e perfume masculino. Garrafas vazias de Champanhe e água pelos cantos, morangos em uma travessa. Sobre o criado-mudo, sua tanguinha suada o tubo de Ky, praticamente vazio. Nada havia a ser dito.


Levantei-me. Fui para casa. Minha esposa ligou deixando um recado na secretaria antes que eu chegasse em casa. "- Meu amor, te amo! Quero que compreenda que apesar de te amar, o sexo não é nosso forte. Estou apaixonada e vou viver essa atração, esse momento, quer você queira ou não. Se aceitar, e espero que aceite, seremos felizes. Tudo irá se resolver com o tempo, você vai ver. beijos sua. Lú".


Desde então me tornei o corno manso que sou hoje. Tive que aceitar durante um ano sua vida dupla para não perde-la. Às vezes ela trazia fotos das transas, mas ele jamais permitiu que eu assistisse ao vivo. Nos últimos meses ela sequer transava comigo. Sua paixão foi mais forte. Ela sentia-se realizada. Quando refletiu sobre nossas vidas percebeu que dentre nós nada restara. Eu era um apêndice sem função na sua vida. Hoje sigo só e ela, provavelmente, feliz ao lado de seu Verdadeiro Macho.
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